:: ‘Hospital Materno-Infantil de Ilhéus’
Crianças internadas no Materno-Infantil de Ilhéus ganham presentes, contação de estórias e visita de cães adestrados
As crianças internadas na pediatria do Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, receberam na manhã deste sábado (12), Dia das Crianças, a inesperada visita de Ária e Nix. Os cães da raça Pastor-Branco-Suíço pertencem ao criador Iuri Fernandes, dono de uma escola de comportamento animal que funciona no município.

Estudos apontam que a Terapia Assistida de Animais (TAA) apresenta resultados físicos e mentais na inibição da dor e no estímulo à memória; bem como os benefícios sociais, com a oportunidade de comunicação, sensação de segurança, socialização, motivação, aprendizagem e confiança.
“Conheci esse projeto no Hospital Albert Einstein e resolvi promover também esta iniciativa no Materno-Infantil de Ilhéus. Fizemos pela primeira vez na Páscoa e estamos repetindo agora, no Dia das Crianças”, destacou o criador, acrescentando que o ingresso do animal ao ambiente hospitalar depende de autorização médica e de laudo veterinário atestando suas boas condições de saúde.
Setembro Amarelo do Materno-Infantil é encerrado com encontro com indígenas Tupinambá
Único hospital habilitado pelo Ministério da Saúde, com apoio da Secretaria Estadual da Saúde, para atendimento aos Povos Indígenas da Bahia, o Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, participou na quinta e sexta-feira (26 e 27) do V Seminário de Jovens e Anciões nos Conhecimentos Tradicionais, promovido pela etnia Tupinambá, em Olivença, litoral sul do município.

Na aldeia Igalha, uma equipe de multiprofissionais do HMIJS – em parceria com a equipe da Secretaria de Saúde Indígena (SESAI), órgão responsável por coordenar e executar a Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas – promoveu uma roda de conversa, seguida de apresentação teatral, sobre saúde mental, encerrando a programação do Setembro Amarelo, mês dedicado à prevenção do suicídio.

Indígenas em depressão
Um estudo da Fiocruz mostrou que no Brasil os indígenas tiveram a maior taxa de suicídio por 100 mil habitantes em 2022. No ano passado o país registrou 180 mortes de indígenas. A faixa etária dos 10 aos 24 anos registrou os maiores números de suicídio em todos os anos observados. “Quando, por exemplo, uma indígena sofre uma depressão pós-parto é preciso entender mais do que só aquele momento, mas toda a sua história, as condições em que vive, por isso é que estamos todos aqui, psicólogos, fisioterapeutas, enfermeiros, assistentes sociais do hospital para contribuir neste debate”, destacou a coordenadora do Serviço Social do HMIJS, Maria das Graças.
Emergência pediátrica do Materno-Infantil de Ilhéus é referência na região e já realizou mais de 13 mil consultas em 2024
A emergência pediátrica do Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, já realizou este ano mais de 13 mil consultas e atendimentos em crianças com idade até 15 anos, 11 meses e 29 dias.
Os atendimentos de emergência correspondem a condições que demandam intervenção imediata, em virtude do risco iminente à vida e integridade do paciente, com procedimentos que envolvam alta tecnologia e alto custo.
Diretor médico da unidade, Samuel Branco destaca que grande parte dos atendimentos realizados na unidade deveriam ser feitos pelo município, mas são acolhidos no materno-infantil.
“A cada 100 atendimentos realizados na Emergência Pediátrica do HMIJS este ano, 82 teriam que ser feitos nos setores primário (UBS) e secundário (UPA) dos municípios, desafogando o hospital para os atendimentos que exijam situação de emergências graves”, revela.
Excelência
Hospital Materno-Infantil de Ilhéus recebe pela primeira vez turma de Enfermagem da UESC para estágio final

A primeira turma de estudantes do último semestre de Enfermagem, da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), iniciou na última quarta-feira (11) o estágio supervisionado que terá a duração de três meses, em setores estratégicos da instituição. Esta turma é pioneira neste modelo de estágio regulado pela Escola de Saúde Pública da Bahia, cuja missão é integrar as ações de todos os níveis de formação em saúde promovendo a capilarização das ações da saúde e contribuindo com os processos de regionalização e interiorização dos serviços de saúde e educação em saúde.
A coordenadora do Núcleo de Educação Permanente do hospital, Ayalla Rodrigues, destaca que esta turma pioneira é formada por 26 estudantes. “Este é o estágio que tem uma importância grande, por que é quando realmente o estudante passa a se enxergar como um enfermeiro gestor, com um olhar mais administrativo e não só assistencial”, explica.
No primeiro dia da ação, Kayne Nascimento Teixeira, de 24 anos, já acompanhava as ações na Unidade de Cuidados Intermediários Canguru (UCINCA). Ela lembra que seu projeto inicial era seguir a carreira militar. Natural do município de Santa Cruz da Vitória, a 104 quilômetros de Ilhéus, o desejo pela enfermagem surgiu quando precisou acompanhar um familiar ao hospital. Hoje se define como uma apaixonada pela pediatria. “É a área que eu quero seguir”, assegura. Kayne disse ter encontrado no Materno-Infantil de Ilhéus uma referência no atendimento. “Já no primeiro dia percebi que o cuidado não é superficial. É humanizado, feito por profissionais de excelência”, resume.
Setembro Amarelo do Hospital Materno-Infantil de Ilhéus terá ações voltadas para crianças, gestantes, trabalhadores e indígenas

