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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)’

Jerônimo dialoga com lideranças do MST e trata de demandas para fortalecer comunidades rurais

Representantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), que realizaram caminhada de Feira de Santana até Salvador, acamparam, nesta quinta-feira (16), em frente às sedes da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR) e da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), no Centro Administrativo da Bahia (CAB). A mobilização integra a jornada de lutas do “Abril Vermelho” e tem como foco a viabilidade de projetos produtivos, a melhoria da infraestrutura em assentamentos e o fortalecimento da comercialização da agricultura familiar.

O governador Jerônimo Rodrigues esteve no local para dialogar com a coordenação do movimento. “Cada marcha que os movimentos fazem tem uma simbologia, tem um objetivo. E o que motiva é o ato de caminhar, de estar unido, de mostrar que a gente continua seguindo todos os dias. E a marca dessa caminhada é tão forte que mostra que somos do mesmo lado, da mesma origem, do mesmo barro”, disse o governador.

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Formatura em Feira de Santana celebra alfabetização e histórias de superação

O alagoano Manoel Lourenço de Oliveira esperou 77 anos para viver um momento que parecia distante: aprender a ler e a escrever. Pai de 12 filhos, trabalhador da roça na infância e mestre de obras na vida adulta, ele segurou o certificado com emoção na tarde deste domingo (11), em Feira de Santana, durante a formatura de cerca de mil alfabetizandos da Jornada de Alfabetização de Jovens, Adultos e Idosos nas Periferias Urbanas – Mãos Solidárias Bahia. “Eu sempre tive vontade de estudar, mas a vida era só trabalho. Hoje eu me sinto realizado e feliz”, afirmou.

Ao celebrar histórias como a de seu Manoel, a secretária da Educação do Estado, Rowenna Brito, destacou o alcance humano da iniciativa e o compromisso do Governo da Bahia com o direito à alfabetização em todas as idades. “Cada pessoa que aprende a ler e a escrever carrega uma vitória que transforma a própria vida e fortalece a sociedade. A educação devolve autonomia, dignidade e esperança”, ressaltou.

Erradicação do analfabetismo

A Jornada integra uma iniciativa de alcance nacional voltada à erradicação do analfabetismo, utilizando o método cubano “Sim, Eu Posso!”, que parte da experiência de vida dos educandos para acelerar o aprendizado. Na Bahia, a ação está presente em cidades como Salvador, Feira de Santana e Vitória da Conquista, formando turmas em periferias urbanas, comunidades rurais, quilombolas e indígenas, com foco no protagonismo social, na inclusão e na valorização da trajetória de cada participante.

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Cantora lança single “Madeira” em parceria com o MST

 

A cantora mineira Titane está lançando o single “Madeira”, que integra seu novo álbum. A faixa marca uma colaboração com o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e traz a participação especial do Bloco Pisa Ligeiro, grupo criado na Escola de Arte João das Neves, em Minas Gerais, iniciativa cultural do próprio movimento.

Composta por Sérgio Pererê, a canção conta com a presença do músico Paulo Santos, do grupo Uakti. O lançamento será acompanhado de um videoclipe dirigido por Papoula Bicalho, que estreia no canal oficial da artista no YouTube (@titaneoficial). O vídeo destaca a força e a resistência de trabalhadores do campo, da cidade e das agroflorestas, celebrando a cultura popular ligada à luta pela terra.

A parceria entre Titane e o MST é fruto de uma relação construída desde 2016, durante a ocupação da Funarte em Belo Horizonte. Esse diálogo resultou na criação da Escola de Arte João das Neves, em 2017, e do Bloco Pisa Ligeiro, lançado no carnaval de 2020. O grupo utiliza enxadas como instrumentos de percussão e se consolidou como espaço de formação artística e de expressão cultural do movimento.

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MST: 38 anos lutando pela democratização da terra no Brasil

MST completa mais um ciclo de resistência e conquistas na luta pela Reforma Agrária Popular e vida digna aos trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade

Bandeira tremulando em acampamento Sem Terra. Foto: Wellington Lenon.

Neste mês de janeiro de 2022, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) completa 38 anos de uma luta histórica de resistências e conquistas.

Uma história de raízes profundas herdadas da luta pela terra dos povos originários, campesinos, indígenas e quilombolas, mas que se concretiza enquanto movimento social organizado a partir do 1º Encontro Nacional do MST, no ano de 1984, em Cascavel, Paraná.

No ano seguinte, durante o 1º Congresso Nacional do MST, houve o entendimento da classe trabalhadora camponesa de que a ocupação de terras era a única solução para que se concretizasse o direito à mesma, devido à concentração de poder e propriedades, bastante desiguais no país e instaurada desde o Brasil Colônia.

