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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘PT’

Potiraguá: vitória dos candidatos apoiados pelo prefeito Luiz Soares

luiz 2Os resultados das eleições em Potiraguá, no Sul da Bahia, confirmaram a liderança do prefeito Luiz Soares (PT).

Dilma Rousseff teve 2.921 votos, contra 1.300 de Aécio Neves e 696 de Marina Silva.

Rui Costa teve 2.367 votos, contra 2.284 de Paulo Souto. No senado, Otto teve 2.796 votos e Geddel 1.631 votos.

Os candidatos a deputado federal e estadual apoiados por Luiz Soares foram os mais votados na cidade: Rosemberg Pinto teve 1.548 votos para estadual e Cacá Leão 1.743 votos para federal.

“A população soube escolher candidatos que tem compromisso com Potiraguá  e que nos ajudam a realizar uma administração com obras e ações sociais que melhoram as  condições de vida das pessoas”, disse o prefeito.

PT confia na Justiça contra agressões do DEM

A defesa da Coligação Pra Bahia Mudar Mais, do candidato ao governo Rui Costa, aguardará  julgamento do mérito do mandado de segurança e dos direitos de resposta que pedem a proibição do uso das denuncias da ex-presidente do Instituto Brasil na propaganda eleitoral do DEM. Segundo a advogada Carla Nicolini, as acusações sem provas feitas por Dalva Sele Paiva à revista Veja e reproduzidas pela propaganda dos Democratas, fazem parte de diversas ações diferentes, movidas pelas coligações proporcionais e majoritária. “Caberá ao juiz decidir definitivamente o caso das acusações levianas feitas contra os candidatos”, disse a advogada, lembrando que foi formulado contra o candidato Paulo Souto uma representação no âmbito da Penal.

NOTA OFICIAL

Oposição quer intimidar a Justiça

O comportamento dos candidatos do DEM, da oposição e do prefeito de Salvador, quando tecem críticas e lançam suspeição sobre o Poder Judiciário da Bahia, além de ser uma falta de respeito a um poder constituído, revela o incômodo desse grupo de conviver com o processo democrático e nada mais é que uma tentativa de intimidar a Justiça. É importante que as entidades de classe fiquem atentas a esse movimento e cerrem fileiras na defesa dos seus integrantes, para garantir a liberdade de ação dos mesmos.

Quando tentam encontrar no Judiciário justificativas para a derrota eleitoral que se avizinha, eles deixam claro que têm saudades dos tempos em que o Poder Executivo subjugava os demais poderes e mostram o desejo de reeditar os tempos do coronelismo e do chicote, que felizmente a Bahia deixou para trás, com a força do voto livre e independente de sua gente. Esquecem que o povo baiano repudiou aquele tipo de comando e tem deixado muito evidente que não deseja retornar a um passado onde somente os ricos e poderosos tenham direitos e benefícios.

Na verdade, o que aconteceu é que a Justiça não quis aceitar a armação eleitoreira de uma denúncia e eles reagiram da forma que sabem fazer, agredindo àqueles que deles divergem. A independência dos poderes e o respeito a cada um deles formam um dos sustentáculos da democracia, o que esse grupo não entende porque tem na sua origem a prática contumaz da imposição e da subserviência.

Coligação Pra Bahia Mudar Mais

O melancólico fim da revista Veja

Ricardo Kotscho, no Balaio do Kotsho

kotUma das histórias mais tristes e patéticas da história da imprensa brasileira está sendo protagonizada neste momento pela revista semanal “Veja”, carro-chefe da Editora Abril, que já foi uma das maiores publicações semanais do mundo.

Criada e comandada nos primeiros dos seus 47 anos de vida, pelo grande jornalista Mino Carta, hoje ela agoniza nas mãos de dois herdeiros de Victor Civita, que não são do ramo, e de um banqueiro incompetente, que vão acabar quebrando a “Veja” e a Editora Abril inteira do alto de sua onipotência, que é do tamanho de sua incompetência.

Para se ter uma ideia da política editorial que levou a esta derrocada, vou contar uma história que ouvi de Eduardo Campos, em 2012, quando ele foi convidado por Roberto Civita, então dono da Abril, para conhecer a editora.

