:: ‘Bahiafarma’
Bahiafarma lança vídeo mostrando o passo-a-passo da realização do teste rápido de Zika vírus
Com o intuito de prevenir o uso incorreto dos testes rápidos para diagnóstico de infecção por Zika vírus que estão sendo distribuídos por todo o País pelo Ministério da Saúde, a Bahiafarma, laboratório público do Estado da Bahia, elaborou um vídeo mostrando o passo-a-passo da realização do exame. O material tem 3 minutos de duração e explica em detalhes todo o procedimento para a utilização do dispositivo, chamado Zika IgG / IgM Combo, da coleta da amostra ao resultado final do exame.
“Apesar de o uso de testes rápidos para diagnóstico de diversas doenças ser bastante conhecido pelos profissionais da área, entendemos que seria útil termos um vídeo explicativo sobre a aplicação do teste de Zika, já que é um produto novo para a saúde pública do País”, diz o diretor-presidente da Bahiafarma, Ronaldo Dias. “O material soma-se ao manual de instrução, que acompanha os testes e também está disponível no site da Bahiafarma, para evitar que haja dúvidas sobre a correta aplicação e leitura de resultados dos dispositivos.”
Prático, seguro e com alto índice de confiabilidade, o Zika IgG / IgM Combo é composto por dois cassetes portáteis (7×2 cm cada), que utilizam uma pequena amostra de soro sanguíneo do paciente e fornecem o resultado em até 20 minutos. O primeiro cassete reage ao anticorpo IgM e identifica infecções recentes (de cinco dias a duas semanas), enquanto o segundo reage ao anticorpo IgG, identificando se o paciente foi infectado há mais tempo, mesmo que não tenha manifestado sintomas da doença.
O Ministério da Saúde adquiriu 3,5 milhões de unidades do teste, que estão sendo distribuídas para a rede pública de todo o País, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).
Bahiafarma recebe autorização para fabricar insulina
A Bahiafarma recebeu sinal verde do Ministério da Saúde para quebrar o monopólio das companhias estrangeiras sobre a venda de insulina destinada aos portadores de diabetes atendidos pelo SUS.
Às vésperas do Carnaval, o ministro Ricardo Barros autorizou o laboratório farmacêutico do governo estadual a firmar Parceria para Desenvolvimento Produtivo (PDP) com a empresa ucraniana Indar, voltada à fabricação no Brasil de insulina de origem animal e dos chamados análogos, criados através de engenharia genética.
A PDP, que obriga a Indar a transferir para a Bahiafarma a cadeia tecnológica usada na produção, é o primeiro passo para resolver as constantes faltas de insulina nas unidades públicas de saúde em todo território nacional, um dos mais graves problemas enfrentados atualmente pelo SUS. Somente os portadores de diabetes tipo 1, dependentes regulares de insulina, representam hoje um universo de 600 mil brasileiros, volta e meia prejudicados pelas crises no abastecimento.
Ministério da Saúde investe na ampliação da unidade da Bahiafarma
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, assinou convênio para repasse de recursos para o laboratório público da Bahia, a Bahiafarma. O investimento, de R$ 15,44 milhões, tem como objetivo ampliar a unidade de produção de testes rápidos de diagnóstico de doenças como zika, dengue e febre chikungunya, entre outras.
Segundo o diretor-presidente da Bahiafarma, Ronaldo Dias, os recursos serão empregados na requalificação da planta industrial, localizada em Simões Filho (BA), na região metropolitana de Salvador. A expectativa é que as obras na unidade e a aquisição de novos equipamentos sejam capazes de, ao menos, duplicar a produção atual do laboratório.
“Como somos o único laboratório público do País a produzir esses testes rápidos, há muita demanda por parte tanto do ministério quanto de secretarias estaduais e municipais pelos produtos”, afirma Ronaldo Dias. “Esse investimento é fundamental para que possamos seguir crescendo, com o objetivo de atender a população sempre da melhor maneira possível.”
A assinatura do convênio ocorreu durante a visita do ministro ao Hospital Aristides Maltez, evento que contou com a presença do governador da Bahia, Rui Costa, do secretário de Saúde, Fábio Vilas-Boas, e do prefeito de Salvador, Antônio Carlos Magalhães Neto, além de deputados federais e estaduais e prefeitos e secretários de saúde de municípios do interior baiano. Durante o encontro, o ministro também apresentou um balanço de seus 200 primeiros dias à frente da pasta e tirou dúvidas dos gestores.
