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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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Bandido bom é bandido morto?

Para quem já teve o carro roubado, a casa arrombada, o celular levado de assalto, um filho ameaçado por traficantes ou, pior, um parente ou amigo brutalmente assassinado a resposta para a pergunta acima, que deve causar ojeriza aos defensores dos direitos humanos, é: sim!

Não é de se estranhar, portanto, que em meio ao foguetório junino e às comemorações da suada vitória do Brasil sobre os EUA pela Copa das Confederações, em alguns bairros da periferia de Itabuna a pirotecnia somou-se a euforia pela eliminação de alguns bandidos que aterrorizavam moradores, mortos em confronto com a polícia.

Deve ser mesmo um alívio para quem convive com a violência, respeitando a “lei do silêncio”, submetidos a um mal disfarçado toque de recolher e reclusos em suas residências enquanto os bandidos transitam e barbarizam livremente; saber que marginais foram eliminados pela polícia ou mesmo tombaram na guerra sangrenta entre eles próprios.

A periferia de Itabuna vive uma guerra sangrenta, potencializada pelo tráfico e consumo de drogas (uma coisa está atrelada a outra) e ampliada pela ausência dos serviços públicos, que faz da criminalidade o único caminho para dezenas, centenas de jovens.

Uma violência que, até pela necessidade de expansão, rompe os limites periféricos e chega ao centro da cidade, na forma de assaltos, arrombamentos e roubos de veículos. A cadeia produtiva do crime, que é se que pode chamar assim, não obedece a limites sociais ou geográficos.

Está em todas as partes. Aterroriza a todos, sem distinção.
A morte em série de marginais, como ocorreu neste final de semana em Itabuna, com cinco homicídios ligados aparentemente ao mundo do crime, passa a sensação de que a polícia está agindo com o necessário rigor e que tem que ser assim mesmo. Reforça-se aqui a tese do “bandido bom é bandido morto”.

Quando a violência excede todos os níveis do suportável, não se pode esperar mesmo que a policia trate com afagos e salamaleques bandidos que não hesitam em matar.

Mas, a questão não é tão simplória assim, como se matando em larga escala resolvesse o problema da violência. Está mais do que provado que não resolve. Violência gera violência, que gera mais violência, que gera ainda mais violência, num moto continuo banhando em sangue e dor.

Melhor seria se tivéssemos um sistema de segurança pública que efetivamente garantisse a segurança da população, com prevenção no lugar de repressão.

Melhor ainda seria se crianças, adolescentes e jovens tivessem acesso à educação, esporte e trabalho, oferecendo outra oportunidade de vida.

Em suma, matar a violência no gene, para depois não ter que matar gente.

Ninguém nasce bandido. E, é forçoso dizer, que muitos descambam para a criminalidade por conta de bandidos de alto calibre, que saqueiam os cofres públicos e desviam recursos que seriam destinados a quem precisa.

A resposta (ou a ausência dela) para a pergunta que abre esse texto talvez esteja na foto abaixo, de autoria de Oziel Aragão, publicada no Diário da Bahia.

A dor de um pai que chora diante da morte inevitável do filho, algoz e vitima dessa violência insana, fala mais do que mil palavras.

É a dor de todos aqueles que ainda acreditam (ou sonham?) com uma cidade menos violenta e onde não seja necessário chorar tantas e tantas mortes, sejam as vítimas anjos ou demônios.

Gol de placa de Ronaldinho Gaucho

Mesmo sem entrar em campo para disputar uma partida de futebol, Ronaldinho Gaucho marcou um gol de placa no último final de semana no Estádio Pituaçu em Salvador.

O instituto mantido pelo jogador para desenvolver programas de inclusão social através do esporte e da capacitação profissional, assinou um convênio com o Governo da Bahia, que vai atender cerca de duas mil crianças e adolescentes com idade entre 10 e 17 anos.

Trata-se de uma ação importante, que benefcia pessoas em situação de risco social, baixa escolaridade e dificuldades de acesso ao mercado de trabalho.

Ronaldinho Gaucho é o típico brasileiro que conseguiu romper a barreira da exclusão social e fez fama e fortuna graças ao seu talento com a bola.Titular absoluto da Seleção Brasileira durante vários anos, campeão Mundial em 2002, encantou os espanhóis do Barcelona e foi eleito o melhor jogador do mundo pela FIFA.

O diferencial em relação a outros craques é que Ronaldinho jamais renegou ou esqueceu seu passado de dificuldades na periferia pobre de Porto Alegre.

E, tornando rico graças ao futebol, voltou suas atenções para crianças e adolescentes carentes, a espera de uma oportunidade para levar uma vida digna, longe das drogas e da marginalidade. Essa é a missão do Instituto Ronaldinho Gaucho, que tem na Bahia sua primeira experiência fora do Rio Grande do Sul.