Os dois nunca tinham se visto. Ao entrar no monumental gabinete de Civita no prédio idem da Marginal Pinheiros, Eduardo ficou perplexo com o que ouviu dele. “Você está vendo estas capas aqui? Esta é a única oposição de verdade que ainda existe ao PT no Brasil. O resto é bobagem. Só nós podemos acabar com esta gente e vamos até o fim”.

É bem provável que a Abril acabe antes de se realizar a profecia de Roberto Civita. O certo é que a editora, que já foi a maior e mais importante do país, conseguiu produzir uma “Veja” muito pior e mais irresponsável depois da morte dele, o que parecia impossível.

A edição 2.393 da revista, que foi às bancas neste sábado, é uma prova do que estou dizendo. Sem coragem de dedicar a capa inteira à “bala de prata” que vinham preparando para acabar com a candidatura de Dilma Rousseff, a uma semana das eleições presidenciais, os herdeiros Civita, que não têm nome nem história próprios, e o banqueiro Barbosa, deram no alto apenas uma chamada: ” EXCLUSIVO – O NÚCLEO ATÔMICO DA DELAÇÃO _ Paulo Roberto Costa diz à Polícia Federal que em 2010 a campanha de Dilma Rousseff pediu dinheiro ao esquema de corrupção da Petrobras”. Parece coisa de boletim de grêmio estudantil.

O pedido teria sido feito pelo ex-ministro Antonio Palocci, um dos coordenadores da campanha da então candidata Dilma Rousseff, ao ex-diretor da Petrobras, para negociar uma ajuda de R$ 2 milhões junto a um doleiro que intermediaria negócios de empreiteiras fornecedoras da empresa.

A reportagem não informa se há provas deste pedido e se a verba foi ou não entregue à campanha de Dilma, mas isso não tem a menor importância para a revista, como se o ex-todo poderoso ministro de Lula e de Dilma precisasse de intermediários para pedir contribuições de grandes empresas. Faz tempo que o negócio da “Veja” não é informar, mas apenas jogar suspeitas contra os líderes e os governos do PT, os grandes inimigos da família.

E se os leitores quiserem saber a causa desta bronca, posso contar, porque fui testemunha: no início do primeiro governo Lula, o presidente resolveu redistribuir verbas de publicidade, antes apenas reservadas a meia dúzia de famílias da grande mídia, e a compra de livros didáticos comprados pelo governo federal para destinar a esc0las públicas.

Ambas as medidas abalaram os cofres da Editora Abril, de tal forma que Roberto Civita saiu dos seus cuidados de grande homem da imprensa para pedir uma audiência ao presidente Lula. Por razões que desconheço, o presidente se recusava a recebe-lo.

Depois do dono da Abril percorrer os mais altos escalões do poder, em busca de ajuda, certa vez, quando era Secretário de Imprensa e Divulgação da Presidência da República, encontrei Roberto Civita e outros donos da mídia na ante-sala do gabinete de Lula, no terceiro andar do Palácio do Planalto.”

“Agora vem até você me encher o saco por causa deste cara?”, reagiu o presidente, quando lhe transmiti o pedido de Civita para um encontro, que acabou acontecendo, num jantar privado dos dois no Palácio da Alvorada, mesmo contra a vontade de Lula.

No dia seguinte, na reunião das nove, o presidente queria me matar, junto com os outros ministros que tinham lhe feito o mesmo pedido para conversar com Civita. “Pô, o cara ficou o tempo todo me falando que o Brasil estava melhorando. Quando perguntei pra ele porque a “Veja” sempre dizia exatamente o contrário, esculhambando com tudo, ele me falou: ‘Não sei, presidente, vou ver com os meninos da redação o que está acontecendo´. É muita cara de pau. Nunca mais me peçam pra falar com este cara”.

A partir deste momento, como Roberto Civita contou a Eduardo Campos, a Abril passou a liderar a oposição midiática reunida no Instituto Millenium, que ele ajudou a criar junto com outros donos da imprensa familiar que controla os meios de comunicação do país.

