:: nov/2020
Mulheres debatem temáticas de interesse público com o vice-prefeito eleito de Itabuna

Integrantes do grupo Mulheres de Itabuna estiveram reunidas com o vice-prefeito eleito de Itabuna, Enderson Guinho, a fim de discutir e angariar apoio para a execução do plano de governo da próxima gestão.
As mulheres empreendedoras que integram o setor de comércio e serviço de Itabuna aproveitaram o momento para abordar temas de interesse público, principalmente os relacionados com segurança pública, saúde e educação.
Em sua fala, o vice-prefeito agradeceu a seus eleitores, bem como à presença de todas as mulheres que se propuseram a colaborar com o próximo governo, visando o bem comum.
Maria Inês Pereira, a arte que dá sentido à vida

(“Menina Orando” – Óleo sobre tela)
Daniel Thame
A artista plástica Maria Inês Pereira, formada em Artes visuais pela Faculdade Anhanguera em Cascavel/ Paraná e Pós-graduada em Educação Especial, é também professora de pintura, desenho (grafite, lápis de cor, giz pastel, nanquim, carvão), aquarela, mosaicos, e outras técnicas há 30 anos.

Maria Inês
O desenho sempre fez parte da sua vida, desde a infância, gostava de observar tudo, e quando se apaixonava por uma imagem, logo queria retratá-la no grafite e em lápis de cor.
“Quando cresci apaixonei-me pelas tintas, pelas inúmeras técnicas que eu poderia usar para criar o que quisesse. Somente a educação das sensibilidades faz com que nos tornemos criativos, artistas e humanos”, afirma.

(Releitura da estátua de Giambologna – Florença – em lápis aquarelável sobre canson)
Maria Inês diz que concorda plenamente com Roger Scruton, um filósofo inglês quando falava sobre a beleza:
“Olhamos para a arte em busca da prova que a vida neste mundo tem sentido e que o sofrimento não é tão em vão quanto frequentemente parece ser, mas parte necessária de um todo maior e redentor.
Tragédias nos mostram o trunfo da dignidade sobre a destruição e da compaixão sobre o desespero.
De um modo misterioso a arte dota o sofrimento com um acabamento formal que restaura nosso equilíbrio moral.”

(“Piedade” – Releitura feita a óleo sobre tela da escultura de Michelangelo Buonarroti – La Pietà)

(“Nossa Senhora com menino Jesus e Anjos” – Releitura de Bouguereau
De acordo com Maria Inês, o que move um artista a querer retratar sua vida são seus valores, suas crenças, e de alguma forma ele terá afinidade com alguma imagem que chamará sua atenção.
“La Pietà, a grandiosa escultura de Michelangelo Buonarroti, esculpida aos seus 23 anos de idade em um bloco de mármore de Carrara, sempre foi a minha escolhida. Não existe imagem igual que retrate tanta resignação materna diante da face mortal e doce de seu filho amado, Jesus Cristo. Ela sabia que Ele morreria por todos os pecadores, por nós”, ressalta.

(“Outono em Maipú – Pintura óleo sobre tela do Chafariz da Praça de Maipú – Argentina)
Exposições:


(“Serenidade” – Grafite sobre canson)
Centro Cultural Gilberto Mayer – Diversas vezes.
Museu de Artes de Toledo – Diversas vezes.
Concurso de Artistas da América Latina em Maipú – Argentina.
Itaipu Binacional, ao Conselho de Desenvolvimento dos Municípios Lindeiros ao Lago de Itaipú.
Exposição PANORAMA DAS ARTES VISUAIS DA BACIA DO PARANÁ 1, 2 e 3.
Exposição no museu ecomuseu de Itaipú – Foz do Iguaçu.
1°, 2° e 3º Encontro dos Atelies de Cascavel, no MAC.
Caminhos da fé

