:: ‘Paulo Souto’
Almir Melo, do PMDB, confirma apoio a Rui Costa

Rui Costa e Almir Melo. Geddel não curtiu isso
O prefeito de Canavieiras, Almir Melo, participou no domingo (4), no Clube social de Ilhéus, do 20ª Plenária do Programa de Governo Participativo 2014, da pré-candidatura de Rui Costa ao Governo do Estado pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Ele circulou com desenvoltura e tranquilidade entre os políticos de diversos partidos que estão juntos na pré-campanha.
Mais desembaraçado ficou Almir Melo ao ouvir elogios tantos dos anfitriões, a começar pelo prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro, passando pelo deputado João Leão, o vice-governador Otto Alencar e o pré-candidato petista ao Governo do Estado, Rui Costa. Mais do que ser reconhecido e elogiado, Almir foi chamado à mesa para os salamaleques de praxe.
Almir Melo – filiado ao PMDB –, ao que tudo indica, não subirá no palanque da coligação que tem Paulo Souto como pré-candidato a governador e Geddel Vieira Lima pré-candidato ao Senado. Por razões históricas, Almir não ocupa o mesmo palanque de Souto, embora tenha jurado fidelidade a Geddel, presidente do seu PMDB.
Para quem não lembra, foi Almir Melo o anfitrião do lançamento da candidatura de Jaques Wagner na sua primeira campanha ao Governo do Estado da Bahia.
Aleluia coloca o salto alto e entra no clima do ´já ganhou´

será que ele conhece a história do “quem ri por ultimo…”i
Presente à visita dos opositores à Vitória da Conquista neste sábado (26), o presidente estadual do Democratas (DEM) e pré-candidato a deputado federal, José Carlos Aleluia, ficou entusiasmado com o desempenho dos três componentes da chapa que enfrentará o PT nas urnas. “Nunca vi uma pré-campanha começar tão bem, com tanto gás”, disse o democrata.
Compõem a chapa o ex-governador Paulo Souto (DEM), como cabeça; o tucano Joaci Góes como candidato a vice-governador; e o peemedebista Geddel Vieira Lima, que será candidato ao Senado.
Para Aleluia, “a percepção é de vitória” da chapa. Ele também notou a presença no evento de muitos antigos aliados. “Matamos muitas saudades de aliados que estavam distantes”.
Na avaliação do líder democrata, a chapa da oposição é “muito boa e bastante competitiva”. “A competência e honradez de Paulo Souto, a sapiência de Joaci Góes e o destemor e a combatividade de Geddel são imbatíveis”. (do Bahia247)
Wagner e a sucessão: “não é hora de se preocupar com pesquisas”
Apesar de afirmar que o candidato governista ao Palácio de Ondina está apresentando “crescimento bastante significativo”, Jaques Wagner disse não ter preocupações com pesquisas neste período de pré-campanha. “Fala [significa] muito pouco. Eu mesmo sou um exemplo vivo [disso]“, acrescentou em referência ao processo eleitoral de 2006, quando acabou surpreendendo ao ser eleito em primeiro turno.
O petista se negou a comentar a união de adversários tucanos, peemedebista e do DEM, mas não deixou de cutucar.
– Eu nunca me meti no lado de lá. Eu monto o meu time. Quem monta o time de lá, é o time de lá. Eu acho que eles montaram uma chapa… (pausa) Eu não vou comentar… Durante a campanha eleitoral vai ficar clara qual é a natureza da chapa de lá.
A chapa majoritária oposicionista tem o ex-governador Paulo Souto na disputa pela cadeira de Wagner. Geddel Vieira (PMDB) disputará vaga ao Senado, enquanto o empresário Joaci Góes será o vice. (do Pimenta na Muqueca)
ACM Neto já escolheu Souto, mas tenta acalmar Geddel
Só falta o anuncio oficial, mas até as fitinhas do Senhor do Bonfim, onipresentes na Bahia sabem que o candidato de ACM Neto ao governo é Paulo Souto, seu correligionário do DEM.
