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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: 6/ago/2016 . 10:46

“Alimentos avoengos”: quando os avós precisam sustentar os netos

Débora Spagnol

debora 2Poeticamente, Rachel de Queiroz assim descreve a relação avós/netos: “Até as coisas negativas se viram em alegrias quando se intrometem entre avó e neto: o bibelô de estimação que se quebrou porque o menino – involuntariamente! – bateu com a bola nele. Está quebrado e remendado, mas enriquecido com preciosas recordações: os cacos na mãozinha, os olhos arregalados, o beicinho pronto para o choro; e depois o sorriso malandro e aliviado porque “ninguém” se zangou, o culpado foi a bola mesma, não foi, vó? Era um simples boneco que custou caro. Hoje é relíquia: não tem dinheiro que pague”.

Porém a realidade bate à nossa porta e suas mazelas nos interrompem os devaneios com a inevitável conclusão de que as relações humanas são mais do que afetividade: há o dinheiro – indispensável à sobrevivência, mas tão contraditório nos efeitos que causa.

No nosso Direito de Família, a obrigação alimentar está prevista no art. 1.694 do Código Civil e determina que os parentes, os cônjuges ou companheiros podem pedir uns aos outros os alimentos de que necessitem para viver de modo compatível com a sua condição social.

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Só pra lembrar ao golpista usurpador quem é o pai da criança…

Dez anos da Lei Maria da Penha: Bahia está preparada para atendimento às mulheres

Lei Maria da Penha , 10 anos de açõesFotos: Pedro Moraes/GOVBA

A sede da Ronda Maria da Penha, no Distrito Integrado de Segurança Pública (Disep) de Periperi, em Salvador, tem o toque feminino. Plantas marcam a entrada e a cor lilás compõe a logomarca da Companhia de Polícia Militar especializada na proteção à mulher. Mas a delicadeza não esconde o propósito da Ronda. Desde a fundação, há um ano e meio, até agora, 357 vítimas de violência doméstica foram atendidas na unidade, que possui 26 policiais preparados para receber este público.

Lei Maria da Penha , 10 anos de açõesFotos: Pedro Moraes/GOVBA

Segundo a subcomandante da Ronda, capitã Paulo Queirós, a capacitação da equipe é fundamental para o desenvolvimento do trabalho. “Os policiais que atuam no enfrentamento à violência doméstica passam por uma capacitação, até para revisitar a história de formação cultural do nosso povo e compreender um pouco melhor as raízes dessa violência. O policial passa a entender tudo aquilo que a mulher vivencia, para não promover a vitimização ainda maior dessas mulheres, que já sofreram tanto”.

Também no Disep fica a Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam), a segunda existente em Salvador. Para a delegada da unidade, Vânia Nunes, mesmo com os 10 anos da Lei Maria da Penha, completados na próxima segunda-feira (8), uma das dificuldades a serem vencidas é o receio da mulher de fazer a denúncia ou de levá-la adiante.

Lei Maria da Penha , 10 anos de açõesFotos: Pedro Moraes/GOVBA“A demanda tem crescido. Apesar de chegar a denúncia até aqui, como é um crime diferente, às vezes a mulher não quer levar adiante, porque se arrepende, tem esperança de que o agressor vá mudar, tem a pressão da família. Por isso, temos 1,3 mil registros de janeiro até agora, mas apenas 430 inquéritos remetidos”, comenta a delegada.

A Deam presta um atendimento diferenciado, buscando prevenir e conscientizar o público masculino, além de prender quem infringir a lei. Reforçando a estrutura no interior da Bahia, novas sedes serão construídas em Alagoinhas e Paulo Afonso, com um investimento de R$ 4,8 milhões.

