:: ‘rede globo’
Após exibir final da Champions League, Globo suspende exibição do Brasileirão por vergonha

(do Blog Sensacionalista) Nomes como Lionel Messi, Carlito Tevez, Andrea Pirlo, Luis Suarez, Neymar e Iniesta. Partidas cheias de emoção, arbitragem acima de suspeita, lances geniais, muitos gols. Após exibir algumas partidas das finais da Champions League neste ano, a Globo decidiu suspender a exibição do campeonato brasileiro até encontrar um produto melhor para colocar no lugar. A razão foi a vergonha de voltar a exibir os jogos nacionais.
“Imagina com que cara eu vou mostrar Corinthians e Joinville, Flamengo e Chapecoense depois de mostrar aquele contra-ataque do Barcelona nos acréscimos e o gol do Neymar”, perguntou um chefe de programação que resolveu não se identificar. “Podemos até mostrar, mas desde que com outro nome. Depois que a gente mostrou a Champions como ‘futebol’, temos que chamar o que é jogado no Brasil de outra coisa, ‘boliche’, ‘peteca’, ‘frescobol’, menos ‘futebol’”.
Pedro Bial descobre um jeito de fazer Galvão Bueno calar a boca

(do Blog Sensacionalista)A foto que ganhou as redes sociais mostrando um beijo de Pedro Bial em Galvão Bueno nos bastidores de uma comemoração na Globo ganhou sua explicação mais convincente. Uma pessoa próxima do jornalista disse que o seu plano foi trazer de volta a campanha chamada “Cala a Boca, Galvão”.
Segundo amigos, o locutor estava começando a falar sobre Rrrrrrronaldooooo quando inesperadamente Bial lhe deu um beijo. Imediatamente a foto foi parar na internet é mostrada na GloboNews. A igreja protestou. “É demais, o que querem ensinar às nossas crianças? A falsidade! Nem de língua foi”, reclamou o pastor Silas Malafaia.
O beijo resultou num recorde: Galvão ficou dois segundos sem falar. E depois disso gritou: é do Brasil!
Audiência do Jornal Nacional ´derrete`

Globo, a gente não se vê por aqui
A audiência do Jornal Nacional, da TV Globo, tem derretido e atingiu, nesta segunda-feira, uma das mais baixas médias de audiência em dia de semana, com 20 pontos.
Segundo dados de Ricardo Feltrin, do UOL, na segunda-feira de Carnaval, por exemplo, deu 25 pontos na Grande SP – cada ponto representa 67 mil domicílios.
Há dez anos, a média do “JN”, hoje apresentado por William Bonner e Renata Vasconcelos, era de 35,8 pontos na Grande São Paulo (leia mais).
Com jornalismo e artistas, a Globo bota o Bloco do Golpe na rua

(do Brasil 247) – Diferente das manifestações desta sexta-feira (13) quando os trabalhadores foram às ruas para defender a Petrobras e governo, a convocação para os protestos marcados para este domingo contra a presidente Dilma Rousseff ganharam o reforço de artistas de televisão.
O movimento Vem Pra Rua, um dos idealizadores do protesto, divulgou pelas redes sociais uma série de vídeos com atores da Rede Globo convocando a população a participar das manifestações.
Um dos articuladores da “convocação” é o coordenador executivo do Grupo Cultural AfroReggae e apresentador do programa Conexões Urbanas do canal Multishow, José Junior, que também atuou na articulação da campanha presidencial do senador Aécio neves (PSDB-MG) no ano passado.
Dentre os “globais” que gravaram depoimentos estão os atores Marcio Garcia, Christine Fernandes, Malvino Salvador, Marcelo Serrado, Alessandra Maestrini e Kadu Moliterno, dentre outros. Outros famosos como o ex-jogador de futebol Ronaldo Fenômeno e a cantora Wanessa da Mata também confirmaram que irão participar das manifestações deste domingo.
“Basta de mentiras, basta de corrupção. Não dá mais para viver em um país sem um hospital público de qualidade, sem uma escola pública decente para os nossos filhos, para os nossos jovens que são o futuro do nosso país. Chega, não dá mais para suportar isso, suportar um monte de político roubando o nosso dinheiro. Chega, basta! Vem pra rua”, diz o ator Caio Castro em um dos depoimentos gravados e veiculados na página do Vem Pra Rua no Facebook.
A grande dúvida em casos assim é se este tipo de comportamento representa o pensamento isolado dos envolvidos ou faz parte de uma instrumentalização orquestrada pelos barões da mídia. No caso da Globo, por exemplo, os ataques sistemáticos contra a presidente Dilma Rousseff e a democracia são vistos em editoriais e no tratamento dado às notícias que deixam a ideia de que o pais está caminhando para o caos e o desgoverno. Resta saber se, agora, a terceirização dos ataques conta com o aval da direção dos veículos de comunicação
Fica então a pergunta: Se a voz do povo é a voz de Deus, quem representa a voz do dono da mídia neste caso?
