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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘André Curvello’

Secretário André Curvello fala sobre comunicação, combate às fake news e fome durante palestra para o setor empresarial

O tema “Velocidade da Tecnologia e os Desafios da Comunicação” orientou a palestra do secretário estadual de Comunicação da Bahia, André Curvello, nesta quinta-feira (11), com lideranças empresariais do Coletivo Empresarial Business Bahia, no The Latvian, no Bahia Marina, em Salvador. O gestor compartilhou seus conhecimentos sobre gestão e comunicação à frente da Secretaria de Estado, convidou o empresariado a se somar ao Programa Bahia Sem Fome, garantindo o selo de empresa amiga do programa, e falou do combate às fake news no âmbito institucional.

 

“Hoje é uma oportunidade de diálogo entre o setor público e o privado e para falar sobre temas importantes, como o projeto de lei das Fake News, que tramita no Congresso Nacional, e de apresentar o programa Bahia Sem Fome. O Brasil, infelizmente, voltou ao mapa da Fome, então é um momento de chamar todos para a responsabilidade social: pessoas públicas, iniciativa privada, cidadãos e cidadãs e o comércio e a indústria. Essa não é uma luta só do Estado, mas de toda sociedade”, frisou o secretário.

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Secretário de Comunicação da Bahia defende regulamentação das plataformas online

(Metro1)- O secretário estadual de Comunicação, André Curvello, avaliou que a aprovação do Projeto de Lei das Fake News na Câmara dos Deputados é um avanço para o país. Apesar de não concordar com alguns pontos da proposta, Curvello disse que, pela primeira vez, um projeto está destacando os riscos que a internet pode conter e responsabilizando devidamente as plataformas.

“Esse projeto começou a ser discutido há quatro anos, mas infelizmente não foi adiante com a velocidade e com a seriedade que seriam necessárias. Mas hoje, até motivado pelo advento triste de ameaça às escolas, o Congresso resolveu colocar em pauta e pode ser voltado de hoje para amanhã. Penso que no mundo do ‘on’ e do ‘off’ tem que ter regras, tem que ter respeito. Acho que essas plataformas têm que acordar pra isso. No fundo, todas elas querem faturar, e muitas vezes isso acontece alavancando notícias falsas”, analisou nesta terça-feira (2) Curvello, em entrevista a José Eduardo, na Rádio Metropole.

A votação do PL das Fake News na Câmara dos Deputados estava prevista para esta terça-feira, mas pode ser adiada diante das chances de o texto ser rejeitado pelo plenário. O presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), vai conversar com os líderes dos partidos para tomar uma decisão.

Citando a mensagem do Google, Curvello disse ainda na entrevista à Metropole, que as plataformas estão se preocupando apenas com elas mesmas. “Porque assim eu vou reduzir o meu consumo e isso as prejudica [as empresas]. Não podemos deixar como está, as pessoas fazem ataques e não são responsabilizadas”, pontuou.

Confira a entrevista completa:

 

 

 

 

Esporte Clube Vitória manifesta apoio e interesse em fortalecer ações do Bahia Sem Fome

 

Ampliando o leque de instituições e empresas parceiras do Bahia Sem Fome, o Esporte Clube Vitória manifestou apoio ao programa do Governo do Estado. O presidente do clube, Fábio Mota, recebeu o secretário estadual de Comunicação Social, André Curvello,  no Barradão, para firmar mais uma parceria para o programa. O secretário levou a camisa do Bahia Sem Fome para o presidente, que retribuiu o presente.

 

“A gente vive num país de muitas deficiências e uma campanha como essa é louvável. A gente está aberto a qualquer tipo de campanha, ainda mais uma que combate à fome, que é o maior malefício da humanidade. Muitas pessoas nesse exato momento estão sofrendo com isso. A instituição Esporte Clube Vitória está de braços abertos para abraçar e participar da campanha”, afirmou o dirigente do time baiano.

 

Segundo o secretário, atitudes como a do clube são decisivas para que a iniciativa alcance ainda mais baianos. “A corrente de solidariedade do Bahia Sem Fome tem cada vez mais ganhado força. O Governo do Estado tem trabalhado para fazer a sua parte, e é muito bom ver que diversos setores da sociedade civil, instituições privadas e empresariado têm entrado em campo também nessa luta contra a fome”, afirmou André Curvello.

O N de Nada e Ninguém

André Curvello

Governador Diplomado anuncia o novo secretariado
Na foto: André Curvello, Comunicação
Foto: Manu Dias /GOVBA

Há alguns dias tive a chance de rever o mais famoso discurso do reverendo pacifista Martin Luther King Jr. Em 1963, ele falou para 250 mil pessoas no Lincoln Memorial, em Washington, Estados Unidos. Foi a primeira vez que assisti à versão colorizada daquele que considero como um dos melhores falas já proclamadas.

