:: ‘Dilma Rousseff’
Reação a xingamentos: Dilma vira o jogo
(do Brasil 247) – As ofensas recebidas pela presidente Dilma Rousseff em rede mundial durante a abertura da Copa do Mundo, no Itaquerão, surtiram um efeito positivo para a sua imagem.
Segundo levantamento realizado pelo PT e divulgado pela colunista Mônica Bergamo, de uma média de 30 mil citações diárias à presidente, dois terços eram negativas, puxadas pela campanha #NãoVaiTerCopa; com a reação geral às ofensas da torcida e o sucesso das partidas, o jogo virou: 60% de menções positivas em um universo de 300 mil posts no Twitter, Facebook e Instagram.
O partido avalia que a postura da presidente em abordar o caso e as reações de diversos setores da sociedade, da mídia e até do presidente do STF, Joaquim Barbosa, contribuíram para disseminar uma rede de apoio a Dilma.
A Globo coroa o jornalixo

O Dr. Roberto podia até ter utilizado métodos nada ortodoxos para construir seu império de comunicações, além é claro de servir a Ditadura Militar e dela se servir com pompa e zelo.
Mas, pelo menos tinha bom modos.
O que os Marinho, seus filhos e herdeiros, fizeram hoje ao divulgar no G1 o video em que parte da torcida presente à Arena Corinthians manda a presidenta Dilma ´tomar no c…´ é o coroamento do jornalismo de esgoto praticado pelas Organizações Globo.
A mesma Globo que fatura bilhões de reais com a Copa é a que tenta passar a idéia de um pais em convulsão, transformando protestos pontuais em grandes manifestações.
A pergunta é desnecessária mas será feita: video identico teria sido veiculado caso a torcida tivesse mandado a Globo tomar no c…?
PT de Itabuna: time motivado para a Copa e a eleição
A militância do Partido dos Trabalhadores marcou presença na reunião do Diretório Municipal de Itabuna, onde foram debatidos os projetos vitoriosos implantados pelos governos do PT e a Copa do Mundo que começa hoje. Participaram também da reunião o deputado Geraldo Simões, a suplente de senadora Juçara Feitosa, além dos vereadores Paulinho do Inss e Junior Brandão.
O deputado federal Geraldo Simões fez a análise de conjuntura. Animado com as conquistas históricas do PT, Simões disse que agora “os trabalhadores podem comer queijo, presunto, comprar carro novo, e andar de avião, graças às políticas acertadas pelo nosso presidente Lula, Dilma e nosso governador Wagner”.
Para o presidente do Partido Flávio Barreto, o PT está organizado para defender os projetos do Governo do PT, e empenhado para eleger Dilma presidenta, Rui Costa governador, e Ottor Alencar senador. “Vamos torcer pela nossa seleção brasileira de futebol na Copa das Copas, e estamos com nosso time mais do que preparado para ir às ruas com o objetivo de eleger nossos companheiros e companheiras”, disse Barreto.
Vox Populi: Dilma vence no 1o. turno
(do Brasil 247)- Acaba de sair mais uma pesquisa sobre a sucessão presidencial. Ela foi feita pelo instituto Vox Populi, do sociólogo Marcos Coimbra, para a revista Carta Capital. O levantamento confirma o crescimento do senador tucano Aécio Neves, que foi de 16% a 21%. No entanto, a presidente Dilma Rousseff, que manteve os 40% da pesquisa anterior, ainda venceria em primeiro turno.
A principal divergência da Vox em relação ao Ibope diz respeito à pontuação de Eduardo Campos. Na Vox, o socialista marcou 8%, um número próximo aos 7% apontados pelo Datafolha, de Otávio Frias Filho, mas muito distante dos 13% do Ibope, de Carlos Augusto Montenegro.
A soma dos adversários de Dilma ainda seria insuficiente para provocar um segundo turno, uma vez que os 21% de Aécio, somados aos 8% de Campos, 2% do Pastor Everaldo, do PSC, e 1% de José Maria, do PSTU, dariam apenas 32%. Os demais candidatos,apresentados aos eleitores, Randolfe Rodrigues (PSOL), Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB), Eduardo Jorge (PV), Mauro Iasi (PCB) e Denise Abreu (PTN), não chegaram a 1% dos votos.
