:: ‘Jackson Costa’
Espetáculo de Jackson Costa é transferido para o Centro de Cultura Adonias Filho
O ator, cantor, poeta e produtor cultural, Jackson Costa, transferiu o espetáculo de poesia e música, Giramundo, para o Centro de Cultura Adonias Filho, em Itabuna, na mesma data e horário anunciados antes – dia 7 de abril, às 19h30 – por conta da interdição do Teatro Candinha Dória. A apresentação celebra o aniversário de 60 anos do artista, na cidade onde nasceu e iniciou sua trajetória artística.
No palco, estarão também Tom Costa, no violão, cantando e poetizando e Sidney Argolo, na percussão. Com produção de Yolanda Nogueira, Giramundo é um espetáculo montado através da palavra falada e cantada e de ritmos de matriz africana. “Damos voz ao mundo e desafiamos o estabelecido com o nosso grito de liberdade. É uma criação que resgata nossa autoestima como baianos e também como nordestinos e brasileiros”, enfatiza Jackson Costa. “São poemas e músicas, que serviram de alerta em tempos sombrios e que, infelizmente, cabem como uma luva para o momento que o mundo atravessa”, completa.

Vida e coragem
Todos em cena cantam o mesmo assunto, na mesma lira, em plecto diferente. “Mostramos a beleza e a angústia dos tempos modernos, para a nossa reflexão sobre os perigos que os giros do mundo nos colocam e nos fazem voltar ao mesmo lugar, quando não aprendemos com as circunstâncias”, explica Jackson Costa. “Viver é um ato de coragem, perigo e reinvenção contínua. Riobaldo, em Grande Sertão: Veredas, imortaliza a frase ‘Viver é muito perigoso’, sublinhando que a vida é uma travessia que exige coragem, rasgando-se e remendando-se, em busca de sentido no meio do incerto”.
Com Giramundo, Jackson Costa celebra 60 anos em Itabuna
Espetáculo no Teatro Candinha Dória une poesia e música

O ator grapiúna Jackson Costa, que brilha nos palcos e na televisão, se apresenta no Teatro Candinha Dória, em Itabuna, no próximo dia 7 de abril, com o espetáculo Giramundo, que une poesia e música e resgata a autoestima como baianos e também como nordestinos e brasileiros. Através da palavra falada e cantada e de ritmos de matriz africana, Giramundo, que celebra os 60 anos de idade do ator, dá voz ao mundo e desafia o estabelecido, como um grito de liberdade. São poemas e músicas, que serviram de alerta em tempos sombrios, infelizmente, cabem como uma luva para o momento em que atravessa o mundo

Com Jackson Costa no pandeiro e na potência de sua voz, Tom Costa no violão, cantando e poetizando e Sidney Argolo na percussão tocam e “cantam na mesma lira o mesmo assunto em plecto diferente”, mostrando a beleza e a angústia dos tempos modernos, para a nossa reflexão sobre os perigos, quando não aprendemos com as circunstâncias, que os giros do mundo nos colocam e nos fazem voltar ao mesmo lugar.
O resultado é uma peça que não apenas anuncia um evento, mas expressa a grandeza artística de Jackson Costa: um artista que transita entre culturas, linguagens e emoções, unindo o nordestino, o poético e o cênico em uma mesma cena visual.

Los Catedráticos apresentam Macetando o Apocalipse no Teatro Municipal de Ilhéus
Nos dias 11 e 12 outubro, sábado e domingo, a peça Macetando o Apocalipse, com Los Catedráticos será apresentada no Teatro Municipal de Ilhéus, 20;30 horas as 20 horas, respectivamente,, para divertir, provocar reflexões e arrancar muitas risadas.

Criado em 1989, Los Catedrásticos construiu uma trajetória marcante no teatro brasileiro, apresentando ao longo dos anos diversos espetáculos de grande sucesso que conquistaram o público e a crítica. Nesta nova temporada, intitulada Macetando o Apocalipse, o público poderá rever quase todo o elenco original: Cyria Coentro, Jackson Costa e Maria Menezes retornam ao palco, agora com o reforço de Zéu Britto, que está de volta ao grupo. Com direção de Paulo Dourado e produção de Milena Leão, da Carambola Produções, o espetáculo promete uma abordagem renovada e tão provocativa quanto antes.

O tema central continua a ser a música — paixão inquestionável dos baianos. Com sua tradicional irreverência, Los Catedrásticos mergulha no universo das letras das canções mais populares de diferentes gêneros, como axé, pagode, sertanejo, arrocha, funk, e samba-reggae, transformando-as em uma análise crítica, divertida e totalmente única.
FICHA TÉCNICA
Ator Jackson Costa se emociona em Roda de Conversa com reeducandos do projeto Relere no Conjunto Penal de Itabuna
O ator e diretor Jackson Costa, itabunense da gema – melhor definido como “papa-jaca” -, participou, na manhã de sexta-feira (11), de uma Roda de Conversa com reeducandos participantes do projeto de Remição pela Leitura e práticas educativas Relere. O artista foi às lágrimas por diversas vezes, principalmente quando lembrava de suas origens e do poder da educação e da leitura em sua vida, mesmo em condições adversas.

