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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘energia eólica’

Pelo quarto mês consecutivo, a Bahia segue líder na geração de energia eólica

A Bahia segue como líder nacional na geração das energias eólica (34,63%) e solar (30,06%). Este é o quarto mês consecutivo que o estado lidera a produção da energia gerada pelos ventos. O Estado também lidera a geração nacional de energia solar desde 2017. A Bahia lidera ainda a comercialização dos leilões de energia em eólica (32,46%) e solar (19,17% de todos os empreendimentos comercializados. Os dados são da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e as informações constam nos Informes Executivos de Energia Eólica e Solar da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE).
A evolução do setor solar na Bahia é perceptível desde o ano de 2017, quando começaram a operar as primeiras usinas de geração centralizada no estado. A Bahia tem 41 usinas em operação, com 1,3 Gigawatts (GW) de potência instalada, com investimento estimado de cerca de R$ 6 bilhões, com capacidade de gerar mais de 40 mil empregos em toda a cadeia produtiva. As usinas estão espalhadas em oito municípios baianos, sendo eles: Barreiras, Bom Jesus da Lapa, Casa Nova, Guanambi, Itaguaçu da Bahia, Juazeiro, Oliveira dos Brejinhos e Tabocas do Brejo Velho.
De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o estado conta com 193 parques em fase de construção ou com construção prestes a iniciar com potência instalada prevista de 7,5 GW. Juntos eles preveem gerar mais de 227,2 mil postos de trabalho, além de estimar investimentos privados de R$ 34 bilhões.

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Adolfo Menezes discute novos investimentos em eólica com secretário Nelson Leal

ad e nlO presidente da Assembleia Legislativa da Bahia – ALBA, deputado Adolfo Menezes, acompanhado do deputado Luiz Augusto (PP) esteve em audiência, hoje (9.06), com o secretário de Desenvolvimento Econômico, Nelson Leal.

“Campo Formoso, Guanambi e Caetité possuem hoje a maior bateria de torres eólicas da América Latina. Por isso, eu e Augusto, conversamos com o secretário Nelson Leal para colocar todo o apoio da ALBA à SDE para que mais investimentos em energias renováveis, eólica e solar, sejam realizados no interior da Bahia, contribuindo para a autosustentabilidade e para um meio ambiente saudável e sem poluição“, declarou Menezes.

A Bahia lidera a geração de energia eólica no país, com o Nordeste batendo sucessivos recordes de produção. Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a energia eólica produzida na região seria suficiente para atender 93,8% da demanda do Nordeste durante 30 dias.

Nordeste da Bahia terá complexo eólico com R$ 1,3 bilhão em investimentos

eolicaA região Nordeste da Bahia vai ganhar seu primeiro complexo eólico, que ficará localizado nos municípios de Tucano, Araci e Biritinga. A estimativa é que a AES Tietê invista R$ 1,3 bilhão na primeira fase de construção dos parques, que terão capacidade instalada de 322 Megawatts (MW). Estima-se que todas as etapas da obra gerem até 500 empregos, aproveitando em parte a mão de obra local. Além do pioneirismo na região, de acordo com a empresa, o parque terá as maiores turbinas já instaladas no País em potência e tamanho. O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), tem apoiado institucionalmente a implantação do empreendimento.

“A Bahia já se consolidou como a terra dos bons ventos. Saber que passaremos a produzir energia a partir da fonte eólica onde até então nem poderíamos imaginar que seria possível, é uma grata surpresa. Teremos novos municípios beneficiados pela força das energias renováveis. A SDE desempenha um papel de articulador com objetivo de melhorar os processos autorizativos que impactam no prazo e até na viabilidade dos empreendimentos eólicos”, afirma o vice-governador João Leão, secretário da pasta.

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Líder na geração de energia, Bahia comemora 10 anos de eólica no paí

eólicaA Bahia foi responsável por 31,84% da geração nacional de energia eólica, de janeiro a outubro de 2019, o que representou um valor acumulado de 13,8 mil Gigawatts (GW). A geração cresceu 55,5% quando comparada ao mesmo período do ano anterior. Os dados, que fizeram a Bahia liderar a produção de energia eólica este ano, são divulgados pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), neste mês de dezembro, quando completam 10 anos do primeiro leilão para contratação exclusiva de fonte eólica, realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), no Brasil.

Em uma década, o país saiu do zero para se tornar o 8º maior produtor de energia eólica no mundo, de acordo com o ranking do Conselho Global de Energia Eólica (Global Wind Energy Council – GWEC) e a Bahia foi um dos estados que mais contribuiu nessa escalada de sucesso, de acordo com a SDE.