A pesquisa ouviu 2,2 mil eleitores em 161 municípios.
A Copa 2014 e o Brasil campeão fora de campo
Geraldo Simões (*)
Estamos a dois dias da Copa do Mundo e se sente a retomada de um clima de otimismo no Brasil, contrariando os prognósticos pessimistas e alarmistas criados pela mídia nos últimos meses, principalmente depois das manifestações do ano passado.
Em junho passado vimos manifestações espontâneas eclodirem em todo o País, reivindicando melhorias no transporte, saúde e educação. Manifestações que explodiram em solidariedade aos estudantes e à juventude paulista, que foi duramente reprimida pela polícia do Governo de São Paulo, e se alastraram por todo o território brasileiro. Nosso Governo Federal rapidamente se abriu ao diálogo e a Presidenta Dilma recebeu representantes do movimento contra o aumento das tarifas de transporte e pelo passe livre.
No entanto, setores da mídia e da oposição, junto com alguns setores radicalizados, pouco identificados politicamente, mas claramente adeptos da violência, passaram a hegemonizar, em pequenos grupos, as manifestações. As grandes massas progressivamente se afastaram das ruas deixando patente, de forma silenciosa, seu repúdio ao vandalismo. Inclusive existe um sentimento generalizado da população contra o acirramento da violência.
Tudo isto tem gerado um movimento esquizofrênico em nosso País. Por um lado temos um avanço considerável no período democrático mais estável de todos os tempos vividos pelo Brasil. É um desafio para qualquer pessoa, com o mínimo de consciência de nossa história, poder citar um período de vigência da democracia e estabilidade econômica mais longo e significativo como o vivido nos últimos tempos.
Temos muito a destacar, mas creio suficiente falar sobre o emprego que logramos nos últimos 10 anos. Hoje temos a grata notícia que, o mês de maio deve indicar a geração de mais de 100 mil empregos, ficando no mesmo nível que abril passado. Isto em um País onde se dizia, em governos passados, que o emprego de carteira assinada iria acabar.

O emprego não acabou e cresceu tanto nos últimos governos do PT, que os economistas mencionam que nossa economia sofre a maldição do capitalismo… O pleno emprego, fenômeno que eles analisam com consequências negativas, por gerar inflação, ocasionada pelo excesso do consumo dos trabalhadores; gerar pressões por maiores salários, por parte dos trabalhadores que querem melhoria de condições de vida e por provocar a diminuição de lucros dos empresários, desestimulando o investimento e reduzindo a perspectiva de crescimento do PIB.
Este raciocínio, em síntese seria: estamos mal, porque o emprego está bom demais. Temos que gerar desemprego para criar mais condições de lucro e ai sim, gerar mais crescimento da economia. Isto é um absurdo, apesar deste ser o discurso implícito que a oposição faz ao anunciar austeridade e necessidade de contenção do salário mínimo, entre outras coisas.
Como mencionou um conceituado colunista, “o governo favoreceu o acesso do povo a bens pessoais. Qualquer barraco de favela contém geladeira, TV, máquina de lavar e telefones celulares. Desonerou-se a “linha branca”, congestionaram-se as ruas de carros graças ao crédito facilitado”. ( artigo de Frei Betto- FSP 10/06/20014). Posso adicionar também: o Governo atuou decisivamente no combate à extrema pobreza e à fome com o Bolsa Família, facilitou a aquisição de casas próprias como nunca, avançou em políticas sociais, facilitou o acesso da juventude às universidades e, por meio das políticas sociais, promoveu a inclusão.
Apesar de tudo de positivo que conquistamos, há algo errado. Fruto de uma campanha insidiosa da grande imprensa, alguns setores sociais têm se deixado influir por um sentimento pessimista. Os grandes meios de comunicação têm martelado diariamente a população com notícias de um pessimismo alarmante, inclusive por meio de vídeos e peças publicitárias feitas no exterior.
No entanto, a maioria esmagadora da população brasileira sabe reconhecer os avanços conquistados e não se deixará submeter pelo grasnar das aves agourentas.
