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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘Hospital Materno-Infantil de Ilhéus’

Câmara de Pau Brasil concede Comenda “Nêga Pataxó” aos diretores do Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio

 

A diretora-geral do Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, enfermeira Domilene Borges; e o diretor-médico da instituição, Samuel Branco, foram agraciados hoje (19) – data estabelecida para celebrar a diversidade de culturas dos povos indígenas brasileiros -, com uma das mais representativas honrarias do sul da Bahia: a Comenda “Maria de Fátima Muniz Pataxó Hã-hã-hãe – Nêga Pataxó”, distinção feita pela Câmara Municipal de Pau Brasil.

Com o apoio do Governo da Bahia, da Secretaria Estadual da Saúde (Sesab) e da Fundação Estatal Saúde da Família (FESF SUS) – entidade que administra a unidade hospitalar do estado – os dirigentes conduziram o projeto que tornou o Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, a primeira unidade no estado habilitada pelo Governo Federal a prestar atendimento especializado aos Povos Indígenas de toda a Bahia. A portaria que concedeu o incentivo ao HMIJS foi assinada pela ministra da Saúde, Nísia Trindade Lima, em março deste ano.

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´Nós estamos aqui querendo existir´, afirma primeira paciente atendida no Ambulatório Trans do HMIJS

Mais um momento histórico do Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, foi registrado da manhã de hoje (16), com os primeiros atendimentos ambulatoriais à comunidade trans da região. O projeto-piloto passou a permitir a realização de exames de rotina e hormonais em pacientes que passam pela afirmação de gênero. Aproximadamente 20 pacientes foram atendidos no Ambulatório do HMIJS onde, também, nas próximas semanas, serão iniciadas consultas nas especialidades de endocrinologia e ginecologia. Mas a direção do hospital trabalha para oferecer, ainda neste primeiro semestre, serviços nas especialidades de psicologia, psiquiatria e urologia. O Materno-Infantil é uma obra do Governo da Bahia administrada pela Fundação Estatal Saúde da Família (FESF SUS).

Este é um passo para recuperar a dignidade de pessoas que foram tão apagadas, segregadas, por uma sociedade que nos vê como coisas malignas. Nós só estamos aqui querendo existir”, comemorou Leslie Sá, a primeira paciente a ser atendida no ambulatório. Ela passou pela triagem e, logo em seguida, a equipe do hospital fez a coleta de sangue para exames hormonais, de sorologias e exames de rotina. “Somos cidadãos, cidadãs como outras pessoas e queremos apenas os nossos direitos”, afirmou, acrescentando que o que ela quer é viver com o mínimo de dignidade. “E esse laboratório é um passo para que a gente consiga se colocar de uma maneira mais digna, com a representatividade maior, com acesso à saúde de qualidade que é um direito de todos e dever do estado. Essa iniciativa acaba cumprindo com esse objetivo”, disse Leslie.

Perto de casa

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Nasce o bebê de número sete mil do Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus

O nome Ravi tem origem no sânscrito, uma antiga língua indiana. Sua raiz etimológica significa “domingo”. Mas também pode ser traduzido como “raio de sol”. Ravi é o nome do bebê de número sete mil, nascido neste domingo de Páscoa, no Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, uma instituição do Governo da Bahia administrada pela Fundação Estatal Saúde da Família (FESF SUS). Ele é filho da dona-de-casa Letícia Santos, de 22 anos, e do empilhador Inerivan dos Santos. O nascimento aconteceu no Centro de Parto Normal (CPN) do HMIJS, às 18h07min de ontem.

Residente do bairro Banco da Vitória, em Ilhéus, Letícia lembra que um dia antes começou a sentir fortes contrações e foi levada ao hospital, onde foi constatado o início da dilatação e internada. Mas somente no dia seguinte, com a ajuda das enfermeiras obstetras do CPN é que o bebê nasceu com 3.075 kg e 48.5 cm. Ravi é o segundo filho do casal.

Inaugurado em 6 de dezembro de 2021, o Hospital Materno-Infantil é porta-aberta para obstetrícia e a primeira unidade 100 por cento SUS do sul da Bahia. Conta com 105 leitos, destinados à gestação de alto risco, pediatria clínica, UTI pediátrica, UTI neonatal e centro de parto normal, integrados à Rede Cegonha e atenção às urgências e emergências, com funcionamento 24 horas e acesso por demanda espontânea e referenciada de parte significativa da região.

Tupinambás realizam “Porancy” no Materno-Infantil para comemorar primeiro hospital especializado em atendimento indígena da Bahia

Cerca de 400 pessoas, entre lideranças, representações de comunidades aldeiadas e estudantes da etnia Tupinambá, ocuparam agora pela manhã o estacionamento do Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, para agradecer aos governos federal e estadual, à secretaria estadual da Saúde e à Fundação Estatal Saúde da Família (FESF SUS), pela luta em defesa da aprovação do Plano de Atenção Especializada aos Povos Originários (IAE-PI).

