:: ‘policia federal’
Operação apreende 4 toneladas de ,maconha com Bin Laden
A Polícia Rodoviária Federal em operação conjunta com a Polícia Federal e Polícia Militar da Bahia apreendeu quase quatro toneladas de maconha. A operação aconteceu na BR 020, no município de Correntina, no oeste baiano, próximo a divisa entre Bahia e Goiás.
Após trabalho dos núcleos de inteligência, foi feito abordagem a um caminhão, onde os policiais encontraram a droga no compartimento de carga, totalizando 3,9 toneladas de maconha. Havia ainda duas caminhonetes que estavam dando apoio ao caminhão, os chamados “batedores”.
A droga foi trazida do Paraguai e tinha como destino final o município de Feira de Santana. Foram presos o condutor do caminhão, os motoristas e o ocupante de uma das caminhonetes. O líder do grupo, conhecido como “Bin Laden”, já responde criminalmente por tráfico de drogas e homicídio.

Ponto um: uma coisa é permitir que a Policia Federal apure com rigor todas as denuncias envolvendo corrupção na Petrobrás, com punição rigorosa dos culpados, corruptos e corruptores.
Ponto dois: outra coisa é usar a Petrobrás para criar um clima que impeça Dilma de governar, ir além e perpetrar o golpe, pregado abertamente por uma parte da mídia, com a contribuição da PF e sua pirotecnia nas prisões e os vazamentos seletivos.
Ponto final: no pasaran. Golpe, não!
Indio suspeito de sequestrar fazendeiro é preso no Sul da Bahia
A Polícia Federal prendeu em flagrante na manhã desta terça-feira (7) em Teixeira de Freitas, no sul baiano, um índio suspeito de participar do desaparecimento do produtor rural Raimundo Domingues Santos, que sumiu em 9 de agosto.
Segundo a PF, o suspeito de 58 anos foi preso por portar ilegalmente munições de calibre 22 e 38. Ele foi autuado pelo artigo 14 da Lei 10826, com fiança estipulada e paga. Ele, no entanto, não foi solto porque a Justiça Federal determinou sua prisão logo depois pela suspeita de envolvimento no sequestro do produtor rural.
A PF continua as buscas pelo produtor rural. O nome do suspeito não foi divulgado pela instituição. (do Correio 24 horas)
Rui oficializa pedido de investigações para denuncias de ex-presidente de ONG
O candidato a governador Rui Costa requereu da Polícia Federal e Ministério Público abertura de investigação e Ação Penal para as denuncias feitas por Dalva Sele Paiva, publicadas pela revista Veja. Em requerimentos – protocolados nessa quarta-feira (23) -, endereçados ao Superintendente Regional da PF/Bahia, Cesar Augusto Toselli e ao procurador geral de Justiça da Bahia, Márcio José Cordeiro Fahel, pediu que a ex-presidente do Instituto Brasil seja chamada a prestar esclarecimentos e apresentar provas das acusações contra ele. O candidato ao governo pela Coligação Pra Bahia Mudar Mais disse que no processo destinado a apurar suposto desvio de recursos de contrato para construção de casas populares não há qualquer citação do nome dele como beneficiário. Rui é taxativo ao afirmar que as denuncias são caluniosas, com interesse apenas de imputar-lhe fato ofensivo, com finalidade eleitoral negativa. “Essa senhora deve ser trazida de volta ao Brasil para apresentar provas das acusações levianas que fez”, disse.
Dalva Sele Paiva viajou para a Espanha antes que as denuncias fossem publicadas pela revista. A previsão de retorno ao Brasil é somente para depois das eleições de outubro. “A revista publicou acusações graves sem que nenhuma prova documental fosse apresentada. Isso não pode ficar assim. É preciso que tudo seja investigado, urgentemente”, frisou. “A oposição contratou pessoas para mentir e me caluniar. Já passei por muita coisa nessa vida. Sempre segui os ensinamentos dos meus pais: pobre não pode perder a honestidade e vergonha na cara”, afirmou. “Se acham que essas mentiras vão me desanimar, estão enganados. Vou ser governador da Bahia e, ao final do meu mandato, vou olhar para meus três filhos e dizer que eles podem se orgulhar do pai que têm. Sou um homem de bem. Meu nome não pode ser enlameado de forma tão irresponsável. Quero que tudo seja apurado e os responsáveis punidos”.