E se não houve ainda anuncio oficial é porque ACM Neto ainda tenta acalmar o outro postulante Geddel Vieira Lima, a quem prometeu mundos e fundos por conta do apoio na eleição para prefeito de Salvador, mas que só vai entregar os fundos, ou seja, uma vaga de vice de Souto ou de senador.
Dois modestos prêmios de consolação para o tamanho das ambições de Geddel, que acreditou na indicação de Neto e agora se vê diante de duas situações: aceitar o papel secundário ou tentar vôo próprio.
Só por isso as trombetas do DEM não soaram, porque se Geddel resolver barulho, até as trombetas vão se calar.
Política tem dessas coisas: combatente feroz do avó, Geddel pode acabar se anunhando docemente nos braços do neto.
ACM Neto escolhe Paulo Souto. A Geddel só restam a vice ou o senado. Ou rachar a oposição.
(Romulo Faro, do Bahia 247) – Condutor do exaustivo processo de busca pela união das oposições na Bahia, o prefeito de Salvador, ACM Neto, do DEM, anunciará até a sexta-feira (4) o ex-governador Paulo Souto como cabeça da chapa que, até então, tem presença garantida do PSDB. Decisão já está tomada e o prefeito aguarda apenas o peemedebista Geddel Vieira Lima dizer se aceitará ser candidato a vice-governador ou a senador. Informação foi obtida pelo Bahia 247 com democratas e tucanos expressivos no cenário local.
Apesar de já estar claro que não haverá chapa única das oposições, Geddel Vieira Lima não admite que a base contrária ao PT baiano rachou. “Não sei dizer nada sobre isso. Pergunte ao prefeito, que é o coordenador do processo”, disse há pouco ao 247 por telefone.Uma das fontes do DEM disse à reportagem que Geddel tem preferência absoluta para as vagas de vice e de senador.
Contudo, nos bastidores, se diz que o ex-ministro já teria um plano B para bancar sua candidatura a governador, em chapa que seria composta com o secretário nacional do Ministério do Turismo, Fábio Mota, para vice; e com o presidente do PSC na Bahia, Eliel Santana, para o Senado. Se Geddel não aceitar ser vice de Paulo Souto ou candidato ao Senado, chapa DEM-PSDB será montada mesmo com João Gualberto (ex-prefeito de Mata de São João e empresário) para vice e a do Congresso ficaria ainda em aberto no anúncio que sairá nesta semana.
Profissão repórter. (Porto Seguro, 500 anos depois de Cabral…)
Entre as várias reportagens que diz ao longo desses mais de 30 anos de estrada, nenhuma foi mais estressante do que a cobertura dos 500 anos do Brasil em Porto Seguro. O que seria uma comemoração, organizada a caráter para incensar Fernando Henrique Cardoso e ACM, se transformou num festival de pancadaria, perpetrada pela polícia baiana contra índios, sem-terras e estudantes.
Na véspera do fatídico 22 de abril, tive que optar entre ficar em Porto Seguro, onde a festa estava preparada, ou seguir para Coroa Vermelha, onde o clima estava pesado porque os movimentos sociais não se contentavam em fazer figuração no teatrinho armado pelo governo.
Não tive dúvidas: fui a Coroa Vermelha e ao lado da equipe da TV Cabrália, testemunhei uma demonstração de truculência e insanidade que repercutiu em todo mundo. Não perdi nenhuma festa, até porque festa não houve, para desalento do então Rei da Bahia, que ali viu desmoronar o seu sonho de se tornar o Rei do Brasil.
A reportagem foi publicada no jornal A Região. A foto é de Lula Marques.
Polícia barra povo e FHC
faz festa vip dos 500 anos
Dois episódios ocorridos na tarde-noite de sexta-feira, dia 21, ajudam a entender o festival de selvageria em que se transformou a festa dos 500 anos do Brasil, exaustivamente preparada para coroar o Governo da Bahia e, principalmente, catapultar o senador Antonio Carlos Magalhães para a sucessão de Fernando Henrique Cardoso.