“Temos um dos melhores ventos do mundo para geração de energia e isso nos possibilitou alavancar a economia, gerar empregos e renda, especialmente nos municípios do semiárido. Nesses 10 anos foram investidos R$ 16,3 bilhões nos 165 parques que estão em funcionamento e têm 4 GW de potência instalada. Foram 23 cidades baianas beneficiadas com 60,5 mil empregos gerados”, afirma o vice-governador João Leão, secretário de Desenvolvimento Econômico.

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Segue líder: Bahia comercializa 55% de novos projetos eólicos em leilão de energia

EÓLICA BAHIA - Statkraft (2)A Bahia continua protagonista no setor de energia eólica no Brasil e acaba de alcançar nova liderança no Leilão de Energia Nova A-6, da ANEEL. Dos 44 projetos comercializados no certame, 55% de toda a energia eólica contratada foi para o estado, com um total de 604,20 MW de capacidade, o que corresponde a 20.600.100/MWh de energia.

“Os 24 parques comercializadas para a Bahia irão se somar às 73 usinas que estão em fase de construção e construção não iniciada, e o estado terá um total de 97 usinas que entrarão em operação até 2025”, comemora o vice-governador João Leão, secretário de Desenvolvimento Econômico.

O investimento previsto para os novos parques comercializados no leilão será de aproximadamente R$ 2,4 bilhões. Serão beneficiados os municípios de Uibaí, Tanque Novo, Ibipeba, Campo Formoso, Caetité e Brotas de Macaúbas.

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Projetos sociais de parques eólicos transformam vidas no semiárido baiano

eólica (1)

Quando os parques eólicos se instalam, levam junto mudanças para determinada região. Na Bahia, os 156 parques eólicos em operação, atraídos pelo Governo do Estado através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), além de fortalecer a economia do semiárido e torná-la mais dinâmica, investem também em desenvolvimento social, beneficiando direta e indiretamente as comunidades locais. Os projetos sociais vão do empoderamento de artesãs à criação de hortas comunitárias.

eólica (2)Os complexos eólicos já investiram R$ 15,4 bilhões, em 20 municípios, e geraram mais de 28 mil empregos diretos na fase de construção, de acordo com o Informe Executivo de Energias Renováveis do mês de julho, publicado pela SDE. “A consolidação da energia gerada pelos ventos no estado é sem dúvida um grande orgulho para todos os baianos. O vento que gera energia limpa, alimenta esperanças e sonhos, transforma vidas e proporciona renda e empregos para população”, afirma João Leão, vice-governador e secretário da pasta.

A Enel Green Power é uma das empresas que investem em ações de desenvolvimento social. Em Morro do Chapéu, a empresa apoia a comunidade Queimada Nova, que fica no entorno da planta eólica. Através do “Empodera Morro”, as mulheres aprenderam a utilizar a matéria prima local, tapioca e leite de coco, para fabricar diversas receitas de biscoitos. Elas receberam todos os insumos necessários para iniciar a produção e a venda dos produtos possibilitou a compra de um forno.

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SDE participa de audiência em Brasília para destravar setor eólico

eolica

A Bahia ocupa o segundo lugar do ranking nacional na geração de energia eólica, podendo chegar ao primeiro, assim que destravar o maior nó do segmento, as linhas de transmissão. São 192 projetos comercializados nos leilões de energia realizados pela ANEEL, entretanto, quando adicionados os contratos privados, o número de empreendimentos chega a 238, com investimentos de R$ 21 bilhões.

Para debater soluções e tentar destravar o setor e permitir que a Bahia lidere a geração de energia limpa no país, será realizada hoje, 17, pela Comissão de Minas e Energia, Câmara dos Deputados, uma audiência pública, em Brasília, para discutir os projetos em execução; as perspectivas de expansão e os entraves enfrentados para essa ampliação; a construção das linhas de transmissão entre os parques geradores e o sistema de distribuição.

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Wagner alerta governo federal para risco de fechamento de empresas

wagnerO secretário de Desenvolvimento Econômico do estado da Bahia Jaques Wagner alertou hoje para o risco de fechamento de empresas ligadas à cadeia da energia eólica no estado, e a perda de postos de trabalho, caso o Governo Federal não retome de imediato os leilões para a instalação de novos parques, além dos investimentos em linhas de transmissão. “O governo do estado está com as contas equilibradas, a Bahia pronta para crescer ainda mais, mas há esse gargalo. Se a questão não for resolvida, as empresas começarão a encontrar sérias dificuldades para continuar produzindo”, disse.