Rui vai pedir à PF que traga ex-presidente de ONG para provar denúncia
Rui Costa, candidato a governador pela coligação Pra Bahia Mudar Mais, pretende solicitar oficialmente, possivelmente ainda nesta terça-feira (23) à Polícia Federal que traga de volta ao Brasil a ex-presidente da ONG Instituto Brasil, Dalva Sele Paiva, que viajou para a Espanha, para que ela possa ser ouvida pelas autoridades competentes e tenha condições de apresentar as provas de supostos pagamentos que teria feito a políticos do PT baiano.
“As coisas no Brasil precisam ser tratadas com seriedade. Não é admissível que uma revista publique acusações tão graves feitas por uma mulher sem que ela apresente nenhuma prova documental e a denunciante ainda viaje para o exterior antes mesmo da publicação, impedindo que lhe sejam cobradas as provas do que afirmou”, declarou Rui Costa. “Tenho pressa em esclarecer esta situação e também que os responsáveis sejam punidos. E como meu nome foi citado, exijo que ela, ou a revista, prove que eu tenho qualquer envolvimento em qualquer irregularidade. Sou um homem de bem, com família, e meu nome não pode ser enlameado de forma tão irresponsável e com fins puramente eleitoreiros”.
Porto Seguro: PF desarticula esquema ilegal de vistos para estrangeiros
A Polícia Federal desarticulou, em operação deflagrada nesta terça-feira (19), em Porto Seguro, um esquema criminoso que obtia ilegalemente vistos de permanência no Brasil requeridos por estrangeiros.
Em nota, a assessoria da PF informou que nas investigações verificou-se que um escritório de contabilidade fraudava o conteúdo de documentos, como contratos sociais e relação anual de informações sociais (RAIS), no intuito de comprovar que os estrangeiros mantinham atividade econômica em solo brasileiro, dando direito, desta forma, ao visto de permanência na modalidade investidor.
A Justiça Federal emitiu quatro mandados de busca e apreensão e decretou a suspensão da atividade econômica dos envolvidos, que estão impedidos de constituir sociedades empresariais em nome de estrangeiros e intermediar ou atuar como seus procuradores em processos de concessão de visto de permanência, modalidade investidor, sob pena de conversão da medida em prisão preventiva.
Ainda de acordo com a PF, mais 100 estrangeiros podem ter sido beneficiado pelo esquema fraudulento. Eles poderão ter seus vistos de permanência no Brasil cancelados, além de ser deportados. (Radar 64)
Polícia apreende 122 quilos de maconha em Feira de Santana
Mais de 120 quilos de maconha prensada, acondicionados em três pneus reservas de um caminhão, interceptado na BR-116 Norte, em Feira de Santana, foram apreendidos, durante operação conjunta da Polícia Civil, por meio do Departamento de Narcóticos (Denarc), e Polícia Federal, deflagrada na madrugada desta segunda-feira (26). O caminhoneiro Adaylton Oliveira de Assis, de 35 anos, responsável pelo transporte da droga, foi preso.
Os 168 tabletes de maconha, avaliados em R$ 120 mil, vinham do município de Luís Eduardo Magalhães e seriam comercializados em bairros de Salvador. Segundo o delegado do Denarc, Maurício Moradillo, a apreensão ocorreu após denúncias encaminhadas ao departamento, no início da tarde de domingo (25), informando que um caminhão transportando drogas saíra daquela cidade com destino à capital baiana.
Os policiais montaram um cerco próximo ao posto da Polícia Rodoviária Federal e aguardaram o veículo descrito nas denúncias, que passou pelo local em cima de um caminhão guincho. Segundo Adaylton, que receberia R$ 700 pelo serviço, o caminhão apresentou defeitos mecânicos e precisou ser rebocado. Uma perícia irá confirmar a informação dada pelo traficante em seu depoimento.