Valmir Assunção critica linha editorial da Globo: “Querem colocar o ódio contra o governo e o PT”
Em pronunciamento na Câmara Federal em defesa da presidente Dilma Rousseff (PT), o deputado baiano Valmir Assunção (PT-BA) foi enfático e disparou contra o que chamou de “golpismo da Globo e da direita no Brasil”. Durante sessão plenária desta terça-feira (10), o petista fez um relato sobre o pronunciamento de Dilma, no último dia 8 de março, em homenagem às mulheres brasileiras e para falar da situação do país. De acordo com Valmir, a fala da presidente “atingiu em cheio os políticos de direita e setores conservadores”, levando pessoas de algumas localidades, em geral bairros de classe média alta, a baterem panelas. “Alguns até desqualificaram Dilma de maneira extremamente machista, o que não se pode levar a sério como uma opinião política. Mas foi interessante a forma de cobertura das organizações Globo e muitos dos grandes meios comerciais”, aponta Valmir.
O deputado baiano ainda destacou a linha editorial do programa Fantástico, que foi o primeiro a dar uma conotação de ‘megamanifestação’ ao que se convencionou chamar de ‘Revolta das Varandas Gourmet’. “A elite brasileira não está suportando as transformações sociais executadas pelos 12 anos de governo do PT. Como perdeu a influência e o poder de mando na classe trabalhadora, tenta insuflar um golpe e até mesmo uma intervenção militar. Não nego que passamos por uma situação econômica bastante complexa. Mas uma coisa é protestar dentro dos marcos da democracia e outra é promover o golpismo, coisa que a Globo e outros meios estão fazendo de forma descarada. Por isso, espero que possamos tratar esta crise política que existe no Congresso Nacional e que possamos ajudar o Brasil e não manchar a história com mais um golpe de Estado”, dispara Assunção.
Também durante o pronunciamento, o parlamentar questionou o Fantástico por não mostrar o povo lutando por salários maiores, especialmente os professores, e por não mostrar a luta cotidiana do povo, que é a realidade do país. “Estamos vivendo uma luta dos partidos de direita que fazem oposição à presidenta e uma luta do maior partido da direita brasileira, que são os meios de comunicação, principalmente a Globo. Ela quer, de certa forma, colocar um ódio contra o governo e o PT. Ao mesmo tempo, quer que tenha terceiro turno. Isso só ocorrerá se mudarem a Constituição, porque a atual não permite”. Valmir afirma que é preciso um esforço conjunto para manter os empregos e fazer crescer a economia do país. “Eleições têm a cada quatro anos. Em 2018, disputem de novo. Se tiverem chance de ganhar, ganhem. Mas não é aceitável que um setor da sociedade, só porque a população mais pobre deste país elegeu Dilma de novo, elegeu o PT, rompa com a normalidade”.
Rede Globo ´blinda´ FHC nas denuncias da Lava Jato

(do Brasil247) – O direcionamento no noticiário da Globo, emissora dirigida pelo herdeiro João Roberto Marinho, a fim de prejudicar o atual governo da presidente Dilma Rousseff, e apoiando, assim, a campanha pelo impeachment, está mais do que comprovado. Neste fim de semana, a diretora da Central Globo de Jornalismo, Silvia Faria, enviou o seguinte email a todos os chefes de núcleo da emissora:
“Assunto: Tirar trecho que menciona FHC nos VTs sobre Lava a Jato
Atenção para a orientação
Sergio e Mazza: revisem os vts com atenção! Não vamos deixar ir ao ar nenhum com citação ao Fernando Henrique”.
O email foi divulgado pelo jornalista Luís Nassif neste domingo, em seu blog. O recado foi enviado após a veiculação de uma reportagem que procurou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para repercutir as declarações do ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco – de que recebia propinas na estatal desde 1997, antes do governo Lula. Barusco prometeu devolver aos cofres públicos uma fortuna de US$ 97 milhões em dinheiro desviado.
No Jornal Nacional, a acusação de Barusco sequer foi divulgada, mas deu-se todo destaque ao comentário de FHC sobre o caso (assista aqui). O tucano assegurou que, no seu governo, as propinas eram fruto de negociação individual entre Barusco e os fornecedores. Já no governo Lula, eram fruto de acertos políticos.