Teste de Zika
Primeiro dos produtos da linha diagnóstica produzida pela Bahiafarma a ser adquirido pelo Ministério da Saúde, o kit Zika IgG / IgM Combo já começou a ser distribuído para o País. Segundo o ministério, os 3,5 milhões de testes dirigidos ao Sistema Único de Saúde devem ser suficientes para atender à demanda inicial da população.
O período de maior demanda pelo teste é estimado para o fim do verão e início do outono, entre os meses de março e abril, já que as altas temperaturas e as chuvas da alta estação costumam favorecer a procriação do mosquito Aedes aegypti, principal vetor da doença. As grávidas têm prioridade para o uso do dispositivo, porque a infecção pelo vírus da Zika, por parte de gestantes, pode causar patologias como microcefalia em fetos e bebês.
Bahiafarma envia kits de testes de zika para Ministério da Saúde

A Bahiafarma iniciou o envio de 3,5 milhões de kits testes rápidos para o diagnóstico do zika vírus. Os kits foram adquiridos pelo Ministério da Saúde junto ao laboratório público baiano.
O material está sendo encaminhado para a Central Nacional de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos, no Rio de Janeiro. Depois, será distribuído para todo o Brasil.
O objetivo é acelerar o diagnóstico dos pacientes infectados pelo zika e, assim, iniciar mais cedo o tratamento. A expectativa é de que o governo federal inicie o envio dos testes para postos de saúde nas próximas semanas.
Há uma preocupação maior com o crescimento dos casos de zika durante o verão, quando aumenta a proliferação do mosquito Aedes aegypti, também responsável pela transmissão da dengue e da febre chikungunya.
Cooperação internacional entre ONU e Bahiafarma
Uma reunião entre representantes do Governo da Bahia, da Bahiafarma e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), marcou o início da cooperação internacional entre a Organização das Nações Unidas (ONU) e o laboratório público baiano na luta contra o avanço global da epidemia de Zika.
O encontro, realizado na sede do Pnud, em Genebra (Suíça), foi agendado pelos diretores da organização, interessados em conhecer melhor os testes rápidos de diagnóstico de infecção por Zika vírus desenvolvidos pela Bahiafarma e a possibilidade de aplicação do dispositivo em áreas onde já há surtos da doença ou há muito risco de que eles ocorram.
“Devemos assinar em breve, no Brasil, um memorando de entendimentos para formalizar o acordo e dar início aos trabalhos de cooperação”, afirma o secretário da Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas. “Existe o interesse imediato de aquisição dos testes para uso em áreas onde os surtos de Zika já são realidade, sobretudo em países carentes, como Cabo Verde e Guiné-Bissau.”
Também presente na reunião, o diretor-presidente da Bahiafarma, Ronaldo Dias, destaca que a disponibilidade de testes rápidos para diagnóstico de infecção por Zika vírus seria um novo suporte do Pnud para países que já são beneficiados com ações semelhantes no trato com outras enfermidades. “São países para os quais o Pnud já usa fundos internacionais para aquisição de testes de diagnóstico de malária, por exemplo, que teriam o auxílio ampliado para a Zika”, explica.
O secretário e o executivo seguem de Genebra para Copenhague (Dinamarca), onde se reúnem, nesta sexta-feira (18), com diretores do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).
Ministério da Saúde vai distribuir teste rápido de Zika produzido pela Bahiafarma

O Ministério da Saúde anunciou, nesta terça-feira (25), a compra de 3,5 milhões de testes rápidos para identificar o vírus Zika. Está prevista a distribuição de dois milhões de kits até o final deste ano e o restante até fevereiro de 2017. A tecnologia confirma, em 20 minutos, se o paciente está ou já foi infectado pelo vírus Zika em algum momento da vida. Ou seja, com a tecnologia será possível identificar o vírus no organismo, independente do tempo de infecção. A produção do insumo será feita pelo laboratório público Bahiafarma. Atualmente, o teste ofertado no Sistema Único de Saúde (SUS) é o PCR (biologia molecular), que só detecta a doença durante o período de viremia, quando o vírus está presente na corrente sanguínea. O Ministério da Saúde investiu R$ 119 milhões para a aquisição dos testes sorológicos, com projeção para garantir o abastecimento da rede por doze meses. A negociação com a Bahiafarma permitiu a compra no valor unitário de R$ 34,00, quase quatro vezes menor que o valor proposto por outra empresa do mercado, de R$ 131,75 por teste.
