WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

livros do thame




Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
D S T Q Q S S
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
2627282930  


:: ‘Irã’

Irã desmente presença de suas forças armadas na Síria

siriaDamasco, (Prensa Latina) Ao contrário do que afirmam algumas agências ocidentais, o Irã não enviou soldados armados para combater na Síria, afirmou o vice-ministro iraniano de Assuntos Exteriores, Hossein Amir-Abdollahian

Em declarações à imprensa em Moscou, que hoje são repercutidas aqui, o vice-chanceler foi enfático a respeito: “O Irã não enviou à Síria unidades armadas, nem forneceu armas” ao governo sírio. “Nossa ajuda no campo militar limitou-se ao envio de especialistas em luta antiterrorista, que trocam experiências com seus homólogos sírios”, disse.

Ao receber informação das Nações Unidas de que na Síria atuam paramilitares islamistas da Europa, e outros países, enviamos nossos assessores militares para que ajudem na luta contra os terroristas, especificou o diplomata.

Com relação à agressão externa sofrida pela Síria, executada no terreno por grupos de mercenários e extremistas islâmicos de 83 nações, Amir-Abdollahian manifestou que a ajuda a Damasco na luta contra os terroristas é uma tarefa de toda a comunidade internacional.

Congresso sabota negociações de paz entre EUA e Irã

por James Petras

eua“Grupos políticos pró-Israel como o AIPAC funcionam com fundos ilimitados a fim de alterar a política americana na região (Médio Oriente)”. Jack Straw, membro do Parlamento e antigo secretário dos Estrangeiros do Partido Trabalhista britânico

“Os Estados Unidos deviam lançar uma bomba atómica no Irã para obrigar o país a acabar com o seu programa nuclear”.Sheldon Adelson, o maior contribuinte do Partido Republicano e um importante angariador de fundos para as comissões de ação política pró-Israel, num discurso na Universidade Yeshiva, cidade de Nova York, em 22/Outubro/2013

A questão da guerra ou paz com o Irã depende das políticas adotadas pela Casa Branca e pelo Congresso dos EUA. A abertura para a paz do recém-eleito presidente iraniano Rohani ecoou favoravelmente em todo o mundo, exceto em Israel e nos seus acólitos sionistas na América do Norte e na Europa. A primeira sessão de negociações realizou-se sem recriminações e acabou com uma apreciação optimista dos dois lados. Exatamente por causa da reação favorável inicial dos participantes, o governo de Israel agudizou a sua propaganda de guerra contra o Irã. Os seus agentes no Congresso americano, nos meios de comunicação e no ramo executivo trataram de minar o processo de paz. O que está em jogo é a capacidade de Israel travar guerras indiretas usando as forças militares americanas e os seus aliados da OTAN contra qualquer governo que desafie a supremacia militar de Israel no Médio Oriente, a anexação violenta do território da Palestina e a sua capacidade de atacar impunemente qualquer adversário.

:: LEIA MAIS »

Presidente do Irã agradece apoio de Cuba

O presidente iraniano, Hassan Rohani (foto), agradeceu ao embaixador de Cuba, Vladimir González, o apoio  em temas essenciais no âmbito multilateral e na coordenação do Movimento de Países Não Alinhados (MNoal).

Atualmente, o Irã desempenha a presidência temporária do (MNoal), que assumiu na 16ª cúpula, realizada no Teerã, em setembro passado. A próxima reunião do grupo terá como sede Caracas, Venezuela, em 2015, de acordo com o sistema de rotação por áreas geográficas.

As declarações de Rohani foram feitas durante a cerimônia de apresentação que creditou González como chefe da missão estatal de Cuba neste país islâmico de Ásia central, disse uma fonte diplomática autorizada.