Resolvi escrever este texto, no meio da minha folga de final de semana, sem consultar ninguém, nem a minha mulher, depois de ler um texto absolutamente asqueroso publicado na página 38 da revista que recebi neste final de semana, sob o título “Em busca do templo perdido”. Insatisfeitos com o trabalho dos seus pistoleiros de aluguel, os herdeiros e o banqueiro da “Veja” resolveram entregar a encomenda a um pseudônimo nominado “Agamenon Mendes Pedreira”.

Como os caros leitores sabem, trabalho faz mais de três anos aqui no portal R7 e no canal de notícias Record News, empresas do grupo Record. Nunca me pediram para escrever nem me proibiram de escrever nada. Tenho aqui plena autonomia editorial, garantida em contrato, e respeitada pelos acionistas da empresa.

Escrevi hoje apenas porque acho que os leitores, internautas e telespectadores, que formam o eleitorado brasileiro, têm o direito de saber neste momento com quem estão lidando quando acessam nossos meios de comunicação.

Campanha de Rui inova e incorpora novas linguagens

 

midia rui 1Novas mídias, redes sociais, grafite, TV Web são algumas das ferramentas de interação que a campanha de Rui Costa (PT) está utilizando para se aproximar e atingir mais amplamente o eleitorado. Na internet a #TV13.com, com talk show comandado pela apresentadora Rita Batista, na página oficial do candidato (www.rui13.com) fica no ar 24 horas, com conteúdos exclusivos mostrando os bastidores da campanha, informações sobre Programa de Governo e bate-papos descontraídos com Rui e outros candidatos, como Lula e Jaques Wagner.

 

midia rui 5Outra novidade é a inclusão do grafite como forma de exposição da campanha nos muros das cidades. A turma da #Juventude13 viaja junto com as caravanas que os membros da chapa majoritária da Coligação Pra Bahia Mudar Mais fazem por todo o estado, promovendo intervenções urbanas através da arte do grafite como propaganda eleitoral. As mensagens remetem às principais propostas de Dilma (presidente),  Rui (governador), Otto (senador) e João Leão (vice-governador). “É uma maneira de ampliar a interação e diálogo com o público jovem, através de intervenções culturais onde utilizamos a grafitagem, arte os jovens reconhecem e compreendem”, disse Vladimir Costa, um dos idealizadores do movimento.

 

midia rui 3A presença da militância jovem na campanha petista já estampou mensagens em Salvador, no Bairro da Paz, Cajazeiras, Barris, Rio Vermelho e Itapuã. No interior, deixou ilustrações em paredes de Lamarão, Serrinha, Conceição do Coité e Araci, por exemplo. “Estamos convencidos de que através de nossa arte vamos conseguir transmitir as mensagens e propostas de nosso candidato”, disse o estudante Darlan Oliveira de Carvalho, 18, morador de Araci.

 

REDES SOCIAIS APONTAM CLIMA DAS ELEIÇÕES

 

A campanha na web e redes sociais é  importante termômetro sobre o clima eleitoral. “A virada que assistimos nas ruas, já é realidade nas redes. A campanha de Rui no Facebook, por exemplo, tinha um alcance médio de 200 mil pessoas por semana, índice próximo ao de Paulo Souto. Porém, ex-governador manteve o patamar, enquanto Rui atingiu nesse final de setembro 560 mil pessoas” disse Éden Valadares, coordenador das mídias na campanha de Rui. “A métrica mais ‘valiosa’ do Face é a Taxa de Compartilhamento. Enquanto a nossa média diária é de 1.050, a do candidato da oposição é de 770. Ou seja, para cada publicação compartilhada do ex, Rui tem 1,3”.

 

Os conteúdos do horário eleitoral da TV contribuem para atrair visualizações na internet. Os vídeo de O Lembrador,  personagem que faz esquetes no horário gratuito de TV, são  campeões de visualização. “Os conteúdos que mais repercutem são os do facebook. O vídeo clip com o ritmo musical conhecido como “a pisadinha” também é campeão na web. A música foi composta por um grupo de amigos, encabeçado pelo prefeito de Filadélfia, Antonio Barbosa. Primeiro virou hit no interior, mas na internet consolidou o sucesso.  “O ritmo é contagiante”, conta Valadares. “Virou peça de campanha”.

