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livros do thame




Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
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:: ‘literatura de cordel’

Intercâmbio cultural fortalece literatura de cordel entre Brasil e França

Ilhéus está recebendo a  visita de Sophie Foray, produtora e pesquisadora das produções de literatura de cordel vinda da França, que fica no Brasil até  domingo, para um intercâmbio cultural com a Casa da Cultura Popular (CASAR) de Ilhéus, dedicado ao fortalecimento das tradições populares nordestinas. Durante sua estadia, ela conhecerá de perto os trabalhos afrocentrados desenvolvidos pela Mestra Janete Lainha de Ilhéus, referência na preservação e difusão da cultura do cordel.

Sophie Foray

O encontro simboliza a união entre continentes por meio da palavra rimada, da oralidade e da memória popular. Mais do que uma visita, trata-se de uma troca de saberes, experiências e perspectivas sobre a importância do cordel como patrimônio cultural vivo.

Mestre Lainha

A iniciativa reafirma que a literatura de cordel ultrapassa fronteiras, conecta povos e mantém viva a identidade cultural brasileira no cenário internacional. Sophie Foray já esteve antes no Recife (PE) e em Salvador (BA) e levará até Dakar na França as vozes dos cordelistas para 12 países do Sul Global, tecendo um diálogo vivo exaltando a poesia oral de resistência dos cordéis afrocentrados da Mestra Lainha.

Cordel escrito a seis mãos

tres poetas e um cordel

 A Tocaia Edições e a Editus – editora da UESC, convidam para o lançamento do romance de cordel: “Os três irmãos da curriola: Chico Tampa, Zé Tabaca e Mané Sola”, nesta 2ª feira, dia 29 de agosto, primeiramente na UESC, às 16:30h, no CEU, com uma aula de despedida do Piligra, que está de malas prontas para Frankfurt, Alemanha, onde passará os próximos meses aprimorando seus conhecimentos. Depois, no Beco do Fuxico, na Bodega do Robinho, em Itabuna.

No folheto, que é de autoria dos poetas George Pellegrini, Piligra e Gustavo Felicíssimo, se conta a engraçadíssima história de três diabinhos que vieram à terra pra fazerem muita estripulia. Essa história possui certa identidade com o realismo mágico, que é um movimento literário criado ao final dos anos 40 para denominar um tipo de ficção hispano-americana. Mas isso foi algo acidental, pois os poetas de Cordel, muitas vezes, criam fábulas que logo se tornam populares. Para isso, lançam mão de abundantes recursos fantasiosos, como acontece, por exemplo, nos folhetos “A lenda do pavão misterioso” e “A chegada de Lampião no inferno”, dois dos maiores clássicos do gênero.

Como cada poeta desenvolveu uma personagem da história, ao final fica a pergunta: será que as personagens guardam algumas semelhanças com os seus autores? Resta ao leitor ir aos lançamentos, comprar o folheto e decifrar o enigma.





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