WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

livros do thame




Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

maio 2026
D S T Q Q S S
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31  


:: ‘Estudantes indígenas’

Estudantes indígenas da Bahia brilham na redação do ENEM


Os estudantes da Educação Indígena da rede estadual de ensino conquistaram resultados significativos no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) de 2023. Um exemplo notável são as três estudantes do Colégio Estadual Indígena Capitão Francisco Rodelas, que se destacaram na redação, alcançando pontuações superiores a 900. Em 2023, o Estado manteve 27 escolas indígenas, totalizando 6.470 alunos, evidenciando o compromisso com a diversidade cultural.

Os resultados das redações das estudantes Nara Raquel Cruz Ferreira, com pontuação de 960; Maria Teresa Cataá, atingindo 930; e Rute Nara Cruz Ferreira, com 900 pontos, refletem não apenas seus esforços individuais, como também destacam a eficácia das práticas pedagógicas na Educação Escolar Indígena.

A diretora de Educação dos Povos e Comunidades Tradicionais, Poliana Reis, destaca a importância dessas práticas. “É com muita alegria que nós estamos acompanhando o desempenho dos e das estudantes indígenas no ENEM. Nesta gestão, a política pública para os povos indígenas vem sendo intensificada e a educação tem sido destaque tanto em sua essência pedagógica, como também com relação à infraestrutura e valorização do profissional indígena. Agora, o estudante indígena sabe que ele pode seguir qualquer profissão que quiser, pois todas essas políticas públicas voltadas para os povos indígenas têm garantido a oferta de educação de qualidade, tanto na Educação Básica, quanto na Educação Superior”.

:: LEIA MAIS »

Governo do Estado investe R$ 38,6 milhões em transporte escolar para estudantes indígenas

No mês em que se celebra o Dia dos Povos Indígenas (19 de abril), o governo do Estado, por meio da Secretaria da Educação (SEC), anuncia o investimento de R$ 38,6 milhões de recursos próprios em transporte escolar para estudantes indígenas. A contratação do serviço atende a uma demanda de 16 comunidades, nos municípios de Ilhéus, Pau Brasil, Buerarema, Santa Cruz de Cabrália, Glória, Euclides da Cunha, Banzaê e Prado.

A partir das demandas e especificidades da Educação Escolar Indígena, levando em conta rotas e horários de locomoção dos estudantes, por exemplo, a SEC realizou uma licitação, considerando empresas com capacidade técnica e experiência no atendimento aos povos indígenas. Outras exigências também foram estabelecidas, como o bom estado de conservação dos veículos e apropriados para o transporte escolar.

A superintendente de Planejamento Operacional da Rede Escolar da SEC, Suely Miranda, explicou que a oferta do transporte escolar é uma estratégia que visa garantir o direito de aprender dos estudantes. “Sabemos que a oferta desse serviço evita a evasão escolar e queremos garantir, também, o acesso dos estudantes de forma segura e confortável à unidade de ensino”.

:: LEIA MAIS »

Estudantes indígenas e do campo comemoram entrada no Ensino Superior através do SISU

indigenas (3)

Esta terça-feira (22) se tornou um marco para a vida da estudante indígena Lithaly Isabelle, 17, da etnia Tuxá. Ela foi aprovada em primeiro lugar no curso de Direito na Universidade do Estado da Bahia (UNEB), na primeira chamada do SISU (Sistema de Seleção Unificada), referente ao primeiro semestre de 2022. Através do sistema do Ministério da Educação, as instituições públicas de Ensino Superior oferecem vagas para os candidatos, que são classificados de acordo com a pontuação obtida no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Os participantes podem conferir se foram aprovados nos sites das universidades escolhidas ou através do próprio site da seleção.

indigenas (1)Lithaly Isabelle está radiante e fala da simbologia desta conquista para ela e para o povo indígena na Bahia. “Conquistar uma vaga na universidade e levar o nome do meu povo para mais um patamar de reconhecimento é muito gratificante. Espero contribuir em todos os aspectos, inclusive nos próprios direitos de um povo, que teve seu histórico marcado por injustiças e violações. Então, estarei ocupando uma vaga que foi conquistada e estimulada com muita luta por todos que me antecederam. Meu papel é melhorar o caminho para todos que ainda virão”, afirmou a estudante, que concluiu o Ensino Médio na Escola Estadual Indígena Capitão Francisco Rodelas, no município de Rodelas.

Morador do povoado de Terra Boa, no município de Boa Vista do Tupim, o estudante Jonathan Souza, 18, estudou no Colégio Estadual do Campo Castelo Branco. Aprovado em Direito, na Universidade Federal da Bahia (UFBA), ele espera despertar a vontade de estudar com outros jovens. “Apesar de sentir uma identificação por outros cursos, sempre admirei Direito e espero êxito nessa trajetória. Moro em um lugar pequeno, talvez essa conquista inspire outros alunos a estudarem e lutarem por uma vida melhor. Tenho a consciência de que vou encontrar obstáculos no caminho, porém o que está adiante é sempre maior”.

:: LEIA MAIS »

Estudantes indígenas participam do ensino remoto com diferentes atividades pedagógicas

indigenas

Os estudantes indígenas já estão engajados em diferentes atividades pedagógicas que marcam o início do ano letivo 2020/21, com ensino 100% remoto na rede estadual de ensino. As escolas indígenas estão disponibilizando material impresso e usando ferramentais digitais, como os grupos de WhatsApp, nesta nova dinâmica de ensino e aprendizagem. Por meio desse recurso, os alunos interagem com os professores; tiram dúvidas; recebem material de estudo; e assistem a vídeos gravados pelos seus professores sobre assuntos das diferentes áreas do conhecimento.

No Colégio Estadual da Aldeia Indígena Caramuru Paraguaçu, no município de Pau Brasil, que possui três anexos escolares, a diretora Edenizia Pereira dos Santos, conta como está sendo a dinâmica para os seus 615 estudantes. “As atividades remotas estão sendo feitas com materiais didáticos impressos e com os cadernos de aprendizagem disponibilizados pela Secretaria da Educação do Estado e com algumas intervenções de materiais diferenciados, produzidos pelos professores indígenas. Estamos realizando essas entregas satisfatoriamente. Como temos alunos que moram a mais de 50 km distante do colégio, dividimos os professores por localidade e criamos pontos de entrega das atividades em locais mais próximos às casas dos alunos”, relata a gestora.

:: LEIA MAIS »





WebtivaHOSTING // webtiva.com.br . Webdesign da Bahia