Dalva Sele prometeu se vingar do PT antes de viajar para a Europa

A presidente do Instituto Brasil, Dalva Sele, pivô de uma reportagem na revista Veja, confessa em áudio obtido pelo Bocão News que vai “jogar duro” contra o PT. Este áudio foi gravado pouco antes de Dalva ter embarcado para a Europa.

Numa conversa que mantém com um interlocutor que prefere não ser identificado, ela argumenta que o Governo do Estado e a Caixa Econômica Federal não liberaram para o Instituto Brasil cerca de R$ 3 milhões. De acordo com o que foi apurado pela reportagem, a quantia não foi liberada por haver indícios de irregularidade.

De acordo com fontes petistas, “curiosamente”, ela pagou todas suas dívidas, deu a entrevista a revista e em seguida viajou para Madri e Barcelona, de onde só retorna após as eleições.

Ontem, a Veja divulgou áudio em que Dalva afirma que uma ex-mulher de Rui Costa chamada Célia recebia dinheiro. “Bem, eu não tenho nenhuma ex-esposa chamada Célia. Além disso, esta senhora precisa voltar logo das suas férias para provar tudo que está dizendo”, afirma Rui.

Rui Costa vê desespero da oposição

rcosRui Costa, candidato a governador da coligação Pra Bahia Mudar Mais, criticou, durante comício em Santo Amaro, na noite da segunda-feira (22), o que chamou de “desespero da oposição” e disse que depois de passar a campanha inteira batendo no governador Jaques Wagner e subestimando a ele, agora, que viram o crescimento do seu nome, passaram a atacá-lo. “A oposição contratou pessoas para mentir e me caluniar. Mas eu vim do bairro pobre e negro da Liberdade e não é dono de TV que vai me intimidar”, afirmou. “Eles não têm moral para falar de mim. Meus pais me ensinaram que a única coisa que o pobre não pode perder é a vergonha na cara. Esse aprendizado eu tive”.

Num discurso que teve um tom mais forte que o habitual, quase um desabafo, Rui lembrou sua história de superação, sempre pautada na honestidade. “O que me empurra para frente é que nessas veias corre sangue de gente que nasceu na encosta, superou todas as dificuldades enfrentadas pelo povo pobre. Povo que eles esqueceram”, destacou, emocionado. “Se acham que me atacar através da televisão vai me esmorecer, estão enganados. Não vai não”, sentenciou. “Vou fazer como tenho feito, vou viajar por toda a Bahia e falar direto com o povo. Não é o dono da emissora de televisão, não é o dono de instituto de pesquisa que  manda no voto do cidadão”.

Rui ainda ressaltou a presença no comício de sua esposa Aline e filha Marina, de um ano. “A família é o que o motiva.  A única coisa que quero é chegar no fim do governo e olhar para meus três filhos e dizer: vocês podem se orgulhar do pai que têm. É isso que vou levar comigo como patrimônio.”

O governador Jaques Wagner também participou do evento em Santo Amaro e criticou o partido da oposição. “Mudou de nome, era PFL agora é DEM. fizeram isso para ver se o povo esquece, mas não adiantou”. E Otto Alencar, candidato a senador, reforçou: “Não adianta dono de jornal achar que decide eleição, quem decide é o povo da Bahia”.

Ex presidente de ONG exclui página que a vinculava à Prefeitura de Salvador

a armação começa a se desmontar

a armação começa a se desmontar

Dalva Sele Paiva, ex-presidente da ONG Instituto Brasil, retirou do ar o perfil do facebook onde registrava  vínculo de emprego com a Prefeitura de Salvador. Na semana passada, ela fez denuncias contra petistas baianos à revista Veja, sem, contudo, apresentar provas. Ao invés de ficar à disposição do Ministério Público e da Justiça, para apresentar provas de sua denúncia, viajou para a Europa, com volta marcada apenas para 11 de outubro, depois das eleições.

