:: ‘México’
Meliá anuncia novo complexo turístico no México
A Meliá Hotels International volta a dar um novo impulso à sua estratégia de internacionalização e reforça sua liderança no segmento de lazer com a abertura de um novo complexo turístico de luxo em Bahías de Huatulco (Oaxaca), situado na costa do Pacífico mexicano. A Companhia amplia assim sua presença e reconhecimento em um mercado prioritário, onde os resultados e posicionamento alcançados por suas mais recentes aberturas – os dois resorts em Playa del Carmen – significaram um dos maiores êxitos da hoteleira nos últimos anos.
O projeto de Huatulco será desenvolvido de forma conjunta entre a Meliá, que também irá atuar como catalisadora de investimento para seu desenvolvimento, e o Fundo Nacional de Fomento do Turismo do México (Fonatur), após a assinatura de um Memorando de Entendimento. O macrocomplexo de 500 apartamentos, que será operado pela bem-sucedida marca Paradisus, líder no segmento de luxo Tudo Incluído (All Inclusive), se tornará então o décimo hotel da Companhia no país.
“Este projeto apresenta uma nova oportunidade para impulsionar a nossa liderança nos melhores destinos de férias do mundo e consolidar o grande êxito da marca Paradisus, oferecendo um produto único e diferenciado que nos permite desenvolver nossa força como gestores de hotéis em nível mundial, o grande desafio da nossa Companhia”, explica Gabriel Escarrer, vice-presidente e CEO da Meliá Hotels International
A foto é de verdade, a notícia é de mentira
A foto de uma mulher dando a luz no gramado de um centro de saúde está sendo exaustivamente utilizada nas redes sociais, Facebook à frente, como exemplo da falência do sistema de saúde pública no Brasil. Acompanham a “notícia” e a foto, críticas pesadas à presidente Dilma e ao programa Mais Médicos.
O parto no gramado aconteceu, de fato, mas numa clinica no interior do México, que a menos que tenha sofrido uma invasão do governo petista, ainda não faz parte do território brasileiro.
É a típica situação em que a desinformação tromba com a má-fé.
Brasil é o 4º. país em assassinato de jornalistas
Números divulgados nesta terça-feira (2) pela ONG suíça “Campanha por um Emblema de Imprensa”, o Brasil aparece na quarta posição como o lugar mais perigoso para um repórter trabalhar em 2012. De acordo com o blog de Jamil Chade, do Estadão, se forem contados os países que não estão em guerra e vivem em regime de democracia, o Brasil é o segundo mais violento do planeta. A primeira posição é da Síria, com 32 jornalistas mortos.
O segundo é a Somália, país africano em que o governo central controla apenas a capital. Em terceiro lugar vem o México, com dez membros da imprensa assassinados em um ano e, na quarta posição, o Brasil, que acumula sete mortes, empatado com o Paquistão. No total, 110 jornalistas perderam a vida em 2012, um dos anos mais sangrentos para os meios de comunicação em pelo menos 30 anos.
“Esse é um dos anos mais violentos de que se tem notícia para a imprensa”, constatou o secretário-geral da entidade, Blaise Lempen. Se forem contados apenas os nove primeiros meses do ano, o incremento é de 36%.
Flamengo tem maior torcida do mundo, aponta pesquisa
O Flamengo tem a maior torcida do mundo, de acordo com pesquisa feita pelo instituto argentino Gerardo Molina-Euromericas e divulgada nesta segunda-feira pela imprensa local.
De acordo com a pesquisa, o Flamengo tem 39,1 milhões de torcedores pelo mundo todo, superando Chivas (33,8 milhões) e América (29,4 milhões), ambos do México, que são segundo e terceiro colocados, respectivamente.
O Corinthians vem em quarto, com 28 milhões de torcedores espalhados pelo mundo, de acordo com o estudo. A pesquisa aponta ainda o Boca Juniors como o time que possui maior torcida dentro de um país se comparada às dos rivais. Ele é o time preferido de 46,8% dos argentinos. O Flamengo, por exemplo, é o time preferido de 25% dos brasileiros.
A pesquisa foi feita por consultorias contratadas no Brasil, Argentina, México, Espanha, Alemanha, Itália, Inglaterra, Portugal, França, Holanda e Japão. (do UOL)
NEYMAR REI? OS MEXICANOS CURTIRAM ISSO…
Tira a coroa e coloca o sombrero.
Mais uma vez o sonho da medalha ouro olímpica no futebol vai para o espaço. A seleção do endeusado Neymar perdeu do México por 2×1 e ficou com a medalha de prata.
E, de novo, Neymar fracassou num jogo decisivo, embora não possa carregar nas costas a culpa pela derrota.
O problema é a mania de parte da nossa midia em transformar craques ou meras promessas em gênios da bola.
Neymar, por enquanto, é craque. Rei, só mesmo no marketing, que nisso ela bota o Messi, esse sim um gênio, no chinelo. Ou no salto alto, vá lá que seja.
E mais: Mano Menezes já era.
Insistir com ele, é perder de véspera a Copa de 2014 no Brasil.
CORRIDA DO OURO: NUNCA FOI TÃO FÁCIL
Egito, Bielorussia, Nova Zelandia, Honduras e agora Coréia do Sul. Depois, México ou Japão.
Essas são as potencias que a Seleção Brasileira enfrentou e vai enfrentar para conquistar a inédita Medalha de Ouro nos Jogos Olímpicos de Londres.
Nenhuma seleção de ponta da Europa, nenhuma forte seleção da África.
O caminho do ouro nunca foi tão fácil para Neymar e Cia.
DESCOBRIRAM A FORMULA?
Neymar não conseguiu jogar nos dois jogos das oitavas de final da Libertadores contra o Velez, não conseguiu jogar nos amistoso contra México e Argentina e, de novo, não conseguiu jogar no primeiro jogo das semifinais da Libertadores contra o Corinthians.
Bastou tirarem os espaços para os dribles e as arrancadas, que o craque apagou.
Não significa que Neymar seja um blefe e ele pode até decidir o jogo de volta contra o Corinthians. Mas significa que o marketing excesso e o ego inflado podem estar atrapalhando uma carreira que pode ser de antologia no futebol brasileiro.
O BRASIL DÁ CHAPÉU, O MÉXICO VENCE
Uma sequencia de quatro chapéus em menos de dez minutos e um gol inacreditavelmente perdido por Alexandre Pato. E mais nada.
A seleção brasileira ficou o México jogar e o 2×0 pros mexicanos ficou de bom tamanho.
Neymar não foi nem sombra do Neymar do Santos e o Brasil viu cair uma invencibilidade de dez jogos.
A derrota tem um lado positivo: baixa a bola do ufanismo que já aflorava após vitrórias fáceis contra seleções meia-boca da Dinamarca e dos EUA.
Sábado que vem o Brasil pela a Argentina, de Lionel Messi.




















