:: ‘rede globo’
RAI ENFIA A BOLA PARA ZECA CAMARGO. NÃO É GOL DO SÃO PAULO…
Raí, ex-jogador do São Paulo e símbolo sexual entre as mulheres, chocou as fãs, periguetes e marias-chuteiras, com a notícia do seu relacionamento com Zeca Camargo, um dos apresentadores do Fantástico. O casal já está junto há uns dois anos. Já o apresentador é freqüentador assíduo das baldas gays em São Paulo e no Rio de Janeiro.
Já de Raí, um dos maiores ídolos do São Paulo (lá vem a piada pronta!) pouca gente desconfiava de que jogasse no time.
A Rede Globo, proibiu qualquer vinculação da suposta relação de Raí e Zeca Camargo em programas da emissora.
JORGE, AMADO E VISIONÁRIO
Quem acompanha a novela Gabriela não pode deixar de notar que o Coronel Ramiro Bastos, interpretado por Antonio Fagundes, está cada vez mais a cara de ACM, seja no visual, seja no palavrório.
Ver Ramiro/Fagundes é rever o ACM mandão, que exigia que santos fizessem chover, tratava jornalista adversário a caneladas e se julgava dono da vontade e do voto popular.
Até trombar com um cara vindo do Rio de Janeiro, com novas idéias e um visão de política baseada na renovação e no diálogo, de quem lamenta não poder resolver a pendenga que desponta a cada capítulo na base do trabuco.
Não resolve e ainda vê o desafeto acabar com o seu reinado.
Epa, Jorge Amado, além de ótimo romancista, era um visionário!
É BATACLAN DEMAIS E GABRIELA DE MENOS
A novela Gabriela entrou pela segunda semana e confirmou o impecável padrão global de qualidade.
Mas, depois daquele primeiro capítulo em ritmo alucinante, a trama entrou num ritmo, digamos, Dorival Caymmi, lento, arrastado, quase sonolento.
Animação, só mesmo no Bataclan, do qual a Globo anda abusando. As moçoilas de Maria Machadão estão fazendo hora extra e roubando as cenas, enquanto a protagonista Gabriela quando não está na cozinha, está na cama com Nacib, fazendo o que as operárias do Bataclan fazem com maestria.
E, por ora, mais nada.
Gabriela, a novela, não é loira de anedota, mas precisa pegar no tranco.
ELIZE MATSUNAGA FALA EM ARREPENDIMENTO, RELATA PERVERSÕES E NEGA VERSÃO DE CINDERELA MODERNA
Em uma carta divulgada por seus advogados de defesa, a bacharela em direito Elize Matsunaga, 30, afirmou estar arrependida de ter matado e esquartejado o marido, o executivo Marcos Matsunaga, 41, um dos herdeiros da Yoki Alimentos, e também que era constantemente ameaçada de morte por ele.
A carta de Elize foi revelada na noite deste domingo pelo “Fantástico”, da TV Globo. O crime ocorreu na noite de 19 de maio, no apartamento onde o casal vivia, na Vila Leopoldina (zona oeste de SP), com uma filha de um ano.
Elize está presa desde o dia 4 deste mês. Na semana passada, a ex-garota de programa foi transformada pela Justiça em ré no processo no qual foi acusada ela Promotoria de ter matado o marido para ficar com R$ 600 mil de um seguro dele e para se vingar de uma traição da vítima.
Nas palavras de Elize, sua vida foi um conto de fadas com final às avessas.
“Falam que o conto de fadas acabou. Pergunto: Qual conto de fadas? Não me lembro de ter lido em ‘Cinderela’ que o príncipe a humilhava. Não me lembro de ter lido que o príncipe tirou a princesa do lixo e que ela deveria, por conta disso, ser submissa às suas vontades pervertidas e humilhantes porque se tornara sua esposa”, escreveu Elize.(do Uol)
OXI, QUE ´SUTAQUI´ É ESSE?
A novela “Gabriela” estreou essa semana na Rede Globo com ares de superprodução. Belíssimos cenários de época, uma fotografia primorosa e Canavieiras fazendo bonito no `papel` de Ilhéus, com seu patrimônio histórico bem conservado.
É bobagem fazer comparação com a primeira versão na novela, até porque há uma tendência natural em se achar que antigamente tudo era melhor. Às vezes até que era mesmo, mas isso não vem ao caso.
O único senão que se pode fazer nesse início de novela é com relação ao sotaque carregado dos personagens, típico de outras regiões do Estado, mas que nada tem a ver com o Sul da Bahia.
Ninguém por aqui fala, nem nunca falou, com aquele ´sutaqui` dos sulbaianos da novela.