Mais do que revelar talentos para o futebol, até porque esse não é o objetivo primordial, o convênio vai proporcionar a quase duas centenas de jovens o acesso à educação, prática esportiva e oportunidades de acesso a um mercado de trabalho cada vez mais disputado e exigente.

Os participantes do projeto, que já tinham Ronaldinho Gaucho como um ídolo no futebol, passam agora a apreciar um verdadeiro craque na solidariedade, que os ajudará a dar um drible no destino ingrato e descortinar uma nova vida.

Golaço!

CAMPEÃO, MAS SEM BRILHO


Na contramão do oba oba em torno do titulo da Seleção Brasileira na Copa das Confederações, é bom que se diga que o time de Dunga não jogou esse futebol todo que andam apregoando.

A rigor, o Brasil teve um jogo tranqüilo na primeira fase contra os EUA, um bom primeiro tempo contra a Itália e um bom segundo tempo na decisão contra os EUA. Só.

Brilhar de forma inquestionável e ponto desequilibrar nenhum jogador brilhou, nem mesmo Kaká , eleito o melhor do torneio quase que por exclusão.

Portanto, é bom baixar a bola e evitar o salto alto na Copa do Mundo de 2010, que é realmente o que conta.

Esse negócio de chegar ao Mundial como favorito nunca dá certo, a exemplo do que ocorreu nas Copas de 1998 na França e 2006 na Alemanha.

O título da Copa das Confederações foi conquistado à duras penas em cima dos Estados Unidos, vale lembrar.

O teatro do absurdo e os bobos da corte


Do deputado Fernando Gabeira, luminar da ética, descobriu-se que contratou a namorada para prestar serviços a seu gabinete.
Resposta: contratou-a quando era apenas namorada, depois que passou a ter uma relação estável (eufemismo dos tempos modernos para “viver juntos”), nunca mais utilizou os serviços, profissionais é claro, da moça.

Do senador Cristovam Buarque, outro luminar da ética, soube-se que a sua mulher foi colocada à disposição do gabinete de um senador amigo
Resposta: ele não sabia disso, mas garantiu que se houver irregularidade, aceita ser punido, desde que todos os envolvidos em irregularidades também sejam punidos.

Do senador César Borges, apurou-se que seu nome aparece entre os inúmeros atos secretos do Senado.
Resposta: exige que alguém explique como seu nome foi parar lá, certamente deixando entendido que se por um ato secreto ele foi beneficiado, isso se deu sem o seu conhecimento.

De um dos netos do senador José Sarney, não aquele estudante universitário que recebia cerca de 8 mil reais por mês do Senado e que, flagrado, passou o cargo à mãe; mas outro, enfronhado nos meandros bancários, revelou-se que montou uma empresa para intermediar empréstimos consignados entre um grande banco e…o Senado!
Resposta: o neto disse que estava vencendo na vida pelos méritos próprios e não por apadrinhamento (não seria “avôdrinhamento”, neologismo que está muito em voga?) e o avô, envolvido em tantas acusações que vão de netos e filhos a mordomos e viúvas de amigos beneficiados, se disse vítima de uma campanha difamatória da mídia.

Do ex-presidente da República e atual senador Fernando Collor de Mello, que está mais para treva do que luminar, sabe-se agora que a alimentação de seus seguranças na Casa da Dinda (a célebre moradia dos tempos de PC Farias e quetais) é paga com dinheiro do Senado.
Resposta: Collor nem se dignou a responder, provavelmente por imaginar que, pelo passado que tem, onde as cifras ultrapassavam facilmente a casa do milhão, é bobagem perder tempo com irrisórios (para ele) 4.830 reais com marmitas adquiridas num restaurante chamado, ora vejam, Boka Loca.

De um punhado de senadores, vestais, bestiais e outras rimas mais, apurou-se que 21 deles tem as contas telefônicas residenciais (contas particulares, portanto) pagas com dinheiro do Senado (dinheiro público, portanto). Encabeça a lista de beneficiadas com mais essa mordomia, a ex-senadora e ora governadora do Maranhão, Roseana Sarney, como se já não bastasse a mordomia do mordomo pago pelo Senado.
Resposta: ninguém, até o momento, se dignou a responder, talvez com receio de que, descoberta mais essa mamata, a partir de agora tenham que pagar as ligações telefônicas com dinheiro do próprio bolso e não do nosso bolso.

Qual serão os próximos atos desse verdadeiro teatro do absurdo, onde atores-canastrões se revezam numa sucessão de papéis de vilões com pose de mocinhos, enquanto a platéia (ou a patuléia) assiste sem poder interferir no roteiro?