Os reeducandos tiveram oportunidade de interagir com o artista, que se mostrou fascinado pelo processo ressocializador em curso na unidade prisional, especialmente por meio da educação e da leitura. O Relere é realizado pelo Ministério Público, por meio do Programa MP Educa, e foi idealizado pela promotora Cleide Ramos, da 13ª Promotoria. Uma de suas características é a discussão crítica da política, das relações sociais e de poder que são travadas atualmente no Brasil e no mundo, e da realidade do encarceramento.

O artista se mostrou um entusiasta da forma como se dão os processos e as práticas ressocializadoras, especialmente porque não se limitam às atividades laborativas do trabalho em si, mas também porque avançam na (re)construção do ser a partir do seu autoconhecimento, da leitura, das práticas terapêuticas e da arte.
Canto da Reconstrução pela AACRRI emociona com música, poesia e solidariedade

Uma noite de música, poesia e emoção. O Canto da Reconstrução, show beneficente que arrecadou recursos para reconstrução da Central de Triagem da Associação dos Agentes Ambientais e Catadores de Materiais Reutilizáveis e Recicláveis de Itabuna -AACRRI, encantou as pessoas que lotaram o Centro Cultural Adonias Filho e puderam acompanhar um desfile de artistas grapiúnas movidos pelo amor à arte e a solidariedade.

Idealizado pelo jornalista Daniel Thame e produzido por Rafael Gama, o ´Canto da Reconstrução´ intercalou música e poesia, com as participações de Marcelo Ganem, Jaffet Ornellas, Zenon Moreira, Aldo Bastos, Walmir do Carmo, Carmem Camuso, Leila Oliveira, Gabriel Xavier e a rapper Natigrê.

Os momentos finais do show foram marcados pela emoção, com os três cantores entoando a música “Amigos”, uma homenagem ao inesquecível Kocó do Lordão, falecido na semana passada, e o encerramento com o Hino Grapiúna, Serra do Jequitibá, que além de Marcelo, Jaffet e Zenon teve a participação especial de Jackson Costa, que fez questão de prestigiar o evento e manifestou seu desejo de se integrar na mobilização pela AACRRI.

A presidente da AACRRI, Carissa Araújo afirmou que “além da arrecadação de recursos para a reconstrução da nossa central de triagem, esse show mostra que não estamos sozinhos nessa luta, que podemos contar com o apoio da comunidade e isso nos dá forças para continuar trabalhando com reciclagem de forma digna e garantindo o sustento dezenas de famílias”. O ´Canto da Reconstrução` arrecadou cerca de dez mil reais, que serão destinados à recuperação do telhado, destruído pelo incêndio.
Apoiadores

A realização ´Canto da Reconstrução´, em que todos os artistas se apresentaram sem cachê, se tornou possível graças ao apoio do Governo da Bahia, Prefeitura Municipal/Projeto Recicla Itabuna, Defensoria Pública da Bahia/Projeto Mãos que Reciclam; e empresas como CVR Costa do Cacau, Shopping Jequitibá, Rota Transportes, Biosanear, Grupo Velanes, o Boticário, Mirasul, Conlar, Soluz, JPJ Engenharia, Val Construções, Los Pampas, Art 3, Grelhados & Cia, Condomínio Claude Monet e BA Serviços Técnicos.

Também foi importante o apoio da mídia regional na divulgação do evento: TV Santa Cruz, rádios Boa FM, Interativa FM, Morena FM e Difusora e sites Ipolítica, Pimenta, Diário Bahia, O Trombone, Blog do Thame, Políticos do Sul da Bahia, Blog do Gusmão, Agravo, Ilhéus 24hs e Verdinho.
Atriz de Itabuna fala da emoção de interpretar Santa Dulce

A atriz baiana Nicole Leão, natural de Itabuna, vive dias de muita emoção com o resultado do clipe em celebração aos 31 anos de morte de Santa Dulce dos Pobres. Ela interpreta Irmã Dulce, na produção dirigida por Jackson Costa.
Ela conta que a proposta era trazer a imagem da santa ainda no início dos caminhos da luta social e amparo aos desvalidos. “Não tivemos preocupação quanto a aparência e deixamos que a caracterização falasse mais alto. Foi extremamente tocante, porque fiéis apareciam para conversar. Todos muito orgulhosos da santa baiana. Foi uma honra gigante, divina, e fico muito feliz que tenha agradado aos devotos”.

