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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘Educação Infantil’

OMS destaca artigo de professoras da UESCc sobre Educação Infantil na pandemia

 

Lilian Cruz -Cláudia Menezes - Lívia Coelho

O artigo intitulado “Formação continuada de professores/as da Educação Infantil num contexto pandêmico: reflexões freirianas,” (Continuous training of early childhood teachers in a pandemic context: freirian reflections), de autoria das professoras Lilian Moreira Cruz, Cláudia Celeste Lima Costa Menezes e Lívia Andrade Coelho, todas do Departamento de Ciências da Educação (DCIE) da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), foi publicado na Revista Práxis Educacional, em agosto de 2021.

Artigo tem como objetivo analisar, à luz das concepções freirianas, as implicações do contexto pandêmico para um grupo de pós-graduandos/as da Especialização em Educação Infantil de uma universidade pública baiana.

“É extremamente gratificante, para nós professores termos nossa produção inserida na lista de recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) como literatura global sobre Formação Continuada de Professores e Covid-19. Esta conquista traz visibilidade para a instituição a qual somos docentes, a Uesc, reconhecimento do nosso trabalho e motivação para continuarmos trilhando o caminho da pesquisa

As professoras e pesquisadoras da Uesc evidenciam que “com a pandemia de Covid-19, a formação de professores tem suscitado ampla discussão no meio acadêmico, à medida que a aprendizagem dos alunos assume novos contornos diante da alternativa de ensino a distância, o que pode ter um impacto substancial nas dimensões pessoal e profissional da disciplina em formação. Diante desse contexto, este artigo tem como objetivo analisar, à luz das concepções freirianas, as implicações do contexto pandêmico para um grupo de pós-graduandos da Especialização em Educação Infantil, de uma universidade pública baiana.”

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Os desafios da volta às aulas na Educação Infantil

Aline Barros

 aline barros BTDiante do cenário de pandemia o distanciamento social entre alunos é necessário, existe um protocolo de lavagem das mãos, troca de máscaras, uso de álcool em gel, o não compartilhamento dos brinquedos, o não brincar juntos, não compartilhar merenda. Mas será possível que uma criança entre 3 e 4 anos cumpra todo esse protocolo? As crianças estão na fase de desenvolvimento e descoberta, elas querem brincar, interagir compartilhar coisas.

 

Esse comportamento exigido pelo protocolo de segurança, requer maturidade, disciplina, responsabilidade, coisas que não podemos exigir que uma criança tão pequena cumpra.  Não podemos esquecer que as crianças estão no processo de aprendizagem, onde as brincadeiras, as trocas entre si são inevitáveis, não podemos esquecer também que tudo isso faz parte da construção da socialização das crianças. Muitas vezes o brincar é visto como algo de quem não tem o que fazer, mas isso não é verdade, é na infância que as crianças recebem o suporte necessárias para o seu desenvolvimento físicos, motor, social, emocional, cognitivo, linguístico e comunicacional, portanto o brincar é importantíssimo para o desenvolvimento da criança, um mundo cheio de fantasia e imaginação. É importante proporcionar um ambiente com diversas possibilidades para a brincadeira e estimulação das atividades lúdicas, no ambiente familiar e escolar.

 

Todas as demandas se tornam mais difíceis quando falamos das crianças com necessidades especiais, principalmente as com Transtorno do Espectro Autista, que precisam do suporte para executar diversas atividades, para essas crianças é muito importante que a escola promova um encontro online com algumas atividades lúdicas e divertidas, apresente para criança a sala onde ela vai ficar, as coisas legais que tem dentro da sala, a professora, se tiver auxiliar também deve ser apresentada, essas coisas vão deixar a criança mais segura quando estiver na sala de aula, não será algo desconhecido para ela.

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Aulas presenciais da Educação Infantil podem retornar na segunda-feira em Itabuna

Depois de reuniões setoriais e debates de autoridades das secretarias municipais com segmentos do setor educacional, o prefeito de Itabuna, Augusto Castro (PSD), decidiu facultar o retorno às aulas presenciais nas escolas da Educação Infantil da Rede Particular de Ensino na próxima segunda-feira, dia 19. Desde março de 2020 que haviam sido suspensas por conta da pandemia do novo coronavírus.

As diretrizes que nortearão a volta às aulas presenciais estão contidas em Decreto Municipal que será publicado ainda nesta terça-feira no Diário Oficial. A decisão do prefeito levou em conta diversos fatores, a exemplo da grave crise financeira do setor educacional privado, a reivindicação dos pais de alunos e, principalmente, o aumento da quantidade de pessoas imunizadas contra a doença e a queda de infecções em Itabuna.

