:: jul/2009
NO MUNDO DA LUA
O mundo celebra esta semana os quarenta anos de sua maior epopéia em todos os tempos, aquela em que, numa frase de efeito perpetrada para ficar gravada na memória, Neil Armstrong definiu como “um pequeno passo para o homem, um grande passo para a Humanidade”.
Há quatro décadas, quando a Apolo 11 realizou com êxito uma missão cercada de riscos e incertezas, o homem punha pela primeira vez os pés na Lua.
O que pouco se divulga é que a chegada do homem à Lua foi fruto menos do interesse científico e mais de uma disputa pela hegemonia do planeta, em plena Guerra Fria envolvendo Estados Unidos e União Soviética. A corrida espacial, espécie de Fórmula 1 do Cosmo, era a jóia da coroa dessa competição entre as duas super-potencias.
Capitalismo x Comunismo.
Os soviéticos haviam colocado o primeiro satélite, o Sputinik; o primeiro cão, a cadela Laika; e o primeiro homem, Yuri Gagarin, no espaço sideral.
Feito aquelas disputas entre Ilhéus x Itabuna, em que se a primeira tinha um aeroporto a segunda também deveria ter (e só não tem porto porque um candidato que prometeu uma praia -e consequentemente um mar- para Itabuna não foi eleito); os americanos acharam que só havia um jeito de dar uma lição nos “tovariks”: mandar um homem à Lua.
Promessa cumprida em julho de 1969, embora muita gente (menos os soviéticos, por incrível que pareça) acredite até hoje que tudo não passou de uma farsa. Para esses, a Lua continua sendo uma imensa bola de queijo ou a casa de São Jorge, em sua eterna luta contra um dragão soltando imensas labaredas de fogo.
O capitalismo derrotou o comunismo, modelo baseado na igualdade e justiça social, que por obra e graça de um ditador sanguinário chamado Josef Stalian transformou-se num regime totalitário e opressor; e os norte-americanos fizeram mais alguns passeios à Lua, mas o salto ficou reduzido ao primeiro passo.
O que naquele final dos conturbados anos 60 parecia um caminho natural, chegar a outros planetas do Sistema Solar, avançar pela Via Láctea e atingir a outras galáxias em naves tripuladas, não passou da categoria sonho.
A tecnologia atual torna arriscadas para o homem até viagens a planetas vizinhos como Venus e Marte. Uma viagem a Júpiter, o maior dos planetas, levaria dez anos.
Chegar à estrela mais próxima fora do Sistema Solar, Centauri, duraria 73 mil anos.
Não seria o caso, portanto, de se olhar menos para o alto e um pouco mais para os lados?
Afinal, o mesmo homem que conseguiu chegar à Lua, não consegue reduzir a astronômica desigualdade entre seus iguais, nem evitar a devastação desenfreada do planeta que é e ainda será por muito tempo sua única casa habitável.
O grande salto para a humanidade talvez seja tornar o planeta Terra mais habitável e reduzir a distância que separa os poucos ricos dos muitos pobres.
Parece sonho de quem vive no mundo da Lua, mas será real se todos fizerem a sua parte.
DESCULPE, FOI ENGANO

Entre assaltos, arrombamentos, roubos de veículos e assassinatos aos montes, faltava uma chacina para inserir definitivamente e de forma trágica Itabuna como uma das cidades mais violentas do país, nivelando-se as grandes metrópoles naquilo que elas tem de pior e de mais desumano.
Não falta mais.
No ultimo final de semana a paupérrima Baixa Fria, no igualmente paupérrimo bairro Maria Pinheiro, foi palco de uma chacina que provocou três mortes e ainda deixou uma pessoa ferida.
Anderson de Jesus, 17 anos; Danilo Silva, 20 anos; e Valdeir Oliveira, 25 anos, foram assassinados friamente em meio a um tiroteio infernal, após a invasão do barraco onde moravam por dois homens que nem se deram ao trabalho de esconder os rostos.