Oscar D’Ambrosio
A cura e a fé têm muitos caminhos. O projeto “Benzedeiras, tradição milenar de cura e fé”, de Bruno e Marinilda Boulay, aponta alguns deles. Trata-se de uma iniciativa que permite uma reflexão que apresenta muitas portas de entrada, todas marcadas pelo diálogo entre a ciência e a religião; e entre a pesquisa e o mistério.
Afinal, o benzedor ou benzedeira é aquele que busca curar uma pessoa doente, aplicando sobre ela gestos em geral acompanhados por alguma erva com poderes nem sempre comprovados pela ciência e por alguma forma de prece. Há, nesse processo, elementos da cultura indígena e da africana – e um diálogo ainda com a tradição cristã.
A riqueza é tanta, que obriga um levantamento de indagações antropológicas, médicas, parapsicológicas, psicológicas, religiosas e existenciais. A questão pode ser abordada pelo ponto de vista de quem realiza a cura ou de quem a recebe – e mesmo sociedade que abriga essas práticas.
Ao somar vídeo, exposição presencial e online (https://totemcultural.org.br/expo/benzedeiras/), oficinas sobre o tema e o lançamento de um livro-catálogo, o projeto tem um de seus pontos altos na reflexão sobre quem cura e quem é curado. Existe ali uma empatia, um autêntico re-ligare, origem da palavra religião, no sentido do estabelecimento de uma conexão da pessoa com ela mesma, com quem cura e com o todo da natureza.
Dentro da tradição oral que domina as profundezas do Brasil, a exposição obriga a repensar qual é o papel dos saberes que envolve esse universo – e como curador e curado estabelecem uma relação semelhante à de criador e criatura na arte, ou seja, um não existe sem o outro. Por isso, o projeto “Benzedeiras, tradição milenar de cura e fé” traz esperanças de cura, em todos os sentidos, para cada um de nós.
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Oscar D’Ambrosio (@oscardambrosioinsta) é jornalista pela USP, mestre em Artes Visuais pela Unesp, graduado em Letras (Português e Inglês) e doutor em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e Gerente de Comunicação e Marketing da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Coordena o projeto @arteemtempodecoronavirus e é responsável pelo site www.oscardambrosio.com.br
Não faça as coisas para ficar feliz. Faça ao contrario…

Basia Piechocinska
A filosofia de vida da maioria das pessoas é “fazer para ficar feliz”. A maioria das coisas que fazemos, fazemos para no final alcançar um maior nível de bem estar. As fazemos porque de alguma forma elas prometem trazer algum benefício.
Na maioria dos casos isso leva a uma vida de luta, lutar para obter o que poderia trazer alegria, paz, bem estar. Em alguns momentos conseguimos alcançar as metas e podemos até sentir euforia por um tempo, mas pouco tempo, porque depois voltamos à vida como luta. É isso mesmo? É essa a vida? Ou será que há outras formas de vive-la?
Existe uma filosofia de vida que funciona da forma contrária. O antigo conto do rapaz que precisava de um trabalho a explica bem…
Havia um rapaz que precisava de um trabalho. Ele estava descendo uma rua aonde tinha casas afluentes e numa varanda ele enxergou um velho sentado. Por desespero ele se aproximou ao velho e perguntou:
– Desculpe a interrupção mas por acaso o senhor não teria um trabalho para mim? Eu preciso de um trabalho.
– É mesmo? Você precisa de um trabalho?, perguntou o velho.
– Sim, por favor, qualquer coisa.
– Se é um trabalho o que você precisa tem sorte. Veja aqui atrás da casa. Aqui tem um morro bem alto em baixo tem uma pedra redonda. Empurre a pedra até o alto do morro. E depois, deixe-a voltar pro baixo e de novo empurre para cima. Se é um trabalho que você precisa, não vai faltar.
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Sumiço do badalo na confraria d`O Berimbau

Walmir Rosário
Após todas as mudanças possíveis e imaginárias, finalmente O Berimbau estaciona para não mais sair do famoso Beco d’O Berimbau, também apelidado de rua Dr. João Sá Rodrigues. E esse ânimo definitivo passou a influenciar na escolha das bebidas e comidas, nos frequentadores assíduos, bem chegados, tolerados e indesejáveis, com direito a figurar no livro de atas escrevinhadas pelo Secretário Plenipotenciário Tolentino (Tolé).
De uma tacada só foram escolhidos os símbolos para reverenciar a festejar o recém-chegado – desde que bem chegado –, e o sino foi um deles, que é tocado incessantemente até que tomasse assento junto aos amigos. Daí para a criação da Confraria d’O Berimbau foi um pulo, bastando lavrar na ata a fundação, a relação dos confrades e as exigências para que pudesse pertencer aos quadros da entidade.
De acordo com a consistência do balançar do sino é conhecido o nível de prestígio do chegante junto aos confrades. Se o toque alegre duradouro, bom sinal; sem grandes folguedos, o chegante não fede nem cheira; se adentrava ao recinto e o sino continuava em seu canto e mudo, vá procurar outra freguesia. E assim o sino passou a configurar entre os bens e propriedades físicas e imateriais da Confraria d’O Berimbau.
Não custa relembrar que o sino da Confraria d’O Berimbau é uma peça de trabalho e estimação, introduzido pelo fundador da entidade, Neném de Argemiro, para dar um procedimento festivo mais adequado ao anunciar aos presentes a chegada dos confrades. Dentre os símbolos da Confraria d’O Berimbau, estão o sino, o trombone e a caneca de esmalte, na qual Neném de Argemiro sorvia preciosos goles das boas cachaças servidas com generosidade.
McDia Feliz 2020 acontece neste sábado

