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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘PCC’

Wagner: “Ganhamos uma batalha e venceremos a guerra contra o crime organizado

O senador Jaques Wagner (PT-BA) elogiou nesta quinta-feira (28) a histórica operação deflagrada pela Polícia Federal contra o crime organizado. Os alvos foram criminosos ligados ao PCC que operavam Fintechs instaladas na avenida Faria Lima, em São Paulo, e se infiltraram na cadeia de distribuição e venda de combustíveis no país.

“Hoje vencemos uma importante batalha: uma megaoperação em mais de 10 estados atingiu de forma inédita o cérebro financeiro de uma série de esquemas ilícitos”, afirmou Wagner.

Trata-se da “maior ação de combate ao crime organizado da história do país”, segundo o senador, com atuação coordenada e integrada entre Polícia Federal, Receita Federal, polícias civis e Ministérios Públicos estaduais.

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“É possível combater o crime organizado com uso da inteligência policial e integração”, destaca Jerônimo ao comentar operação nacional

O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, se pronunciou, nesta quinta-feira (28), em seus perfis nas redes sociais, sobre a operação do Ministério da Justiça, conduzida no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que desarticulou um esquema bilionário do PCC envolvendo operações ilegais no mercado financeiro e de combustíveis. A ação contou com apoio da Polícia Federal, do Ministério Público e do Ministério da Fazenda.
Jerônimo destacou que a iniciativa é exemplo do uso estratégico da inteligência policial e da integração entre órgãos para enfrentar o crime organizado. “Nossa luta contra o crime organizado na Bahia continua firme. [Estamos] equipando nossa polícia e usando de recursos tecnológicos e de inteligência contra criminosos cada vez mais sofisticados”, afirmou.
O governador acrescentou ainda que o modelo aplicado na operação nacional inspira o trabalho realizado no estado. “É possível combater o crime não apenas com operações de campo, mas também com o uso da inteligência policial e da integração de forças. Esse é o caminho que estamos trilhando na Bahia”, disse.

DVD com Massacre de Manaus vira sucesso de vendas e tem fila de espera

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A trágica morte de 59 presos no Complexo Penitenciário Antônio Jobim (Compaj), em Manaus (AM), no primeiro dia 2017, virou roteiro de filme. Um DVD intitulado de “FDN x PCC: o Massacre” está esgotado nos camelôs da capital amazonense e traz as imagens de horror do dia do massacre.

Na capa do DVD é possível ver o amontoado de corpos esquartejados, decapitados e esfaqueados. Um dos vendedores ambulantes afirmou à Folha que não é mais possível encontrar o produto em sua banca. “Tinha mais de 10 exemplares e todos acabaram no domingo (15)”, afirmou ele.

A procura foi tão grande que o preço subiu. Antes, o DVD era comercializado a R$ 2 ou R$ 3, agora quem encontra já pode pagar a partir de R$ 5. Os vendedores que não tinham o exemplar disseram já solicitaram uma nova reposição e aceitam pedidos por encomenda. (do Metrópoles)

Guerra entre facções deixa 33 mortos em presídio de Roraima

Pelo menos 33 presos foram encontrados mortos na manhã desta sexta-feira (6) na penitenciária agrícola de Monte Cristo, na zona rural de Boa Vista. De acordo com o governo de Roraima, o fato foi registrado por volta das 2h30 (4h30 no horário de Brasília).

Conforme a assessoria do governo de Roraima, que diz que não houve uma rebelião, os próprios detentos teriam provocado as mortes durante uma briga de facções. Ainda segundo o órgão, o tumulto envolveu presos do Comando Vermelho e do PCC (Primeiro Comando da Capital), facção mais numerosa na penitenciária. As mortes em Roraima ocorrem quatro dias após as rebeliões em Manaus, que deixaram um saldo de 60 mortos.

Segundo as autoridades do Amazonas, o massacre foi realizado pela facção Família do Norte, ligada ao Comando Vermelho, contra integrantes do PCC.

PMDB busca aliança com PCC pra mandar em presídio

trinca

(do Blog Sensacionalista)- Após o pedido de prisão da alta cúpula do PMDB (Primeiros Mandatários Do Brasil), o partido anunciou que está em negociação para se aliar ao PCC e ficar ao lado de quem manda no presídio.

O partido negocia diretamente com as lideranças do PCC pois precisa ficar ao lado da situação seja onde for. “Não sabemos fazer oposição, estamos ao lado de quem manda desde o Descobrimento”, declarou um cacique peemedebista.

Em um primeiro momento o PMDB pensou em voltar a se aliar ao PT, mas desistiu pois nem no presídio o PT manda mais.