Cleidiane Rocha Silva, de 20 anos, sobreviveu para contar a história.
E adicionou um toque de ironia a essa história, como se pudesse haver alguma ironia numa chacina em que três pessoas são barbaramente assassinadas.
Anderson, Danilo e Valdeir, que não tinha passagens pela polícia, foram mortos por engano. A casa em que moravam era, até uma semana atrás, ocupada por traficantes, que entregaram o imóvel e de mudaram para outro lugar, onde certamente continuam a exercer sua rentável -e quase sempre impune- atividade.
Os assassinos, que certamente tinham o traficante como alvo, não foram avisados da mudança de endereço. Como de praxe, chegaram atirando e acabaram matando três pessoas.
Por engano!
Por engano ou sem engano, outras três pessoas foram assassinadas em Itabuna em mais um daqueles finais de semana sangrentos, que estão se tornando rotineiros em Itabuna.
Luzimário da Silva Nascimento foi morto no bairro de Ferradas, Genivaldo Lima dos Santos no Pedro Jerônimo e Nailton Guilherme Filho na Bananeira.
Seis mortes num final de semana, a chacina aí incluída.
Em Ilhéus, que se rivaliza com Itabuna até nessa insuportável escalada de violência, foram três homicídios.
É muita gente morrendo nesse mar de sangue e dor em que as duas maiores cidades do Sul da Bahia se transformou.
Enquanto isso, fazem-se pactos pela paz, proferem-se discursos anti-violência, prega-se a união de esforços para reduzir a criminalidade.
Tudo muito bonito, bem intencionado.
Mas absolutamente ineficaz enquanto não se passar da intenção à ação.
E ação é justamente o que está faltando, nessa guerra em que não dá para enfrentar o “ra-tá-tá” dos tiros com o “blá-blá-blá” dos discursos inúteis e repetitivos.
Por que, a violência, repetitiva e cada vez maior, já passou de todos os limites.
GARRINCHA TOCA PARA ROMARIO

Garrincha, o anjo torto de pernas tortas e alma de passarinho, foi um gênio com a bola nas pés e um desastre na vida fora dos gramados.
Em campo, entortava adversários, dava passes espetaculares que transformavam atacantes apenas esforçados em artilheiros mortíferos e reinava absoluto na ponte direita.
Garrincha, com Pelé machucado e fora de combate, ganhou sozinho a Copa do Mundo de 62, disputada no Chile, onde além de dribles desconcertantes e passes precisos, fez improváveis gols de falta e de cabeça.
Cabeça era justamente o que faltava a Garrincha fora dos gramados. Colecionou mulheres e filhos que dariam para encher um harém e uma creche e tinha uma paixão compulsiva pela cachaça. Era clinicamente um alcoólatra, situação que se agravou depois que sua magia se esvaiu, as pernas não obedeciam aos desejos do cérebro e ele virou uma sombra de si mesmo, despertando compaixão quando tentava ser Garrincha e era apenas um Mané.
No auge dessa via crucis rumo ao abismo, Garrincha chegou a jogar, ou simular qualquer coisa remotamente parecida com isso, em Itabuna, quando fazia uma série de exibições por times mambembes pelo Norte/Nordeste. Estava financeiramente quebrado e consumido pelo álcool.
O anjo dos gramados havia se transformado num fantasma.
Garrincha driblou Deus e o mundo nos gramados, mas não driblou o destino de sua vida.
Morreu numa noite solitária, os órgãos vitais dilacerados por hectolitros de bebida, na mais absoluta miséria.
Romário, baixinho, favelado e rebelde, driblou a pobreza que o destino lhe reservava, com gols, muitos gols.
Senhor absoluto da pequena área, faro infalível para balançar as redes, foi astro inquestionável no Vasco da Gama, no Barcelona, no Flamengo e de novo no Vasco da Gama. Beirando os 40 anos, conseguiu ser a proeza de ser artilheiro do Campeonato Brasileiro e, incluindo até partidas de pebolim, pelas suas contas chegou aos mil gols,
Estatísticas mais sérias, apontam que ele passou dos 950 gols, o que de qualquer maneira é muita coisa.
