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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘Dilma Rousseff’

E Dilma alavancou a combalida audiência do Jornal Nacional…

Emparedada pela dupla Willian Bonner-Patrícia Poeta no Jornal Nacional, a presidenta Dilma Rousseff não apenas saiu inteira da fogueira da inquisição, como -suprema ironia- ainda ajudou a alavancar a combalida audiência do JN.

A “entrevista” (massacre com pitadas de falta de educação é adequado) rendeu 26 pontos de audiência ao JN, a maior entre os presidenciáveis, e acima da média do outrora poderoso telejornal, que já viveu dias mais gloriosos, especialmente nos tempos da Ditadura Militar, que a Globo apoiou com pompa e zelo e da qual se beneficiou com voracidade.

Veja como Dilma duelou com Bonner e Poeta:

Geraldo Simões destaca avanços na Educação

educaO deputado federal e candidato à reeleição Geraldo Simões (PT/BA) se reuniu ontem com educadores e diretores das escolas da rede estadual de ensino em Itabuna e destacou os avanços na Educação nos governos da presidente Dilma e do governador Jaques Wagner.

Simões citou a valorização salarial e a capacitação profissional dos professores, a modernização das escolas e os investimentos na educação profissionalizante, que hoje beneficia milhares de jovens, além da ampliação de escolas em período integral.

O deputado também destacou a universalização do ensino superior, através do ProUni e a criação da Universidade Federal do Sul da Bahia, a Ufesba, que terá campus e reitoria em Itabuna e campi em Teixeira de Freitas e Porto Seguro.

“Não podemos permitir o retrocesso e, para avançar ainda mais na Educação, é preciso reeleger Dilma presidente e eleger Rui Costa governador”, disse Geraldo Simões.

JN: Dilma ja enfrentou torturadores piores

Por Eduardo Guimarães, do blog da Cidadania

bonnerA presidente da República bem que poderia ter incorporado o espírito de Leonel Brizola e, após ter dito tudo que tantos brasileiros têm a dizer sobre a Globo, deixado William Bonner e Patrícia Poeta fazendo suas caras e bocas (de nojo) sozinhos. Se não fosse uma dama, poderia ter dito que recebeu o Jornal Nacional para ser entrevistada, não para ser agredida.

O que se viu na noite de terça-feira, 18 de agosto de 2014, na TV Globo, não foi uma entrevista dura como foram – em alguma medida – aquelas a que foram submetidos Aécio Neves e Eduardo Campos. Foi uma agressão, um desrespeito.

E não só pelo tom dos entrevistadores, mas pelo tempo que gastaram com suas perguntas. Bonner e Poeta gastaram um terço dos 15 minutos que durou a entrevista. Mais especificamente, 4 minutos e 48 segundos. Isso sem contar o tempo das interrupções. Não houve nada igual nas entrevistas com Aécio Neves e Eduardo Campos.

Aqui se poderia questionar o teor das perguntas. No caso da pergunta sobre saúde, por exemplo, com Poeta fazendo caras e bocas (de nojo), opinou que 12 anos seria “tempo demais” para Dilma não consertar problemas que a saúde pública no Brasil ostenta há 500 anos.

Dilma poderia ter respondido isso, que os problemas da saúde do país não têm 12 anos e que não serão solucionados completamente por governante nenhum em um, dois ou três mandatos, mas preferiu se restringir às suas responsabilidades em respeito ao público.

Sobre corrupção, Dilma também poderia ter respondido à pergunta de Bonner com outra. Poderia ter perguntado que governante brasileiro, entre prefeitos e governadores, não tem problemas de corrupção entre seus comandados.
Dilma poderia, por exemplo, ter dito que o escândalo dos trens em São Paulo envolve “módicos” 11 bilhões de reais e que não houve nada sequer parecido em seu governo.

Mas Dilma é uma dama e uma mulher ciente de suas responsabilidades. Não seria uma sessão de tortura psicológica levada a cabo por aprendizes de torturadores que iria fazê-la perder a linha ou esmorecer. Faltou competência ao casal de energúmenos até para exercer o poder dos torturadores.