De acordo com o superintendente de Promoção do Investimento da SDE, Paulo Guimarães, que hoje se reuniu com o grupo de trabalho Bahia/Sergipe da ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), em Salvador, a situação é crítica. “A Bahia tem um dos maiores potenciais eólicos do país. Os leilões de energia precisam voltar a acontecer o quanto antes sob risco de empresas de energia fecharem no estado. O problema das linhas de transmissão deixa de ser somente do setor elétrico e passa a ser também do setor industrial”, afirmou. O evento contou com a participação de representantes do governo do Estado e de instituições e empresas ligadas ao setor elétrico, e com a organização do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

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Dois novos empreendimentos reforçam cadeia produtiva da energia solar na Bahia

eoli-1Com a ampliação das atividades da italiana Enel Green Power, que já produz energia eólica no estado, e a implantação da Globo Brasil, a cadeia produtiva da energia solar se consolida na Bahia. O protocolo de intenções assinado pelo governador Rui Costa com a Enel, nesta quarta-feira (14), prevê a implantação de outro parque de energia solar no município de Tabocas do Brejo Velho, no Oeste baiano. Já o documento assinado também nesta quarta (14) com a Globo Brasil, primeira grande indústria de painéis solares do país, formalizou a implantação de uma fábrica de células voltaicas e, posteriormente, de painéis solares em Camaçari.

eoli-2Juntos, os empreendimentos representam investimento de mais de R$ 600 milhões e devem gerar 650 empregos diretos e 11 mil indiretos. Para o superintendente de Promoção de Investimento da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado (SDE), Paulo Guimarães, os protocolos promovem dois benefícios sociais importantes. “Primeiro porque teremos necessidade de formar mão de obra e segundo porque, como os parques serão implantados no semiárido, nós teremos geração de emprego e atividade econômica nessa região. Os parques pagam um valor ao proprietário e um pequeno produtor que não conseguia tirar regularmente muito proveito da terra passa a ter uma renda fixa”.

Guimarães avalia que, para que o potencial baiano possa ser explorado, é fundamental que haja investimentos na cadeia produtiva. “Isso viabiliza os parques, tornando mais competitivos os projetos a serem implantados, porque as energias renováveis agregam um valor tecnológico importante, a partir do momento em que os equipamentos são produzidos aqui. Existe sempre a possibilidade tanto das empresas quanto do Estado de desenvolver tecnologias que customizem os equipamentos para um melhor desempenho na região”

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PEC Energia anuncia investimento de R$ 1 bilhão em Gentio do Ouro

 

Gentio do Ouro, no centro norte baiano, foi o município escolhido para receber investimento de R$ 1 bilhão para a implantação de um complexo eólico, com capacidade instalada de 205,85MW e geração de 500 empregos na fase de construção, além de outros 50 na operação. Um protocolo de intenções foi assinado, nesta segunda-feira (29), pelo titular da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), Jorge Hereda, e o diretor da PEC Energia, Gilberto Feldman. Na ocasião, a empresa também aderiu ao programa ‘Primeiro Emprego’ criado pelo Governo do Estado.

De acordo com Hereda, a chegada de um empreendimento como este, no semiárido baiano, ajuda a transformar o cenário local. “São [criados] empregos diretos e indiretos, estimula o comércio, a prestação de serviços e gera renda com o arrendamento das terras para a instalação das turbinas”.

Segundo Feldman, vão ser implantados sete parques eólicos na primeira fase do projeto. A previsão é que o investimento na segunda etapa represente o dobro do que foi destinado à primeira fase. Quando à escolha do estado para instalação do empreendimento, ele disse que “a Bahia tem o maior potencial eólico do Brasil, onde encontramos hoje um dos melhores ventos do mundo”. Sobre Gentio do Ouro, ele afirmou que “o município ainda é pouco explorado, tem grande potencial eólico, e está prevista a instalação de uma nova subestação, que leva o mesmo nome da cidade, [facilitando] o escoamento da energia”.

Agenda Positiva

Também,nesta segunda-feira, o secretário Jorge Hereda promoveu mais uma reunião da Agenda Positiva de Energia Renovável, com a participação de representantes das empresas de energia, do Sindicato da Indústria da Construção do Estado da Bahia (Sinduscon-BA), da Associação Baiana das Empresas Locadoras de Máquinas e Equipamentos (Abelme) e de Arranjos Produtivos Locais.

O secretário Hereda explicou que o objetivo da reunião era promover um ambiente de negócios e aproximação entre os empresários. De acordo com ele, a área de energias renováveis é uma das ações prioritárias do Estado e que a SDE está sempre aberta a intermediar o diálogo entre fornecedor e empresa. :: LEIA MAIS »





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