Globo já usou ´empresa de papel`para não falir
(do Brasil247) – O grupo Globo, que neste fim de semana acusou a Petrobras, em mais um escândalo artificial, de usar uma “empresa de papel” na obra do Gasene, o gasoduto do Nordeste, utilizou estrutura semelhante, em 2004, para receber uma injeção de recursos do grupo mexicano Telmex, do bilionário Carlos Slim, para salvar a NET e escapar, ela própria, a Globo, do risco de falência que rondava o grupo naquele ano
Na denúncia do fim de semana, que já alimenta novos pedidos de CPI contra a Petrobras, foi utilizada uma Sociedade de Propósito Específico (SPE), como acontece em parcerias entre grupos privados ou em parcerias público-privadas, as PPPs. No caso do Gasene, a SPE seguiu parâmetros normais de mercado (leia aqui a legislação aplicável a esse tipo de operação e também aqui a resposta da Petrobras).
Curiosamente, foi também por meio de uma SPE que o grupo Globo, dos irmãos Roberto Irineu, João Roberto e José Roberto Marinho, recebeu uma injeção de capital do grupo mexicano Telmex para salvar da falência a Net (empresa de TV a cabo do grupo) e a própria Globopar (Globo Participações), em 2004 – naquele ano, altamente endividadas em dólar, as empresas dos Marinho renegociavam suas dívidas com credores num calote técnico.
A operação da SPE utilizada no resgate da Net, no entanto, não foi totalmente regular – como aconteceu no caso do Gasene. A da Globo driblou a legislação sobre o controle acionário de empresas de comunicação no Brasil. A formação da SPE Globo-Telmex foi divulgada pela imprensa em julho e comunicada ao mercado pela NET em “fato relevante” de outubro daquele ano (leia aqui o fato relevante e aqui reportagens do Observatório da Imprensa sobre o drible na lei feito pela Globo e pelos mexicanos).
A denúncia vazia do Globo, neste fim de semana, já atiça parlamentares da oposição, que propõem uma CPI da Petrobras (leia aqui). Não seria o caso de se investigar a ‘empresa de papel’ usada pelos Marinho e pelo bilionário Carlos Slim?
Aécio diz que no governo PT até Xuxa ficou desempregada
(do Blog Sensacionalista)-O candidato derrotado do PSDB Aécio Neves culpou o governo do PT pelo fim do contrato da apresentadora Xuxa com a TV Globo. “Quen defende o PT deve dizer agora para onde Xuxa vai. Para Cuba?”, perguntou ele.
Economistas afirmaram que o FGTS de Xuxa vai injetar milhões na economia e pode tirar o país da recessão. “depois de trinta anos de Globo e com o salário dela será possível comprar um pequeno país africano e virar rainha de verdade”, disse um analista.
60 anos depois, cerco a Dilma lembra Getúlio
Ricardo Kotsho
Se a presidente Dilma Rousseff já terminou de ler o último volume da trilogia de Lira Neto sobre Getúlio Vargas, editado pela Companhia das Letras, deve ter bons motivos para ficar preocupada nesta entressafra entre o seu primeiro e o segundo governo.
Talvez isso explique a indecisão dela para anunciar os integrantes da nova equipe econômica, como demonstrou a dança de nomes cogitados para o Ministério da Fazenda nesta semana que chega ao fim, mantendo o suspense no ar.
Era este o livro que a presidente carregava na mão ao descer do helicóptero no Alvorada, quando retornou a Brasília, depois de alguns dias de folga numa praia da Bahia, logo após sua vitória apertada na eleição de 26 outubro.
É neste terceiro volume que o brilhante jornalista cearense Lira Neto mostra o cerco formado por forças civis, militares e midiáticas contra Getúlio Vargas, que começou antes da sua posse, e botou fogo no país, na segunda metade do seu governo constitucional (1951-1954), levando-o a se matar com um tiro no peito.
Dilma não é Getúlio, eu sei, o Brasil e o mundo não são os mesmos de 60 anos atrás, mas há muitas circunstâncias e personagens bem semelhantes nestes distintos períodos da vida nacional.
Não por acaso, o nome de Carlos Lacerda, o comandante em chefe da guerra contra Getúlio, nunca foi tão lembrado numa campanha eleitoral como nesta última.
Pintado pelos adversários como “O Corvo”, com muita propriedade, Lacerda ressuscitou nos discursos e nas manifestações contra a reeleição de Dilma Rousseff, durante e após a campanha de 2014, que mobilizou os setores mais conservadores do empresariado e da imprensa, a serviço de múltiplos interesses estrangeiros, exatamente como aconteceu na tragédia de 1954.
Não por acaso, também, um dos principais focos da campanha contra o então presidente da República era a Petrobras, por ele criada sob controle estatal, após longa batalha no Congresso Nacional.
O papel que era da UDN (União Democrática Nacional) de Carlos Lacerda foi agora alegremente assumido pela aliança da oposição liderada por PSDB-DEM-PPS, que trouxe de volta, com Aécio Neves, até o mote do “mar de lama”, para atacar a presidente, o PT e a Petrobras, a bordo do discurso sobre o “maior escândalo de corrupção da nossa história”.