Único hospital da Bahia habilitado ao atendimento especializado aos povos indígenas, o Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, terá uma programação extensa alusiva ao Setembro Amarelo, mês que destaca a luta contra o suicídio.
E, conforme o mais amplo levantamento sobre o tema, publicado em setembro de 2023, na revista The Lancet Regional Health – Américas, a proporção de mortes autoimpostas entre os integrantes dos povos originários era de 9,3 casos em cada grupo de 100 mil indivíduos em 2000 e quase dobrou em 21 anos, chegando a 17,6 por 100 mil. O Brasil tem quase 1,7 milhão de indígenas, segundo os dados divulgados pelo IBGE. Com 229.103, a Bahia conta com a segunda maior população indígena no país, o que representa 1,62% dos habitantes do estado.

Uma das ações de acolhimento e escuta vai acontecer durante o “Seminário de Jovens e Anciões Indígenas nos Conhecimentos Tradicionais”, marcado para os dias 26, 27 e 28 deste mês, na praça principal de Olivença, em Ilhéus. Profissionais do hospital, em parceria com a equipe da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai), órgão responsável por coordenar e executar a Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas, realizarão rodas de conversa, tratando-as como um momento para relatar aflições com temas de vulnerabilidade, racismo estrutural, preconceito, violência, esgotamento e sensação de não pertencimento social.
Materno-Infantil de Ilhéus é a primeira instituição hospitalar da região a pleitear o “Selo Estadual de Humanização”

Primeira unidade hospitalar da região a pleitear o Selo Estadual de Humanização, o Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, recebeu esta semana a visita do comitê técnico de avaliação da Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab), que veio verificar processos e itens já implementados pelos colaboradores da instituição. O Selo Estadual de Humanização é um espaço coletivo, participativo e democrático que se propõe a empreender uma política institucional de resgate da humanização na assistência à saúde na área hospitalar, que envolve usuários, profissionais, trabalhadores da saúde, gestores e comunidade acadêmica.

Criada pelo Ministério da Saúde em 2003, a Política Nacional de Humanização da Atenção e da Gestão do SUS (PNH), popularmente conhecida como HumanizaSUS, constitui-se como uma política pública no setor da saúde com princípios, diretrizes e dispositivos que se dialogam e complementam na missão de inovar práticas e processos de saúde nas instituições que integram o Serviço Único de Saúde (SUS). O Estado da Bahia é pioneiro no País na criação do Selo Estadual de Humanização.
Com amamentação em praça pública, Hospital Materno-Infantil quebra preconceitos e destaca a importância do Agosto Dourado
Gestantes e puérperas de Itacaré, no sul da Bahia, participaram no final da tarde desta segunda-feira (26), de um ato promovido pelo Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em parceria com a secretaria de saúde do município de Itacaré, de incentivo ao aleitamento materno, encerrando as comemorações alusivas ao Agosto Dourado, realizado durante todo o mês pelas equipes do HMIJS.
As mães realizaram um “Mamaço”, denominação que lembra um evento mundial, no qual as mães com seus bebês se reúnem para amamentar, enquanto compartilham e se entrosam com as outras pessoas presentes, com o tema “Amamentar é um ato de amor em qualquer lugar”. O encontro foi na praça São Miguel, centro da cidade, em horário de grande movimentação de pessoas.
Conversas
Rodas de conversa foram realizadas com a participação de fisioterapeuta, enfermeiras, fonoaudióloga, técnica em nutrição e psicóloga do Materno-Infantil que se dispuseram a ir ao município falar sobre a importância da amamentação. Completando o grupo e voluntária na iniciativa, a enfermeira Camila de Oliveira disse estar extremamente feliz em ter participado da roda de conversa. “Uma tarde inspiradora”, resumiu. Camila conheceu recentemente a unidade, ao acompanhar uma gestante à visita guiada. E se apaixonou pelo projeto de acolhimento e humanização.
Presentes e brindes foram ofertados pela direção do hospital a todas as participantes. Pinturas pelo corpo também lembraram a importância da iniciativa. Diretora do HMIJS, Domilene Borges destacou que durante todo o mês diversas atividades foram desenvolvidas pela instituição hospitalar, tanto para a equipe de colaboradores como para as gestantes e puérperas que procuraram atendimento na maternidade.
Projetos do Materno-Infantil já constam para adesão no Programa Bahia Estado Voluntário