Por volta das 16 horas, policiais militares fortemente armados bloquearam a rodovia que liga Eunápolis a Porto Seguro. Eles alegavam cumprir ordens da Defesa Civil, já que a cidade não comportava mais ninguém. Tudo perfeito, à exceção de um mero detalhe: Porto Seguro não possui Defesa Civil. O objetivo era evitar que os sem-terra, acampados em Eunápolis, entrassem em Porto. O bloqueio foi estendido a turistas e até aos moradores das duas cidades. Um turista que veio de João Pessoa, na Paraíba, exibiu as reservas de hotel e afirmou que seu direito de ir e vir, garantido pela Constituição, estava sendo desrespeitado.
A resposta do policial merece entrar para os anais da história do Brasil:
-Aqui na Bahia quem manda é o Antonio Carlos Magalhães.
Ou seja, pega a Constituição e…
Por volta das 20 horas, é realizada em Coroa Vermelha a plenária de encerramento da Conferência dos Povos Indígenas, que reuniu cerca de 3 mil índios de 150 tribos de todo o País. Exaltadas, lideranças indígenas se referiam a FHC usando termos como “canalha”, “vagabundo”, “sem palavra”. O ultimo a falar foi o pataxó Luiz Tiliá. Coube a ele dar o tom da conferência:
-Amanhã nos vamos fazer uma caminhada até Porto Seguro e a polícia não vai deixar. Quero que cada tribo junte os dez guerreiros mais fortes. Eles vão na frente, porque nós vai passar de qualquer jeito.
Um vidente previu chuvas e trovoadas em Porto Seguro durante o 22 de abril. Acertou na previsão do tempo e na metáfora.
Chovia torrencialmente em Coroa Vermelha quando cerca de mil integrantes do movimento Outros 500, formado principalmente por estudantes mal saídos da adolescência, marchavam para a área onde foi realizada a conferência indígena. O objetivo era se juntar aos índios na caminhada até Porto Seguro.
Aí, surge a polícia militar. Um manifestante negro é agarrado pelos cabelos. Sua companheira tenta defendê-lo e é jogada ao chão. O tumulto estava formado. Policiais atiram para o alto, jogam bombas de gás lacrimogêneo e espancam quem aparece pela frente.
Assustados, os manifestantes correm para as casas dos pataxós e respondem às agressões com pedradas. Uma das pedras atinge o índio Crispim na cabeça.
Pronto. Estava dado o pretexto para que o comandante da operação, Wellington Muller, prendesse cerca de 140 integrantes do Outros 500. Alegou que estava agindo em defesa dos índios, embora os próprios indígenas alegassem que a pedrada em Crispim fora acidental e provocada pela truculência com que a polícia investiu contra os manifestantes.
Procuradores da República, a senadora Marina Silva, os deputados Haroldo Lima e José Dirceu e a deputada estadual Alice Portugal tentaram, em vão, argumentar que as prisões eram ilegais e que a violência dos PMs era injustificada. A todos, Muller respondia com um monocórdio “não reconheço sua autoridade.”
Armou-se o palco para um conflito de proporções maiores e ele evidentemente ocorreu. Por volta das 11 horas, índios marchavam para Porto Seguro quando encontraram uma barreira de PMs, incluindo o batalhão de choque. Antes mesmo que os índios se aproximassem os PMs, com o ensandecido Muller à frente, começaram atirar com balas de borracha e a jogar bombas de gás lacrimogêneo. Saldo: mais de 30 feridos, entre eles nenhum policial militar, prova maior de que não houve confronto e que apenas uma das partes bateu.
E como bateu! Jornalistas de todo o Brasil e da várias partes do mundo comentavam que a repressão aos índios, negros e sem-terras já era previsível. O que assustou a todos foi a violência com que a polícia militar agiu. Era como se não bastasse apenas impedir que os manifestantes chegassem a Porto Seguro mas, como disse a senadora Marina Silva, deixar bem claro a todos, que nesse país lugar de pobre é na senzala, enquanto a classe dominante goza os prazeres da casa grande.