Assaltante de bancos ligado ao PCC é preso em Jequié

Borges estava montando um time de assaltantes de bancos

Dono de uma extensa ficha criminal, onde constam pelo menos 17 processos em vários estados, o assaltante de bancos Milton Borges, o “Borges”, de 42 anos, ligado ao PCC,  foi preso, nesta quarta-feira (4), em Jequié, distante 366 quilômetros de Salvador, pela equipe da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR/Jequié). Milton é acusado de assaltos a agências bancárias, a estabelecimentos comerciais e a pessoas, na modalidade “saidinha bancária”, na região.

Segundo a delegada Grazziele Quaresma, titular da DRFR/Jequié, Milton estava aliciando criminosos da região para praticar roubos. No momento em que foi flagrado, encontrava-se na companhia de José Edson Melo Silva, Cloves Arlindo dos Santos, Fernando Carvalho Santana, Remo dos Santos Brito Souza e Rogério Vaz Pereira, este último natural do estado de São Paulo.

Monitorada há algumas semanas pela polícia, a quadrilha estava reunida num imóvel, no bairro São Judas Tadeu, para planejar novos assaltos a bancos e estabelecimentos comerciais, quando foram surpreendidos. Na casa, os policiais encontraram um revólver calibre 45, uma pistola 9mm e uma caixa de munição para o mesmo calibre.

As investigações devem prosseguir para capturar o restante da quadrilha liderada por “Borges”, que também é ligado à facção criminosa PCC, de São Paulo.

DE MATADOR A PASTOR: ASSASSINATO DO CABO BRUNO TEM A MARCA DO PCC

A polícia que investiga a morte do cabo Bruno trabalha com três hipótese para o crime: vingança, ação do PCC e queima de arquivo. Florisvaldo de Oliveira, 53, o Cabo Bruno, um dos mais conhecidos matadores da história do país, foi assassinado anteontem à noite com 20 tiros, em Pindamonhangaba, no Vale do Paraíba, onde morava.

“Ele morreu com vários tiros. O número alto de tiros é assinatura de vingança”, disse o o delegado João Barbosa Filho, chefe da Polícia Civil no Vale do Paraíba.A morte ocorre 35 dias após ele ter deixado a prisão, onde cumpriu 27 anos de uma pena superior a 117 anos pela condenação em sete processos –no total, ele era acusado de mais de 50 homicídios ocorridos na década de 1980.

Essa série de assassinatos, a grande maioria na zona sul da cidade de São Paulo, lhe deu a fama de “justiceiro”, um matador de bandidos. Para policiais, membros do Ministério Público e líderes evangélicos –ele havia se convertido à religião e virado pastor–, a morte pode ter sido encomendada pela facção criminosa PCC exatamente por ele ter se tornado o maior matador da história da PM.

Cabo Bruno foi morto quando chegava em sua casa, por volta das 23h45, voltando de um culto religioso.Dois homens o abordaram quando desceu do carro, dispararam com pistolas e fugiram a pé. “Chovia e estava escuro. Não conseguimos ver o rosto de ninguém. Só nos abaixamos para não levar tiro”, disse o genro de Bruno, que pediu anonimato.

No veículo, além de Bruno e o genro, estavam a mulher do ex-PM, Dayse da Silva Oliveira. Ninguém mais se feriu. “Parece ter percebido que o negócio era com ele. Desceu do carro e não correu, aparentemente para proteger a família”, disse o delegado.  (do Uol)

 

 

MORRE TRAFICANTE QUE MATOU POLICIAL E GEROU CLIMA DE PANICO EM PORTO SEGURO

fim de carreira e de carreiras

Morreu por volta das 05h30 da manhã desta quinta-feira (22), em confronto com policiais civis, o traficante Rivaldo Freitas de Oliveira, 31 anos.
Mais conhecido como ‘Maicão’, ele matou o policial militar Cláudio Dias, em 28 de novembro, durante fuga espetacular da cadeia de Porto Seguro.

A ação, comandada pelos delegados civis Evy Paternostro (23ª Coorpin/Eunápolis) e Moisés Damasceno (6ª Coorpin/Itabuna), com suas respectivas equipes, foi realizada em uma fazenda na região do Itararé, no município de Buerarema.
Segundo os policiais, na propriedade rural foram presos Taíse Santos de Jesus, 18 anos, e Genivaldo Dantas dos Santos, 63 anos, e apreendidas drogas, dois revólveres e uma pistola.