Mas se Dilma não cedeu nem à tortura física da ditadura, não seriam um mauricinho e uma patricinha de quinta que iriam dobrá-la.

Em 18 de agosto de 2014, com seu casalzinho de torturadores perfumados, a Globo fez lembrar ao país que continua sendo aquela mesma Globo que rastejou aos pés da ditadura para que esta lhe enchesse os bolsos com dólares que os americanos aqui despejaram para destruir a nossa democracia, para seviciar nosso povo durante mais de vinte anos.

A data dessa sessão de tortura midiática entra agora para a história do jornalismo brasileiro como exemplo de falta de compostura profissional. Bonner e Poeta teriam feito papel menos odioso se emulassem os energúmenos que, na abertura da Copa, vociferaram o infame “Dilma, VTNC”. Só faltou berrarem isso diante da presidente da República.

Exageros na ceminônia do adeus

Daniel Quoist

daniel ourtwsO oportunismo político mais rasteiro marcou o que deveriam ser as cerimônias fúnebres do presidenciável pernambucano Eduardo Campos, ocorridas neste domingo, 17 de agosto, no Recife.

Boa parte do mau espetáculo partiu do irmão Antonio Campos.

Pouco mais de 24 horas do acidente aéreo em Santos que matou Campos e seus assessores, passou a divulgar nota e a dar entrevistas quase que exigindo que o lugar do irmão seja assumido pela vice Marina Silva e deixando entrever seu real interesse – ser ele próprio o vice de Marina.

Depois, durante o velório do irmão, desatou a dar entrevistas sobre temas políticos imediatos, nem parecia se dar conta que a seu lado jazia o corpo morto de seu único irmão.

Com isso, não admira que Antonio não tenha seguido carreira política – falta-lhe senso político e sobra-lhe excesso de esperteza pessoal.

No funeral ficou evidente que os filhos mais velhos do presidenciável morto foram instrumentalizados pela máquina marqueteira do PSB – a começar pelo uso de camiseta amarela com palavras de ordem evocando o pai e a coreografia ensaiada do alto do corpo de bombeiros, os três sentados, trajados de amarelo e punhos cerrados no alto.

Depois, após a maratona desse show-enterro-comício, ao baixar o caixão na cova, lá estavam eles trajando o famoso chapéu de palha, símbolo vintage das campanhas memoráveis de seu bisavô Miguel Arraes nos anos 1950/1960.

Precisava disso?

Não, não precisava, até porque cerimônia fúnebre tem ritos e regras a ovedecer e tudo remontando a um passsado imemorial, ditado pelo mais singelo senso comum – respeito, dor, reverência, lágrimas, evocação do Sagrado, solenidade própria de rito de passagem final.

Mas no Recife aquela tocante homenagem do povo pernambucano à vibrante memória do jovem e carismático líder morto foi de certa forma conspurcada pelo oportunismo do senador Jarbas Vasconcelos que, sem legitimidade para tal, tendo sido duas vezes derrotado nas urnas por Eduardo Campos, decidiu dar entrevistas rancorosas e mal educadas contra a presença da presidente Dilma Rousseff na despedida a Eduardo Campos.

“Ela não devia estar aqui”, dizia ele, cheio de si como sempre e falando como se fosse o dono de Pernambuco.

Não passou pela cabeça de ninguém avivar a memória do vestuto senador que a “intrusa” é simplesmente a presidenciável que tem os mais elevados índices de intenção de voto?

São nada desprezíveis 40% dos pernambucanos que pretendem reeleger Dilma Rousseff em outubro próximo, aliás, índice bem superior à própria marca do pernambucano morto (30%).

Não bastasse isso, a presença da maior autoridade brasileira em uma cerimônia de adeus, a presidente da República e, antes de tudo, uma especialíssima homenagem à família enlutada e depois, uma genuína homenagem ao povo pernambucano que ficou órfã de seu mais amado líder.

