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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

março 2026
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:: ‘Hospital Materno-Infantil de Ilhéus’

Hospital Materno-Infantil recebe segunda etapa do FESF Itinerante e debate cuidados com Transtornos Mentais Relacionados ao Trabalho

Na segunda etapa do Projeto FESF Itinerante, iniciativa da Fundação Estatal Saúde da Família (FESF-SUS) que leva a sede administrativa diretamente às unidades de saúde sob sua gestão, o Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, recebeu mais uma equipe técnica da fundação para alinhar fluxos, fortalecer o diálogo, realizar escuta qualificada, identificar e solucionar desafios locais e reduzir riscos operacionais e administrativos. A etapa foi aberta pelo diretor-geral da FESF-SUS, Bruno Guimarães, com transmissão online direcionada aos colaboradores da instituição.

A programação também trouxe um debate relevante sobre os Transtornos Mentais Relacionados ao Trabalho (TMRTs). Trata-se de um grupo de condições psiquiátricas como ansiedade, depressão e Síndrome de Burnout, causadas, agravadas ou desencadeadas por fatores de risco no ambiente laboral, como má organização, excesso de carga de trabalho e assédio.

A discussão foi mediada por Érica Bowes, diretora de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde da FESF. A instituição considera esse tipo de debate prioritário entre seus colaboradores, já que, desde maio de 2026, está em vigor uma atualização do Ministério do Trabalho e Emprego que inclui explicitamente os riscos psicossociais no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, obrigando as empresas a identificar e gerenciar fatores como assédio, jornadas exaustivas e sobrecarga de trabalho.

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Hospital Materno-Infantil de Ilhéus fortalece rede de proteção à mulher e à infância em encontro com representantes do Sistema de Justiça

Referência no acolhimento a mulheres, crianças e adolescentes vítimas de violência, o Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio (HMIJS), em Ilhéus, promoveu nesta quinta-feira (19) uma importante roda de conversa para alinhar fluxos de atendimento e proteção legal. A unidade, que integra a rede do Governo da Bahia e é administrada pela Fundação Estatal Saúde da Família (FESF-SUS), reuniu direção, equipe multiprofissional e autoridades do Sistema de Justiça para aperfeiçoar o cuidado em casos sensíveis.

O encontro contou com a participação da juíza da Vara da Infância e Juventude, Sandra Magali Mendonça; da Defensora Pública Flávia Amaro da Silveira Duval; e de conselheiros tutelares do município. Em pauta, temas cruciais como altas à revelia, protocolos de segurança quando o paciente deixa a unidade sem autorização médica, Entrega Legal — fluxo humanizado para a entrega de bebês à adoção — e o acolhimento imediato a crianças e adolescentes vítimas de abuso sexual.

Evolução no atendimento

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Hospital Materno-Infantil de Ilhéus lança Carta Compromisso no Dia Nacional da Visibilidade Trans e reforça Tolerância Zero ao preconceito


Nesta sexta-feira (29), Dia Nacional da Visibilidade Trans, a diretoria e trabalhadores do Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio (HMJS), em Ilhéus, unidade do Governo do Estado administrada pela Fundação Estatal Saúde da Família (FESF-SUS), divulgaram uma Carta de Compromisso Institucional. O documento destaca que o acesso equitativo à saúde exige o enfrentamento corajoso das desigualdades sociais, estruturais e institucionais que historicamente marginalizam populações vulnerabilizadas. A unidade é referência na região para partos de pessoas com útero (homens trans e pessoas não binárias).

O documento lembra que o hospital mantém a equidade como prática de justiça social. “Não basta tratar todos da mesma forma, é preciso tratar cada um de acordo com sua necessidade. Nossa equidade traduz-se no respeito absoluto às diversidades de gênero, identidade de gênero e orientação sexual, raça, etnia e condição socioeconômica, religião e trajetórias de vida”, afirma a carta.

A Carta Compromisso também declara Tolerância Zero a qualquer forma de preconceito ou violência institucional e ressalta que o ambiente do hospital é projetado para ser um porto seguro para usuárias(os), acompanhantes e colaboradores. “Isso inclui a garantia irrestrita do uso do nome social, o respeito à identidade de gênero em todas as etapas do atendimento, a escuta qualificada e a humanização da assistência.”

Projeto-piloto

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Nasce o bebê indígena de número 500 no Hospital Materno-Infantil de Ilhéus

No Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, o choro do bebê Taysson Gael, na manhã desta sexta-feira (23), não representou apenas um som de vitalidade, mas um eco ancestral que celebra a resistência. A criança, quarto filho de Tatiane de Jesus e Marivaldo, é o bebê indígena de número 500, nascido no HMIJS, desde a sua inauguração, em dezembro de 2021. Único hospital habilitado pelo Ministério da Saúde ao atendimento dos Povos Originários da Bahia, o Materno-Infantil de Ilhéus é um projeto do Governo da Bahia, administrado pela Fundação Estatal Saúde da Família (FESF-SUS).

