WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

livros do thame




Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
D S T Q Q S S
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
2627282930  


:: ‘Africa’

Clandestino foge de guerra tribal na África e morre envenenado em navio que trazia cacau para Ilhéus

Fuga para a morte em navio de cacau

O corpo de um africano, ainda não identificado,  foi encontrado no porão de um navio de carga de cacau que chegou no Porto de Ilhéus nesta terça-feira (5). O corpo foi retirado com a ajuda do Corpo de Bombeiros e da polícia e deve ser encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML).

A policia trabalha com a hipótese de  que  veneno utilizado para matar insetos nas cargas de cacau que veio da Costa do Marfim, é o que teria matado o homem que veio ilegalmente no navio “Victoria”, provavelmente fugindo das guerras tribais que acontece em diversos países do continente africano.

O navio permanece no Porto de Ilhéus e o cacau é destinado à empresas do parque moageiro, para ser misturado ao produto nacional.

Produtores do Sul da Bahia vão queimar cacau durante protesto contra importação de amêndoas

importações fazem preços do cacau brasileiro virar fumaça

Os produtores de cacau do Sul da Bahia irão fazer uma queima do produto durante o protesto marcado para o próximo dia 5, no Porto do Malhado em Ilhéus, com o objetivo de conter a importação de amêndoas da África e da Ásia. Cada produtor está sendo mobilizado para levar um quilo de cacau.

As importações e a consequente queda nos preços do cacau no Brasil afetam diretamente os produtores.  Guilherme Galvão de Oliveira Pinto, presidente da Associação dos Produtores de Cacau destaca que “no início de 2009, o salário mínimo era de R$ 415,00 e vendíamos o nosso cacau por R$ 100,00, portanto 4,15 arrobas pagavam um salário mínimo”. Hoje,  passados quatro anos, com o cacau a R$ 60,00, são necessárias mais de 12 arrobas para pagar o mesmo salário mínimo”.

Para complicar a situação, mais  70% do cacau mundial é produzido na África onde os produtores/trabalhadores  vivem com média de 80 dólares por mês.

Guilherme Galvão lembra que “já tivemos mais de 100.000 hectares de cabrucas transformadas em pastos” e defende a fixação de um preço mínimo para o cacau.

UM DINHEIRO QUE O SUL DA BAHIA DEIXA DE GANHAR

 

Um relatório apresentado hoje pela Cargill, uma das maiores empresas processadoras de cacau do mundo, revelou que as indústrias brasileiras importam cerca de 60 mil toneladas de cacau por ano, da África e da Indonésia.

Isso significa 250 milhões de dólares por ano, cerca de 500 milhões de reais.

Dinheiro que poderia estar circulando no Sul da Bahia, caso houvesse produção suficiente.

 

FABRICANTES DE CHOCOLATE ASSUMEM COMPROMISSO DE COMBATER TRABALHO ESCRAVO NA PRODUÇÃO DE CACAU

o gosto amargo do chocolate

A Ferrero,  fabricante italiana de chocolates finos,  se comprometeu a erradicar a escravidão das fazendas onde adquire amêndoas de cacau, até 2020. A empresa,   que produz chocolates Ferrero Rocher e Nutella  e ovos Kinder, segue a Nestlé e a Hershey na adoção de uma política anti-escravidão e de exploração de mão de obra, muito comum na África.

A direção da Ferrero garante que vai erradicar o trabalho infantil e o trabalho forçado de adultos a partir de plantações de cacau que utiliza até 2020. Além disso, vai relatório mais detalhado sobre suas ações na cadeia produtiva.  Cerca de  75% dos grãos de cacau do mundo são cultivados em pequenas propriedades agrícolas na África Ocidental. Na Costa do Marfim, existem  cerca de 200 mil crianças que trabalham na lavoura, muitas contra a sua vontade, para criar o chocolate apreciado em todo o mundo. A maioria desses trabalhadores mirins não sabem nem mesmo o que é  chocolate.

Em janeiro deste ano,, a CNN destacou a situação do trabalho infantil na Costa do Marfim em um documentário,    ” Escravos do chocolate para crianças “, pelo correspondente David McKenzie. (com informações da CNN)

QUE P… É ESSA, JUJU?