Extinta pela mesma ditadura militar-cívico-midiática de 1964, que ajudou a implantar, dez anos após a morte de Getúlio, a UDN voltou às ruas de São Paulo no último dia 15 de novembro, pedindo o impeachment de Dilma e a volta dos mesmos golpistas ao poder, empunhando as mesmas bandeiras de sempre, contra a corrupção e a inflação.
Foi neste dia comemorativo da Proclamação da República que, em Roma, no café Ponte e Parione, ao lado da Piazza Navona, terminei de ler o livro de Lira Neto e, embora tendo diante de mim algumas fas imagens mais bonitas do mundo, não conseguia deixar de pensar no que estava acontecendo no nosso Brasil naquele preciso momento. Passado e presente se confundiam na minha cabeça e confesso que fiquei deveras impressionado com tantas coincidências.
A grande diferença é que, agora, os militares estão recolhidos às suas tarefas constitucionais, e não dão o menor sinal de apoio aos Bolsonaros da vida, que reencarnaram Carlos Lacerda na avenida Paulista. Além disso, o país não está paralisado por greves orquestradas para encurralar Getúlio pela esquerda e pela direita. E, pelo menos até onde a minha vista alcança, não há tropas americanas se mobilizando para apoiar qualquer movimento contra a democracia que vigora forte em terras brasileiras.
A história costuma dar muitas voltas para voltar ao mesmo lugar, mas não precisa ter necessariamente os mesmos desfechos. Fiz algumas anotações sobre o que têm em comum estes momentos conturbados, separados por seis décadas:
* Os jornais O Globo e O Estado de S. Paulo, então alguns dos protagonistas da ofensiva da mídia armada contra Getúlio, continuam os mesmos, nas mãos das mesmas famílias, a desafiar o resultado das urnas e a vontade da maioria _ simplesmente, não aceitam mais um período do PT no Palácio do Planalto, completando, ao final do mandato de Dilma, 16 anos no poder.
* A TV Tupi, primeira e única emissora de televisão brasileira nos tempos de Getúlio, que abriu câmeras e microfones para Carlos Lacerda detonar o presidente e seu governo todas as noites, ao vivo, em horário nobre, teve o mesmo destino da UDN e fechou as portas faz tempo, mas os métodos dos Diários Associados de Assis Chateaubriand sobrevivem em outros veículos do grupo, como o jornal O Estado de Minas mostrou na campanha passada. Com maior ou menor sutileza, outras emissoras de TV, a começar pela toda poderosa Globo, que dominaram o mercado após o golpe de 1964, cumprem mais ou menos o mesmo papel nos governos petistas.
* A revista semanal Veja e seus escribas alucinados reproduzem os melhores momentos da Tribuna da Imprensa, criada e comandada por Lacerda, que foi o porta-voz oficial e amalgamou as forças reunidas para a derrubada de Vargas.
* A flácida base parlamentar montada por Getúlio em tudo lembra a de Dilma, embora ambos tivessem maioria no Congresso Nacional, balançando entre contemplar direita e esquerda em seus ministérios, para se equilibrar no centro, provocando assim sucessivas crises políticas e econômicas.
* O PT de Dilma e Lula, com todas as suas contradições e divisões internas, está cada vez mais parecido com o PTB de Getúlio, com o PMDB agora no lugar do velho PSD das oligarquias regionais.
A lista do que há em comum é grande, e eu poderia passar o resto do dia aqui escrevendo sobre isso. Antes de concluir este texto, porém, é necessário registrar outra grande diferença: ao contrário de Getúlio, que tinha a Última Hora, de Samuel Wainer, a seu lado, Dilma não conta com a boa vontade de nenhum veículo da grande imprensa para mostrar e defender as conquistas do seu governo, que também existem.
Dizem que a história só se repete como farsa, mas é bom Dilma tomar cuidado. Recomendo a leitura desta bela obra do Lira Neto, não para assustar ninguém, mas para vocês entenderem melhor o que está em jogo, agora como em 1954. Foi o que aconteceu comigo.
Que Dilma e nós tenhamos melhor sorte.
Ô loco, meu! Que tal pegar carona no helicóptero dos Perrela?

Faustão despirocou?
Fausto Silva está assustado depois do acidente de avião que matou o político Eduardo Campos e sua equipe em Santos (SP).]
Apesar de agora a produção de seu programa ter se mudado para a Globo de SP, ele ainda precisou ir algumas vezes ao Rio após o desastre de avião e ainda vai ter de ir em outras ocasiões (quando for gravar o Melhores do Ano, por exemplo).
Com medo de voar, o apresentador passou a exigir carro da Globo com motorista e escolta…
A escolta de SP o acompanha até a Dutra e de lá a equipe do Rio assume para acompanhá-lo. (da coluna de Fabiola Reipert/Portal R7)