Graças à generosidade dos meus pais, consegui estudar nos Estados Unidos e tive a oportunidade de conhecer um pouco da história norte-americana. Digo generosidade porque sei do imenso sacrifício que eles fizerem para me proporcionar aquela experiência inesquecível. Faço questão de sempre, sempre mesmo, agradecer a ambos, sem os quais eu não seria nada. Eles acreditaram em mim e até hoje tenho minhas dúvidas se consegui corresponder. Sigo tentando.

Aquele discurso do pastor batista King Júnior continua atual e fantástico. Era um líder negro que defendia o fim da segregação racial de forma pacífica e ordeira, enfrentando um câncer chamado preconceito, enraizado em instituições como a Ku Klux Klan, braço de um preconceito estúpido e desumano. Não era apenas a KKK o símbolo da imbecilidade racista e, sim, a sociedade americana da época, com sua estrutura legal, organizada e opressora.

No passado, a abolição da escravidão terminou sendo fator preponderante para a eclosão de uma página triste e sangrenta na história americana, a Guerra de Secessão, em que irmão levantou armas contra irmão. E nem assim aquele país aprendeu a ser tolerante.

Voltemos ao discurso de Luther King, justíssimo vencedor do Nobel da Paz de 1964. Intitulado “Eu Tenho Um Sonho”, prega a igualdade, a fraternidade entre brancos e negros, entre pessoas que deveriam ser qualificadas pelo seu comportamento e caráter e não pela cor da sua pele.

Recentemente, também tive a oportunidade de assistir, talvez pela milésima vez (estou exagerando!), ao filme O Poderoso Chefão, obra magnífica de Francis Ford Copolla. São espetaculares as interpretações de Marlon Brando e de Al Pacino, pai e filho, líderes do clã mafioso Corleone. Em uma das passagens, percebi, pela primeira vez, um diálogo que sempre me passou despercebido.

Naquela Nova Iorque de Mario Puzzo, ainda inocente diante das drogas e seus efeitos que tanto males provocam à sociedade, um dos chefões, ávido pelo lucro fácil da venda de entorpecentes, defende o comércio dessas substâncias desde que seja distante das escolas e das crianças. E ressalta: que a droga seja consumida pelos negros porque, de acordo com a fala da personagem, eles não eram gente. Sim, o racismo estava lá, indelével!

Do Eu Tive um Sonho do doutor King Jr. até os dias de hoje lá se vão 60 anos. Deixamos de ser hipócritas e preconceituosos durante esse período? Temo que não. É verdade, adquirimos muita tecnologia e com ela a possibilidade da democratização da informação, da disseminação do conhecimento, da convivência pacífica e da tolerância entre os seres humanos.

Porém, o que fizemos foi solenemente desperdiçar esse ouro comportamental, e passamos a mobilizar a internet e as redes sociais para propagar o ódio e o preconceito. A tecnologia deveria ser um instrumento de fortalecimento do respeito, pois sem ele a sociedade não evolui de forma saudável.

Hoje vivemos a velocidade alucinada da contemporaneidade. Não enxergamos nada, não absorvemos nada. Apenas vivemos de forma líquida, sem nos determos às essências da existência.

É preciso acordar para a reflexão urgente sobre a velocidade atroz e a lenta destruição que ela provoca em nosso humanismo. Sem respeito e sem Deus no coração, nos transformamos apenas em negação, em nada, em ninguém.

Quando me refiro a Deus, me sinto muito a vontade para falar em amor e respeito. Não tenho conhecimento sobre qualquer religião, o que defendo é respeito, é gentileza e solidariedade. A indiferença não constrói. Ela nos afasta e nos esvazia.

Martin Luther King foi um grande homem com inúmeros serviços prestados à humanidade. Sua obra nos convoca a um exercício contra a omissão, para escaparmos da sina de sermos nada e ninguém. Eu continuo tendo um sonho.

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André Curvello é secretário de Comunicação da Bahia.

 

O papel da mídia no estímulo à violência

André Curvello

 

Governador Diplomado anuncia o novo secretariado
Na foto: André Curvello, Comunicação
Foto: Manu Dias /GOVBA

Os ataques a escolas no Brasil são uma triste realidade. Desde o ano 2000, quase 40 estudantes e professores foram mortos e mais de 70 ficaram feridos em ataques ocorridos em estabelecimentos de ensino em todo o país.
Esse fenômeno, que antes era visto principalmente em outros países, como nos Estados Unidos, agora se multiplica por aqui.

A imprensa tem dado grande espaço para a questão, abordando vários aspectos, como as motivações dos perpetrantes, seu perfil psicológico e social, e a segurança nos estabelecimentos de ensino.

