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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘Destaque2’

Mesmo com desoneração da folha, mercado de trabalho formal de jornalistas encolhe 21% em nove anos

O mercado de trabalho formal para jornalistas no Brasil encolheu 21,3% no intervalo de nove anos. Em números absolutos, a categoria saiu de 60.899 empregos celetistas, em 2013, para 47.900 postos com carteira assinada, em 2021, último ano da série histórica. É o que mostra estudo elaborado pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) para a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), com base nos dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

De acordo com o Dieese, 2013 foi quando se deu o auge do emprego formal para a categoria assalariada. Embora haja um crescimento de 7,7% na comparação com 2020 – quando 44.473 pessoas trabalhavam na área em regime celetista –, o mercado de trabalho dos jornalistas brasileiros ainda não alcançou plenamente o nível de empregabilidade formal pré-pandemia de covid-19.

Para a presidenta da FENAJ, Samira de Castro, o estudo do Dieese confirma que a desoneração de contribuições previdenciárias da folha de pagamentos – implantada como medida temporária pelo governo federal em 2011 e desde então renovada –, não contribuiu para gerar novos empregos ou mesmo manter os postos formais no setor de Comunicação. “Nota-se claramente um aumento dos empregos em 2013, segundo ano após a implantação da medida, mas é uma situação que não se mantém ao longo da série histórica”, observa.

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Governo da Bahia captou, em 2023, recursos da ordem de R$ 3,5 bilhões para investimento no setor público

O Governo da Bahia tem se destacado na captação de recursos para financiar os investimentos no setor público. Em 2023, a gestão estadual captou recursos da ordem de R$ 3,5 bilhões, entre operações internas de crédito e transferências. Além desse valor, a Bahia atingiu a marca de U$ 962 milhões (cerca de R$ 5 bilhões) em operações externas aprovadas na Comissão de Financiamento Externo do Governo Federal (Cofiex) para investimentos em projetos estratégicos nos próximos anos.

 

De acordo com o secretário estadual do Planejamento, Cláudio Peixoto, que coordena os esforços para captação de recursos com a Casa Civil e a Secretaria da Fazenda, a Bahia, que já era reconhecida pelo equilíbrio fiscal, está sintonizada com as políticas públicas articuladas pelo Governo Federal. O estado é referência no processo de ampliação da rede de infraestrutura social no ambiente urbano e rural.

 

“Temos um legado construído ao longo dos últimos ciclos de planejamento, que foram voltados para o desenvolvimento, a inclusão socioprodutiva e a garantia de direitos. Isso dialoga muito com o processo de união e reconstrução em curso no país. Portanto, temos conseguido avançar em parcerias com as agências e bancos de desenvolvimento para viabilizar investimentos estratégicos”, valoriza Peixoto.

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Padre Fábio de Melo emociona na primeira noite do Celebra Itabuna

 

O show do padre e cantor Fábio de Melo na primeira noite do Celebra Itabuna agradou em cheio as mais de 10 mil pessoas que lotaram a Arena Zé Cachoeira, no Banco Raso, que tiveram mais de duas horas e meia de canções, ensinamentos da antropologia e filosofia cristãs e puderam renovar sua fé em Deus. Com humildade, ele abriu a noite cantando uma composição Clareou, de Diogo Nogueira.

“A vida é pra quem sabe viver/ Procure aprender a arte/ Pra quando apanhar não se abater/ Ganhar e perder faz parte. Levante a cabeça, amigo, a vida não é tão ruim/ Um dia a gente perde/ Mas nem sempre o jogo é assim/ Pra tudo tem um jeito/ E se não teve jeito ainda não chegou ao fim”, cantou, acompanhado de um imenso coro. No refrão, a multidão cantou mais alto ainda: “Deus é maior!/ Maior é Deus, e quem tá com Ele/ Nunca está só/ O que seria do mundo sem Ele?”.

Na sequência, o padre Fábio de Melo fez reflexões sobre a fé em Deus, a vida, oportunidades e desafios do cotidiano da vida moderna. Depois, intercalou músicas do cancioneiro da MPB certamente para elevar o auto-austral dos seus fiéis católicos e fãs de todas as religiões que cantavam, dançavam e oravam a Deus pela inesquecível noite do Celebra Itabuna que estava apenas começando.

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Jerônimo antecipa ICMS e Fundeb aos municípios e autoriza parcelamento do imposto para as empresas

O governador Jerônimo Rodrigues anunciou duas iniciativas do Estado para apoiar as prefeituras e as empresas baianas neste final de ano. A primeira é o parcelamento em duas vezes do ICMS de dezembro pelos contribuintes da Bahia. A outra é a antecipação aos 417 municípios baianos, nesta quinta-feira (28), das respectivas cotas do ICMS e do Fundeb a serem apuradas com base na arrecadação do período entre os dias 25 e 27. Levando-se em conta o calendário das transferências constitucionais, estes recursos seriam repassados apenas em janeiro.