Os projetos sociais criados pelo Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, com o objetivo de alavancar a cultura do voluntariado no município e promover ações de humanização e acolhimento na unidade, em parceria com o Programa Bahia.Estado Voluntário, já estão disponíveis na plataforma eletrônica do programa. Dois deles, no perfil de “doação”, já estão em funcionamento. Os outros, no perfil de “ação”, estarão disponíveis a partir do dia 1º de setembro. O site pode ser acessado pelo endereço https://www.estadovoluntario.

No campo “doação”, o voluntário pode ofertar linhas de crochê para a produção de Polvos Terapêuticos ou através do projeto Acolher, promover a doação de enxoval para bebês de famílias carentes. O Polvo Terapêutico, uma iniciativa do grupo de fisioterapia e da terapia ocupacional, é confeccionado por familiares dos recém-nascidos internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital. A técnica, segundo especialistas, ajuda os bebês prematuros a melhorarem a frequência cardíaca e o índice de saturação de oxigênio. Já a doação de enxoval é uma proposta do Serviço Social da instituição.

Os projetos de “ação” que serão disponibilizados a partir de 1º de setembro são o “Cante para Vidas”, com o voluntariado em apresentação musical nos leitos e corredores do hospital, e “Doutores da Alegria”, com a presença de grupos de palhaços e bailarinas para animar as crianças internadas na pediatria do HMIJS.
Hospital Materno-Infantil de Ilhéus e Maternidade de Camaçari destacam o Dia da Gestante e o apoio ofertado a mulheres baianas

Esta quinta-feira (15) é o Dia da Gestante. A Maternidade Regional de Camaçari (MRC) e o Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, ambos da rede própria da Secretaria Estadual da Saúde (Sesab), pertencentes ao Governo do Estado e administrados pela Fundação Estatal Saúde da Família (FESF SUS), destacam a data. Uma gestação é cercada de inseguranças e expectativas. “É uma cobrança que envolve questões sociais. A gestão é, por vezes, romantizada, com a ideia de que vai ser um conto de fadas, de que vai ser tudo perfeito e não é assim”, explica a psicóloga Maria Quintino. De acordo com a profissional, a mulher passa por uma transformação física e social e isso tudo impacta no emocional. E diante de todo esse processo de transformação tem ainda a questão do “será que eu vou dar conta?”, como vai ser sair do papel de ser mulher e desenvolver o papel da maternidade?

Maria Quintino integra a equipe de psicologia do Hospital Materno-Infantil. A unidade já tem implantado o serviço do Pré-Natal Psicológico, que funciona às quartas-feiras, no ambulatório do hospital. A mãe de alto risco é encaminhada pelas unidades de saúde. As que têm o perfil e desejam passar pelo acompanhamento psicológico têm atendimento clínico, de terapia, onde podem falar de coisas que elas passam pela vida toda. “Todas trazem, diante deste discurso, a mesma coisa: será que vou dar conta? Será que vou conseguir? Isso acontece até com mães da terceira ou quarta gestação”, assegura a profissional.
Acolhimento e humanização
Materno-Infantil de Ilhéus vai liderar campanha pelo registro civil gratuito dos bebês ainda no hospital

O Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, vai liderar uma campanha de estímulo ao registro civil antes mesmo da alta hospitalar de bebês nascidos na unidade. Na única maternidade com atendimento 100% via Sistema Único de Saúde (SUS) da região, onde funciona uma Unidade Interligada do Cartório do 1º Ofício da Comarca de Ilhéus, a cada 100 crianças nascidas, apenas 46 estão sendo registradas no próprio hospital.

Escrevente Lívia Marques entrega mais uma certidão de nascimento no Hospital Materno-Infantil
A situação não reflete a realidade do estado, que apontou, nos últimos anos, importantes avanços no número de registros. O Censo Demográfico 2022 do IBGE indica que 99,52% das crianças baianas de até 5 anos tinham algum registro de nascimento. O percentual reflete um avanço frente a 2010, quando essa era uma realidade para 99,20% das crianças dessa faixa etária. O registro é gratuito e a criança, além da Certidão de Nascimento, ainda sai com o seu Cadastro de Pessoa Física (CPF).













