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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘PT’

Jaques Wagner e quatro deputados federais do PT Bahia são indicados ao Prêmio Congresso em Foco

Wagner7O senador Jaques Wagner e os deputados federais do Partido dos Trabalhadores da Bahia Afonso Florente, Valmir Assunção, Waldenor Pereira e Zé Neto foram indicados ao Prêmio Congresso em Foco deste ano, que está na sua 14a edição. A seleção para concorrer ao Prêmio é feita pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), que apresentou uma lista dos 100 parlamentares mais influentes do Congresso Nacional.

O senador e pré-candidato do PT ao governo da Bahia, Jaques Wagner, foi indicado nas categorias “Melhores no Senado” e “Clima e Sustentabilidade”. Eleito presidente da Comissão de Meio Ambiente do Senado Federal em fevereiro deste ano, Wagner tem pautado o debate sobre o meio ambiente na Casa Legislativa e no Brasil, destacando a necessidade de o país superar a falsa dicotomia entre o desenvolvimento econômico e a preservação ambiental.

No ano passado, Wagner foi o segundo senador mais votado na premiação de “Melhores Senadores” do Prêmio Congresso em Foco, com mais de 38 mil votos. Além da pauta ambiental, Wagner se destaca pelo perfil de articulador, que lhe rendeu, recentemente, a eleição pela terceira vez consecutiva como um dos “Cabeças do Congresso”, pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar.

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“Bolsonaro saiu mais perto do próprio impeachment do que do sonhado golpe autoritário”, afirma Éden Valadares

Éden ValadaresO presidente do Partido dos Trabalhadores da Bahia, Éden Valadares, fez uma avaliação dos protestos realizados nesta terça-feira, pelos apoiadores de Jair Bolsonaro. Éden afirmou que a expectativa de Bolsonaro era promover uma grande mobilização para ampliar sua base de apoio e evitar seu impedimento ou sua anunciada derrota nas urnas, mas que a tentativa de demonstrar força foi muito aquém do que esperava.

“O que se viu foi algo distante do que Bolsonaro tentou promover. Repetição da mesma pauta, sem novidades, de ataques às instituições: o aparelhamento da instituição Presidência da República para realização de comício particular”, destacou o presidente do PT, que falou sobre isolamento de Bolsonaro, seu desespero e medo da prisão, além da ameaça à democracia.

“Deste 7 de Setembro, Bolsonaro saiu mais perto do próprio impeachment do que do sonhado golpe autoritário”. No governo Bolsonaro, o brasileiro sofre com a pandemia, que vitimou mais de 575 mil pessoas, o desemprego recorde, a inflação, o alto custo de vida e a volta da fome.

“Lula está certíssimo. O Brasil é maior do que a agenda bolsonarista de desumanidade, e o remédio será sempre mais democracia, mais direitos e oportunidades para todos. Nosso sonho pode ser real. Já fizemos e sabemos que podemos fazer mais”, afirmou o presidente do PT Bahia.

“A Bahia tem muito a ensinar ao Brasil”, afirma Lula no primeiro dia de visita ao estado

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Em seu primeiro dia na visita à Bahia, onde encerra seu giro pelo Nordeste, o presidente Lula afirmou que os governos petistas no estado, nas administrações de Jaques Wagner e Rui Costa, são um exemplo de como governar para todos o país. “A Bahia tem muito a ensinar ao Brasil. O que Wagner e Rui fizeram deveria virar tese de como governar. Vocês provaram que é possível governar pra todo mundo”, afirmou Lula, na primeira atividade da sua agenda, que aconteceu na Alba, nesta quarta-feira, 25.

