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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘Fieb’

Indústrias baianas ganham isenção do ICMS nas vendas para o Estado

A isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas vendas diretas de indústrias baianas para órgãos do Governo do Estado, que confere aos fabricantes locais acesso preferencial a um mercado que movimenta cerca de meio bilhão de reais por ano, é a principal medida do decreto assinado pelo governador Rui Costa, com o objetivo de ampliar a competitividade do setor na concorrência com os produtos vindos de outros estados.

empresaa 1O decreto reúne outras mudanças na legislação para apoiar a fabricação de ferro ligas, água desmineralizada e arames específicos para a extração de petróleo, e ainda salvaguardar a indústria processadora de mamona em períodos de quebra de safra, como o atual.

As medidas resultam de interlocução entre o governo baiano e a Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb). “Em um cenário de crise econômica, o Governo decidiu promover isenções e reduções pontuais na carga tributária com vistas a criar condições para proporcionar maior dinamismo à economia baiana”, afirma o secretário estadual da Fazenda, Manoel Vitório.

Já o secretário de Desenvolvimento Econômico, Jaques Wagner, comenta que “o esforço para manter equilibradas as contas do Estado dá ao governador Rui Costa margem para tomar decisões que incentivem ainda mais a atividade econômica. O Governo gasta menos na hora de comprar, prestigia as empresas baianas e proporciona a estas novo fôlego para contratar mais pessoas, o que combate o desemprego e cria um círculo virtuoso no mercado”.

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Secretário diz em encontro de economistas que agroindustrializar o Estado é meta do governo

O setor agropecuário aquecendo a economia do Estado, com geração de emprego e renda e, principalmente, promovendo a fixação do homem no campo, com alta produtividade e qualidade de vida, através da agroindustrialização. Este foi o desafio apresentado pelo secretário estadual da agricultura, engenheiro agrônomo, Eduardo Salles, durante palestra realizada no XXVII Encontro das Entidades de Economistas do Nordeste (ENE), que este ano aconteceu na capital baiana. O evento, organizado pelo Conselho Regional de Economia da Bahia (Corecon-BA) no auditório da Federação da Indústria do Estado da Bahia (Fieb), trouxe para o centro das discussões a “Região Nordeste como expoente de crescimento econômico”.

Demonstrando as potencialidades da agropecuária para o crescimento econômico nos estados da região do Nordeste, o secretário explicou a agroindustrialização na Bahia como um elemento de sustentabilidade, agregando valor ao produto e gerando emprego e renda. “Agroindustrializar o Estado é uma das metas do governo Wagner”, disse ele, afirmando que “produzimos matéria-prima de qualidade e com regularidade em diversas culturas, como o algodão, laranja e guaraná. Então, não é justo que esses produtos sejam apenas exportados por não termos grandes indústrias na Bahia”.

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