Tayson Gael nasceu com 3.295 Kg e 49 centímetros. A escolha do nome é uma homenagem à tia Thaís. “A gente escolheu um nome parecido para homenagear ela”, justificou a mãe Tatiane. O casal Tatiane (29 anos) e Marivaldo (35) mora na Aldeia Curupitanga, distante oito quilômetros da sede de Olivença, litoral sul de Ilhéus. Na aldeia residem cerca 60 famílias da etnia Tupinambá.

Ciência e ancestralidade

Única maternidade 100 por cento SUS da região, o Materno-Infantil hoje representa o encontro da ciência com a ancestralidade. Nascer aqui significa que o rigor da medicina moderna abre espaço para o sagrado. O número 500 representa a garantia de que o Estado reconhece e protege a vida indígena desde o primeiro suspiro. “É o fortalecimento da identidade indígena da região. Cada um desses 500 nascimentos é uma vitória contra o apagamento histórico, um marco na história da Bahia”, destaca a diretora-geral do HMIJS, Domilene Borges. “Esse bebê é a prova viva de que a saúde pública pode e deve ser um instrumento de reparação e amor”, completa.

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Números registrados em 2025 demonstram a importância do Hospital Materno Infantil de Ilhéus, única maternidade 100 por cento SUS do sul da Bahia

Durante o ano passado, o Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, unidade da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) gerida pela Fundação Estatal Saúde da Família (FESF-SUS), realizou 3.078 partos, o que dá uma média de 256 partos por mês, oito por dia. Única maternidade 100 por cento SUS da região sul da Bahia, o HMIJS registra mais de 12 mil nascimentos desde a sua inauguração, que ocorreu em dezembro de 2021.

A unidade tem porta aberta de maternidade, leitos de UTI neonatal e semi-intensivo, leitos de canguru e centro de parto normal. Além disso, a unidade pediátrica conta com 23 leitos e mais 10 leitos de UTI pediátrica, que são 100% regulados. Além da realização de partos e da internação, o hospital oferta atendimento ambulatorial especializado em pré-natal de alto risco, consultas especializadas em obstetrícia, cardiologia, enfermagem, nutrição e psicologia.

Leitos de UTI

Outra marca importante da unidade está na capacidade de internação em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Até quatro anos atrás, o município, um dos mais importantes da Bahia, não disponibilizava sequer de um só leito com o perfil intensivista. Os recém-nascidos que necessitassem de internação em UTI Neonatal eram transferidos para outras cidades do interior ou capital, Salvador.

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Madalena é o nome do primeiro bebê nascido em 2026 no Hospital Materno-Infantil de Ilhéus

Madalena é o nome do primeiro bebê do ano nascido no Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus. O parto aconteceu aos 43 minutos desta quinta-feira, no Centro Cirúrgico da única maternidade 100 por cento SUS da região, construída pelo Governo da Bahia e administrada pela Fundação Estatal Saúde da Família (FESF-SUS). O parto foi cesariana. Madalena é filha do casal Isabela Gomes Pereira e André Castanheira, que moram no distrito de Serra Grande, município de Uruçuca. O pai é natural de Minas Gerais e a mãe do Distrito Federal.

O nome Madalena tem origem hebraica e grega, significando “aquela que vem de Magdala” ou “torre” (Magdala era uma aldeia, e seu nome hebraico significava torre). Popularizado pela figura bíblica de Maria Madalena, seguidora de Jesus, o nome carrega conotações de força, fé, lealdade e redenção, além de ser associado à ideia de “Torre de Deus” ou “mulher forte”.

Hospital Materno-Infantil de Ilhéus registra o número recorde de 17 partos no dia 24 de dezembro

O nascimento de bebês em datas festivas sempre carrega um simbolismo especial, mas em 2025, a véspera do Natal trouxe números que chamaram a atenção da equipe do Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, unidade do Governo da Bahia administrada pela Fundação Estatal Saúde da Família. No último dia 24 de dezembro, o HMIJS, em Ilhéus, registrou 17 partos, o maior número registrado em um só dia desde a inauguração, em dezembro de 2021. Foram cinco cesarianos e 12 normais.

O Hospital Materno-Infantil já contabilizou 12.416 nascimentos. Este ano, até o dia 28 de dezembro, a marca é de 3.057 partos, sendo 1.842 normais e 1.215 cesarianos. Única maternidade 100 por cento SUS da região sul, o HMIJS é referência no atendimento a gestantes e bebês. Os recém-nascidos são vacinados em beira-leito, de domingo a domingo, com a equipe de saúde levando os recursos até eles. Hoje, o conceito é fortemente associado à segurança do paciente.