A partir da definição da ocupação como ferramenta de luta, nascem também os princípios organizativos do Movimento, baseados na objetividade histórica impulsionada pela necessidade de realizar a Reforma Agrária, com o fim de socializar a terra como bem comum ao povo, reivindicando “Terra para quem nela vive e trabalha”.

 

Chocolate produzido no Assentamento Terra Vista, do MST, em Arataca, Sul da Bahia

Após o manifesto do 1º Congresso, as ocupações de terras são feitas massivamente desde a Região Sul e se expandindo por todo o país. Os objetivos estratégicos do movimento vão criando corpo e se mantém até hoje por Reforma Agrária e por transformações sociais. E existirão enquanto houver famílias camponesas sem acesso à terra e aos meios de produção.

Atualmente, o MST é composto por 450 mil famílias assentadas e cerca de 90 mil famílias acampadas, organizadas em 24 estados brasileiros. Essas famílias estão organizadas por meio da agricultura familiar camponesa atuando em 1,9 mil associações comunitárias, 160 cooperativas e 120 agroindústrias, produzindo alimentos saudáveis para o campo e a cidade.

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MST elege 133 candidatos em todas as grandes regiões do país

Plenária Nacional das Pré-candidaturas do MST. Foto: Priscila Ramos

(Da Página do MST) -Uma articulação inédita feita pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) levou à eleição de 133 candidaturas à vereança e à prefeitura, ligados à luta pela Reforma Agrária. Dessa forma, foram conquistados 110 eleitos e eleitas para os cargos de vereador e vereadora, além da ocupação de 23 prefeituras e vice-prefeituras pelo país, sobretudo em cidades interioranas, distribuídos em 19 estados brasileiros.

Entre as propostas assumidas pelas candidaturas eleitas, enquanto compromissos de campanha, estão o apoio à democratização do acesso à terra, incentivo à produção e cooperação de alimentos saudáveis e combate à fome, iniciativas de sustentabilidade e cuidado permanente com o meio ambiente, defesa da educação, saúde, cultura e diversidade.

De acordo com os coordenadores e coordenadoras do movimento, existe uma avaliação positiva com relação à decisão política de disputar as eleições municipais, onde a articulação do movimento saiu vitoriosa, para além do número de candidaturas eleitas, mas principalmente pelo capital social e político acumulado ao longo de todo o processo eleitoral e do trabalho de base.

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MST e PRF semeiam mais de 3 mil quilos de pinhão no Paraná

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) no Paraná celebrou o Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho, com a semeadura aérea de 3,3 toneladas de pinhão. Um helicóptero da Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi utilizado para a semeadura, que ocorreu no assentamento Nova Geração, em Guarapuava, região centro-sul do Paraná.

A iniciativa integra a 2ª Jornada da Natureza: Semeando vida para enfrentar a crise ambiental, realizada entre os dias 3 e 7 de junho. Este é o terceiro dia consecutivo que um helicóptero da PRF sobrevoa áreas de assentamentos e acampamentos da Reforma Agrária para espalhar pelo ar sementes da palmeira juçara e da araucária, árvores da Mata Atlântica ameaçadas de extinção.

Um café campeiro, com panificados preparados à base de pinhão, garantiram a energia para a marcha que veio em seguida, pela estrada principal da comunidade. Ao longo da caminhada, carroças levaram as sementes que foram lançadas pelo helicóptero da PRF.

O almoço e a assembleia comunitária foram na comunidade Nova Aliança, localizada no município de Pinhão. Na plenária lotada de camponesas e camponeses, o superintendente do Incra no estado, Nilton Bezerra Guedes, reafirmou o compromisso em trabalhar pela conquista definitiva das áreas para as famílias Sem Terra da região. Diversas autoridades locais, estaduais e federais também participaram da assembleia.

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Sindicalistas se unem ao MST em campanha de solidariedade para atender famílias atingidas pelas chuvas

mst chuvasMembros de sindicatos do interior da Bahia se unem ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) em campanha de solidariedade para atender famílias atingidas pelas chuvas no sul e extremo sul do estado. A notícia foi confirmada, nesta sexta-feira (17), após reunião virtual com o coordenador-geral do Sindicato dos Petroleiros (Sindipetro) e recém-eleito secretário sindical do PT Bahia, Jairo Batista, com o secretário adjunto Josimar Ferreira, da APLB, e Lucineia Durães, a popular ‘Liu’, dirigente nacional do MST.

“Definimos por ampliar o raio de ação da campanha a partir da CUT [Central Única dos Trabalhadores] e da Secretaria Sindical do PT, essa seria a primeira iniciativa dessa gestão à frente da pasta. Vamos ajudar na comunicação, faremos das nossas redes um instrumento de divulgação do que está rolando e vamos organizar nas sedes da CUT e demais sindicatos pontos de arrecadação de alimentos para enviar para a brigada do MST em Itamaraju”, salienta Josimar Ferreira.