De acordo com o delegado Moradillo, o proprietário do caminhão e a pessoa que receberia a droga já foram identificados e estão sendo procurados pela polícia. Adayilton foi autuado por tráfico de drogas e será encaminhado ao sistema prisional. A droga apreendida vai ser periciada no Departamento de Polícia Técnica (DPT).
O resultado da operação, que contou com a participação de outros representantes da Força Tarefa de Combate ao Narcotráfico, como Ministério Público e Tribunal de Justiça da Bahia, foi apresentado à imprensa pelos delegados Maurício Moradillo, do Denarc, e Leonardo Almeida Rodrigues, da Polícia Federal, na manhã de hoje, no auditório do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), na Pituba.
Acusado de homicídio, Cacique Babau se entrega à Polícia Federal

Babau diz que tinha medo de morrer se ficasse no Sul da Bahia
Suspeito de ter participado do assassinato do agricultor Juraci Santana, em Buerarema, no Sul da Bahia, Rosivaldo Ferreira Silva, conhecido como Cacique Babau, se entregou a Polícia Federal nesta quinta-feira (24). O assassinato de Juraci, que era líder do assentamento Ipiranga, ocorreu em fevereiro deste ano e gerou protestos na região, que culminaram com o envio de 500 homens do Exército para reforçar a segurança na região. Rosivaldo, que é mais conhecido como “cacique Babau”, é chefe da tribo Tupinambá de Olivença e participou, ainda nesta quinta, de uma audiência na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados.
Na quarta (23), de acordo com informações do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), ele tentou ir ao Vaticano para encontrar papa Francisco, à convite da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Sua viagem foi impedida, pois o passaporte de Babau foi suspenso pela Polícia Federal em menos de 24 horas após a emissão, por conta de três mandados de prisão arquivados em 2010 e outro da Justiça Estadual de Uma, referente ao homicídio do agricultor. A prisão temporária foi decretada pela Vara Criminal da Justiça Estadual de Una no dia 20 de fevereiro, a partir de representação da Delegacia de Una por homicídio qualificado. Ainda não foi confirmado o presídio para o qual ele será encaminhado, mas já foi definido que o cacique ficará em uma cela separada.
“Estou me apresentando. Não estou fugindo. A gente tem que enfrentar a guerra. Quero cumprir a prisão em Brasília porque no presídio de Una vão me matar”, disse, em entrevista ao G1. Em 2010, ele chegou a ser preso por liderar a invasão de uma fazenda na Serra do Pandeiro. A época, ele eras suspeito de crime de tentativa de homicídio, incêndio criminoso, dano e cárcere privado, invasão de fazendas, ameaça de morte a fazendeiros, saques de bens em propriedades rurais e formação de quadrilha. Com informações da Agência Brasil.
Bené, Babau e o Escambau
Domingos Matos
Se existe um tema melindroso para todas as instituições, imprensa e diversos segmentos da sociedade, esse tema é o levante indígena na região sul da Bahia, assim como em todo o Brasil. Para as instituições judiciais e policiais, quando se trata de índio, a ordem é não sair – jamais – do politicamente correto. Pior que isso. Muitos passam-se por verdadeiros inocentes – e acabam por se tornar inocentes úteis.
É o caso de algumas autoridades, que ao falar de povos indígenas da região sul da Bahia, até citam leituras de 5ª série, quando se ensina nas escolas que índio vive da caça, da plantação de raízes e da pesca. E que seus guerreiros empunham arcos e flechas para prover o alimento ou lutar, sempre por ideais nobres…
Por aqui, quando há suspeita de crime por parte de algum indígena, como morte por arma de fogo contra fazendeiros, ou ataques a bases da polícia no meio do mato, há quem diga prontamente – talvez buscando argumentos em livros de seus filhos ou sobrinhos – que índio não usa armas. Se deu tiro, deve ter sido de fogos de artifício.