No entanto, muitas vezes a mídia negligencia o debate sobre sua própria responsabilidade e, porque não dizer, sobre sua participação no incentivo aos ataques. Estudos mostram que a repetição constante de notícias sobre violência fomenta a própria violência, mas a imprensa parece relutante em lidar com esse tema.

Após o ataque ocorrido recentemente em São Paulo, quando uma professora foi morta por um aluno, escolas de todo o Brasil receberam milhares de ameaças de ataques ou suspeitas de possíveis planos de novos atentados. Obviamente, a exposição midiática exaustiva desses episódios fomenta na cabeça dos alucinados novos planos diabólicos.

É importante lembrar que os crimes cometidos nas escolas geralmente têm o ódio como motivação. Parte da nossa sociedade, graças ao legado sombrio da administração federal que foi derrotada no ano passado, cultua a violência e o armamentismo como instrumentos para impor suas ideologias retrógradas.

Nesse ambiente doentio, grupos se organizam sub-repticiamente para praticar massacres no ambiente escolar. Na lógica dessas mentes distorcidas, o assassino ganha destaque entre seus pares, mesmo que seja abatido pela polícia ou vá para a prisão. Ao divulgar dados que identifiquem os assassinos, a imprensa contribui para que essas pessoas conquistem reconhecimento no seio do seu bando, o que pode estimular novos ataques.

Mas há avanços em curso. Recentemente, o Grupo Globo anunciou uma mudança em seu protocolo de cobertura da violência, não mais revelando a identidade dos responsáveis pelos ataques. E, ouvido pelo portal UOL sobre a ação contra crianças, em uma creche em Blumenau (SC), o psicanalista Christian Dunker disse: “Vejo uma coisa diferente nesse caso no que diz respeito à imprensa. Houve baixa exposição da imagem do sujeito e não se revelou o nome exato dele. Isso já é efeito de uma tomada de consciência de que muitos desses agressores entram em um ato violento esperando o reconhecimento dos seus pares. Lá dentro da internet serão chamados de “santos”, “heróis”, e serão glorificados”.

Na Bahia, a situação alarmante não é diferente da de outros estados, com a espetacularização da violência sendo repetida exaustivamente nos jornais, blogs e emissoras de rádio e televisão. O medo é entregue diariamente em nossas casas, fruto da busca insana pelo crescimento da audiência e do número de cliques.

O jornalismo deve ser feito com responsabilidade social, e insistir na fórmula folhetinesca que favorece a perpetuação do pânico entre a população não deveria ser o papel da mídia.

O momento é propício a uma reavaliação da contribuição que a imprensa quer de fato dar à sociedade. Ela não pode ser um balcão em que a vida humana é negociada.
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André Curvello é jornalista e secretário estadual de Comunicação

Geraldo Júnior apresenta Bahia Sem Fome em Feira de Santana

O governador em exercício Geraldo Júnior apresentou o Programa Bahia Sem Fome para profissionais da imprensa e representantes da sociedade civil de Feira de Santana, município do Portal do Serão, na tarde desta terça-feira (4). A iniciativa faz parte da estratégia de interiorização dos eixos do programa criado para garantir a segurança alimentar da população em vulnerabilidade social no estado. Os secretários de Comunicação, André Curvello, e da Justiça e Direitos Humanos, Felipe Freitas também participaram do encontro e contribuíram com informações sobre as fases do programa.

Conforme Geraldo Júnior, as ações de entrega dos alimentos são pensadas em parceria  com as entidades da sociedade civil com antecedência e os grupos contemplados se enquadram no perfil do público alvo do Bahia Sem Fome. “A distribuição é feita sob a nossa fiscalização, sob a fiscalização dos órgãos de controle, especialmente o Ministério Público da Bahia. Essa busca ativa serve exatamente para que a gente possa identificar quem realmente está em situação de vulnerabilidade. As entregas não serão feitas individualmente, e sim através da identificação das instituições e órgãos que já desenvolvem trabalhos com essas populações”, detalhou.

As diretrizes e estratégias do Bahia Sem Fome estão estruturadas para combater a insegurança alimentar da população que mais precisa. Em toda a Bahia, o programa conta com a colaboração de órgãos do Estado que funcionam também como postos de arrecadação. De acordo com o titular da Comunicação, André Curvello, o programa Bahia Sem Fome foi idealizado ainda durante a campanha. “É uma prioridade do governo pilotado por Jerônimo e por Geraldo Júnior. Estamos alinhados com o Governo Federal, somos um time e temos que nos fortalecer cada vez mais. O objetivo é nobre, enfrentar essa mazela social, com milhões de pessoas passando fome”.