Lula2 (1)Na atividade “Combater a Fome e Reconstruir o Brasil”, em que Lula dialogou com movimentos sociais e organizações populares do campo e da cidade, como agricultores familiares, trabalhadores sem-terra, mas também com as juventudes, indígenas, servidores públicos e líderes sindicais, ele ressaltou a sua gratidão pelo povo brasileiro. “Eu não sei quantos anos vou viver, mas minha gratidão pelo respeito, pelo carinho e amizade que vocês demonstram por min não tem valor, e eu vou morrer devendo essa vocês. A Bahia significa muito para mim. Quando eu falei da primeira vez da intenção de criar um Partido dos Trabalhadores foi na Bahia”.

Lula falou ainda sobre a necessidade de reconstruir o Brasil, que vem enfrentando uma grave crise política, sob a gestão desastrosa e incompetente de Bolsonaro, responsável pelas mais de 575 mil mortes por Covid, pela alta do desemprego, que alcançou a marca história de 15 milhões de desempregados e a volta da fome. “Nunca tive tanta vontade de ser candidato como agora. Quero provar que é possível consertar esse país”, afirmou.

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“Lula vem tomar um banho de baianidade e segue dando esperança ao Brasil”, afirma Éden Valadares sobre visita do presidente à Bahia

Ex-presidente Lula cumpre agenda em Salvador nos dias 25 e 26 ag

O presidente do Partido dos Trabalhadores da Bahia, Éden Valadares, afirmou que a visita de Lula à Bahia na quarta-feira, 25, e quinta-feira, 26 de agosto, quando encerra sua caravana pelo Nordeste, é capaz de unir os brasileiros e liderar a reconstrução do país, que vive uma grave crise política, econômica, sanitária e social, com a volta da fome, quase 15 milhões de desempregados e que ultrapassou a marca de mais de 575 mil mortes por Covid-19.

“Lula une o Brasil e sua passagem pela Bahia é mais um exemplo dessa sua capacidade. Ele vai dialogar com vários setores da sociedade, pautando a tolerância e o respeito à diversidade como um valor fundamental para a democracia”, destacou o dirigente baiano, ao afirmar que “Lula vem tomar um banho de baianidade e segue dando esperança ao Brasil”.

Na Bahia, o presidente vai dialogar com a diversidade dos movimentos sociais, como o movimento negro, da cultura, da religiosidade e com o governador Rui Costa, além de lideranças políticas, a exemplo de parlamentares e presidentes do PT dos municípios do estado. “Se temos hoje no Brasil, infelizmente, um governo que atua com base na violência e no sectarismo; que só sabe pregar o conflito, o confronto e o ódio; Lula mostra o caminho do diálogo, do respeito e do futuro de inclusão, crescimento e prosperidade”, afirmou Éden Valadares.

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“Agenda de Lula na Bahia é sobre vacina, emprego e combate à fome” afirma Éden Valadares

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O presidente do Partido dos Trabalhadores da Bahia, Éden Valadares, afirmou que a agenda de Lula na Bahia, onde o presidente estará em Salvador nos dias 25 e 26 agosto, será realizada seguindo todos os protocolos de segurança sanitários e sem aglomeração devido à pandemia. A visita de Lula, que encerra no estado a caravana no Nordeste, está sendo construída pela equipe do Instituto Lula e as direções nacional e estadual do PT Bahia.

“Agenda de Lula na Bahia é sobre vacina, emprego e combate à fome” afirma Éden Valadares, presidente do PT Bahia, que destaca que “a presença de Lula anima nossa militância e reacende a esperança no coração do povo da gente voltar ter governo de verdade, que gere prosperidade e cuide da nossa gente”. O presidente do PT tem dialogado com os partidos da base aliada, movimentos sociais e com o Governo Rui Costa para definição dos formatos e lista de presença nas agendas.

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Zé Cocá aposta e defende força da aliança com PT, PSD e PP

cocaSábado de sol… E também de muita política em Lafaiete Coutinho que recebeu a visita do governador Rui Costa (PT) para uma concorrida agenda com a presença de 15 prefeitos da região, vice-prefeitos, vereadores, deputados estaduais e federais, além de várias lideranças. “Só tenho a agradecer pelo carinho que sempre sou recebido quando venho ao interior trazer obras”, enfatizou Rui.