 

Reunindo as ações do Governo do Estado voltadas para a proteção feminina está a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM). De acordo com a titular da pasta, Olívia Santana, a secretaria “tem o papel de fazer acontecer as políticas públicas voltadas para a promoção dos direitos das mulheres, a partir das frentes de saúde, educação, cultura e, claro, segurança pública, entre outras. Nós estamos trabalhando para mudar a sociedade e as relações entre homens e mulheres”

 

Tays Reis, da banda Vingadora, “turbina” os seios no Day Hospital Beira Rio

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A cantora Tays Reis, da Banda Vingadora, campeã do Carnaval de Salvador com a música “Metralhadora”, começou a carreira no eixo Ilhéus- Itabuna e se tornou um fenômeno nacional, com shows que lotam ginásios e arenas em todas as partes do Brasil. Para ficar ainda mais sexy, a vocalista escolheu o Day Hospital do Centro Medico Beira Rio para “turbinar” os seios.

Tays Reis fez a aplicação de 325 ml de silicone nos seios essa semana e garante aos milhares de fãs: “brevemente estarei de  volta aos palcos e com a mesma energia e alegria de sempre, só que agora turbinada”.

vinga 2Com o próximo show previsto para o dia 19 de agosto, a cantora não poupou elogios à equipe que a acompanhou na cirurgia. “Estou me sentindo belíssima, apesar de ainda não poder curtir o resultado por estar me recuperando, mas desde a escolha do médico à escolha do hospital me sinto muito privilegiada e feliz, pois sei que minha cidade possui uma unidade como o Day Hospital Beira Rio, que para mim já é sinônimo de excelência e competência”, disse Tays.

A cantora teve como cirurgião plástico o Dr. Ito Meireles Filho, responsável pelas curvas de diversas celebridades da Música Baiana, que também elogiou a estrutura e a equipe de apoio do Day Hospital do Centro Médico Beira Rio.

As vaias a Temer mostraram o quanto o povo despreza quem trai

Paulo Nogueira, no Diário do Centro do Mundo

Mais do que a impopularidade extrema de Temer, o que se destacou ontem na abertura das Olimpíadas foi sua covardia pusilânime.

Temer fugiu, assustado, melhor, aterrado, das vaias — mas mesmo assim foi alcançado por elas num momento sublime da cerimônia.

A primeira medalha de ouro brasileira foram as vaias a Temer diante não apenas do Maracanã lotado, não apenas dos brasileiros — mas do mundo.

usurpaAs vaias mostraram, melhor que o espetáculo de abertura, o caráter do brasileiro. Somos um povo que despreza quem trai, quem apunhala pelas costas enquanto sorri, quem usurpa, quem toma pela conspiração sórdida algo que não é seu.

O brasileiro despreza, ainda, a paúra. O jornalista Leandro Fortes lembrou, nas redes sociais, que Dilma suportou estoica insultos de imbecis na Copa do Mundo. Temer se portou como um homem sem fibra e sem caráter, um antiexemplo para os brasileiros.

As manobras para livrá-lo do confronto com a realidade começaram cedo no Maracanã. O protocolo foi quebrado logo no início e seu nome não anunciado.

Depois, quando era inevitável que ele declarasse abertos os jogos, uma fala de oito segundos foi o artifício para tentar escapar de ser notado e vaiado. Um falastrão reduzido a oito segundos por medo da reação.

Não adiantou.

As vaias foram a resposta. O mundo viu o tamanho da rejeição a um golpista sem carisma, sem voto, sem sequer ficha limpa. Quase tão rápidos como o estrondo  popular, e para dar um tom cômico à cena, foram os aplausos inaudíveis do ministro Meirelles, sentado algumas fileiras atrás do chefe detestado.

Meirelles podia passar sem essa operação abafa pessoal. Na antologia das patacoadas é um flagrante memorável, bem como a cena fugidia de Serra cantando Aquarela do Brasil com requebros de boneco desengonçado.

Com o golpe e com Temer, o Brasil regrediu extraordinariamente na imagem internacional. Apenas 45 presidentes e chefes de estado compareceram à cerimônia. Isto é menos da metade do que aconteceu há quatro anos em Londres.

A mídia estrangeira já está repercutindo as vaias da Temer. Que foram, repito, a primeira medalha de ouro brasileira.





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