O HMIJS acaba de ser oficializado como a primeira unidade da Bahia como modelo de atendimento à população indígena do estado. A portaria que concedeu o incentivo foi assinada pela ministra da Saúde, Nísia Trindade Lima, na última segunda-feira (11) e dois dias depois publicada no Diário Oficial da União.

Reunidos em uma grande festa, os indígenas realizaram o tradicional “Porancy”, um ritual com dança e orações. O Cacique Gildo Amaral, um dos líderes da etnia, explica que este ritual geralmente ocorre durante momentos de reivindicações dos Tupinambá. “Mas desta vez decidimos realizar para agradecer. Muita gente pode até estar estranhando. Mas essa foi a nossa intenção e a nossa determinação de estar aqui. Acolhendo a quem nos acolhe todos os dias”, revelou.

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Hospital Materno Infantil na prevenção da dengue: “o combate começa aqui”

O Dia D de combate ao mosquito da dengue mobilizou hoje (12) colaboradores e pacientes do Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, com ações de prevenção e eliminação de focos do mosquito Aedes Aegypti. Com o tema “O Combate começa aqui”, o Núcleo de Educação Permanente do hospital, unidade que é uma obra do Governo da Bahia administrada pela Fundação Estatal Saúde da Família (FESF SUS), promoveu, pela manhã, em parceria com a Secretaria Estadual da Saúde, a distribuição de repelentes entre gestantes e puérperas, doadas pelo Núcleo Regional de Saúde Sul.

Outras iniciativas como jogos lúdicos explicando a necessidade de se combater o mosquito, diálogos de consciência e prevenção nas salas de espera marcaram o dia que contou ainda com a presença do “Mosquitão”, personagem do Aedes Aegypti, gentilmente cedido pela Secretaria Municipal de Saúde, que também enviou sua equipe de técnicos para participar da iniciativa. Como mais uma maneira para informar a população quanto os ciclos de vida do mosquito, foi montada uma exposição de larvas que mostrava as medidas eficientes de combate desde o ovo, a larva, a pupa (estágio intermediário entre a larva e o adulto) e adulto.

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Hospital Materno-Infantil faz sua primeira cirurgia de Palatoplastia

O Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, obra do governo do estado administrado pela Fundação Estatal Saúde da Família (FESF SUS), realizou a sua primeira Palatoplastia, cirurgia indicada quando existe alguma deficiência no palato, parte do corpo humano que forma o céu da boca. A beneficiada é uma menina de quatro anos, natural de Ilhéus. De acordo com especialistas, a fissura nessa região pode gerar no paciente alguns sintomas como ronco, engasgos, pigarros e, em alguns casos mais específicos, a apneia do sono. A reparação exige cuidadoso reposicionamento dos tecidos e músculos para fechar a fenda e reconstruir o céu da boca.

O responsável pela cirurgia histórica foi o especialista bucomaxilofacial David Moreira. O odontólogo explica que a intervenção realizada no HMIJS traz de volta a esperança de que muitas crianças que sofrem com fissuras labiopalatinas possam passar por estes procedimentos através do benefício do Sistema Único de Saúde (SUS). “Hoje essas cirurgias acontecem em Salvador. E muitas pessoas, pelas condições de vida, não podem arcar com estas despesas de viagem e permanência na capital”, explica David Moreira. O especialista lembra que para além de questões clínicas, a Palatoplastia também representa uma luta contra o preconceito e por mais inclusão social destes pacientes.

Retomada

 

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Hospital Materno-Infantil acolheu 684 jovens gestantes com menos de 18 anos na emergência obstétrica em 2023

Nos primeiros dias de fevereiro é comemorada a Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescência. Em Ilhéus, no Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, 684 pacientes com menos de 18 anos foram atendidas na emergência obstétrica da unidade somente no ano passado. “Não são necessariamente partos realizados”, explica o diretor-médico do HMIJS, Samuel Branco. “Se a gestante tiver alguma intercorrência, ela vem a nossa emergência. Isso não significa dizer que, neste momento, o atendimento vai se tornar um parto”, completa. No entanto, em 2023, dos 684 atendimentos registrados, 155 gestantes com menos de 18 anos foram internadas em trabalho de parto, sendo 49 jovens no Centro de Parto Normal (CPN), 14 no Centro Obstétrico e 92 na Obstetrícia Cirúrgica.

A Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescência tem o objetivo de chamar a atenção das pessoas para discutir as políticas de prevenção. Foi escolhido esse período, próximo ao carnaval, para aproveitar a ocasião e divulgar os métodos contraceptivos, porque acaba sendo um período mais vulnerável para estas jovens. Por hora, 44 bebês nascem de mães adolescentes no Brasil, sendo que dessas 44, duas tem idade entre 10 e 14 anos. Outro ponto de alerta dos especialistas é a taxa de 32% na recorrência de gravidez no primeiro ano pós-parto. Os dados são do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc), ferramenta do Sistema Único de Saúde (SUS).