Jarbas Vasconcelos perdeu uma excelente oportunidade de ficar calado e, faria melhor se, ele mesmo, não tivesse ido ao funeral.

O senador não tinha procuração – nem da família nem do povo pernambucano – para vociferar em hora tão inadequada seu exercício de uma política rasteira e mequetrefe.

Quem em Pernambuco desconhece que Jarbas Vascncelos foi por longo tempo desafeto figadal de Eduardo Campos, com diversos vídeos circulando na internet em que o provecto senador só não chama o neto de Arraes de santo?

Afora Antonio Campos, o atilado irmão e Jarbas Vasconcelos, o enfezado político, reparos também devem ser feitos à postura de Marina Silva.

Desde o anúncio da tragédia mostrou recolhimento um tanto forçado. Vazou conversa sua com a verdadeira viúva, essa fortaleza de espírito elevado que é Renata Campos.

Enquanto a viúva Renata chegou ao velório trajando uma roupa floral, clara, Marina Silva surgiu toda de oreto, sinal de fechadíssimo luto.

Não convenceu no papel de viúva-mor da política brasileira. Soou fake demais. E no desenrolar do longo velório, diversas vezes Marina tocando o ataúde do morto sorriu para fotos. E isso é algo que jamais passaria despercebido nesses tempos de redes sociais na internet em contínua ebulição e do hábito das chamadas fotos ‘selfies’. Faltou sincero recolhimento a Marina.

O gesto mais bonito: o abraço sentido, sincero, humano que reuniu Lula, Renata e  Miguel, o caçula que a tragédia com Eduardo deixou órfão.

O ex-presidente disparou no choro, Renata também chorou e depois, em um desses momentos sublimes da condição humana, pediu que Lula desse seu colo ao pequenino Miguel Arraes Campos.

E se existe um mundo mais elevado e habitado inteiramente por seres angelicais, poder-se-ia dizer que naqueles instantes, o céu se abriu e nele se viram legiões de anjos com olhos marejados… e sorrindo.

 

Dilma: “o Brasil está de luto, perdemos um companheiro”

dilma e eduardoA presidenta Dilma Rousseff decretou luto oficial de três dias pelo falecimento do candidato do PSB à Presidência, Eduardo Campos. Em nota oficial, ela disse que o Brasil inteiro está de luto e que o político era um exemplo de democrata e uma grande liderança política. “Perdemos hoje um grande brasileiro, Eduardo Campos. Perdemos um grande companheiro”, afirmou.

Em nota, Dilma disse que Campos e ela tiveram longa convivência no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante as campanhas presidenciais de 2006 e 2010 e durante o governo da presidenta. “Sempre tivemos claro que nossas eventuais divergências políticas seriam menores que o respeito mútuo característico de nossa convivência”.

Ao prestar condolências aos familiares de todas as vítimas da tragédia, Dilma Rousseff disse que Campos foi um pai e marido exemplar. “Nesse momento de dor profunda, meus sentimentos estão com Renata, companheira de toda uma vida, e com os seus amados filhos. Estou tristíssima”, declarou, ainda na nota.

O candidato a governador da Bahia Rui Costa (PT) disse que “a política brasileira está triste com a trágica notícia da morte do governador Eduardo Campos”. “O cenário político brasileiro ficou mais pobre a eleição perde um pouco do seu brilho com a morte de um dos seus candidatos mais aguerridos”, afirmou Rui.

Em sua pagina no Facebook, o deputado federal Geraldo Simões (PT/BA) disse que” todos nós sentimos muito a morte do líder Eduardo Campos, pilotos e assessores que estavam na aeronave. O Brasil está de luto”.

O prefeito de Ilhéus Jabes Ribeiro também  lamentou a morte prematura de Eduardo Campos. “É uma grande perda para a política brasileira, um idealista. É muito triste. Um absurdo”, disse o prefeito.