E cá pra nós, parece que Antônio Fagundes se inspirou em Antônio Carlos Magalhães para compor o Coronel Ramiro Bastos.
Só falta aparecer o ACM Neto para dizer que vai dar uma surra no Lula, perdão, no Mundinho Falcão.
SALVE SALVE, REDE GLOBO!
Jorge Amado, em sua infinita sabedoria, costumava dizer que as melhores traduções de seus livros eram aquelas que ele não conseguia entender. Russo, turco, búlgaro, árabe, etc.
Pode-se dizer o mesmo em relação à adaptação de novelas a partir das obras do escritor grapiuna.
Gabriela, um remake que a Globo estréia hoje (18), se inclui nesse caso. Mais do que a versão original, a novela vai manter o foco central do livro -o amor da morena Gabriela e do turco Nacib- e o resto só Deus e os autores sabem.
Mas, de qualquer sorte, Gabriela já é uma benção.
Só o fato de excluir da trilha sonora excrescências como axé, arrocha, pagode e outros lixos já credencia a novela como algo que vale a pena assistir.
Nisso, a Rede Globo acertou a mão.
GLOBO REPORTER ETERNIZA O ETERNO JORGE AMADO
Simplesmente espetacular o Globo Repórter que acaba de ser exibido pela Rede Globo em homenagem a Jorge Amado.
Um passeio pela vida e obra do escritor que conseguiu como ninguém sintetizar a magia de uma Bahia multifacetada, resultado da mistura harmônica de povos e raças.
O repórter José Raimundo, com a competência que lhe é peculiar, produziu um programa de antologia, digno dos 100 anos de Jorge, dosando na medida certa a emoção da filha Paloma Amado, o amor de Jorge pelas terras do cacau do Sul da Bahia e os personagens em que não se sabe onde começa (nem onde termina) a ficção e a realidade, que tanto podem estar nos romances como nas ruas de Ilhéus e Salvador.
Até a referência a Itabuna, onde Jorge nasceu, foi do tamanho da importância que a cidade (não) dá a seu filho mais ilustre.
Enfim, um Globo repórter pra eternizar o eterno Jorge Amado.
Globo Repórter faz homenagem ao centenário de Jorge Amado
No ‘Globo Repórter’ desta sexta-feira, dia 15, o telespectador vai mergulhar no universo de Jorge Amado,que faria cem anos de idade em 2012. O programa mostra onde nasceram os personagens das obras do escritor que conquistou o Brasil e o mundo.
O apresentador Sérgio Chapelin vai à cidade cenográfica na Central Globo de Produção, no Rio de Janeiro, onde estão sendo gravadas as cenas da nova versão de ‘Gabriela,’ que estreia na próxima segunda-feira. Ele mostra a fictícia Ilhéus do início do século XX, terra dos coronéis do cacau e de mulheres belas, onde os atores dão vida novamente a uma das principais obras de Jorge Amado, que já foi traduzida para mais de 30 idiomas ao redor do mundo.
Histórias repletas de magia, beleza, sensualidade e muita imaginação: “Dona Flor e seus dois Maridos”, “Tenda dos Milagres” e “A Morte e a Morte de Quincas Berro D’Água” são alguns dos outros títulos que seduziram os leitores e estão no imaginário do público até hoje. Para desvendar os mistérios do cenário que acolheu os personagens de Jorge Amado na ficção, o repórter José Raimundo desembarca na encantadora Baía de Todos os Santos. Em Salvador, ele conversa com Paloma Amado, filha do autor, que abre as portas da casa onde nasceram algumas das principais histórias e romances de seu pai. Paloma fala sobre a parceira artística entre Jorge Amado e Zélia Gattai e conta histórias inéditas dos mais de 50 anos que seus pais ficaram juntos.
O ‘Globo Repórter’ vai ao ar logo após ‘Avenida Brasil’.
VESUVIO ABRE AS PORTAS PARA GABRIELA
A TV Santa Cruz realizou ontem à noite, no Restaurante Vesuvio, em Ilheus, a novela Gabriela, que estréia na próxima segunda, dia 18, na Rede Globo.
Do elenco da novela, a atriz Emanuele Araujo fez as honras da casa. Presentes ainda Jorge Amado Neto e João Jorge Amado, netos de Jorge Amado, além de políticos, publicitários, jornalistas, empresários e artistas regionais.
O Vesuvio é foco central do romance Gabriela Cravo e Canela, em torno do qual giraram as histórias de uma Ilhéus que, movida pelo cacau, deixava de ser uma vilazinha para ganhar ares de metrópole.
A nova versão de Gabriela tem ares de superprodução. O remake faz parte das comemorações do Centenário de Jorge Amado.






