O fato chamou a atenção de membros do PT na Bahia, que consideraram muito estranha a exclusão do perfil pessoal na rede social, onde Dalva Paiva se apresentava como funcionária da Prefeitura de Salvador, logo no momento que o prefeito se engaja mais fortemente na campanha em favor do candidato da oposição.

PT e todos os citados vão acionar Justiça contra denúncia de Veja

O presidente estadual do PT, Everaldo Anunciação, afirmou que o partido e todos os que foram citados na reportagem da Revista Veja, envolvendo o Instituto Brasil, vão entrar na Justiça, para acionar criminalmente tanto a publicação da Editora Abril quanto a dirigente do instituto que assumiu a denúncia “e vamos exigir que eles provem o que está escrito, pois temos absoluta certeza de que tudo não passa de um monte de mentiras, dito por uma pessoa movida pela raiva justamente porque não encontrou, dentro do governo da Bahia nem do PT, quem se dispusesse a encobrir as irregularidades que cometeu”. O dirigente petista lamenta que a Revista Veja, “mais uma vez se preste a fazer este jogo sujo eleitoral, cuja origem todos sabemos que está nos nossos adversários, já temerosos do crescimento de Rui e da derrota que o povo baiano vai lhes inflingir em 5 de outubro”.

“Nós vamos exigir que a Justiça apure tudo muito claramente e, como já disse o governador Jaques Wagner, que todos os responsáveis sejam punidos, inclusive pelas calúnias divulgadas pela revista, que têm como objetivo apenas seu uso na propaganda eleitoral”, destacou Everaldo, para reiterar: “Esta é uma denúncia motivada pelo interesse eleitoreiro e que se aproveita de uma pessoa com fragilidades e com raiva de alguns petistas e do governo por não terem resolvido pendências e irregularidades do contrato do seu instituto”. Ele observou que a falsidade da denúncia já começa pelo fato de que o repórter da revista deixou de lado a informação de que os primeiros contatos do Instituto Brasil com o governo da Bahia aconteceram durante a gestão do ex-governador Paulo Souto. “Foi Paulo Souto quem trouxe este instituto para o governo, por meio de convênio firmado em 2005 com a Secretaria de Combate à Pobreza”, afirmou o presidente do PT.

E lembrou que o governo Wagner agiu da forma mais transparente e limpa quando decidiu suspender os pagamentos das prestações do contrato firmado entre a Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur) e o instituto, ao se descobrir, por fiscalização, que havia irregularidades. Desta forma, do valor total do contrato, que era de pouco mais de R$ 17 milhões só foram só foram pagas as duas primeiras das seis prestações previstas. O restante foi bloqueado a partir do momento em que foram constatadas irregularidades na execução do objeto do contrato, que era a construção de casas populares, “e foi isto que deixou a denunciante com raiva”.

“É como eu tenho dito e reafirmado”, explicou o dirigente petista, “nos governos do PT, os problemas não são ignorados, as irregularidades são apuradas e os culpados punidos”. E reiterou sua confiança em Rui Costa e em todos os integrantes do PT citados pela revista. “O processo tem acompanhamento dos órgãos competentes , e os verdadeiros responsáveis deverão ser duramente punidos. Lamento, mais uma vez, que a Veja se preste  de maneira irresponsável , a esse serviço sujo”, declarou Everaldo.

Rui Costa diz que vai desmoralizar todos que montaram farsa

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O candidato ao governo da Bahia, Rui Costa (PT), disse na tarde deste domingo, 21, via rede social twitter que irá processar a revista Veja e os coronéis da velha política que “usam o poder econômico para caluniar e mentir”. Rui afirmou ainda que a oposição já tem pesquisa que indica a derrota deles. “O desespero tomou conta, vou desmoralizar todos que montaram essa farsa”, concluiu o candidato em seu microblog.

Rui Costa faz carreata neste domingo por Nordestina, Cansanção, Monte Santo, Tucano e Quinjingue. A noite, realiza comício em Euclides da Cunha. Com informações do Radar Notícias.





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