As duas medidas estão sendo implementadas pela Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz-Ba). “O parcelamento do ICMS vai trazer impacto positivo para a economia baiana, permitindo maior fôlego financeiro às empresas, o que tem o potencial de resultar em preços mais competitivos para o consumidor”, afirmou Jerônimo.

Já a antecipação do imposto significará reforço no caixa das prefeituras. “O Estado mantém a parceria com os prefeitos de toda a Bahia para garantir este reforço no caixa dos municípios nesta hora importante de fechamento das contas, e fazemos isto na certeza de estarmos ajudando na continuidade de serviços necessários para os baianos e baianas que vivem em cada uma destas cidades”, ressaltou o governador.

Parcelamento do ICMS

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Uesc tem um ano de 2023 com desafios, conquistas e transformações

O final de cada ano marca o encerramento de mais um ciclo na vida das pessoas. Para muitos, o período apresenta, além das festividades e confraternizações, uma oportunidade para fazer um balanço das realizações, uma reflexão sobre o que aconteceu nos últimos 12 meses. A Universidade Estadual de Santa Cruz encerra o ano de 2023 contabilizando conquistas, e planejando o que de melhor pode entregar à sociedade em 2024.

 “A Uesc vai comemorar, em abril de 2023, 50 anos de fundação do Campus professor Soane Nazaré de Andrade. Precisamos olhar com atenção e respeito esse caminho percorrido e agradecer o idealismo de visionários como o agricultor Manoel Nabuco, que doou parte da área onde está instalado o Campus; José Haroldo Castro Vieira, um construtor de sonhos; o professor Soane Nazaré, todos os diretores (da antiga Fespi) e dos reitores que me antecederam na nossa Universidade Estadual de Santa Cruz”, pondera o reitor Alessandro Fernandes de Santana.

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UFSB visita Secretaria Nacional de Políticas Penais em busca de parcerias institucionais

A programação de trabalho da Pró-reitoria de Ações Afirmativas (PROAF) da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) em dezembro foi marcada, entre diversas outras atividades, por uma reunião na sede da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) em Brasília. O coordenador de Promoção da Diversidade da PROAF, professor Felipe de Paula, esteve na sede do órgão pertencente à estrutura do Ministério da Justiça em Brasília e foi recebido na Diretoria de Políticas Penitenciárias (DIRPP) para tratar de possíveis investimentos e apoios para a política de reserva de vagas para pessoas em privação de liberdade na UFSB.

 

Na reunião, a responsável pela Diretoria da Senappen, Juciane Prado, convocou diversos integrantes de sua equipe para acompanhar a apresentação acerca do histórico da política da UFSB. A inclusão de uma reserva de vagas destinada a indivíduos em situação de privação de liberdade, egressos do sistema prisional e refugiados foi estabelecida no ano de 2021, durante o processo de revisão da Resolução de Ações Afirmativas da UFSB. A partir da Resolução de número 12/2021, a instituição passou a contemplar, anualmente, a reserva de vagas para esse grupo em todos os seus cursos, a qual deve ser anunciada nos editais de admissão pelo SISU ou no Edital de Ingresso nos Colégios Universitários.

 

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Congresso Brasileiro de Cannabis Medicinal lança programação exclusiva para a edição 2024

O Congresso Brasileiro de Cannabis Medicinal, programado para ocorrer nos dias 23, 24 e 25 de maio de 2024, no Expo Center Norte, em São Paulo, já é um marco no panorama do conhecimento e inovação voltados ao setor da cannabis. O evento, organizado pela Sechat, reúne especialistas, profissionais da saúde, empresários e agentes públicos para discutir os avanços e entraves do mercado da cannabis no Brasil e no mundo.

Ajudar a promover a compreensão sobre os benefícios e oportunidades medicinais e industriais da cannabis é crucial neste momento de ascensão das discussões sobre as possibilidades terapêuticas, entraves regulatórios, inseguranças jurídicas e as formas de investimentos nesse mercado que se mostra cada vez mais promissor em todo o mundo. As primeiras informações da programação exclusiva já estão disponíveis no novo portal oficial.

O congresso será estruturado em seis módulos especializados, proporcionando uma experiência personalizada para os participantes, que poderão aprofundar seus conhecimentos em áreas específicas do setor.

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SEC participa de encontro com as famílias Indígenas Tupinambá de Olivença, em Ilhéus

A Secretaria da Educação do Estado (SEC) participou, nesta sexta-feira (22), no Colégio Indígena Tupinambá de Olivença, localizado em Ilhéus, de um encontro com as famílias Indígenas Tupinambá de Olivença no Território Litoral Sul. A atividade teve o objetivo de refletir sobre o contexto da Educação Escolar Indígena no Território bem como promover a apreciação dos projetos estudantis em destaque nas quatro unidades escolares da localidade.