Romário, jogando numa Seleção Brasileira retrancada e sem nenhum fora de série, além dele próprio, ganhou praticamente sozinho a Copa do Mundo de 94, disputada nos Estados Unidos. Seus gols, incluindo um improvável de cabeça nas semifinais, contra a Suécia, foram decisivos para a conquista do tetra.
Cabeça parece ser o que anda faltando a Romário. Como Garrincha ele é pródigo em colecionar mulheres e gerar filhos. A diferença é que não bebe uma gota de álcool. Mas, como seu colega de pernas tortas, é um desastre em administrar o dinheiro que o talento com a bola gerou.
Situação que culminou, semana passada, com uma prisão por conta do não pagamento da pensão relativa aos dois filhos de seu primeiro casamento e de uma lamentável exposição na mídia, coroada por uma constrangedora reportagem de quase 10 minutos no Fantástico, programa dominical da Rede Globo, emissora que tantas vezes o bajulou e que forçou, sem sucesso, sua convocação para a Copa de 2002.
Para os amantes do futebol, é triste ver ídolos como Garrincha e Romário serem lembrados não pela magia e genialidade, mas pela decadência, como anjos caídos e não como deuses da bola, eternos pela magia que produziram, elevando em arte essa paixão planetária que é o futebol.
PRORROGAÇÃO
Aos que ainda não leram, este blogueiro recomenda o livro “Estrela Solitária”, biografia de Garrincha escrita de forma brilhante por Ruy Castro.
O livro, que chegou a ser proibido a pedido da família do ex-jogador , mostra um Garrincha que poucos conhecem e que, como poucos, subiu ao mais alto dos cumes, chamado Fortuna, e desceu ao mais profundo dos vales, chamado Miséria.
Um Garrincha humano demasiadamente humano, como diria Nietzsche, que ao contrário do que alguns podem imaginar, não era nenhum ponta alemão descadeirado pelos dribles do maior ponta direita que o mundo já viu jogar.
ENFIM, JUNTO DE DEUS!
Dom Paulo Lopes de Faria, o bispo dos humildes, o pastor dos pobres, o ser humano especial que teve participação ativa em todos os movimentos sociais de Itabuna durante mais de uma década; enfim encontrou o seu lugar no mundo.
Melhor, o seu lugar na eternidade.
De Dom Paulo pode se escrever, sem parecer piegas, que cumpriu sua missão terrena e agora está ao lado de Deus, lugar destinado às pessoas de bem.
E junto de Deus, certamente Dom Paulo continuará zelando pelos mais humildes, que foram a sua razão de viver.
Em Itabuna, a presença de Dom Paulo coincidiu com a eclosão de uma das piores crises, senão a pior, já enfrentadas pela Região Cacaueira.
Uma crise que jogou centenas de milhares de pessoas na mais absoluta miséria e que formou um imenso bolsão de miséria na periferia de Itabuna.
Foi essa gente humilde, desassistida e à mercê de administradores mais preocupados com obras faraônicas do que com investimentos em infra-estrutura e investimentos em programas sociais, que Dom Paulo defendeu, conciliando sua missão de pastor de almas com uma presença marcante nos movimentos sociais.
Dom Paulo não teve medo de enfrentar os poderosos e nem se curvou às inúmeras pressões (vindas de fora e também de dentro da Igreja) para limitar sua atuação à função religiosa.
Foi um religioso do seu tempo, num tempo em que à Igreja não cabia apenas oferecer o reino dos céus e o conforto espiritual, mas também o apoio a uma vida digna aqui mesmo na terra.
Não é apenas coincidência o fato de que seu período de bispado em Itabuna se dado no momento em que houve um sopro de renovação na política e o fortalecimento dos movimentos sociais.
