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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘Jay Wallace’

Jay Wallace exonerado da direção geral da Ceplac

Jay sai da direção da Ceplac: comando deve voltar para a Bahia

O Diário Oficial da União de hoje (5) publicou a exoneração de Jay Wallace da direção geral da Ceplac. Ele já vinha balançando no cargo por privilegiar o Pará, seu estado de origem, em detrimento da Bahia, nas ações para ampliar a produção de cacau.

Jay Wallace é ligado ao PMDB, partido aliado do Governo Federal, mas que na Bahia faz oposição ferrenha ao Governo do Estado. A expectativa é que a direção geral da Ceplac volte a ser ocupada por um baiano.

Com a exoneração de Jay Wallace,  o cargo está sendo ocupado por um servidor de carreira do Ministério da Agricultura, o assessor do Departamento de Sistemas de Produção e Sustentabilidade,  Helinton José Rocha.

 

 

Audiência publica vai apurar importação de cacau contaminado pelo Brasil.

A Câmara dos Deputados define na próxima semana a data da realização de uma audiência pública para apurar e debater a importação pelo Brasil de cacau contaminado oriundo da Costa do Marfim, país produtor africano. O cacau importado estava contaminado com larvas e insetos vivos. A denúncia foi feita pelo deputado federal Félix Mendonça Júnior (PDT), que também é o autor do requerimento à Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados para a realização da audiência. O requerimento foi aprovado e deverão participar da audiência o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério, Enio Antônio Marques Pereira, o diretor da Ceplac, Eduardo Salles, o presidente da Associação dos Produtores de Cacau, Jay Wallace, a procuradora da República na Bahia, Flávia Arruti Galvão, membros da Comissão e deputados.

Félix Júnior tem solicitado ao Ministério da Agricultura o aprimoramento e maior rigidez no processo de importação do produto. “O objetivo é não permitir que o cacau contaminado entre no país, promover a melhora da qualidade dos produtos adquiridos e a valorização do Cacau produzido no Brasil. Não se pode permitir que o produto contaminado entre no país. Além das larvas e insetos, deve se  perguntar o que mais poderia ter esse cacau?”, observa Félix Júnior.

 

Prevenção à moniliase do cacau discutida no Conseagri

Jay Wallace e Eduardo Salles (foto Heckel Junior)

Apesar da monília ou moniliase (enfermidade do cacaueiro causado por um fungo) não representar uma ameaça imediata à Bahia, maior produtor de cacau do Brasil, a Secretaria da Agricultura, através da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), e o Ministério da Agricultura (Mapa), através da Comissão Executiva de Planejamento da Lavoura Cacaueira (Ceplac), vêm buscando prevenir a entrada desta praga, que assola principalmente países produtores de cacau da América Latina e que fazem fronteira com os estados do Norte.

Durante audiência com o diretor-geral da Ceplac, Jay Wallace, para alinhar ações do Salon Internacional du Chocolat, que acontecerá na Bahia em julho próximo, e tratar da implantação de um polo chocolateiro na região Sul, o secretário da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, mostrou-se preocupado com a situação em que os estados fronteiriços se encontram. Salles, que também é presidente do Conselho Nacional dos Secretários de Estado de Agricultura (Conseagri), comunicou que colocou na pauta do próximo encontro dos secretários estaduais, dia 28, em Rondônia, o assunto relativo à prevenção da moniliase.

Pelo seu conhecimento técnico, Salles sabe que é praticamente impossível impedir a entrada de uma praga em outro território, mas acredita ser possível retardar a entrada da doença no país. “Na verdade, não queremos que uma praga como esta, que se mostra mais drástica que a vassoura-de-bruxa, possa causar um novo dano social a uma das regiões agropecuárias mais importantes do Estado. Não temos a ilusão que a Bahia consiga barrar definitivamente a chegada da moniliase, mas queremos atrasar esse processo ao máximo até que a pesquisa agropecuária possa encontrar meios para desenvolver a tecnologia de combate, através de variedades resistentes ou produtos químicos”, explicou.

Jay Wallace parabenizou a iniciativa do secretário em pautar um assunto de extrema relevância no Conseagri e se prontificou a estar presente na reunião com os secretários, além de enviar um técnico da Ceplac para ministrar palestra sobre a doença. “Felizmente, a monília não existe no Brasil, mas ela se faz presente em países irmãos. Mesmo distante da área de risco, a Bahia vem atuando com excelência na área. É aqui que temos um dos melhores desempenhos de defesa agropecuária”.





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