O prefeito de Jequié e presidente da União dos Municípios da Bahia, Zé Cocá (PP), puxou o coro pela manutenção do grupo político liderado por Rui e com a montagem da chapa ao Palácio de Ondina em 2022 tendo à frente o ex-governador Jaques Wagner para tocar mais um projeto vitorioso nas urnas. “Estaremos juntos, eu tenho certeza disso”, projeta Cocá.

Craque de bola e de olho no jogo político de disputa que ocorre nos municípios, o deputado estadual Bobô (PCdoB), reforça o apoio ao governo do Estado e suas ações em prol da população baiana. “Não importa o dia, não importa o tempo. Importante que estamos aqui trabalhando e melhorando a vida das pessoas e se engajando num processo que entendemos que é o melhor”. Já o deputado federal Daniel Almeida (PCdoB) valorizou o orgulho de fazer parte do grupo político que governa a Bahia. “É um projeto sólido que ganhou a confiança do nosso povo exatamente porque tem serviços prestados e cumpre compromissos e que realiza em toda Bahia. Estamos no caminho certo, vamos tocar em frente”.

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Programa da gestão PT, Mais Médicos beneficiou mais de 5 milhões de pessoas na Bahia

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Criado pelo governo da presidenta Dilma Roussef (PT) e implantado na Bahia na gestão de Jaques Wagner, o Programa Mais Médicos (PMM) ampliou a cobertura da Atenção Básica de saúde no estado de 60 para 72%, possibilitando maior acesso da população aos serviços de saúde, principalmente nas cidades menos assistidas. Na Bahia, o PMM alcançou cerca de 5,6 milhões de pessoas que antes eram desprovidas de serviços de saúde primária. Ao longo de 8 anos, uma média anual de 1.437 médicos, brasileiros e cubanos passaram por 359 municípios baianos, ou seja, 86% do território baiano.

mm (2)O programa integrava um amplo pacto de melhoria do atendimento aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) para enfrentar um problema histórico da falta de médicos no país. Com a criação do PMM, foi possível agilizar e aumentar a contratação médicos, ampliar vagas na residência médica e investir na qualificação profissional, ao mesmo tempo em que se promoveu melhorias na estrutura física das Unidades Básicas de Saúde.

“Chegaram médicos desde distritos indígenas e comunidades quilombolas à periferia das grandes cidades, como Salvador, que recebeu mais de 100 médicos para as unidades em bairros onde os médicos daqui não se interessavam em trabalhar”, afirmou o então secretário de saúde da gestão Jaques Wagner, o atual deputado federal Jorge Solla.

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Paulo Mota se junta a Tribo, tendência interna do PT

 

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A Tribo, tendência interna do Partido dos Trabalhadores na Bahia, informa que o militante Paulo Mota se junta ao grupo para reforçar a luta politica no Estado. E esse apoio chega em um momento importante para o grupo, eles estarão realizando no dia 13 de maio às 19h sua conferência de apresentação de Documento de Tese com a participação de Gleisi Hoffmann, presidenta do PT, José Genoino, Zé Dircel e Leonardo Boff, entre diversas lideranças nacionais.

Veja a Nota da Tribo:

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Rui Costa e FHC defendem aproximação entre PT e PSDB para derrotar Bolsonaro

rui247 – PT e PSDB, que polarizaram a vida política nacional até o golpe contra Dilma Roussef em 2016, quando os tucanos perderam importância e ficaram numa postura subalterna, podem sentar à mesa e abrir conversações para derrotar Jair Bolsonaro. O governador da Bahia, Rui Costa (PT), afirmou ao jornal O Estado de S.Paulo que “se depender de mim, vamos trabalhar para isso. Sou a favor de que a gente coloque o Brasil acima das nossas divergências políticas secundárias”. Também ao Estadão, Fernando Henrique Cardoso (PSDB) disse que “da minha parte estou aberto a conversar. É necessário. Na minha concepção, é preciso definir quem é o inimigo principal. Se é o Bolsonaro, como a gente ganha dele?”. Lideranças dos dois partidos já admitem estar juntas no segundo turno da eleição presidencial de 2022. Articula-se uma reunião entre Lula e FHC, sem data por enquanto.