Não é sua culpa que esse processo tenha se arrefecido. O bom pastor pode até ensinar o caminho, mas não pode evitar que se desvie dele.
Dom Paulo, obviamente, está longe de ser uma unanimidade em Itabuna. Nem isso seria possível para alguém com seu perfil.
Mas é, sem sombra de dúvidas, uma das mais fascinantes personalidades de uma cidade que, prestes a completar seu primeiro centenário, está por lhe devotar um merecido tributo.
A celebração do primeiro centenário de Itabuna vem a calhar para essa homenagem mais do que justa à alguém que tanto lutou por justiça social.
O ENCASTELADO E O FAMOSO
Acabou em nada o processo contra o deputado Edmar Moreira, acusado de uso indevido da verba indenizatória. Por nove votos a três, os integrantes do Conselho de (falta de) Ética salvou o mandato de Edmar e escreveu mais uma página vergonhosa no volumoso livro de impunidade, best seller inquestionável do Congresso Nacional.
Edmar Moreira é o célebre deputado do castelo avaliado em 25 milhões de reais, não declarado à Receita Federal, cujo processo de salvação (e não de cassação), passou por três relatores, sendo o último deles o deputado baiano Sérgio Brito. Para justificar a absolvição, o parlamentar perpetrou uma aberração, alegando que o uso de verba indenizatória para o pagamento de serviços prestados por empresas da própria família só foi proibido a partir de sete de abril deste ano, data posterior ao pecadilho de Edmar..
Em sendo assim, Brito considerou que até a publicação da portaria, o procedimento não era considerado infração. Era prática comum.
Note-se que a portaria só foi publicada após uma série de denuncias publicadas pela mídia dando conta do uso indevido das tais verbas indenizatórias. Não fosse isso e a farra teria continuado pelos séculos e séculos amém.
Poupado pelo espírito de corpo e de auto-preservação que impera no Congresso Nacional -e também nas Assembléias Legislativas e Câmaras Municipais por esse Brasil afora- Edmar Moreira continuará encastelado em Brasília, com o mandato preservado, e poderá desfrutar de seu castelo mineiro, visto que essa casta só costuma bater ponta na Capital Federal de terça a quinta feira.
Antes de fechar as cortinas do espetáculo circense em torno do processo que salvou Edmar Moreira, não poderia deixar de entrar em cena o deputado gaucho Sérgio Moraes, aquele que estava se lixando para a opinião pública, depois afirmou que Moreira poderia continuar andando de cabeça erguida e que tinha certeza de sua reeleição em 2010.
E Moraes entrou em cena, em seu melhor estilo.
Comemorou a mais do que previsível absolvição de Moreira e ainda ironizou, afirmando que depois dessa exposição toda na mídia ficou famoso. “Essa polêmica me deu muitos pontos. Nunca recebi tantos convites na vida, ganhei espaço”, gracejou.
Se é o esse tipo de fama que ele e seus colegas buscam, temos então a versão do Big Brother Brasília, em que a ética é chutada para escanteio e o que importa mesmo é se dar bem. Ficar famoso.
E ainda por cima embolsar um milhão, vários milhões, sabe-se lá o que mais, porque apesar de um ou outro trambique descoberto, essa não é nem de longe a casa mais vigiada do Brasil.
“Sou bandido e tenho uma corda chamada Teresa”
A Teresa em questão não é a nega imortalizada na música de Jorge Benjor, que além de ter uma nega supimpa chamada Teresa, tem um time chamado Flamengo, aí sim um gosto discutível.
A Teresa em questão é o apelido dado a uma corda feita com lençóis, que os bandidos usam em suas fugas.
Quando se é bandido e se tem uma corda chamada Teresa, parece que as fugas se tornam mais fáceis.
E elas se tornam ainda mais fáceis quando, além de ser bandido e ter uma corda Teresa, em vez de ter um time chamado Flamengo, tem-se a primazia de estar hospedado (esse é o termo que mais se encaixa aqui) numa cadeia do Sul da Bahia.