Como sempre se diz, o brasileiro é teimosamente otimista. Sabe que temos muito que avançar. Mas isso não impede que ele reconheça os avanços conquistados e quem realmente defende seus interesses.
Geraldo Simões é deputado federal pelo PT
Dilma e a Copa 2014: “a verdade vencerá a mentira”
(do Brasil 247 ) A presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula fizeram ampla defesa dos 12 anos do governo petista no país nesta sexta-feira (6), durante Encontro do PT no Rio Grande do Sul. No evento, o governador Tarso Genro confirmou que disputará a reeleição e o ex-governador Olívio Dutra se apresentou como pré-candidato a senador. Tanto Lula quanto Dilma criticaram uma suposta campanha negativa que tem sido feita contra o governo federal. Lula culpou a imprensa. Já Dilma garantiu que “a verdade vai vencer toda quantidade de mentira”.
Primeiro a falar, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que “por conta do tratamento que a imprensa dá ao governo da presidente Dilma Rousseff, o povo brasileiro não sabe 30% do que o governo está fazendo”. “O processo de desinformação, premeditado, neste país, é para que as pessoas só saibam o que está errado”, disse Lula. Ele afirmou que é preciso que as pessoas se recordem como estava o país em 2002, quando ele se elegeu pela primeira vez presidente e ressaltou que o país “está muito melhor” atualmente. “Quem diz que o país não vai bem se recorda de como ele estava em 2002?”, frisou.
Lula disse que “tem certeza que a presidente Dilma gostaria que a economia estivesse crescendo mais”, mas, ressaltou ele, é preciso lembrar a situação econômica mundial é muito ruim. Ele defendeu que o PT prepare seus militantes para que mostrem para a sociedade o que ocorreu de bom no país durante os últimos 12 anos de gestões petistas. “Temos instrumentos e argumentos para mostrar tudo o que fizemos”, ressaltou.
Dilma: “Verdade vencerá toda mentira”
Após Lula, Dilma disse que, em seu pronunciamento, se, com Lula, a esperança venceu o medo, com ela, “a verdade vai vencer toda quantidade de mentira”. Ela falou também da influência da crise financeira mundial sobre o crescimento do PIB no Brasil. “O Brasil soube defender aquilo que interessa: o emprego e o salário dos trabalhadores”, ressaltou.
“O nosso país venceu essa batalha [a crise mundial] assegurando o emprego e o trabalho dos cidadãos. A gente tem que ter orgulho de ter ido contra a corrente. Nestes últimos 11 anos fizemos a maior redução da desigualdade social no país”, afirmou.
Dilma ainda fez uma longa apresentação das ações do seu governo, destacando também projetos iniciados por Lula. Falou do Bolsa Família, do Minha Casa Minha Vida e do Pronatec. Também citou obras realizadas no Rio Grande do Sul. “Vamos usar o nosso tempo de televisão para mostrar tudo o que fizemos”, avisou.
“Não fui eleita para desempregar ou demitir. Não fui eleita para alienar a Petrobras e entregar o pré-sal. E não fui eleita para colocar o país de joelhos. Não fui eleita para empurrar a corrupção para debaixo do tapete”, disse. No evento, a presidente voltou a defender a realização da reforma política.
A presidente também falou sobre a Copa e a campanha contrária ao evento. “Há hoje uma campanha sistemática contra a Copa do Mundo. Ela não é contra a Copa. É mais contra nós. Nem na Ditadura, misturamos Copa com política”, disse.
“Mas eu acho que tem um problema maior: essa campanha se está fazendo bem antes das manifestações de junho do ano passado. Fizemos um levantamento e descobrimos várias linhas do processo. Primeiro disseram: ‘não vai ter estádio’. Foi a capa de uma revista, que dizia que os estádios só ficariam prontos em 2038. A segunda parte dessa campanha foi a de ‘o Brasil gastou em estádio tirando da educação e saúde’. Isso se espalha por falta de informação. Não é verdade. O total com gastos em Copa foi de R$ 8 bilhões. Só em 2014, estamos gastando R$ 280 bilhões com Educação. Além disso, o dinheiro do estádio é de banco. O da Educação é do orçamento”, ressaltou.