O encontro envolveu 450 pessoas, entre estudantes, líderes e ouvidores das escolas do Núcleo Territorial de Educação Litoral Sul (NTE 05), representantes do colegiado escolar, gestores escolares, famílias dos estudantes das quatro escolas indígenas e lideranças.

A secretária da Educação do Estado, Adélia Pinheiro, participou do encontro e conheceu uma sequência didática construída com o auxílio do Educa Mais Bahia, com a participação de estudantes indígenas que cursam a modalidade Educação de Jovens e Adultos (EJA). “Essa sequência envolve pesca tradicional ancestral, cultura e conservação da natureza a partir da sabedoria e das práticas indígenas. Isso é um exemplo de riqueza de uma escola indígena”, comentou.

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Mais presente, mais futuro

André Curvello

Em apenas um ano, a Bahia testemunhou um renascimento sob um novo estilo de governo, uma era marcada por mudanças sociais profundas e avanços infraestruturais significativos. A figura central desse renascimento é um governador que surgiu do meio rural, um professor, um homem que conhece cada canto deste vasto estado e traz consigo uma visão que coloca o povo no centro de todas as ações governamentais.

Este momento é mais do que um novo capítulo; é a continuidade de um projeto político iniciado em 2007, que estabeleceu as bases para as transformações sociais que ocorrem na Bahia. Um dos exemplos mais claros dessas mudanças é o Plano de Ações Emergenciais, lançado recentemente, que representa um investimento considerável de R$ 834,5 milhões, sendo R$ 491,5 oriundos de recursos estaduais, para aliviar os efeitos da seca. Esse plano não é apenas uma resposta a uma crise ambiental, mas também um símbolo de solidariedade e compromisso com as comunidades rurais, unindo esforços em todos os níveis de governo.

Na educação, 2023 foi um ano de inovações e progresso, marcado pela inauguração de 34 novas escolas de tempo integral. Com um investimento de R$ 835,9 milhões, o estado não só fortaleceu sua infraestrutura educacional, mas também ressignificou o ambiente de aprendizagem, proporcionando aos estudantes espaços que inspiram e cultivam futuros líderes e inovadores. Essas escolas são mais que prédios; são berços de criatividade e conhecimento, dotados de recursos sustentáveis e avançados.

O setor de saúde também foi priorizado, com investimentos que ultrapassam os R$ 8,5 bilhões em 2023. Mais do que a criação de infraestruturas modernas, o foco tem sido o bem-estar da população, a acessibilidade aos serviços de saúde que chegam mais perto do povo, em todas as regiões do estado. A inauguração de novos hospitais e a ampliação da capacidade de atendimento são reflexos tangíveis desse compromisso com a saúde dos baianos.

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Medicina Integrativa não despreza diagnóstico

 

Lina Dantas

 

A nomenclatura “Medicina Integrativa”, trazida primeiramente pelo Dr. Andrew Weil  nos Estados Unidos em 1990, compactua com o conceito de integrar as práticas complementares, terapias alternativas e outras medicinas ancestrais e populares, com a alopatia. Não se trata de uma especialidade médica. Diferentemente do conceito da medicina alternativa surgido na contra-cultura, a medicina integrativa não descarta ou subjuga o diagnóstico, metodologias e tratamentos da medicina ocidental. A Integratividade provoca a inclusão das diferenças, dos vários aspectos do indivíduo humano, bem como uma reformulação na forma como o ser humano é acolhido e tratado em suas enfermidades. Na corrente ativista da medicina integrativa há uma reivindicação de estudos científicos para embasar e respaldar as práticas complementares e tecnologias ancestrais.

A luta do Dr. Weil trouxe resultados, e desde 1991, os Estados Unidos contam com  o Centro Nacional de Saúde Complementar e Integrativa (NCCIH). Uma agência governamental que explora a medicina complementar e alternativa (CAM) e promove investimentos para desenvolvimento de pesquisas norte-americanas nessa área. Através de investigação científica rigorosa, a NCCIH visa definir a utilidade e segurança das intervenções complementares e integrativas, seu papel na melhoria da saúde e da assistência em saúde.

A medicina integrativa se ancora na consciência da co-responsabilidade do enfermo em se curar. Uma inovação na conservadora postura hierárquica do médico. Há uma parceria do médico e seu paciente para a manutenção da saúde, onde a empatia, a paciência e a humanização no atendimento são essenciais. O paciente deixa de receber passivamente o tratamento para uma doença e passa a participar ativamente no processo, como ator principal de sua própria saúde. Para tanto, alguns profissionais defendem o termo ‘’interagente’’ ao invés de paciente ou cliente, a fim de ancorar a ressignificação dessa passividade, sem pendular para a mercantilização. Afinal, a saúde não é um produto, e sim um direito de todos, e um dever do Estado.

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