Poucas mulheres no mundo tornaram-se mais temidas pelos homens ao longo dos últimos anos do que as do Zimbábue. No pequeno país africano de finanças frágeis e regime autocrático, homens estão sendo embriagados, torturados e sequestrados por mulheres que roubam seu sêmen para o uso em um ritual comum no país, o Juju.

A imprensa local noticiou casos nos quais as vítimas foram drogadas ou até mesmo ameaçadas com facas e armas de fogo para que mantivessem sucessivas relações sexuais com a sequestradora. Há até mesmo relatos de mulheres que ameaçaram suas vítimas com cobras e obrigaram-nas a ingerir estimulantes sexuais. O resultado é sempre o mesmo – o sequestrador abandona sua vítima em alguma via deserta e logo depois desaparece.

As chamadas “caçadoras de esperma” ficaram famosas no Zimbábue em 2009, quando a polícia prendeu três mulheres carregando 31 preservativos usados em uma sacola plástica. Desde então os ataques prosseguem e 17 homens já apresentaram denúncias de abusos. (Do UOL)

KONY 2012, A BARBARIE DOS MENINOS GUERREIROS NO CORAÇÃO DA ÁFRICA

NESTLÉ INVESTIGA TRABALHO ESCRAVO NA PRODUÇÃO DE CACAU

crianças africanas na roça de cacau

A Nestlé, o maior grupo de alimentos do mundo, anunciou que vai investigar se o cacau comprado por suas empresas utiliza trabalho infantil.

No mês passado, a BBC filmou crianças cortando cacau na Costa do Marfim. Uma das crianças disse que não vê sua família há três anos.

O vice-presidente de operações da empresa, José Lopez, diz que está claro que a forma atual da cadeia do cacau, que envolve trabalho infantil entre os intermediários, não é sustentável.

O caminho do cacau até o chocolate vendido nas lojas é complexo e cheio de intermediários. As sacas de cacau são enviadas da África para Europa e Estados Unidos sem rótulos que indiquem a origem do produto.

A Nestlé quer começar a rastrear o caminho percorrido pelo cacau desde a sua origem até as lojas. Ativistas dizem que esse tipo de promessa já foi feito antes, e cobram resultados mais concretos da investigação. A investigação da Nestlé começará em dezembro.

CUBA FORMARÁ MAIS DE 22 MIL MÉDICOS ESTRANGEIROS EM 2011

médicos de todo o mundo, uni-vos

Cuba fechará neste ano com quase 22 mil médicos de 66 países formados com similares programas de estudo aos aplicados na nação caribenha que privilegiam a prevenção sanitária, indicou hoje a imprensa.

  A cifra se completará em dezembro com a primeira graduação de médicos em Venezuela com professores e métodos cubanos, adiantou o diário Granma depois de dar conta da graduação até agora de uns 13 mil 600 médicos de outros países.

O maior número de egressos, quase 10 mil, cursou estudos na Escola Latino-americana de Medicina (ELAM) de Havana, aberta em 1999 para inicialmente formar jovens de Centro América, afetada no ano anterior pelo furacão Mitch.

Logo a iniciativa do líder da Revolução cubana, Fidel Castro, ampliou-se ao resto da América Latina, Ásia, África e inclusive a comunidades pobres dos Estados Unidos.

De acordo com a fonte, Cuba tem matriculados em universidades médicas uns 21 mil bolseiros de 113 nações, mais de mil 700 deles freqüentam em seus próprios países nos últimos anos da carreira.

Aos dados somam-se outros 34 mil jovens preparados por professores cubanos na Guiné Bissau, Timor Leste, Gâmbia , Tanzânia , Eritréia , Guiné Equatorial, Angola, Bolívia, Nicarágua, além de Sudáfrica, Guiana e aVenezuela.

Também realizam estudos de pós-graduação aqui quase mil 600 médicos de 52 países em Medicina Geral Integral e em uma segunda especialidade.





WebtivaHOSTING // webtiva.com.br . Webdesign da Bahia