Por que beira o inacreditável a facilidade com que se foge das cadeias, sejam elas de grandes cidades como Itabuna e Ilhéus ou dos pequenos e médios municípios.
A Casa de Detenção de Itabuna, de triste memória, ficou celebrizada por fugas constantes, como se os bandidos dispusessem se uma espécie de passe livre para sair na hora em que bem entendessem.
O presídio itabunense que não conseguia manter. os detentos detidos (sim, isso existiu) ficou célebre quando uma inofensiva vaquinha que pastava do lado de fora da cadeia se assustou com o barulho provocado durante uma tentativa de fuga e mugiu tanto que chamou a atenção dos policiais militares.
A ação foi abortada, mas dada a impossibilidade de nomear a vaca agente de presídio (dos mais atentos, diga-se), ela provavelmente virou churrasco. E as fugas continuaram.
Ou melhor, elas continuam.
A mais recente fuga em massa aconteceu na Cadeia Pública de Coaraci, onde 22 presos fizeram um buraco na laje do teto, pegaram a corda chamada Teresa e saltaram rumo à liberdade.
Não estamos falando da fuga de dois ou três presos, mas de vinte e dois presos. Dois times completos de futebol. Com um pouco de espírito esportivo, ainda daria tempo de um joguinho de futebol na área externa da cadeia, antes que cada qual tomasse o seu rumo.
Assassinos x Arrombadores.
Ou Assaltantes x Traficantes.
O humor é despropositado diante de uma situação tão grave, reconhecemos. Mas, piada mesmo é chamar de segurança um sistema prisional em que vinte e dois presos conseguem abrir um buraco no teto da cela, pegar uma corda e fugir sem que ninguém perceba.
Ou será que alguém percebe e se faz de cego, surdo e mudo, o que é ainda pior?
O fato é que a combinação perversa de deficiência da estrutura com a conivência de alguns maus policiais, acaba fazendo com que essas fugas se tornem uma prática comum, permitindo que bandidos perigosos ganhem a liberdade para voltar a matar, assaltar, traficar drogas…
Nem é preciso ser Flamengo, basta ter uma corda chamada Teresa.
Que beleza, que nada.
Que vergonha, isso sim!
TAPE O NARIZ ANTES DE ENTRAR

Não demora muito e a Caixa Econômica Federal vai acabar instalando um medidor de ar no interior de suas agências
Se não o fez ainda, certamente foi porque não conseguiu encontrar um meio de calcular e cobrar uma taxa pelo ar respirado pelos clientes.
Por que, no mais, o tal “banco social” está taxando tudo, até o saque em caixa eletrônico, coisa que nem os bancos privados se atrevem a fazer.
Vem (ser explorado) pela Caixa, você também!
PUTA QUE PARIU!
Deu na BBC Brasil
Falar palavrão pode aliviar dor física, diz estudo
Falar palavrões pode ajudar a diminuir a sensação de dor física, segundo um estudo da Escola de Psicologia da Universidade de Keele, na Inglaterra, publicado pela revista especializada NeuroReport.
No estudo, liderado pelo psicólogo Richard Stephens, 64 voluntários colocaram suas mãos em baldes de água cheios de gelo, enquanto falavam um palavrão escolhido por eles.
Em seguida, os mesmos voluntários deveriam repetir a experiência, mas em vez de dizer palavrões, deveriam escolher uma palavra normalmente usada para descrever uma mesa.
Enquanto falavam palavrões, os voluntários suportaram a dor por 40 segundos a mais, em média. Seu relato também demonstrou que eles sentiram menos dor enquanto falavam palavrões.
O que está claro é que falar palavrões provoca não apenas uma resposta emocional, mas também uma resposta física, o que pode explicar por que a prática de falar palavrões existe há séculos e persiste até hoje, afirma o estudo.



