O delegado Evy disse que todos têm ligação com o traficante Buiu, apontado como responsável pelos ataques em Porto Seguro no fim do mês passado.Genivaldo tem mandado de prisão em aberto no estado de São Paulo por tráfico de drogas. Ainda de acordo com o delegado, ele é irmão do traficante  Betinho, integrante do PCC. Taíse tinha, segundo o delegado, a função de transportar ordens do traficante Buiu. Buiu escapou de uma investiga de policiais civis, no último dia 3, em uma fazenda na rural de Ilhéus. Na ocasião, quatro integrantes do grupo foram mortos. Foram apreendidas muitas armas e drogas. (do site Radar 64)

PORTO (IN)SEGURO, 30 DE NOVEMBRO DE 2011

Universitária envolvida em fuga de preso do PCC em Porto Seguro

As equipes da 23ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin) – Eunápolis e da 1ª Delegacia Territorial (DT) – Porto Seguro descobriram que havia um esquema montado para facilitar a fuga do assaltante Rivaldo Freitas Oliveira , o “Maicão”, que na fuga assassinou com quatro tiros o policial militar Luiz Cláudio Dias do Santos, no último sábado (26). Quatro pessoas foram presas e um homem identificado como “Joel Chaveiro” está sendo procurado pela polícia.

         No dia da fuga, o preso Erion Messias dos Santos alegou estar passando mal na carceragem da 1ª DT de Porto Seguro para atrair os policiais até o xadrez. Dois investigadores foram socorrer o preso e, no momento em que um deles abriu a cela, foi rendido por “Maicão” que portava um revólver calibre 38. O outro agente também foi rendido e teve sua arma roubada pelo assaltante. “Maicão” fugiu atirando contra os policiais quando encontrou o PM na portaria da delegacia. Luiz Claudio percebeu a ação e sacou a arma, mas foi atingido antes pelo fugitivo.

         Um homem em uma motocicleta preta já esperava “Maicão” para dar-lhe fuga. . O policial militar foi socorrido, mas acabou não resistindo aos ferimentos e morreu. Erion, que alegou estar passando mal naquela noite, foi interrogado e afirmou ter sido obrigado por “Maicão” a participar da farsa.

         A polícia apurou ainda que a arma chegou até “Maicão” através da ala feminina da DT. A mulher de “Maicão”, Kelly Santos de Jesus, que encontra-se custodiada lá, foi ouvida e indicou outras duas presas, “Gorda” e “Edileuza”, como as responsáveis pela arma ter chegado a “Maicão”. Ambas foram interrogadas e confessaram ter agido em conjunto para repassar uma encomenda ao criminoso: um saco de chá, entregue a elas por uma mulher de prenome “Tina”. Apesar do peso do saco, elas disseram que não sabiam que ali tinha um revólver 38.

         A arma teria sido repassada para as presas por uma abertura na grade de ventilação que dá acesso ao pátio. “Gorda” e “Edileuza” foram autuadas em flagrante e vão responder por participação na morte do soldado PM Luiz Claudio. Logo em seguida a polícia localizou “Tina” e uma suposta namorada de “Maicão”, de prenome “Mari”. Na ocasião da prisão de “Maicão” ele havia assaltado a faculdade onde “Mari” estuda e feito a mulher refém.

         A polícia apura o envolvimento de “Mari” no assalto, uma vez que as investigações apontam que ela pode ter fornecido detalhes sobre a rotina do estabelecimento de Ensino. Ela negou a participação no esquema montado para libertar “Maicão”, mas foi delatada por “Tina” que afirmou ter se encontrado com ela e “Joel Chaveiro” para arquitetar a ação. Joel teria ficado responsável por conseguir a arma, enquanto “Mari” iria providenciar um carro para dar fuga ao namorado.

Esquema

         Na última terça-feira (22), “Tina” e “Beto” foram até a porta da delegacia e a mulher ficou observando a movimentação na unidade enquanto “Joel Chaveiro” entregou o revólver de calibre 38, utilizado na fuga, a uma das presas pela abertura na grade de ventilação. Ela também confessou ter ficado na porta da delegacia e dado o “ok” a “Joel”, que avisou “Maicão” por celular, sobre o momento ideal para o início do plano que resultaria na fuga do preso.

         “Tina” e “Mari” tiveram as prisões preventivas decretadas e encontram-se custodiadas na carceragem da unidade policial. “Joel Chaveiro”, que mora num sobrado no bairro Baianão, em Eunápolis, ainda está foragido. “Tina” disse ter aceitado participar do esquema por uma quantia de R$ 200, que seria paga por um comparsa de “Maicão”, conhecido pelo apelido de “Betão”.





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