Jornal Nacional dá uma surra em Dilma: 82 a 3

 

Um cálculo feito por pesquisadores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) comprova que o principal noticiário da TV brasileira, o Jornal Nacional, é definitivamente usado pela Globo como um instrumento de oposição ao governo. Pesquisa chamada de ‘manchetômetro’ pelos membros do Laboratório de Estudos de Mídia e Esfera Pública da Universidade conclui que o JN veiculou disparadamente mais notícias negativas contra a presidente Dilma Rousseff (PT) do que contra seus adversários.

De acordo com os gráficos do manchetômetro, o Jornal Nacional dedicou 1 hora e 22 minutos em 2014 para notícias consideradas desfavoráveis para a petista, contra apenas três minutos para reportagens consideradas favoráveis. Em contrapartida, o candidato do PSDB, Aécio Neves, teve 7,42 minutos de noticiário positivo esse ano, e 5,35 minutos de notícias negativas. Eduardo Campos, presidenciável pelo PSB, foi alvo de pouco mais de 30 minutos de reportagens consideradas neutras, de acordo com os pesquisadores. (do Brasil 247)

O JN é o palanque tuicano

O JN é o palanque tuicano

Prefeitos de Ilhéus e Itabuna destacam avanço das obras da Ferrovia Oeste-Leste

Jabes Ribeiro IlheusO prefeitos de Ilhéus, Jabes Ribeiro, e de Itabuna, Claudevane Leite, destacaram  o desembarque da primeira carga de duas mil toneladas de trilhos que serão utilizados no trecho Caitité-Ilhéus da Ferrovia Oeste Leste (Fiol), numa nova e importante etapa faz obras. Ao todo serão doze navios do mesmo fornecedor, uma empresa espanhola,  neste primeiro lote e, a partir de outubro, outro lote chega ao Porto de Ilhéus,  fornecido por uma empresa chinesa.

Os dois lotes atingirão  um total de 147.056 toneladas, que representam um investimento de R$ 559 milhões em trilhos para toda a extensão da Fiol, que terá cerca de 1.500 quilômetros de extensão entre Figueirópolis, no estado de Tocantins, e Ilhéus, no Sul da Bahia.

Para o prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro, a chegada dos trilhos da ferrovia deve ser motivo de muito otimismo para o povo da cidade e de toda a região. “Os projetos de infraestrutura que incluem a própria Fiol, o Porto Sul, o aeroporto internacional de Ilhéus,  e a ZPE (Zona de Processamento e Exportação), serão uma realidade e vão transformar a economia local”. “Nós acreditamos nessa perspectiva e no esforço empreendido pela presidente da República, Dilma Rousseff, e pelo governador da Bahia, Jaques Wagner”, disse Jabes.

Claudevane Leite Itabuna  3O prefeito de Itabuna, Claudevane Leite, afirma que “o desembarque dos trilhos representa a certeza dos investimentos que o sul da Bahia começa a ganhar com o complexo intermodal,  que prevê, além da ferrovia, o Porto Sul e um novo aeroporto internacional. É a confirmação do maior investimento dos últimos anos”. Para Vane, “trata-se da concretização de investimentos que gerarão empregos e oportunidades para a região,  incluindo Itabuna. Temos a certeza de que com o complexo intermodal se inicia a mudança da nossa economia com reflexos positivos não só para o sul da Bahia como para o estado como um todo.

 

 

Pesquisa Ibope mostra estabilidade na corrida presidencial

bopePesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (22) pelo Jornal Nacional, da TV Globo, mostrou que a presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, tem 38% dos votos. Em segundo lugar aparece o candidato do PSDB a presidente do país, senador Aécio Neves, com 22% das intenções de votos. O ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, candidato a Presidência pelo PSB, aparece com 8% dos votos. O Pastor Everaldo tem 3%.

No levantamento anterior realizado pelo instituto, em junho, Dilma aparecia com 39%, Aécio com 21% e Campos com 10%. O candidato do PSC, Pastor Everaldo, alcançou 3% das intenções de voto, mesmo percentual do levantamento anterior.