Testes garantidos

Os RNs também passam por testes de triagem neonatal (olhinho, linguinha, orelhinha e coraçãozinho) e os que permanecem internados por um período mais longo, também têm acesso ao Teste do Pezinho que, para ter eficácia, necessita ser feito entre o 3º e o 5º dia de nascimento.

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Bebês internados nas UTIs do Materno-Infantil de Ilhéus são transformados em “presentes de Natal” e levam fofura ao ambiente hospitalar

O espírito natalino invadiu as UTIs do Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, unidade do Governo da Bahia administrada pela Fundação Estatal Saúde da Família (FESF-SUS). Em um gesto de puro carinho, os pequenos pacientes das unidades Neonatal, Intermediária e Pediátrica foram transformados em “presentes de Natal”, vestindo roupinhas e gorros temáticos que emocionaram as famílias que aguardam a alta hospitalar.

A iniciativa, que partiu das equipes de enfermagem e fisioterapia, incluiu um ensaio fotográfico para eternizar o primeiro Natal desses bebês. As peças foram confeccionadas manualmente pela fisioterapeuta Aline Cerqueira e rigorosamente esterilizadas pelo Centro de Material e Esterilização (CME) da unidade, garantindo total segurança.

Ambiente acolhedor

“A proposta é que, mesmo no ambiente hospitalar, o simbolismo do Natal e a esperança tragam conforto e ajudem a aliviar a tensão das famílias neste momento”, destaca Aline Cerqueira. Já a diretora Domilene Borges reafirma que a proposta do hospital é tornar o ambiente cada vez mais humanizado e acolhedor.

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Emoção: criança de nove anos é batizada, a pedido dos pais, em leito de UTI do Hospital Materno-Infantil de Ilhéus


Desde 2016, quando nasceu, a trajetória de Saullo tem sido escrita entre paredes de hospitais, sessões de fisioterapia e a rotina austera das internações. O diagnóstico, herança do Zika Vírus contraído por sua mãe, Natali Apolinário, ainda no início da gestação, impôs desafios severos: a microcefalia e a paralisia cerebral. Hoje, aos nove anos, Saullo enfrenta mais um capítulo delicado na UTI Pediátrica do Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, unidade construída pelo Governo do Estado e administrada pela Fundação Estatal Saúde da Família (FESF-SUS). A mais recente internação ocorreu em outubro. Ele segue sem previsão de alta.

Em meio a esse turbilhão de emoções, preocupações e medo, a mãe Natali e o esposo também seguem acolhidos por uma equipe multiprofissional do hospital. Esta semana, Natali revelou um desejo à equipe do Serviço Social: batizar Saullo, cujo significado do nome é “transformação”. Ela explica que em uma recente conversa com o irmão, tio de Saullo, ele confessou que algo em seu coração pedia para realizar o batismo. A família é católica e busca ancoragem na fé e no afeto para atravessar o medo.

Agilidade e respeito

 

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Lideranças indígenas reconhecem avanço no atendimento a aldeados após um ano de habilitação do Hospital Materno-Infantil de Ilhéus

Único hospital habilitado para o atendimento às mulheres e crianças indígenas na Bahia, o Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, obra do Governo da Bahia gerida pela Fundação Estatal Saúde da Família (FESF-SUS), passa, anualmente, por um monitoramento e avaliação dos serviços prestados. A ação, coordenada pelo Distrito Sanitário Especial Indígena, unidade gestora do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SasiSUS), reúne lideranças indígenas, representações do controle social e diretoria do hospital para avaliar os serviços realizados durante o ano, debater correções de rumos e avanços que passam pela garantia de um atendimento de saúde culturalmente sensível e de alta qualidade.


De acordo com Danila Guimarães, apoiadora técnica de Atenção à Saúde do Distrito Sanitário Especial Indígena da Bahia (DSEI-BA), o encontro é fundamental porque permite que lideranças indígenas, DSEI e FESF-SUS identifiquem gargalos e apontem melhorias na comunicação, na logística, na humanização do cuidado e na adaptação dos protocolos clínicos às especificidades culturais — o chamado atendimento diferenciado. Ela destaca ainda que a realização anual dessa avaliação atende a uma exigência do Plano de Atenção Especializada aos Povos Originários, aprovado pelo Ministério da Saúde em 2024, que habilitou o hospital de Ilhéus.


Neste ano, a primeira etapa do encontro foi realizada na quarta-feira (10), na Aldeia Tukum, no sul de Ilhéus, território da etnia Tupinambá, e contou também com a participação de representantes da etnia Pataxó Hã-Hã-Hãe, atendida pelo hospital. Já na quinta-feira (11), a comitiva visitou a unidade hospitalar para avaliar aspectos como a adequação da ambiência e dos serviços às especificidades culturais.

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