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Em Juazeiro, governador em exercício Geraldo Júnior apresenta eixos do programa Bahia Sem Fome

O governador em exercício Geraldo Júnior apresentou as diretrizes e estratégias do programa Bahia Sem Fome a membros da sociedade civil e a comunicadores do município de Juazeiro, norte do estado, na manhã desta terça-feira (4). A iniciativa promovida pelo Governo do Estado já arrecadou mais de 180 toneladas de itens alimentícios e tem como propósito superar situações de insegurança alimentar e nutricional da população em vulnerabilidade social em toda a Bahia. Até o momento o programa já realizou a entrega de 80 toneladas de alimentos.

O governador em exercício Geraldo Júnior destacou a importância da imprensa na interiorização do programa. “Estamos estabelecendo pontos de coleta por todas as cidades da Bahia e hoje passamos a contar com o importante envolvimento das rádios locais e territoriais, da mídia televisiva, dos jornais, dos blogs, para poderem levar a informação lá na ponta, nos distritos, nos povoados”, pontuou.

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Na Lavagem do Bonfim, secretário da Comunicação da Bahia André Curvello celebra integração entre religiosidade e respeito

Na primeira caminhada da Festa do Bonfim, depois do período de isolamento imposto pelada pandemia, o secretário da Comunicação do Estado, André Curvello, destacou nesta quinta-feira (12) a importância da integração entre religiosidade e a construção de uma sociedade democrática.

“Essa festa é uma demonstração para o Brasil e para o mundo de que a gente pode respeitar e conviver com o contraditório, cultuando a democracia. Nesta festa, a gente pratica o respeito, a fé, a espiritualidade e o amor, é isso que o Brasil precisa”.

*_Foto: Rafael Martins/GOVBA_*

Governo do Estado lança documentário sobre estratégias de comunicação no enfrentamento à pandemia na Bahia

doc pand (1)O Governo do Estado promoveu, nesta segunda-feira (23), a exibição do documentário ‘Coronavírus, um visitante indesejado’, que narra a estratégia da comunicação utilizada no combate à Covid-19. O evento, que aconteceu na Sala do Coro do Teatro Castro Alves (TCA), contou com a participação de autoridades e convidados em sua noite de lançamento.

doc pand (1)Antes da exibição do filme, o secretário de Comunicação, André Curvello relatou ao público que valores como democracia e transparência foram norteadores na escolha das estratégias adotadas. “Esse documentário registra uma parte importante da nossa história, e poderá ser acessado por todos. Tivemos que estudar as ações de comunicação, aprimorá-las e colocar em prática. É possível perceber uma linha de tempo compatível com cada momento da Pandemia e com as necessidades de saúde do nosso estado. Houve campanhas que tivemos que ser mais duros, fomos até criticados por isso, mas também tivemos resposta positivas com a nossa contribuição. Ganhamos alguns prêmios inéditos na Bahia, mas, o maior legado foi mesmo o apoio para salvarmos as vidas do povo baiano”.

doc pand (2)Com a chegada da pandemia à Bahia, as inúmeras campanhas de comunicação serviram de apoio às ações emergenciais de saúde e programas criados pelo Governo do Estado no combate à Covid-19.

 

Para a secretária da Saúde, Adélia Pinheiro, o trabalho da comunicação foi fundamental para que baianos e baianas entendessem a gravidade do momento e o que fazer para preservar vidas. “O governador Rui Costa logo no início desse momento pandêmico sinalizou a todos os secretários a necessidade de trabalharmos de forma conjunta, colaborando com o enfrentamento à pandemia. A Secom nos permitiu através das campanhas de divulgação que hoje a Bahia seja o estado com a segunda menor taxa de mortalidade por Covid”, afirmou.

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Governo do Estado lança documentário sobre estratégias de comunicação utilizadas no combate ao coronavírus na Bahia

visitante 11“Um visitante indesejado”. Esse é o título do documentário que será lançado pelo Governo do Estado da Bahia, com o objetivo de mostrar as estratégias e o trabalho de comunicação realizados desde o início da pandemia, e sua contribuição no combate à Covid-19. A primeira exibição, para convidados, será realizada nesta segunda (23), às 19h, na Sala do Coro do Teatro Castro Alves (TCA), em Salvador.

visitante 12Logo que os efeitos da pandemia chegaram à Bahia, diversas campanhas de comunicação se sucederam e serviram de apoio às ações emergenciais e programas criados pelo Governo do Estado no combate à disseminação do novo coronavírus e às consequências da Covid-19.

“A pandemia nos trouxe, além de uma questão de saúde pública, também um grande desafio de comunicação. Ao mesmo tempo que o Governo do Estado, sob o comando do governador Rui Costa, atuava incansavelmente para garantir a assistência que o povo precisava, tínhamos também que trabalhar fortemente para levar informação clara, objetiva e transparente para o povo baiano, com a missão de conscientizar a todos sobre os cuidados necessários, principalmente nos períodos mais críticos da pandemia”, destacou o secretário estadual de Comunicação Social, André Curvello.

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