A compra foi feita por meio de licitação dispensável, quando é permitida à administração pública a contratação de produtos ou serviços em que a transferência de tecnologia é estratégica ao SUS. A medida está prevista na Lei nº 8.666/93. O desenvolvimento do teste rápido de diagnóstico de infecção pelo vírus Zika é fruto da parceria entre o Governo da Bahia e a empresa sul-coreana Genbody Inc., que firmaram um acordo de transferência de tecnologia para a Bahiafarma.
Bahiafarma obtém registro para teste rápido de Zika inovador no mercado
A Bahiafarma, laboratório público do Estado da Bahia, obteve o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para produção e distribuição do teste rápido de detecção de Zika vírus a partir da identificação do antígeno NS1 na corrente sanguínea do paciente. Trata-se de um dispositivo capaz de realizar o diagnóstico da doença a partir do primeiro dia de infecção, preenchendo uma lacuna não coberta pelos demais exames disponíveis hoje no mercado.
O teste rápido Zika NS1 da Bahiafarma, mais um fruto do acordo tecnológico firmado entre a empresa baiana e o laboratório sul-coreano GenBody, é o primeiro dispositivo do gênero feito por um laboratório oficial brasileiro. Por meio dele, é possível confirmar o contágio tão logo surjam os sintomas, o que torna mais ágil a aplicação de tratamentos adequados, eliminando a possibilidade de diagnósticos inconclusivos. O teste demanda uma pequena quantidade de sangue do paciente e fornece o resultado em até 20 minutos.
Teste rápido de Zika da Bahiafarma supera expectativas em avaliação do Ministério da Saúde
Submetido à rigorosa avaliação do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS), órgão ligado ao Ministério da Saúde, o teste rápido para detecção de Zika vírus da Bahiafarma obteve um dos melhores resultados já registrados para dispositivos do gênero no mundo.
O kit do laboratório público baiano registrou índices de 97% de sensibilidade e 96% de especificidade para infecções recentes (IgM) e de 100% de sensibilidade e 98% de especificidade para infecções mais antigas (IgG). “O resultado corrobora a avaliação feita pela Anvisa [Agência Nacional de Vigilência Sanitária], que já havia aprovado o dispositivo, ao publicar o registro para sua produção e distribuição, no fim de maio”, afirma o diretor-presidente da Bahiafarma, Ronaldo Dias.
O secretário da Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas, destaca que, “com mais essa avaliação positiva, confirmamos nosso compromisso de fornecer ao Sistema Único de Saúde (SUS) e à população produtos de primeira linha para a saúde pública brasileira”. Vilas-Boas acrescenta “o compromisso do governador Rui Costa em apoiar o investimento em pesquisa e tecnologia com o parceiro internacional da Bahiafarma, o laboratório coreano Genbody”.
Segundo o subsecretário de Saúde da Bahia, Roberto Badaró, os resultados obtidos pelo teste rápido de Zika vírus da Bahiafarma são “excepcionais”. “Um dos melhores testes rápidos do mundo, o de HIV de quarta geração, tem acurácia de 95%, e testes para diversas outras doenças, como sífilis e hepatite, registram abaixo de 85%”, justifica Badaró, que é professor titular de Infectologia da Universidade Federal da Bahia (Ufba) e da Universidade da Califórnia, em São Diego (EUA).
Com a aprovação do INCQS, o teste rápido de Zika vírus da Bahiafarma está liberado para aquisição, por parte do Ministério da Saúde, e distribuição pelo SUS em todo o País. Estima-se que a demanda do SUS pelo dispositivo seja de 500 mil testes por mês – montante que a Bahiafarma está apta a produzir em 30 dias, bastando a ordem de compra ser emitida pelo ministério.