Ou melhor, pode sim, aproveitando essa fantástica arma chamada voto para mudar os atores e, quem sabe, o roteiro.

Enquanto isso não ocorrer, poderemos até eventualmente entrar em cena nesse teatro, mas apenas e tão somente no papel de palhaços.

Ou de bobos da corte, o que dá no mesmo.

SELOS PRA COMER


Os Correios da França lançaram selos com aroma de chocolate.

Mais do que atrair o interesse de filatelistas, a iniciativa visa conter a queda no
volume de cartas em virtude da popularização do e-mail e de outros meios de
comunicação na Internet, além de estimular o consumo de chocolate.

O carnê de 10 selos com aroma de chocolate é vendido nas agências dos correios
ao custo de 5,60 euros (cerca de R$ 15), a mesma tarifa do carnê de selos
comuns na França.

A coleção traz dez imagens, que contam a história do
chocolate a partir das amêndoas de cacau originárias da Amazônia, passando pela introdução do chocolate na corte do rei Charles V, no século XVI, onde era muito apreciado, inclusive por seus sucessores, mas durante muito tempo era consumido apenas pelas pessoas ricas, só se tornando popular no século XIX com o surgimento da indústria de chocolate.

A idéia podia muito bem ser copiada aqui no Sul da Bahia, como forma de agregar valor e gerar receitas a partir do nosso principal produto.

SHOW DE HORROR E 1X0


O Brasil acaba de ganhar da África do Sul por 1×0, gol de Daniel Alves cobrando falta aos 43 minutos do segundo tempo.

Em vez do esperado show de bola, um show de horror.

Mas a Seleção Brasileira segue em busca de mais um título, porque os EUA não vão fazer o raio cair duas vezes no mesmo lugar.

Ou vão?

TABELINHA WAGNER-RONALDINHO


Dentro de campo, o futebol não tem a mesma genialidade de três anos atrás, quando era indiscutivelmente o melhor do mundo. Hoje, tenta recuperar o brilho no Mlian.

Mas fora das quatro linhas, Ronaldinho Gaucho continua batendo um bolão. O Instituto Ronaldinho Gaucho, criado pelo jogador, desenvolve projetos tecnologias e ações voltadas ao desenvolvimento humano e inclusão de jovens, adultos e famílias, através do esporte, saúde, educação, cultura, lazer e ecologia.

A partir deste sábado, o instituto inicia atividades na Bahia, através de uma parceria com o Governo do Estado, e vai beneficiar crianças e adolescentes de comunidades carentes, que além de práticas esportivas nas modalidades de futebol de campo, futebol de salão, voleibol e basquete, também participam de cursos de qualificação profissional na área de tecnologia da informação .

O convênio será assinado no Estádio de Pituaçu pelo governador Jaques Wagner e o jogador Ronaldinho Gaucho.

A tabelinha é um gol de placa contra a exclusão social.

EL TORO ERA UNA VACA…


Se aquilo que a limitadíssima Seleção dos Estados Unidos derrotou com certa facilidade por 2×0 era a oitava maravilha do mundo do futebol, então o mundo do futebol está de cabeça pra baixo.

A Espanha, pintada em prosa e verso como um touro arrasador se mostrou uma vaquinha mimosa diante dos EUA.

De qualquer forma, que bom que os norte-americanos fizeram o serviço.

Ficamos livres da patriotada de Galvão Bueno, se esgoelando diante uma agora só hipotética vitória do time de Dunga sobre os “invencíveis” espanhóis.

A culpa é do mordomo (ou: PAC da Peroba)


Entre os vários comentários emitidos por conta da sugestão, feita neste espaço, no sentido de que, dada a profusão de caras de pau no mundo político, Brasília deveria sediar um ainda hipotético Festival Nacional do Óleo de Peroba, destaco a opinião do empresário Helenilson Chaves, cuja história familiar de empreendedorismo se confunde com a própria história de Itabuna.

Escreveu Helenilson:

“Não seria uma boa atividade plantar peroba? A demanda é extremamente forte. A continuar o relego com a educação, é negar qualquer chance do exercício da cidadania, teremos sempre como representantes consumidores em potencial para tão famoso óleo”.

O empresário está coberto de razão.

Deixemos de lado o PAC do Cacau e vamos partir para o PAC da Peroba.
Em vez de insistir com esse negócio de cacau, inundemos nossas fazendas com pés de peroba.

E, já que não aprendemos mesmo a industrializar o nosso principal produto, limitando-nos a meros fornecedores de matéria-prima para que os outros ganhem dinheiro com a produção de chocolate, que aprendamos a produzir óleo de peroba, aproveitando esse mercado em franca expansão e, pelo que tem se visto ao longo dos séculos, de consumo infinito e ilimitado.