Segundo Dilma, a terceira etapa da campanha foi a acusação de que haveria um surto de dengue. “A atual época do ano não é propícia para o mosquito de dengue”, rebateu ela. Continuando, a presidente falou que outro boato contra a Copa foi o de que não haveria internet e de que haveria racionamento de energia. “Não vai ter racionamento nem na Copa nem no restante do ano. Agora o interessante é que onde está tendo racionamento de água ninguém fala”, afirmou. Dilma falou ainda que outra informação lançada contra o governo foi de que não haveria reforma nos aeroportos. “Duplicamos a capacidade dos aeroportos”, ressaltou.
Dilma: “vamos fazer a melhor de todas as copas”
Com a taça da Copa do Mundo nas mãos, a presidente Dilma Rousseff pediu aos brasileiros nesta segunda-feira 2 ajuda para que façamos juntos “o máximo para que esta seja a melhor Copa da história”. Dilma recebeu nesta tarde, das mãos do presidente da Fifa, Joseph Blatter, a taça do Mundial, durante cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília.
A presidente também apelou por uma “Copa sem racismo, pela paz, sem discriminação, em que o futebol se mostra instrumento para disseminar valores de diálogo e respeito entre pessoas e nações”. “Façamos da Copa um momento histórico em favor da diversidade”, declarou.
Dilma Rousseff voltou a destacar as obras de infraestrutura feitas no País para o Mundial, destacando os estádios prontos, que já foram palco de campeonatos locais, os aeroportos, muitos deles ampliados, e o sistema de segurança, que, segundo ela, “vai proporcionar a todos a tranquilidade necessária para conhecer as nossas belezas”. Dilma garantiu que “estamos preparados para oferecer ao mundo um maravilhoso espetáculo”.
A presidente mostrou bastante otimismo com a vitória da seleção. “Diante dessa taça, sempre vamos imaginar que ela será levantada no Maracanã, o templo do futebol”, disse. “Para nós, brasileiros, é impossível deixar de sonhar que a seleção que vai levantar a taça seja a seleção brasileira”, acrescentou.
O presidente da Fifa, Joseph Blatter, disse que evento “vai dar ao Brasil uma oportunidade extra de se promover em todo o planeta”. (do Brasil 247)
Não há motivos para vacilações
Josias Gomes (*)
Atravessamos um momento dos mais importantes para a continuidade do atual projeto político baiano, que envolve discernimento e coragem, para que possamos seguir em frente, sem sobressaltos.
Falo da enxurrada de números referentes a pesquisas de opinião pública, sobre a sucessão no estado, que somente podem encabular ou entusiasmar, conforme o caso, aos menos avisados.
Nós sabemos que a candidatura Rui Costa está sendo construída sob o signo da sua ligação mais estreita com o projeto vitorioso do governo Jaques Wagner, do governo Dilma, e do projeto iniciado pelo ex-presidente Lula. Este, também avalista da candidatura de Rui.
Até agora, e não poderia ser outro o caminho, a nossa ação política consiste em arrumar o palanque, organizar nossas forças, estabelecer o marketing, consolidar as linhas do nosso programa consonante com o que vem desenvolvendo o governador Jaques Wagner e a presidente Dilma Rousseff.
Nada pode nos tirar desse caminho. Nenhuma pesquisa – já que todas elas, apenas de ocasião – pode nos desviar desse objetivo presente, qual seja, o de montar o palanque que haverá de nos conduzir a mais uma vitória maiúscula na Bahia.
Nós, que somos afeitos à luta contra as maiores adversidades, não podemos nos deixar impressionar por pesquisas na contramão dos ventos altamente favoráveis ao nosso projeto, na realidade política da Bahia de agora. O mais importante, que é a campanha propriamente dita, ainda está por vir.
Como poderão os nossos adversários enfrentar a comparação, em números, no decorrer da campanha no horário eleitoral, entre os últimos oito anos de governo, na Bahia, e os tempos de antanho.
A candidatura oposta, diferentemente do que poderia ocorrer com uma outra candidatura de tipo híbrido, nos permite vislumbrar uma campanha eleitoral de tipo mais fácil, quanto ao propósito de fazer com que os baianos entendam as diferenças gritantes entre os tempos atuais e os de outrora.