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Prefeitura vai flexibilizar retorno da Educação Infantil na rede particular de ensino de Itabuna

volta as aulasAté a próxima terça-feira, dia 13, a Prefeitura de Itabuna deve publicar um Decreto autorizando o retorno das aulas presenciais da Educação Infantil nas escolas particulares. O assunto foi debatido nesta sexta-feira, 9, durante reunião no Gabinete do prefeito Augusto Castro, contando com a participação da secretária de Educação, Janaína Araújo, e um grupo de pais que criou o Movimento Volta às Aulas.

O encontro também teve a presenças do secretário municipais de Governo, Josué Brandão Júnior, e do Procurador-Geral do município, Álvaro Luís Ferreira e mães de estudantes de escolas particulares. A secretária Janaína Araújo representou o prefeito Augusto Castro.

O secretário de Governo disse que o retorno será gradual. “A Educação Infantil será a primeira a voltar a ter as aulas no sistema híbrido. Em seguida, outras turmas gradualmente também retornarão,” afirmou Josué Júnior.

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Ensino Infantil de Ilhéus vive crise e pede ajuda à Câmara de Vereadores para dialogar saídas

educ infA difícil sobrevivência em tempos de pandemia do Ensino Infantil nas escolas particulares em Ilhéus foi pauta de um encontro  na Câmara Municipal, entre dirigentes escolares e o presidente Jerbson Moraes. O grupo – que representa mais de 30 instituições educacionais privadas do município – assegura que 70 por cento destas escolas – especialmente as de médio e pequeno portes – poderão fechar as portas por falta de aluno matriculado. Por conta da pandemia, as matrículas deste ano, segundo os dirigentes, caíram a quase zero se comparadas aos anos anteriores. “Não vamos resistir”, assegura o grupo.

Os dirigentes destacam ainda que os prejuízos não são unicamente financeiros. “São dos próprios alunos, de zero a cinco anos de idade, que estão em casa sem acompanhamento pedagógico, já que a formação remota não é possível para esta faixa etária e nem é recomendando pelo Conselho Municipal de Educação”, explica Eliana Lang, diretora do Colégio Ideal. Os dirigentes das escolas particulares se dizem preparados para atender a todas as exigências da Organização Mundial da Saúde (OMS), para funcionar, com segurança, neste primeiro semestre, de forma híbrida (parte da turma em casa em aulas remotas e outra presencial, em sala de aula, em número reduzido).

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Itabuna entrega mais de 6 mil kits pedagógicos para escolas da Educação Infantil

kitsA Secretaria Municipal da Educação (SME) de Itabuna, realizou, no mês de novembro, a distribuição de 6,3 mil kits pedagógicos que serão utilizados entre os estudantes da Educação Infantil, da Educação Inclusiva e dos 1º e 2º anos do Ensino Fundamental, atendendo a uma demanda específica de 39 unidades escolares da Rede Municipal de Ensino.

A secretária municipal da Educação de Itabuna, professora Nilmecy Gonçalves, explicou que os kits chegam como forma de apoiar às famílias e aos estudantes nas atividades em blocos que estão sendo oferecidos durante esse período de pandemia e de aulas não presenciais. Cada estudante recebeu um kit, composto por 1 cola bastão, 1 caixa de lápis de cor, 1 caixa de giz de cera, 1 caixa de tinta guache, 1 pacote de palitos de picolé, 1 lápis com borracha e 1 caixa de massinha de modelar.

As escolas beneficiadas foram a Florípedes Menezes, Brasília Baraúna de Almeida e Leonor Santos Pacheco (Ferradas); Creche Ester Gomes e Escola Pedro Lemos (Lomanto), Escola Juca Leão (Manoel Leão) e Raimundo Jerônimo Machado (Nova Itabuna); CAIC Jorge Amado e Escola Roberto Santos (Jardim Primavera), Escola Vila Anália (bairro Vila Anália) e Milton Rodolfo (Parque Santa Clara); Escola Isa Brito (Banco Raso), Creches Maria Goretti e Elzo Pinho e Escola São Paulo da Cruz (Mangabinha), Escola Ação e Cidadania (Bananeira) e Lúcia Oliveira (Centro); Escola Pedro Jerônino e Três Irmãos (bairro Pedro Jerônimo), Creche Irmã Margarida e Escola Maria Pinheiro (Maria Pinheiro), Pequeno Aprendiz (Fonseca) e Espírita Emanuel (Novo Fonseca); Instituto Teosópolis (Conceição), Escola Ewerton Chaloup e Antônio Menezes (São Pedro) e São Francisco de Assis (São Judas Tadeu); Escola Novo Horizonte (bairro Novo Horizonte), São Lourenço (bairro São Lourenço), Creche Otaciana Pinto e Escola Maria Raimunda Oliveira (Santo Antônio); Escola Firmino Alves e Pequeno Lar (Fátima); Rainha dos Anjos e Marechal Castelo Branco (Califórnia); Rainha da Paz e e Maria Rosa (Monte Cristo) e Alberto Lessa (Santa Inês).

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