Dar mais a quem tem menos

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900 atendimentos foram realizados no Mutirão do HMIJS e do HRCC a pescadores e extrativistas de Canavieiras

“Isso a gente não vê sempre. É difícil passar por aqui. E como tudo isso é importante pra a gente”, elogiou a pescadora Ângela Santos de Almeida. Ela foi uma das primeiras pessoas atendidas no III Mutirão da Saúde realizado em parceria pelo Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio (HMIJS) e Hospital Regional Costa do Cacau (HRCC), no último sábado, durante todo o dia, em Canavieiras, sul do estado. Novecentos atendimentos foram prestados à população. “A gente estava precisando muito deste tipo de serviço. O mutirão facilitou tudo”, reconheceu a também pescadora Joana Angélica Santos, que teve a filha avaliada pela pediatra.

O III Mutirão da Saúde foi uma iniciativa conjunta das unidades hospitalares que são referência em alta complexidade na região, através das suas respectivas entidades gestoras. Pelo HMIJS, a Fundação Estatal Saúde da Família (FESF SUS). Pelo HRCC, o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento da Administração Hospitalar (IBDAH). A iniciativa teve o apoio do Governo da Bahia, através da Secretaria Estadual da Saúde, e da Prefeitura de Canavieiras.

Festa, empatia e prestação de serviço

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“Bancada do Despertar” é a nova Terapia Integrativa do Hospital Materno-Infantil

A “Bancada do Despertar” é a nova atividade de Terapia Integrativa criada pela equipe de fisioterapeutas do Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus. O trabalho consiste em oferecer na Unidade de Terapia Semitensiva Neonatal (Ucinco) ações de fortalecimento de cervical, tronco e pescoço, alongamento, rolagem e utilização da bola suíça em bebês prematuros que não alcançaram marcos de uma gestação completa. Um outro destaque nesta ação é a participação efetiva da puérpera em todos os exercícios, ao lado das psicólogas e fisioterapeutas da instituição.

A coordenadora de Fisioterapia do HMIJS, Virgínia Marilena, explica que com este modelo de estimulação sensório-motora é possível aplicar técnicas que estimulem a percepção vestibular, visual e tátil dentro do limite de tolerância de cada criança, contribuindo para minimizar as possíveis desordens do desenvolvimento em prematuros internados por longo tempo. Depois de a equipe de fisioterapia apresentar os exercícios, a própria mãe os executa, com movimentos evolutivos e trocados toda vez que o RN adquirir a postura correta. Os exercícios são diários.

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Na semana do aniversário de dois anos do Hospital Materno-Infantil de Ilhéus nasce o bebê de número seis mil

 

Antonella é o nome do bebê de número seis mil do Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus. O bebê nasceu no final da tarde de sexta-feira (01), no Centro de Parto Normal (CPN) da unidade hospitalar do estado que nesta quarta-feira (06), completa dois anos de funcionamento. Antonella é a primeira filha do casal Missieli de Souza Ferreira e Lucas Porto Barbosa, residentes em Maraú. Durante o procedimento, prevaleceu a vontade de Missiele de que fosse um parto natural. “Fiquei maravilhada com tudo que vi por aqui. O atendimento, os pequenos detalhes, tudo perfeito”, elogiou. Antonella é tataraneta de uma mulher indígena, da etnia Tupinambá.

Ao longo dos dois anos de funcionamento do Materno, momentos emocionantes como este marcaram a trajetória da instituição. No dia 8 de dezembro de 2021, dois dias após a inauguração, nasceu o primeiro bebê do HMIJS: João Lucas. No dia 19 de dezembro do mesmo ano, foi a vez do nascimento dos primeiros gêmeos, Benjamin e Maria Alice. Uma semana depois, o Materno registrou um dos nascimentos mais marcantes da instituição. Chovia bastante na região. A rodovia BR 415 estava intransitável quando Amanda, moradora do Salobrinho, bairro de Ilhéus, sentiu as primeiras contrações. Para chegar ao hospital foi preciso uma grande mobilização. Parte do trajeto, fez de carro. Outra, de trator. Amanda também usou uma canoa na travessia da BR 415 e um helicóptero a resgatou até o aeroporto onde uma ambulância já a aguardava. Aysha Vitória, nasceu logo depois, em segurança.

No dia 5 de abril do ano passado o Hospital Materno-Infantil realizou seu primeiro parto na banheira. Ágata nasceu com 3,255 Kg. Doze dias depois, a unidade atingiu a marca de mil bebês nascidos. Cecília, natural de Uruçuca. As primeiras trigêmeas nasceram este ano, dia 04 de abril. A mãe é Marivalda de Jesus Silva, de 29 anos. Ela é moradora de Uruçuca. Marivalda chegou no HMIJS para um exame de rotina. Foi internada no mesmo dia para a realização do parto histórico.

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