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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
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:: ‘A Região’

Prêmio Unime de Jornalismo homenageia veículos e profissionais sul baianos

premio-unime

As comemorações pelos 10 anos do curso de Jornalismo da Unime Itabuna foram encerradas  ontem (9), com a premiação aos profissionais e veículos mais votados pela internet. Profissionais ícones da comunicação regional, como Orlando Cardoso, Ramiro Aquino e Daniel Thame, também foram homenageados no Prêmio de Jornalismo Unime 10 anos. O evento foi realizado no auditório do campus II da instituição.

tom-premioAntes da entrega da premiação, o jornalista Emmerson José, editor-chefe de radiojornalismo da Rede Bahia, proferiu palestra sobre ética no jornalismo. Começou falando das biografias de Luís XIV, Assis Chateaubriand e Abelardo Barbosa (Chacrinha) e da sua experiência na política. Emmerson, após ser radialista e apresentador do BA-TV (Rede Bahia), cumpriu mandato de 12 anos como vereador.

A premiação aos veículos e profissionais de comunicação, além das homenagens, ocorreu na sequência.

Melhor telejornal – Balanço Geral (TV Cabrália)
Melhor apresentador – Tom Ribeirobosa-premio
Melhor repórter – Érika Sá
Melhor radialista – Oziel Aragão (Rádio Difusora)
Melhor programa de rádio – Fala Bahia (FM Sul)
Melhor jornalista – Manu Berbert
Melhor Jornal – A Região
Melhor Revista – Bellas
Melhor Blog – Pimenta

Profissionais Homenageados
Daniel Thamedaniel-premio
Auriana Bacelar
Barbosa Filho
Orlando Cardoso
Celina Santos
Ramiro Aquino
Ederivaldo Benedito
Maurício Katita

Marcel Leal anuncia fim da edição impressa de A Região

Na capa à direita, a manchete silenciosa do assassinato de Manoel Leal. O jornal sobreviveu mais duas décadas

Na capa à direita, a manchete silenciosa do assassinato de Manoel Leal. O jornal sobreviveu mais duas décadas

Em sua “Carta ao Leitor” desta semana, o diretor e editor de A Região, Marcel Leal, anunciou o fim da edição impressa do jornal a partir de outubro, após 29 anos de circulação semanal no Sul da Bahia.

Marcel justifica o fim da edição impressa afirmando que “embora seja o jornal mais lido, é ignorado pelos anunciantes. A venda nas bancas continua boa, mas não cobre nem 10% do custo de fazer um jornal de qualidade”. “     Não temos mais como bancar uma edição impressa que não se paga e é responsável por 80% dos custos. Só faremos edição impressa em ocasiões especiais, como o Natal”, afirma Marcel.

Fundando por Manoel Leal, pai de Marcel, A Região se consolidou como um dos mais combativos órgãos de imprensa do  Estado e em sua primeira década, leitores chegavam a esperar nas bancas pelo jornal, famoso por reportagens exclusivas e pelas ´Malhas Finas` e `Malhas Grossas`, que traziam a marca da irreverência de Leal.

Manoel Leal foi assassinado num crime de mando em 1988 e até hoje os mandantes não foram identificados ou punidos. Marcel Leal assumiu o jornal e manteve a publicação, que com o fim da edição impressa, terá apenas a edição online.

Morre Edson Cruz, primeiro funcionário do A Região

edsonFuncionário mais antigo do Jornal A Região, Edson Cruz faleceu no final da tarde desta terça (24). Edson estava na sede do semanário, quando começou a sentir fortes dores e foi levado para o Hospital de Base. Ele recebeu os primeiros atendimentos, mas não resistiu às complicações pulmonares.

Edson trabalhava n´A Região desde a fundação do jornal, em abril de 1987. “Foi um dos primeiros funcionários e trabalhava lá desde o primeiro número”, afirma Célia Leal, amiga e colega de trabalho de Edson por vários anos.

A morte do símbolo do semanário deixou sem voz um de seus amigos e colegas de trabalho. Editor do jornal, Ailton Silva se preparava para a caminhada diária, quando recebeu a ligação com a notícia triste.

Marcel Leal, diretor d´A Região, assim se expressou, aqui no Pimenta:

– Todo mundo que trabalhou ou conheceu Edson foi, de uma forma ou de outra, tocado por ele, em especial a equipe de A Região. Fui privilegiado ao “herdar” Edson de meu pai [Manoel Leal, morto em 1998] quando assumi o jornal, com o qual ele sempre se preocupou, ao qual sempre se dedicou. (do Pimenta)

18 anos sem Manoel Leal. Saudades do velho capo

leal

14 de janeiro. Há exatos 18 anos, assassinaram covardemente o jornalista Manoel Leal, num crime brutal em que até hoje os mandantes permanecem impunes.

Muito já se escreveu sobre esse crime, que teve repercussão internacional e marcou uma década sangrenta e vergonhosa para a Bahia,  onde tiros calaram vozes que se levantaram contra os poderosos.