O embaixador reiterou as felicitações do presidente cubano, Raúl Castro, a seu homólogo iraniano por sua eleição como presidente da nação persa e expressou sua disposição de continuar estreitando as relações com o Irã, as quais qualificou de excelentes na esfera política, e advogou por impulsionar os vínculos econômicos e comerciais. Segundo a fonte, o mandatário iraniano assegurou por sua vez que o nível de relações existentes entre ambos países favorece que possa se seguir avançando em áreas de cooperação como a científico-técnica e a cultural.

Petrobrás voltará a operar no Irã

 As principais empresas petrolíferas do mundo, entre elas a Petrobrás, anunciaram que reabrirão seus escritórios no Irã, conforme informações do presidente de Assuntos Internacionais da Companhia Nacional de Petróleo do Irã (CNPI), Mohsen Qamsari.

Qamsari se referiu às negociações entre representantes de várias petrolíferas e companhias de gás do mundo, com o NCIP iraniana nas últimas semanas. Acrescentando que empresas estrangeiras buscam reabrir seus escritórios no país persa e pavimentar o caminho para a redução das sanções antiraníanas.

A empresa de energia italiana ENI (Ente Nazionale Idrocarburi), Total SA, uma holding, com sede mundial na França e Petrobras do Brasil, entre outros, tiveram suas operações quase fechado no Irã, após o início das sanções antiraníanas.

Os EUA, e o regime israelense e alguns de seus aliados acusam o Irã de perseguir objetivos não pacíficos em seu programa de energia nuclear, uma acusação sem fundamento para, mas que permitiu a Washington e a União Europeia (UE) impor sanções ilegais contra Teerã.

O Irã rejeita categoricamente a acusação, reiterando que, como membro comprometido da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e signatário do Tratado de Não Proliferação (TNP), tem o direito de desenvolver tecnologia nuclear para fins pacíficos.

A história se repete: o racional vencerá?

Mohammad Ali Ghanezadeh Ezabadi*

As primeiras sanções contra o Irã na época contemporânea foi o embargo dos britânicos, em resposta à eleição do Dr. Mohammad Mossadegh, quem realizou a naciolalização da indústria do petróleo.

Com a vitória do Mossadegh, o governo britânico iniciou uma série de operações de intimidações e ameaças, bem como a colocação dos seus navios de guerra para as proximidades das costeiras iranianas.

O passo seguinte foi o bloqueio das reservas iranianas na Inglaterra. Simultaneamente, foram desencadeados dentro do país atos prejudiciais à economia e contra o movimento de nacionalização do petróleo, com a ajuda dos seus apoiadores. No exterior,  começaram as publicidades com a finalidade de denegrir a imagem do país junto a comunidade internacional e outros Estados.

Os ingleses para se  mostrarem injustiçados no processo de nacionalização, recorreram as intâncias internacionais como o Tribunal Internacional de Justiça e ao Conselho de Segurança.

Em 1951, foi apresentado ao Conselho de Segurança, com o apoio dos americanos e franceses, uma proposta de resolução cujo motivo era a ameaça à paz e a segurança internacional.

Naturalmente surgem questionamentos, “Será que a nacionalização da indústria de petróleo do Irã era um risco contra a  paz e a segurança do mundo? Ou é um ato contra interesses dos países poderosos?  Arriscar os interesses coloniais de um país, é um assunto a ser tratado no Conselho de Segurança?

Em 1952, o Tribunal de Haia sentenciou a favor do Irã no processo de nacionalização da indústria de petróleo.

Esse processo foi um golpe fatal às políticas do governo britânico. Temendo o alastramento do modelo iraniano para outros países petroleiros, foi decidido impor outras medidas, como criar problemas econômicos e inflacionários, o aumento de preços para provocar a insatisfação popular e debilitar o país economicamente.

A Inglaterra, advertiu todos os compradores do petróleo bruto a não negociarem com o Irã. O Dr. Mossadegh como primeiro-ministro naquela época, tomou a política de venda preferencial do petróleo para neutralizar a conspiração britânica. Mesmo com o preço do petróleo mais baixo, a sua política gerou um rendimento dobrado do que o país ganhava com a companhia de petróleo inglesa. Paralelamente, ele implementou uma política bem sucedida de austeridade econômica para amenizar o boicote britânico que se baseava contra a dependência da economia ao petróleo.