De acordo com o coordenador-geral do Sindipetro, Jairo Batista, a intenção é dialogar com lideranças sindicais para ajudarem na coordenação e apoiarem a brigada permanente em Itamaraju. “Precisamos ajudar na limpeza e desinfecção das casas, produção de refeições na cozinha solidária e, também, no atendimento à saúde física, mental e preventiva das pessoas que foram afetadas direta e indiretamente pelas fortes chuvas. Vamos ser parte de um suporte importante para que o governo estadual possa atuar”, descreve.

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Valmir repudia ameaça de despejo de famílias em acampamento do MST durante pandemia em Juazeiro

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O Acampamento ‘Palmares’, localizado no município de Juazeiro, norte da Bahia, corre o risco de acabar caso uma ordem de despejo seja cumprida no dia 23 de março. Esse local abriga cerca de 80 famílias do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e tem mais de 11 anos de existência. Com a crise sanitária se agravando em todo o país, o deputado federal Valmir Assunção (PT-BA) não poupou críticas e repudiou a ameaça de expulsão dos agricultores e agricultoras. “Vivemos um momento caótico da nossa história. A pandemia da covid-19 está crescendo desenfreadamente e essas 80 famílias ficarão à mercê da própria sorte. Despejo durante a pandemia é crime e esses moradores exigem respostas urgentes por parte do governo do estado”, aponta Valmir.

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Assunção cobra do governo estadual por conta do dono da área do acampamento ter declarado a sua vontade em vender a propriedade e o estado ainda não resolveu a questão. As famílias do MST, por meio do crédito fundiário organizado pelo Governo do Estado, via Coordenação de Desenvolvimento Agrário (CDA), passariam a ter a propriedade dos lotes. Elas participaram de uma reunião no dia 23 de setembro de 2020, na Secretaria estadual de Relações Institucionais (Serin) com representantes da CDA e o proprietário arrematante. De acordo com o movimento, “ficou encaminhado que o governo enviaria uma equipe ao local para ajustar e orientar as famílias com relação à documentação e demais procedimentos em até 25 dias após a reunião, o que não ocorreu”.

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Abril Vermelho: MST divulga manifesto ao povo brasileiro

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O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) produziu um manifesto ao povo brasileiro neste mês de abril por ocasião dos 23 anos do Massacre de Eldorado dos Carajás (PA) e dos ataques aos militantes das causas populares.

 

O documento ressalta as ameaças do governo Bolsonaro (PSL) à soberania nacional e convoca a população a lutar pela efetivação de direitos básicos, pela reforma agrária e contra o fim das políticas públicas de inclusão no país.

 

Confira na íntegra:

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Em clima de comoção, dirigente do MST assassinado é sepultado em Vitória da Conquista

df80928a-068d-451e-85d2-49e2b6a38f19 (1)O diretor estadual do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Márcio Matos, está sendo velado na  secretaria regional do MST, em Vitória da Conquista, município natal da vítima, também no sudoeste baiano.  O governador Rui Costa, que está em visita a cidade para inauguração e vistoria de obras, compareceu ao velório hoje pela manhã. Rui determinou à Secretaria de Segurança Pública a rigorosa apuração do caso.

O velório é acompanhado por familiares, amigos, além de lideranças estaduais e nacionais do MST. O corpo será sepultado na manhã de hoje  (26), no Cemitério Parque da Cidade. Em entrevista ao G1, na tarde desta quinta-feira, uma das diretoras estaduais do MST, Lucinéia Durães, disse que o crime chocou o movimento.

dd9a7860-3c1e-44c4-badd-c81c5cea7a93 (1)“Estamos em choque e com muito indignação. Era um militante que se doou por uma luta, por uma país justo”. Ela acrescentou que o dirigente nunca foi vítima de ameaças de morte. A polícia investiga e já descartou a hipótese de latrocínio, porque nada foi levado da casa da vítima. Uma equipe da Coordenadoria da Polícia Civil de Jequié acompanha as investigações. De acordo com a Polícia Civil, Márcio de 33 anos, foi morto na frente do filho de 6 anos.

Dirigente do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), e integrante do Partido dos Trabalhadores (PT), foi morto a tiros na noite de quarta-feira (24), na propriedade rural em que ele morava, na cidade de Iramaia, que fica no sudoeste do estado e também faz parte da região da Chapada Diamantina.

Não há detalhes sobre as circunstâncias do crime, nem sobre autoria e motivação. Por meio das redes sociais, o governador Rui Costa lamentou a morte de Márcio Matos. “Tão logo soube da triste notícia, determinei à Secretaria de Segurança Pública a imediata e rigorosa apuração do crime. Meus sentimentos de pesar aos amigos e familiares neste momento de profunda dor”.

A superintendência regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) na Bahia também lamentou a morte do líder do MST. De acordo com o Incra, o fato aconteceu no assentamento Boa Sorte Una, onde Matos era assentado. (com informações do SN Noticias)

 





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