O McDia Feliz, que é uma das maiores campanhas para arrecadação de fundos em prol de crianças e jovens no Brasil, acontecerá neste sábado dia 21 de novembro. A edição 2020 do evento será marcada pelo uso de recursos digitais e iniciativas para incentivar o distanciamento social, entre outras medidas de proteção.
Em virtude da pandemia, este ano, não haverão apresentações no shoppings da região, mas para marcar a ocasião e garantir a experiência do público, o Grupo de Apoio à Criança com Câncer – Sul Bahia estará promovendo lives no instagram @gacc_sul_bahia para interação e engajamento no ambiente.

Os tickets de Big Mac adquiridos antecipadamente poderão ser resgatados nos restaurantes do McDonald’s no Shopping Jequitibá em Itabuna das 10h às 22h; no Boulevard Shopping e Shopping Conquista Sul em Vitória da Conquista; e no McDonald’s da Av. 22 de abril em Porto Seguro.
Para o funcionamento de seus restaurantes, a rede criou a campanha McProtegidos e implementou um protocolo especial que inclui o uso de máscaras, luvas e viseiras de proteção pelos funcionários, instalação de barreiras acrílicas nos pontos de atendimento, demarcação de distanciamento social, reforço na higienização e sanitização de equipamentos e superfícies, entre outras medidas.
Programação das lives no Instagram @gacc_sul_bahia
10h – Dra Teresa Fonseca / Jan Costa
14h – Tuty e Zalum / Pirulito e Paçoca
15h – Juka Kids / Mither Amorim / Itabuna Mil Grau
Cursos de qualificação profissional do PRONATEC beneficiam mais de seis mil estudantes em todo Estado
Os cursos de qualificação profissional do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (PRONATEC), ofertados pela Secretaria da Educação do Estado (SEC), entram na fase de conclusão com a participação de 6.710 estudantes, dentre eles indígenas, quilombolas, agricultores familiares e camponeses assentados, o que corresponde a 100% das vagas de matrícula oferecidas à toda a população do Estado. As atividades dos Cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC) estão sendo realizadas em formato on-line, na modalidade de Educação à Distância (EaD), desde 20 de julho, e englobam cursos de Agente de Assistência Técnica e Extensão Rural; Agricultor Familiar; Agricultor Orgânico; Microempreendedor Individual; Assistente de Recursos Humanos; e Promotor de Vendas.
Ao todo, são 122 turmas dos Eixos de Recursos Naturais e Gestão e Negócios. Deste total, foram contemplados 166 indígenas de 25 etnias e aldeias; 501 quilombolas; e 4.102 estudantes agricultores familiares, de povos e comunidades tradicionais. A oferta, também alcança jovens e trabalhadores da cidade com alta vulnerabilidade socioeconômica, visa elevar a escolaridade dos estudantes e a preparação dos mesmos para o mundo do trabalho.
As aulas do curso de Agricultura Familiar estão sendo aproveitadas com muita garra e entusiasmo por Natailton Barbosa, 50, que pretende devolver os conhecimentos para a sua comunidade, em Água Fria, distrito do município de Irará. “Tenho um projeto que já começo a colocar em prática onde eu moro, que é um galinheiro de 80 m2 que estou construindo, junto com meu filho João Fernando, que também faz o curso, e quero ser um grande distribuidor de frango e ovos, bem como ajudar a montar outros galinheiros em cooperativa, para aumentarmos a produção na região. Meu projeto integrador do curso é justamente sobre ‘Criações de galinha’ e, graças ao que tenho aprendido, vou poder colocar em prática os meus conhecimentos, contribuindo com a construção de galinheiros tecnicamente estruturados. Estou adorando o curso, ele veio na hora certa”, conta.
Fábrica de embalagens deve investir R$ 2,2 milhões em Lauro de Freitas
A Central das Embalagens deve investir até R$ 2,2 milhões na ampliação de sua unidade industrial, no município baiano de Lauro de Freitas. A empresa é destinada à fabricação de sacos valvulados, sacos convencionais, sacos industriais, filmes e bobinas. A previsão é de que sejam gerados até 18 novos postos de trabalho e mais 72 empregos indiretos, além de manter os 38 já existentes. O protocolo de intenções com o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), foi assinado nessa quinta-feira (19).
