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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
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:: ‘Nossa Senhora da Conceição’

O fim das festas religiosas e profanas

Igreja de nossa senhora da conceição

 Walmir Rosário

walmirAcordei às 5 da manhã de terça-feira (8) com o espocar de fogos, o que não é nenhuma novidade aqui nesta Canavieiras de São Boaventura, acostumada à pirotecnia para comemorar de tudo, ou até mesmo nada. Olhos ainda entreabertos, perguntei à minha mulher em que dia estávamos, com a simples finalidade de tentar descobrir o que comemorávamos, uma data festiva, uma data religiosa, enfim, o porquê dos fogos.

Dia 8 de dezembro. Imediatamente passou um filme pela minha cabeça, quando ainda na juventude acordava de madrugada e me preparava para a comemoração de nossa Santa Padroeira, Nossa Senhora da Imaculada Conceição. Era um tempo próspero para o bairro da Conceição, em Itabuna, em virtude da chegada dos frades capuchinhos – freis Isaías, Justo e Apolônio – com a missão de construir uma igreja em sua homenagem.

Quando disse tempo próspero, não me enganei. O propósito de transformar uma simples capelinha de madeira em uma grande igreja era um desafio a ser vencido pelos capuchinhos e a singela comunidade. Aos poucos passamos a conviver com os três religiosos como se fossem de nossas famílias, dada a integração e o jeitinho de pedir todos os tipos de colaboração para a concretização da obra.

Para nós meninos – dos sete, oito, 10 anos – acompanhar as obras e as funções religiosas era uma vida nova, uma atividade bem diferente, a qual complementava o período de estudos, os jogos de futebol, gude e todos os tipos de brincadeiras. Passamos a conviver com operários de outros lugares, ávidos – como nós – a ouvir e contar histórias, muitas delas vindas do nosso imaginário. Creio que deles também.

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Curso de formação ensina de formação como “Aprender mais para celebrar melhor”

Curso liturgicoUm curso de formação promovido pelas paróquias Nossa Senhora da Conceição e de São José, em Itabuna, ajudou fieis a entender melhor o significado da liturgia, a forma correta de o cristão se portar durante uma celebração eucarística e ainda, mostrou que a igreja não se resume a um simples prédio. “A igreja é cada um de nós participantes e Cristo é o modelo, o que significa que só podemos vê com o olhar da fé”, disse o Padre Antônio Marcos Batista que ministrou o curso.

O encontro que durou dois dias foi aberto sábado (22) à noite, no auditório do Seminário da Diocese de Itabuna, no bairro São Judas, pelo Padre Adriano Fernandes, que deu boas vindas e parabenizou aos cursilhistas pela oportunidade de participarem de um curso importante como o de formação litúrgica, que entra em sua quarta edição. “Um momento para a renovação da fé, do conhecimento o enriquecimento, principalmente o espiritual, reforçou o pároco itabunense”.

Na sequência Padre Marcos, que é reitor do Seminário Diocesano de Ilhéus, dedicou um momento para a oração e reflexão espiritual, para depois explorar o tema “Aprender mais para celebrar melhor”. Durante a explanação na primeira noite, ele ensinou aos participantes a entender a liturgia da Igreja Católica, a celebração litúrgica “e onde igreja, que somos nós, proclama, escuta e reflete a palavra de Deus, por meio da leitura da Bíblia”.

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