Tanto mais porque será possível, também, comparar (quanto ao hoje e ao ontem) o que os governos Lula e Dilma fizeram em parceria com os dois últimos governos baianos, e o que Dilma poderá fazer na continuidade do governo, como está cada vez mais claro ser a opção do povo brasileiro.
Portanto, não vamos dispersar esforços, companheiros, por nada neste mundo. A popularidade de Rui Costa virá a seu tempo e no conjunto da obra da campanha, com Wagner, com Dilma e com Lula, e com as lideranças locais que apostam no prosseguimento do atual projeto político-administrativo da Bahia.
E, da mesma forma como aconteceu com a própria Dilma, em 2010, e com o atual governador Jaques Wagner, em 2006, quando ambos começaram em larga desvantagem, mas, acabaram chegando à vitória, assim vai acontecer com Rui Costa, na Bahia. Os exemplos a a servirem de alicerce são os mesmos, e os números das gestões, ainda melhores.
Dessa forma, a quatro meses ainda do pleito, e sem o palanque eletrônico posto a funcionar, qualquer pesquisa na Bahia estará longe de revelar o que realmente vai acontecer até outubro. Basear-se em números assim tão distantes de sua comprovação, pode se revelar um erro fatal.
(*) Josias Gomes é deputado federal PT/BA
Lula diz que há ódio contra o PT e pede campanha ´paz e amor´ na Bahia
O ex-presidente Lula defendeu os feitos dos 11 anos de governo do PT no país durante evento no qual o PDT anunciou apoio ao pré-candidato petista ao governo baiano, deputado Rui Costa. O ex-presidente ainda recomendou ao pré-candidato que não faça uma campanha “falando mal” do adversário.
– A gente não precisa repetir aquela mazela que tinha aqui na Bahia, no passado, com Antônio Carlos Magalhães xingando todo mundo. Nós queremos é provar que somos melhores que eles, e com números.
O ex-presidente também disse que o ódio contra a presidente Dilma Rousseff tem como principal alvo o projeto do PT. Lula falou de melhorias na área social no Brasil nos últimos 11 anos, da ampliação do número de universidades e de mudanças de hábito do brasileiro. E, novamente, saiu em defesa da presidente:
– Poucas vezes este país teve a sorte de ter uma pessoa com a idoneidade, o caráter e a seriedade da Dilma. Muitas vezes vão falar “ah, ela não ri, ela não conversa tanto quanto o Lula“. Mulher não tem que ficar arreganhando os dentes não. Mesmo dentro de casa, a mulher é mais severa. Uma mulher presidente da República é demais para eles [os opositores].
Lula ainda fez mea culpa. “Nem sempre a gente está bem. A gente sabe que tem momento que não consegue fazer tudo. E quando não consegue, o povo fica puto. Não vou votar mais nele”. Ele ainda se comparou a Getúlio Vargas e disse que “a coisa mais barata é cuidar de pobre. O pobre quer é educação, trabalhar, alimento na mesa, o pão de cada dia à custa de
O ex-presidente alfinetou os presidenciáveis Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB) ao falar de políticas sociais. “Quem é que cuida dos pobres em Minas Gerais? É o governo federal. Quem é que cuida em Pernambuco? É o governo federal. Quem faz o Luz para Todos no Brasil? É o governo federal. Quem é que faz universidade? Eles não serão loucos de cortar o Bolsa Família”. (do Pimenta na Muqueca)
Lula vem a Salvador reforçar candidaturas de Dilma e Rui Costa

O ex-presidente Lula participa de um ato político em Salvador na próxima segunda-feira (12) às 18:00h no Hotel Fiesta. Segundo o presidente do Diretório Estadual do PT, Everaldo Anunciação, o ato será voltado para a militância petista e dos partidos aliados.
Durante o encontro, haverá discussão sobre conjuntura e informações sobre o Programa de Governo Participativo-PGP das pré-candidaturas Rui Costa (governador), João Leão (vice) e Otto Alencar (senador). Durante o ato o PDT vai oficializar apoio às pré-candidaturas, na Bahia, das chapas proporcionais e majoritárias (Rui Costa e Dilma Rousseff ).