Corta, então, para a casa grande. No estreladíssimo hotel Vela Branca, cercado por um forte aparato de segurança, Fernando Henrique e o presidente de Portugal Jorge Sampaio almoçam com convidados. A elite empresarial e política do País. Num pronunciamento insosso, FHC falou dos avanços sociais do país, alfinetou os sem-terra e, por fim, fez um brinde com a legítima cachaça brasileira.
Do lado de fora do banquete, uma cena insólita. Impedidos de trabalhar (desta vez a truculência ficou por conta dos seguranças e dos burocratas do Itamarati), jornalistas sentaram no chão e cantaram o Hino Nacional. Minutos depois, numa entrevista coletiva montada às pressas, FHC tentou ironizar os jornalistas e cantou também o Hino Nacional. Errou a letra duas vezes.
O que esperar de um presidente que, já no segundo mandato, não sabe o hino do País que governa?
Para que a visita, prevista para durar quatro dias e encurtada sucessivamente até se limitar a meras três horas, não se limitasse ao almoço, o presidente visitou a Cidade Histórica, reformada pelo Governo do Estado. Cumprimentou a simpática família Schürmann que voltava após uma viagem de dois anos pelo mundo, plantou uma muda de Pau Brasil, acendeu a Chama do Conhecimento, viu atores fantasiados de índios e posou para fotos abraçado a baianas do acarajé.
Os moradores da Cidade Histórica viram a festa da janela, impedidos que estavam de sair de casa.
Era visível o desconforto do senador ACM e do governador César Borges. O primeiro, perguntado sobre a repressão aos índios e sem-terras, respondeu que preferia não ver, porque era é um dia de festa, um dia para os brasileiros comemorarem. O segundo afirmou que apenas mantive a ordem, garantindo a segurança do presidente.
Sensato, o senador Paulo Souto condenou a maneira como o processo foi conduzido:
-O Governo do Estado fez grandes obras em Porto Seguro, urbanizou Coroa Vermelha, construiu um Centro de Convenções fantástico, mas o que vai repercutir no mundo todo são os tumultos.
Acertou na mosca. A imprensa brasileira (incluindo a Rede Globo, que em determinado momento tentou se apoderar da celebração dos 500 anos) deu amplo destaque à pancadaria e pouco falou da visita ao Centro Histórico. Jornais como o New York Times, dos EUA, o Libération, da França, e o Independent, da Inglaterra, falaram da violência contra os indígenas.
A foto do índio Gildo Terena, ajoelhado no asfalto e de braços abertos pedindo clemência aos policiais, saiu na capa dos principais jornais do planeta. A mesma imagem, com a sequência onde Terena é atingido por uma bomba de gás lacrimogêneo e em seguida pisoteado pelos PMs foi veiculada em centenas de emissoras de televisão.
Fernando Henrique foi embora antes de assistir ao espetáculo “O dia em que o Brasil nasceu”, misto de teatro e cinema com luzes e fogos de artifício. Escapou de um derradeiro constrangimento.
Revoltados porque o show era apenas para convidados do governo e pela colocação de um tapume que impedia qualquer vista do espetáculo, turistas e moradores primeiro protestaram com xingamentos. Depois, jogaram pedras aleatoriamente. Antes que a revolta ganhasse proporções incontroláveis, a polícia chegou e, conhecedores do que havia ocorrido com os índios, estudantes e sem-terras, as pessoas preferiram optar por programas menos arriscados, como passear pela Passarela do Álcool.
Os relógios marcavam duas horas e trinta minutos do dia 23 de abril quando voltou a chover torrencialmente em Porto Seguro. Entre irônico e revoltado, um bêbado comentou:
-Depois de uma confusão dessas, na festa dos 1000 anos do Descobrimento eu não venho de jeito nenhum.