O Reino Unido e os Estados Unidos se aliaram contra o governo do Dr. Mohammad Mossadegh. Os americanos, com a desculpa de combate ao comunismo planejaram a derrubada de  Mossadegh e o seu partido “o povo”, e  o retorno de Xa Pavlavi. O Golpe de 19 de agosto de 1953 e o colapso de Mossadegh, primeiro-ministro do Irã, foi a primeira  experiência da CIA para derrubar um governo.

O Golpe de estado não podia se camuflar pela carta da ONU ou por outras desculpas diplomáticas.  Eles não conseguiram calar o  clamor do povo pela independêcia da indústria petrolífera. O país se tornou pioneiro de um movimento no mundo em desenvolvimento que defendia a sua soberania sobre as suas riquezas.

A aplicação de novas sanções dos países ocidentais no atual momento, lembra os episódios da década de 50, com o tema diferente mas com o mesmo objetivo.

Mais uma vez, a padronização do modelo iraniano se tornou uma preocupação  para os países ocidentais.

É inquestionável as conquistas iranianas no campo de tecnologias nucleares para fins pacíficos. O país se disponibiliza mostrar total transparência, enfatizando no seu direito de possuir esta tecnologia, e a não utilização para fins militares.

Agora, qual é a solução?

A realização de recente eleição presidencial na República Islâmica do Irã e a vitória do Dr. Hassan Rohani, como o novo Presidente, a sua abordagem e o modo moderado, coloca uma oportunidade para o Ocidente na mudança da seu atitude e substituir o confronto pelo modelo de engajamento construtivo. Será que o Ocidente mudará o seu comportamento?

Espero que sim.

 *Mohammad Ali Ghanezadeh Ezabadi é Embaixador do Irã no Brasil

Valter Xeo vai a posse de Hasan Rohani no Irã

Xeo (de paletó claro) com Ahmadinejad (ao centro)

 

O jornalista baiano Valter Xéu, editor dos portais Pátria Latina e Irã News, viaja no final deste mês para o Irã,  onde no dia dois de agosto assisti a posse do novo presidente, Hasan Rohani em substituição a Mahmoud Ahmadinejad que deixa a presidência depois de dois mandatos consecutivos.

No retorno ao Brasil, o jornalista feirense embarca com um grupo de jornalistas para Cuba onde deve ficar por uma semana e na volta viaja para a Bolívia e Equador onde vai entrevistar os presidentes Evo Morales e Rafael Correa, para o Pátria Latina e Irã News.

Os sites Patria Latina e Irã News fazem um contraponto à mídia alinhada aos Estados Unidos e conta com um quadro de pensadores que inclui grandes nomes da literatura e do jornalismo independente.

PROFESSORES REPUDIAM DEFESA DE ASSASSINATOS DE CIENTISTAS NO IRÃ

Representantes de entidades sociais e professores de universidades do estado de São Paulo publicaram carta de repúdio contra comentários feitos pelos jornalistas Caio Blinder e Diogo Mainardi, na edição de 15 de janeiro último do programa “Manhattan Connection”, da Globo News.
De acordo com a carta, os comentaristas justificaram o assassinato de cientistas iranianos como uma forma de evitar mais mortes e intimidar outros cientistas que trabalhem para o governo do Irã, a quem chamaram de “Estado terrorista”. Os comentaristas da Globo News se referiram ao atentado, com uma bomba, que matou o cientista Mustafa Ahmadi Roshan, de 32 anos, em Teerã, capital iraniana. Roshan é o quinto cientista nuclear iraniano morto em um atentado terrorista nos últimos dois anos.