De Manoel Leal, meu velho e inesquecível capo, só se pode dizer o que igualmente tanto já foi dito: permanece um imenso vazio, uma incontornável saudade de alguém que com suas virtudes e defeitos fez do jornal A Região, um símbolo da imprensa grapiuna.

Leal vive, enquanto A Região sobrevive. Bravamente, heroicamente, um parto difícil a cada edição.

Eterno Manuel Leal.

Morre o escritor Hélio Pólvora

helio polvoraMorreu na madrugada desta quinta-feira, 26, aos 86 anos, o escritor baiano Hélio Pólvora, que ocupava a cadeira 29 da Academia de Letras da Bahia desde 1994. Além de escritor, ele também era jornalista, cronista e atuava como editorialista e articulista do Jornal A Tarde – no Caderno 2 e na coluna Opinião – tendo trabalhado ativamente até esta quarta-feira, 25, na produção do editorial.

Nascido no município de Itabuna, Hélio Pólvora era um dos nomes mais destacados de escritores oriundos da região cacaueira da Bahia. Ele deixa esposa e filhos.

Hélio Pólvora de Almeida é natural de Itabuna, Bahia, onde nasceu em 1928, em fazenda de cacau. Fez estudos secundários em Salvador, no Colégio Dois de Julho, Colégio Carneiro Ribeiro e Colégio da Bahia. Iniciou-se no jornalismo como colaborador e editor do semanário Voz de Itabuna, e mais adiante foi correspondente em sua cidade de jornais de Salvador.

Em janeiro de 1953 fixou-se no Rio de Janeiro, para curso universitário, onde morou por cerca de 30 anos. Foi lá que ele iniciou sua carreira literária e uma atividade jornalística intensa, que prosseguiram na Bahia após 1984, nas cidades de Itabuna, onde fundou o Jornal A Região, ao lado de Manuel Leal, Ilhéus e Salvador.

Seu primeiro livro publicado foi Os Galos da Aurora (1958, reeditado em 2002, com texto definitivo). Depois dele, seguiram-se 25 títulos de obras de ficção e crítica literária, além de participação em dezenas de antologias nacionais e estrangeiras. Seus contos estão traduzidos em espanhol, inglês, francês, italiano, alemão e holandês.

A partir de 1990, passou a residir em Salvador. Eleito para a Cadeira 29 da Academia de Letras da Bahia, faz parte também da Academia de Letras do Brasil (com sede em Brasília), onde ocupa a cadeira 13, que tem como patrono Graciliano Ramos. Pertence ainda à Academia de Letras de Ilhéus.

É Doutor honoris causa pela Universidade Estadual de Santa Cruz .Fez parte da Comissão Machado de Assis, instituída pelo Ministro da Educação e Cultura, Jarbas Passarinho, para reconstituir os textos e reeditar a obra do Mestre, e integrou a Comissão Selo Bahia, criada pela Secretaria da Cultura e do Turismo, no âmbito da Fundação Cultural do Estado da Bahia. (do jornal A Tarde)

JORNALISTA DO PIMENTA É OFENDIDO E TEM GRAVADOR TOMADO DURANTE ´CORPO A CORPO` DE AZEVEDO

O jornalista Luiz Conceição (foto), do blog Pimenta na Muqueca, foi vitima de ofensas e teve seu gravador apreendido durante o corpo a corpo do candidato à reeleição, Capitão Azevedo, na manhã deste sábado (14) na avenida do Cinquentenário, centro de Itabuna.

Luiz Conceição abordou o prefeito para questionar sobre o pedido de impugnação de sua candidatura, feito pelo Ministério Público e pela coligação encabeçada por Vane do Renascer. Quando o prefeito respondia a pergunta, o jornalista foi ofendido e teve seu gravador tomado por um integrante da administração municipal.

A confusão durou cerca de 10 minutos e, conforme afirmou o próprio jornalista, ele preferiu se retirar do local para evitar que o clima se agravasse, mas o gravador não foi devolvido até o final da tarde e nem se sabe o conteúdo da entrevista, que  justificou a apreensão do equipamento de trabalho.

Um dos mais antigos e respeitados jornalistas do Sul da Bahia, Luiz Conceição tem uma carreira marcada pela ética e compromisso com a informação. Foi um dos artífices da resistência no jornal A Região, no período que se seguiu ao assassinato do diretor do jornal, Manuel Leal, em janeiro de 1998, um crime de repercussão internacional, em que até hoje os mandantes permanecem impunes.

ATUALIZADO ÀS 23 HORAS. O gravador foi devolvido ao Pimenta no início da noite. A gravação da entrevista do prefeito foi apagada. O que de tão grave teria dito Azevedo ao repórter?

Aguarda-se agora uma posição dos orgãos representativos da imprensa e da sempre solicita OAB em defesa de Luiz Conceição e do Pimenta.

O histórico recente indica que é de bom alvitre comprar uma cadeira bem confortável. Para esperar sentado.

 





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