Provavelmente nem FHC, ainda que na remota hipótese de sucessivas reeleições e da imortalidade que só os que se julgam deuses costumam almejar. Nem FHC…
Paulo Souto cai na folia. E a assessoria cai no ridículo…
Um primor de falta de senso de ridículo o release enviando pela assessoria de imprensa do DEM sobre o périplo carnavalesco do possível candidato a governador Paulo Souto (Geddel ainda não tirou o bloco da rua).
Tudo bem que marketing político não é o império da razão e sensibilidade, mas se vivo fosse, o Coronel ACM iria mandar o pupilo Paulo caprichar mais no axé assessorístico…
Caia na risada ao ler o texto:
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“O Carnaval para o pré-candidato a governador pelo Democratas, Paulo Souto, começou nesta quarta-feira (26), no Farol da Barra, onde se deleitou com a apresentação da Orquestra Sinfônica da Bahia (Osba) e depois curtiu, ao lado do prefeito ACM Neto, as bandinhas de sopro que desfilaram pelo local, tocando antigas marchinhas carnavalescas.
A trilha sonora da Barra levou Souto aos velhos carnavais que curtia em Ilhéus, na juventude. “Gosto muito de marchinhas e conheço bem todas elas. Até hoje guardo as letras na memória”, revelou, chegando a cantarolar o início de uma delas.
Animado com o clima que sentiu na Barra, Paulo Souto avaliou que o Carnaval de 2014, “com certeza, não vai ser igual àquele que passou”. “Em seu primeiro Carnaval, o prefeito ACM Neto está provando que a principal festa da cidade também está mudando para melhor. São muitas inovações que vão da infraestrutura ao entretenimento propriamente dito”.
Empolgado, Souto já confirmou presença nesta quinta-feira (27), no Centro de Imprensa e, depois, na abertura oficial da folia momesca no Campo Grande, podendo ainda dar uma passada na Barra.
Paulo Souto estará de volta ao Campo Grande para acompanhar o Furdunço na sexta-feira (28), quando também vai estar ao lado do prefeito ACM Neto, ciceroneando o senador Aécio Neves (PSDB), candidato à Presidência da República.
No sábado (01), o circuito Barra-Ondina será o seu destino. Já no domingo (02), no início da tarde, irá ao Campo Grande e, à noite, à Barra-Ondina. Na segunda-feira (03) e na terça-feira (04), por enquanto, ele está programando um descanso no Litoral Norte“.
O DIA EM QUE OS EXCLUIDOS DESCOBRIRAM A VIOLÊNCIA DA POLÍCIA BAIANA
12 anos depois, Justiça responsabiliza Estado pela violência
A Justiça Federal condenou o governo da Bahia a pagar R$ 10 milhões em razão da violenta repressão da PM à manifestação de indígenas e militantes de outros grupos na festa dos 500 anos do Descobrimento do Brasil, realizada em 22 de abril de 2000. Cabe recurso à decisão.
A sentença foi motivada por uma ação movida em 2006 pelo Ministério Público Federal. Nela, o Estado é condenado a indenização por dano moral coletivo por ter impedido “o direito constitucional de reunião e liberdade de expressão de índios, negros e cidadãos comuns”.
Naquela data, índios e sem-terra, entre outros grupos, foram impedidos pela Polícia Militar de se aproximar de Porto Seguro (BA), onde o então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) encabeçava as festividades dos 500 anos. Na ação, 141 militantes foram presos e ao menos 15 índios se feriram. Para a Procuradoria, a operação foi “desproporcional”.
A ordem de reprimir os manifestantes teria partido do então governador César Borges, atendendo a um “pedido” do então senador ACM, à época do auge de seu poder.
A propósito, vale conferir a reportagem feita por esse blogueiro, que estava em Coroa Vermelha na “porrada” dos 500 anos , e publicada no jornal A Região.


