O resultado reforça a posição da Bahiafarma como centro indutor de desenvolvimento das indústrias farmacêutica, farmoquímica e biotecnológica na Bahia e no Nordeste, inserindo o estado na vanguarda da produção de insumos para a saúde no Brasil e fortalecendo a descentralização do Complexo Industrial da Saúde. (Foto: Alberto Coutinho/GOVBA)
Ministério da Saúde avalia teste rápido do Zika Vírus produzido na Bahia

Na manhã desta segunda-feira (13), o ministro da Saúde, Ricardo Barros, visitou a capital baiana para conhecer o teste sorológico rápido de identificação do Zika Vírus, desenvolvido pelo Governo do Estado, por meio da Fundação Baiana de Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico (BahiaFarma), em parceria com o Senai-Cimatec. Acompanhado do vice-governador, João Leão, e do secretário estadual da Saúde (Sesab), Fábio Vilas-Boas, o ministro avaliou o produto e falou sobre as intenções do governo federal em utilizar a iniciativa nacionalmente, no Sistema Único de Saúde (SUS).
De acordo com o ministro Ricardo Barros, assim que forem realizados todos os procedimentos, será efetuada, junto à BahiaFarma, compra de grande volume dos testes, que estarão disponíveis pelo SUS. “Nós vamos aguardar a negociação de preço, ver o volume que podemos comprar e vamos estabelecer a população em situação de risco que receberão prioridade. A população de risco será atendida em primeiro lugar. Desde já, é importante que tenhamos a capacidade de atender as mulheres em idade fértil e gestantes, por causa dos riscos de má formação congênita e microcefalia relacionados ao vírus. São iniciativas como essa que demonstram a qualidade do nosso corpo científico que desenvolvem tecnologia no Brasil”, destacou o ministro.
O teste rápido permite detectar se o paciente está com a doença ou se já foi infectado há mais tempo pelo vírus. O exame utiliza uma pequena amostra de soro do paciente e fornece os resultados em até 20 minutos. O aparelho do exame é composto por dois dispositivos portáteis (7×2 cm cada). Um deles reage à imunoglobulina M (IgM) – das infecções de até duas semanas, e o outro à imunoglobulina G (IgG) – infecção com tempo superior a duas semanas. Já registrado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), agora o teste passará por avaliação de qualidade.
Segundo o titular da Sesab, o processo de autorização do Ministério tem recebido prioridade e algumas etapas legais ainda precisam ser vencidas para a absorção do teste e incorporação pelo SUS. “Esse é um processo junto ao Ministério que já dura seis meses. Assim que for aprovado, temos condições de fornecer, de imediato, 100 mil testes rápidos. A nossa capacidade de produção é de até 500 mil unidades do exame, mensalmente, o que atende à demanda nacional. Ainda assim, solicitamos ao Ministério da Saúde recursos na ordem de R$ 7 milhões para investir na produção e ampliar ainda mais a nossa capacidade”, explicou Vilas-Boas. (Fotos: Camila Souza/GOVBA)
Rui anuncia aprovação do primeiro teste rápido da Zika desenvolvido no Brasil
“É com orgulho que anuncio que o teste rápido da ??Zika?, desenvolvido em parceria entre a ??Bahiafarma e a empresa sul-coreana Genbody Inc.?, foi aprovado pela Anvisa e poderá ser utilizado no País inteiro para ajudar a enfrentar essa perigosa doença”. Foi desta maneira, por meio de seu perfil oficial no Facebook, que o governador Rui Costa revelou o feito histórico para a indústria farmacêutica baiana. O teste rápido para a doença é inédito no país e, de acordo com a Secretaria de Saúde do Estado (Sesab), também é o primeiro teste diagnóstico feito sem a participação da Fiocruz.
Em sua rede social, o governador Rui Costa parabenizou a Bahiafarma e todos os envolvidos na produção do teste rápido: “vocês são a prova da qualidade do nosso serviço público”, escreveu Rui. O teste torna mais fácil e rápida a detecção do vírus no organismo de pessoas infectadas.
Ainda de acordo com a Sesab, a realização do teste rápido não apenas confirma o diagnóstico de possíveis pacientes, mas também colabora para o mapeamento de ocorrências da doença, facilitando ações de combate em locais específicos, e auxilia nas pesquisas sobre a doença.
O desenvolvimento do teste rápido para zika vírus teve início no primeiro semestre de 2015, quando começaram a ser detectados casos suspeitos da doença no sul da Bahia e na região de Feira de Santana, centro-norte do Estado.
A Fundação Baiana de Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico, Fornecimento e Distribuição de Medicamentos (Bahiafarma) é um laboratório farmacêutico público que tem como objetivo desenvolver e fornecer produtos, serviços e inovação tecnológica para a saúde pública do País.