Na carta, os professores destacam que “causa profunda surpresa, indignação e perplexidade assistir a um programa de vossa emissora em que jornalistas, comentaristas e palpiteiros assumam a defesa explícita da prática de assassinatos como meio válido de fazer política”

Os professores alegam ainda que “ao divulgar a defesa da prática do assassinato como meio de fazer política, a Rede Globo dá as mãos ao fundamentalismo – não importa se de natureza religiosa ou ideológica – e abre um precedente muito perigoso no Brasil. Isso é inaceitável.” “Não defendemos, aqui, qualquer tipo de censura, nem queremos restringir a liberdade de expressão. Não se trata de desqualificar ideias ou conceitos explicitados por vossos funcionários. O que está em discussão não são apenas ideias. Não são as opiniões de quem quer que seja sobre o programa nuclear iraniano (ou israelense, ou estadunidense…), mas sim o direito que tem uma emissora de levar ao ar a defesa da prática do assassinato, ainda mais feita por articulistas marcadamente preconceituosos e racistas.” , diz o texto.

O Instituto Brasileiro de Estudos Islâmicos, se  solidarizou com os intelectuais, jornalistas, especialistas e “a todas as pessoas de bem que acreditam na paz e repudiam o terrorismo e a violência, em todas as suas expressões. Inclusive naquele disfarçada de liberdade de opinião”.

IRÃ REPUDIA EUA SOBRE “AMEAÇA ATÔMICA”

O presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad (foto) afirmou que seu país não precisa de bombas nucleares para “cortar as mãos” dos Estados Unidos, e pode atingir seus objetivos por meios pacíficos, repudiando assim alegações sobre seu programa atômico.

“Nossa nação pode conseguir seus sucessos mediante a reflexão, sua rica cultura e prudência”, destacou Ahmadinejad ao criticar Washington e seus aliados, que recorrem a montagem de alegações infundadas contra a República Islâmica.

O presidente falou antes de que o Agência Internacional da Energia Atômica (AIEA) divulgasse relatório acusando Teerã de ter planejado fabricar armas nucleares, algo que o governo do país nega com veemência.

“A administração norte-americana busca prosperidade tratando de guiar a outros países para a pobreza, saqueando suas riquezas”, acusou Ahmadinejad. “Os Estados Unidos destinaram este ano cerca de US$ 81 bilhões para modernizar suas bombas atômicas, enquanto o orçamento anual do Irã para investigações nucleares é de 250 milhões de dólares”, observou. (do Prensa Latina)

 

 

 

Ahmadinejad: “assassinato é coisa dos EUA”

O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, reagiu  à versão do governo americano de que Teerã teria patrocinado um plano terrorista nos Estados Unidos e aproveitou para culpar Washington pelas frequentes crises bilaterais. “A culta nação iraniana não precisa articular planos de assassinato. Assassinato é coisa de vocês”, exclamou Ahmadinejad, em discurso no Parlamento iraniano, cujas declarações foram divulgadas pela agência de notícias oficial Irna.

A investida do líder responde às acusações dos EUA de que a República Islâmica estaria por trás de um plano para assassinar o embaixador saudita em Washington, Adel al-Jubeir. Ahmadinejad afirmou que os EUA buscam “criar uma nova crise a cada dia com o Irã, acusando o país de terrorismo”. Para ele, as acusações americanas só pretendem frear o desenvolvimento do Irã.

O Ministério das Relações Exteriores do Irã destacou, em comunicado, que as acusações dos EUA “não têm fundamento jurídico” e só buscam “exacerbar a tensão na região” do Oriente Médio e “enfraquecer a segurança internacional”. “Anunciar unilateralmente acusações contra um residente (iraniano) nos Estados Unidos, sem fornecer documentos, e criar uma campanha midiática contra o Irã, não tem nenhum fundamento jurídico”, acrescenta a nota.

Para o Irã, Washington deveria ter consultado Teerã sobre os suspeitos. “Mas o governo americano ignorou o pedido expresso da República Islâmica para que o fizesse, contra as convenções internacionais”, ressalta o comunicado. (do Pátria Latina)





WebtivaHOSTING // webtiva.com.br . Webdesign da Bahia