Confira abaixo os números do Ibope, segundo a pesquisa estimulada, em que os nomes de todos os candidatos são apresentados ao eleitor (os candidatos que aparecem com 0% são os que tiveram menos de 1% das menções cada um):

– Dilma Rousseff (PT): 38%
– Aécio Neves (PSDB): 22%
– Eduardo Campos (PSB): 8%
– Pastor Everaldo (PSC): 3%
– Luciana Genro (PSOL): 1%
– Zé Maria (PSTU): 1%
– Eduardo Jorge (PV): 1%
– Eymael (PSDC): 0%
– Levy Fidelix (PRTB): 0%
– Mauro Iasi (PCB): 0%
– Rui Costa Pimenta (PCO): 0%
– Branco/nulo: 16%
– Não sabe/não respondeu: 9%

Dilma e Wagner discutem investimentos do Japão na Bahia

japon

Investimentos na Bahia e no Brasil e ampliação das relações culturais com o Japão foi tema do almoço, no Palácio do  Itamaraty, em Brasilia que reuniu a presidente Dilma Rousseff e o governador da Bahia, Jaques Wagner, com o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe.

Entre muitos outros grandes investimentos japoneses no estado, vale registrar o imponente projeto do Estaleiro Enseada do Paraguaçu, com aporte de R$ 2,6 bilhões, que tem o grupo Kawasaki, do Japão, associado à Odebrecht e à UTC.

Chegam a Ilhéus os primeiros trilhos da Ferrovia Oeste Leste

trilhos 1  

Foi desembarcada neste final de semana no Porto de Ilheus, a primeira carga de trilhos que serão utilizados na construção da Ferrovia Oeste Leste (Fiol), exatamente no trecho que ligará o município a Caetité, no sertão baiano. O navio Muntgracht, originário de Gijon, na Espanha, atracou com as primeiras duas mil toneladas de trilhos, cuja operação deve prosseguir até meados de 2015.

trilhos 2Os trilhos da Fiol serão aplicados no trecho do lote 01 ao lote 04 da obra de construção da Ferrovia, que será utilizada para a exportação de minérios, conforme o projeto do Complexo Intermodal, integrante do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), administrado pelo  Governo Federal. A operação de desembarque prossegue até a tarde desta segunda-feira, 4. A carga está sendo entregue à Valec, empresa responsável pela construção da Ferrovia.

Para o prefeito Jabes Ribeiro, a chegada dos trilhos da ferrovia deve ser motivo de muito otimismo para o povo de Ilhéus e de toda a região. “Temos insistido que, apesar dos problemas financeiros pelos quais passam o município e a região, os projetos de infraestrutura que incluem a própria Fiol, o Porto Sul, o aeroporto internacional de Ilhéus e a ZPE (Zona de Processamento e Exportação), serão uma realidade e vão transformar a economia local. Nós acreditamos nessa perspectiva e no esforço empreendido pela presidente da República, Dilma Roussef, e pelo governador da Bahia, Jaques Wagner”, acrescentou.

A chegada dos trilhos cumpriu rigorosamente o cronograma estabelecido no edital de compra. “Isso garante a continuidade do ritmo normal da construção, que deve ser concluída em dezembro de 2015”, garante Eracy Lafuente, coordenador executivo da Casa Civil do Governo do Estado da Bahia.

trilhos 3No total, foram comprados 147 mil toneladas de trilhos para os trechos entre os municípios de Ilhéus até Barreiras, no extremo oeste baiano. Outras doze embarcações atracarão no Malhado, trazendo cargas com destino à Fiol, “dando funcionalidade ao porto que depois de obras retomou a profundidade original, permitindo a atracação de embarcações maiores.

A licitação para compras dos trilhos da Fiol foi dividida em cinco lotes, que compreendem 1.100 quilômetros de todo o traçado da ferrovia no estado. Com 1527 quilômetros de extensão, a ferrovia vai ligar Figueirópolis, no Tocantins, ao Porto Sul, em Ilhéus, Região Sul da Bahia.

A construção da Fiol, uma das maiores obras de infraestrutura e logística em andamento no país, apresenta evolução física avançada em território baiano. Atualmente, 10 mil pessoas trabalham na construção.

 





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