Se alguém ainda tem dúvidas de que o mercado é promissor, vamos ao mais recente exemplo, que não será obviamente o último.

Os jornais de final de semana divulgaram que Amaury de Jesus Machado, que trabalha como mordomo da casa da ex-senadora e atual governadora do Maranhão, Roseana Sarney, guindada ao cargo por conta da cassação de Jackson Lago; é funcionário do Senado.

Pronto. Tinha que aparecer um mordomo na história e ainda por cima com um salário de 12 mil reais. Isso mesmo: mordomo com salário de 12 mil reais por mês.

E a gente ainda fica insistindo com nossos filhos que eles precisam estudar, fazer um curso superior, pós-graduação, mestrado, doutorado, etc.

Voltando ao festival de cara de pau que assola o pais (versão atual do Febeapá, do imortal Stanislaw Ponte Preta, pseudônimo que consagrou Sérgio Porto), Rosena não se deu por vencida. Eis o que ela afirmou:

“Ele é meu afilhado. Fui eu que o trouxe do Maranhão. Ele vai à casa quando preciso, uma duas ou três vezes por semana. É motorista noturno e é do Senado. E lá até ganha bem.”

O “e lá até ganha bem…”, que no contexto pode ser traduzido por tem um salariozinho razoável merece hectolitros de peroba. Se é que ainda se encontra o produto nas prateleiras das melhores casas do ramo em Brasília.

Digamos que, imensamente grato por receber um salário de 12 mil reais por mês, o tal mordomo decidiu prestar serviço voluntário na casa de Roseana Sarney..

Como se sabe, esses nossos políticos fazem um sacrifício danado para sobreviver e o mordomo, solidário com a situação, exerceu um ato de benemerência, concedendo à agora governadora maranhense uma pequena mordomia.

Que não se inclua entre essas mordomias, entretanto, deixar os móveis brilhantes e lustrosos.

Por que o óleo de peroba mal dá para suprir a legião de caras de pau!

Pulando a fogueira. E a cachaça também


A partir deste final de semana, a Bahia e o Nordeste entram em clima de São João, festa que por aqui tem uma dimensão diferente de outras regiões do Brasil.
O São João é, arrisco dizer, um evento das mesmas proporções do Carnaval, sem tanta permissividade.

O diferencial é que, ao contrário dos festejos carnavalescos, as festas juninas são realizadas principalmente nas pequenas e medias cidades.
Com isso, dá-se o fluxo das capitais e grandes cidades para acolhedoras cidadezinhas do interior.

É assim no Sul da Bahia, onde as principais festas de São João acontecerão em Itororó, Ibicuí, Itagibá, Almadina e Uruçuca.
Isso significa que milhares de pessoas estarão pegando as estradas para passar o São João fora do eixo Ilhéus-Itabuna.

É aí que mora o perigo.

Apesar do nome dos santos, o São João e também o São Pedro, se transformaram em mega-eventos, com shows musicais e o inevitável consumo de bebidas alcoólicas, do tradicional licor à inevitável cerveja. Bebe-se e bebe-se muito durante esses shows, que costumam reunir milhares de pessoas.

Como as pequenas cidades não oferecem estrutura para abrigar tanta gente, muitos resolvem retornar para casa, ou procurar uma cidade maior nas proximidades, após o encerramento da festa. Isso depois de ter dançado, brincado e bebido a noite toda.

Daí que é preciso, mais uma vez, apelar para o bom senso. Quem for dirigir, ou fica na cidade onde está e só volta no dia seguinte, ou pula a fogueira e também pula a cachaça.

As estatísticas apontam que o número de acidentes cresce nos períodos de festa e de feriados prolongados. O São João é uma festa e o feriado, mesmo não sendo prolongado, será esticado do mesmo jeito.

Não basta a Polícia Rodoviária intensificar a fiscalização e usar o bafômetro se as pessoas que forem dirigir não tiverem a consciência de que bebida e direção não combinem, por mais que os fatos demonstrem isso de forma trágica.

Opções para aproveitar o São João, com atrações para todos os gostos (e a maioria delas de graça, o que é melhor) não faltam.

É escolher a cidade, reunir a família e os amigos e aproveitar essa festa que tem a cara do Nordeste.

E lembrar sempre que o carro e a bebida devem ficar sempre longe um do outro.

É um casamento que Santo Antonio não aprova.

Nem São João, nem São Pedro.

Santo nenhum!

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SANTA INSEGURANÇA

Quem também adora cidade vazia e festa em que boa parte das pessoas viaja é o famoso “amigo do alheio”, popularmente conhecido como ladrão.

Se não for demais, vamos pedir aos santos festejados que, além da festa, arranjem um
tempinho para velar por nós e por nossas casas.

Amém.





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