E há o patrulhamento. Não das áreas de conflito, mas da imprensa e de quem ouse suspeitar de alguma ilicitude pele vermelha indígena. O jornalista Ederivaldo Benedito, o Bené, foi a vítima da vez. Foi dizer que o cacique Rosivaldo Ferreira da Silva, o Babau, está sendo caçado pela polícia federal e pela Força Nacional de Segurança e acabou desmentido e repreendido – implicitamente – por uma autoridade policial. Babau é o mentor do movimento que chama de retomada, que consiste basicamente em expulsar fazendeiros de suas terras, com “argumentos poderosos”.
“A polícia não sai por aí caçando indígenas”; “Babau é uma liderança indígena que merece respeito, não é um animal sujeito à caça”. Essas teriam sido as palavras do delegado Mário Lima, chefe da DPF-Ilhéus, reproduzidas em blogs da região, para repreender o jornalista e desqualificar sua informação.
Mas Bené não errou, do ponto de vista semântico, ao dizer que Babau estava sendo caçado pela polícia. Nisso não há intenção de classificar o líder tupinambá como “animal sujeito à caça”. Caçam-se homens também, e foi nesse sentido que a frase foi cometida.
Caçam-se homens, também. Segundo o dicionário Aurélio, “caça” é um substantivo feminino que pode ter como significado, além dos referentes aos animais, “busca, perseguição”. Ora, “busca, perseguição”, é o que a polícia faz com humanos que quer prender. Se houve erro de Bené, esse só poderia ter sido jornalístico. E o erro jornalístico, se houve, teria sido informar que há uma busca, perseguição (caça) a determinada pessoa, sem a devida correspondência com a realidade concreta – também conhecida como “prova”. Bené não prova que há essa ordem, mas o outro lado também não informa quais são as diretrizes para resolver o problema Babau.
Lidar com índios não é fácil. Se fossem não-índios a invadir-ocupar-retomar qualquer terra, o tratamento seria diferente, com certeza. Se não por parte do delegado Mário Lima, via alguma outra autoridade. A história de suor e sangue do MST e demais movimentos sociais de luta pela terra está aí para provar. Vi homens, mulheres e crianças do MST serem caçados pelas ruas de Itabuna por policiais militares. Tive notícias, com imagens e tudo, de massacres de sem-terra pelo país afora.
O tratamento será sempre outro, enquanto o branco, negro, amarelo, índio – o escambau – não forem vistos como cidadãos. É assim que devem ser tratados. Com todas as dores e delícias que advêm dessa condição. Fora disso, babau.
Domingos Matos é editor do blog O Trombone
Conflito de terras em Buerarema: índios trocam tiros com policiais federais
Índios da tribo Tupinambá e agentes da Polícia Federal (PF) trocaram tiros na madrugada desta quarta-feira (29), em Buerarema, no Sul da Bahia,, de acordo com informações da PF. Segundo a PF, duas fazendas foram reintegradas por ordem da justiça, uma base policial foi instalada em uma dessas fazendas e com isso, os índios precisaram deixar as terras.
Os índios colocaram barreiras nas príncipais vias que cortam a região de Buerarema e segundo a polícia, o objetivo da ação era isolar a base da Força Nacional que está na área de conflito.“Os índios começaram a atirar na base policial de dentro do mato com armas de fogo e fogos de artifício. Os policiais pediram reforços, então eles derrubaram mais de 10 árvores no meio da pista para impedir a chegada dos outros policiais” contou o delegado da Polícia Federal, Alex Cordeiro. Ainda segundo a polícia, os agentes conseguiram chegar à base na manhã desta quarta (29). Ninguém ficou ferido na ação.
A índia Tupinambá, Magnólia Jesus da Silva, disse que os índios foram expulsos com a roupa do corpo das casas. “Eles mandaram todos saírem das casas, os índios nem conseguiram pegar nada, saíram com a roupa do corpo e agora estão no meio do mato. Quando os índios gritam, eles [policiais] atiram para dentro do mato” relata Magnólia.
No mês de outubro do ano passado, o Ministério Público Federal (MPF) em Ilhéus, entrou com uma Ação Civil Pública pedindo novo prazo para que o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, decida a respeito do processo de demarcação do território indígena tupinambá na região de Buerarema. (do G1)