As declarações de Rui Costa e FHC foram publicadas nesta segunda-feira (22). Para o ex-presidente, além de discutir como derrotar Bolsonaro nas eleições de 2022, é preciso dialogar sobre programa: “ganhar para fazer o quê? Essas são as duas questões postas”. Para Rui Costa, a eleição de 2022 terá características especiais que justificam o diálogo com o PSDB: “Estamos tratando de um projeto de salvação nacional. A lógica da disputa da eleição no Brasil será semelhante à dos Estados Unidos. É a democracia contra a barbárie e o ódio. A sociedade do bem vai prevalecer contra a lógica miliciana de condução do País.”

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Rui Costa: “Bolsonaro usa o aparelho do estado para perseguir adversários”

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(Entrevista à Revista Istoé)-Eleito governador da Bahia em 2014, o economista Rui Costa se destaca na esquerda entre os que defendem uma aliança ampla para derrotar Jair Bolsonaro em 2022, mesmo que seu partido, o PT, não ocupe a cabeça de chapa. Com isso, contrariou algumas das principais lideranças petistas, como o ex-presidente Lula. No governo, destacou-se por reformas modernizantes e pela austeridade, o que criou atritos com os servidores. O investimento em parcerias público-privadas também confrontou bandeiras da esquerda, mas colocou a Bahia em segundo lugar entre os estados que mais investiram nos últimos três anos. Sua gestão garantiu a reeleição em 2018 com aprovação de 75,71%. Costa mantém boa relação com adversários, incluindo o prefeito de Salvador, ACM Neto, presidente do DEM. Nas eleições municipais, aposta em uma oficial da PM, mas nega que a escolha tenha a intenção de enfrentar a onda de nomes da área de segurança que surgiram com Bolsonaro.

O sr. defende uma frente ampla para derrotar o presidente Bolsonaro em 2022, inclusive com partidos que não são aliados do PT. Como seria essa união?
Como a eleição nacional é em dois turnos, cada conjunto de partidos poderá apresentar seu projeto. Não devemos esperar o segundo turno para conversar. Um programa que busque retomar a credibilidade do Brasil, com valores democráticos, compromisso com a imprensa livre, o Estado de Direito, garantindo justiça fiscal e aumento de renda e emprego. Não teríamos dificuldades de atrair muitos partidos, incluindo os de centro, para essas teses. Isso já é um grande salto em relação ao que temos hoje.

 

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“Rezo para que Bolsonaro venha mais ao Nordeste. Mas, das próximas vezes, espero

que traga investimentos novos, e não venha inaugurar obras que já tinham sido inauguradas”

Isso inclui PSDB e PDT? O PT sempre mostrou muita resistência aos tucanos, e o candidato Ciro Gomes diz que não confia mais no PT.
Minha mãe dizia: Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. Serei persistente nessa tese. Tenho absoluta certeza de que não estou sozinho. Outros governadores do PT, outras lideranças do partido concordam comigo. Inclusive do PDT. Não é com rancor e mágoa que vamos construir uma nação respeitada. Falta uma coalizão, um conjunto de forças políticas que coloquem o Brasil em primeiro lugar antes de suas vaidades pessoais. Em 2022 precisamos derrotar o ódio.

O PT tem esse desprendimento?
Logo após as eleições deste ano, precisamos intensificar o diálogo. Não precisamos afunilar para um nome somente em acordos de bastidores. Podemos ter quatro nomes, mas com um projeto mínimo. Um compromisso prévio de que, seja quem for legitimado nas urnas, possa receber o apoio dos outros para um governo de coalizão. Recebi várias ligações de governadores, prefeitos e deputados concordando com esse raciocínio.

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