Gravado na Capela Santa Dulce da cidade de Castro Alves, o vídeo tem as cantores Ivete Sangalo, Carlinhos Brown, Daniela Mercury e Margareth Menezes interpretando a composição ‘Doce Luz’, de Leo Passos e Chico Gomes.
A atriz

Nicole é graduada em Letras e com formação em teatro e cinema pela UFBA. Trilha uma carreira no teatro e cinema, com trabalhos dirigidos por Rafaela Uchôa e Djalma Calmon. Ainda para esse ano, está previsto participação num longa metragem de Cláudio Marques.
Jackson Costa abraça “Escolas Culturais” como caminho contra violência em Itabuna
Por Celina Santos, no Diário Bahia
O ator Jackson Costa não abre mão de manter os vínculos com Itabuna, ainda que esteja fazendo trabalhos no eixo Rio-São Paulo. Escolhido padrinho do programa Escolas Culturais, lançado semana passada no Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães, ele toma o papel como missão e acredita que a iniciativa seja um caminho para tirar a cidade do cenário de violência que a insere entre as principais da Bahia.
Como você recebeu a atribuição de ser padrinho do programa Escolas Culturais em Itabuna?
Como uma mãe que recebe uma criança e precisa cuidar dela. Porque é um projeto muito bonito, que pode tirar a gente dessa condição que nós estamos aqui na região, de descaso, de violência. Por que Itabuna está sendo a primeira? Eu perguntei ao governador. Eu acredito que Deus sempre faz a coisa certa. Itabuna é quem tá precisando muito, porque a gente precisa abrir horizontes para as pessoas se desenvolverem. A gente só sai da condição que está se fizer valer esse projeto: unir cultura, educação e arte. E a gente consegue.
Qual sua primeira impressão sobre o que viu no Colégio Modelo, escolhido como Escola Cultural?
Pelo que eu vi aqui hoje, estamos com tudo na mão. Às vezes a gente quer e não tem suporte pra realizar; mas aqui a gente está tendo o suporte dado pelo governador e não é uma coisa utópica, paternalista. Não é de cima pra baixo; é aproveitando o que já existe de estrutura física aqui nessa escola, mas também o que já existe de ações culturais aqui, integrando a sociedade. Então, eu recebo como uma responsabilidade muito grande, uma alegria de estar presenciando esse momento, a possibilidade de a gente sair das trevas e encontrar a luz através da educação e da cultura.
De que forma se dará a sua ação como padrinho do programa?
É uma responsabilidade, mas eu não vou fazer nada sozinho. A proposta dele [do governador Rui Costa] é que muitos – se possível, todos – se unam nesse propósito. Eu já vi que aqui tem muitos e a gente precisa é ter cada vez mais gente.
Está disposto a vir aqui constantemente para colocar ideias em prática?
Eu quero estar aqui o máximo de tempo que eu puder, conversando com a direção da escola, com os movimentos de arte que são da escola e da comunidade, que entrem nessa ‘Arca de Noé’ para a gente se salvar. Se eu puder estar aqui todo mês, eu estou; se for preciso, toda semana ou passar um tempo aqui, eu quero vir. Porque eu sou daqui, eu nasci aqui e eu vou fazer por mim. Eu fazendo pelos outros, vou estar fazendo pra mim; e fazendo pra mim, vou estar fazendo para os outros.
Você recebe, então, como uma missão para sua vida …
Como uma missão! Todos nós temos uma missão aqui. Acho que a grande missão não é a gente pensar em nós, é pensar no outro. Então, é um trabalho que proporciona o desenvolvimento criativo, espiritual, o desenvolvimento da sociedade, das pessoas. Estou aqui para fazer o que eu puder fazer.
Flávia Wenceslau faz show em Ilhéus com direção de Jackson Costa
“Por uma folha” é o show que a cantora e compositora Flávia Wenceslau programou para o público do Sul da Bahia, nesta quinta-feira(20), às 20 horas, no Teatro Municipal de Ilhéus. No repertório, músicas inéditas e outras já conhecidas, a exemplo de ‘Silêncio’ (gravada por Maria Bethânia), ’Desatador de nó’, ‘Filha do mar’ e ‘Te desejo vida’. No palco, o canto forte de Flávia é enriquecido pelos violões de Eduardo Holanda e Mimi Rocha e a sanfona de Nonato Lima, músicos experientes do cenário nacional. O espetáculo, sucesso em Salvador, é dirigido pelo ator e diretor Jackson Costa e conta com o apoio da Prefeitura de Ilhéus.
Dona de timbre marcante e primorosa afinação, Flávia Wenceslau traz na bagagem três discos autorais (‘Saia de retalhos’, 2010, ‘Quase primavera’, 2007, e ‘Agora’, 2005), um Troféu Caymmi (CD regional), parcerias de destaque e fãs por todo o país. Este ano, ela concorre ao Troféu Caymmi, como melhor show, teve estreia nacional no final de janeiro, em Salvador, com casa lotada. Os ingressos esgotaram três dias antes e muita gente que tentou entrar na hora teve de retornar da porta do teatro para casa.
Compositora consagrada na voz de Maria Bethânia, que gravou a canção ‘Silêncio’, no DVD do show de 50 anos de carreira, Flávia Wenceslau vem se destacando no cenário da música popular brasileira por seu trabalho autêntico, marcado pela simplicidade e pelo vigor poético. Ela também empresta uma composição sua para a voz de Mariene de Castro e assina parceria em músicas com Chico César, Marcos Lessa e Margareth Menezes.
Nascida na Paraíba e radicada há uma década na Bahia. Uma das músicas chegou a fazer parte da novela Cristal (2006, SBT). Ainda em 2007, lançou o segundo CD autoral, ‘Quase primavera’. Três anos depois, foi a vez do ‘Saia de retalhos’.