“Os sacos convencionais produzidos pela empresa, servem para cereais, grãos e diversos. Já as bobinas técnicas são utilizadas em produtos industriais, cereais, tintas, leite, dentre outros. Esses produtos atendem os mercados de gelo, argamassa, minerais, fertilizantes, petroquímicos e outros mercados menores e fortalecem toda a cadeia produtiva do estado”, destaca o vice-governador João Leão, titular da SDE.
Procon Bahia fiscaliza lojas físicas durante a Black Friday
Com o aumento do movimento no comércio, por causa das festas de fim de ano e também da Black Friday, que em 2020 será no dia 27 de novembro, a Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-BA), órgão vinculado à Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social da Bahia (SJDHDS), está reforçando a fiscalização, especialmente nos grandes centros comerciais. Nesta quinta-feira (19), os fiscais do Procon estiveram em uma loja localizada na Avenida 7 de Setembro, na capital, para verificar se as normas de proteção ao consumidor estão sendo obedecidas. A ação começou na terça-feira (17), no Salvador Shopping. As lojas com atendimento virtual já vinham sendo fiscalizadas desde o mês de outubro.
As infrações mais comuns são exposição de produtos sem preço em vitrine interna, externa e dentro da loja, a falta do Código de Defesa do Consumidor em local visível e acessível, entre outras. O motorista de aplicativo Gilmar dos Santos foi à loja com a família nesta manhã, para conferir as promoções, e encontrou o Procon fazendo a fiscalização. “Eu acho muito importante porque se refere ao preço. A gente vem sempre fazendo orçamento antes de comprar nossa mercadoria, e geralmente eles tendem a aumentar valores para chegar na Black Friday e dizer que baixou. Então, é bom fazer essa fiscalização antes, para não sermos lesados pelos lojistas”.
3º Circuito Cine Éden promove debates online sobre o audiovisual produzido na Bahia
Especialistas em cinema e profissionais atuantes no audiovisual baiano compõem as quatro mesas de debates online promovidas pelo 3º Circuito Cine Éden, entre os dias 1º e 4 de dezembro. O público poderá assistir e interagir no canal www.youtube.com/ circuitocineeden – com retransmissão na página do Facebook do Circuito – fazendo perguntas e contribuindo com as discussões. Com o tema “Memória é Futuro”, o evento deste ano vai pautar questões referentes aos cinemas de rua, ao audiovisual e a pandemia, além de discutir o futuro do setor. Os debates são abertos, acontecerão sempre de 17h às 19h, e contarão com intérpretes de libras. Para quem desejar certificado, é necessária inscrição prévia pelo https://www.sympla.com.br/ circuitocineeden
No dia 1º, a mesa de abertura terá como tema “Memória é futuro”, que será debatido por Laura Bezerra (Memória de Cinema na Bahia), Lívia Natália (UFBA), Inajara Diz (Cinemateca), com mediação de Denise Teixeira (Arquiteta). No segundo dia, será abordado o tema “Memória e resistência dos cinemas da rua”, com participação de Suzana Argollo (SALADEARTE), Samir Suzart (Cine Theatro Cachoeirano), João Soares Pena (Urbanista), Cláudio Marques (Cinema Glauber Rocha), com mediação de José Américo da Matta Castro (Jornalista). Já no dia 3, a mesa abordará “Produção audiovisual durante a pandemia”, com Ceci Alves (cineasta), Marcelo Ikeda (Cineasta, pesquisador e escritor), Luciana Bobadilha (Projeto Curta em Casa) e mediação de Edson Bastos (cineasta e idealizador do evento). A última mesa de debates será sobre “O futuro do audiovisual”, com Anne Celestino Mota (Protagonista do filme “Alice Júnior”), Olinda Yawar (Cinema indígena), Naymare Azevedo (Afrotonizar) e mediação de Liz Almeida (Doutoranda em Literatura).













