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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
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:: ‘comunidades indígenas’

Lideranças indígenas e gestão do Materno-Infantil dialogam sobre avanços no atendimento aos Povos Originários

Lideranças indígenas da etnia Tupinambá e representações da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) da Bahia estiveram reunidas com diretores do Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, com o objetivo de discutir fluxos, organização, atendimento e ampliação de serviços às comunidades dos Povos Originários da região.

O HMIJS é a única unidade do estado habilitada pelo Ministério da Saúde para atendimento especializado aos indígenas, uma conquista assegurada pela Secretaria Estadual da Saúde (Sesab) e pela Fundação Estatal Saúde da Família (FESF-SUS), entidade gestora do hospital.

O Cacique Gildo Amaral, que também é membro do Conselho Estadual de Saúde, destaca a necessidade de cada vez mais ampliar o leque de atendimento às etnias da Bahia, já que dos 417 municípios, 406 possuem presença indígena. O Estado conta com 229 mil e 500 pessoas que se declararam indígenas.

Qualidade e mais serviços

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Hospital Materno-Infantil faz escuta com representantes da etnia Pataxó hã-hã-hãe

Lideranças indígenas da etnia Pataxó hã-hã-hãe e servidores da Secretaria de Saúde Indígena (SESAI) – Polo Pau Brasil, estiveram reunidos com a diretora-geral do Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, para a realização de uma escuta sobre demandas e oferta de serviço de qualidade para a comunidade indígena da região. O encontro aconteceu na Câmara Municipal de Pau Brasil, dez dias após a visita que o coordenador do polo Base do DSEI – Pau Brasil, Iago Santos, e o representante do Conselho Municipal Indigenista do município, Antônio Ribeiro, visitarem a unidade, que é o único hospital na Bahia habilitado pelo Ministério da Saúde para atendimento especializado aos Povos Originários.

No encontro em Pau Brasil, a diretora-geral destacou o fato de que a referência deste serviço começou em Ilhéus, mas já foi ampliado, passando a atender sul e extremo sul da Bahia. Credenciado no ano passado pelo governo federal com apoio da Secretaria Estadual da Saúde e da Fundação Estatal Saúde da Família (FESF SUS), entidade gestora do hospital, o HMIJS está próximo a receber o segundo monitoramento do Ministério da Saúde e dentre as propostas que constam no Plano de Atenção Especializada aos Povos Originários (IAE-PI) encontra-se a necessidade de estreitar laços com as comunidades indígenas para aproximá-las dos serviços ofertados.

Acolhimento e humanização

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Governo garante ajuda humanitária a comunidades indígenas atingidas pelas chuvas

 

A Secretaria de Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais (Sepromi) integra a força tarefa do Governo do Estado, que está mobilizada para oferecer ajuda humanitária à população do sul e extremo sul da Bahia, atingida pelas fortes chuvas registradas nos últimos dias. A pasta tem dedicado atenção especial aos grupos indígenas que vivem nessas regiões.

“Estamos visitando as aldeias para entrega de doações e avaliação dos danos. Reiteramos o compromisso do Governo do Estado e nos colocamos, permanentemente, em atenção e vigília frente à necessidade dos povos indígenas e demais comunidades tradicionais prejudicadas pelas chuvas”, destaca a titular da Sepromi, Ângela Guimarães, que esteve em Santa Cruz Cabrália e Porto Seguro, acompanhada da superintendente estadual de Políticas para os Povos Indígenas, Patrícia Pataxó.

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Projeto “Mangará” fortalece conexões entre BAMIN e comunidades indígenas de Ilhéus

Uma relação de proximidade frutífera entre a BAMIN e aldeias tupinambás da costa de Olivença, em Ilhéus (BA), se materializa no Projeto “Mangará”. A iniciativa da equipe de relacionamento com comunidades da BAMIN no Porto Sul articula uma série de ações que já estão em desenvolvimento em 18 comunidades indígenas da região, a partir de três pilares: educação e formação profissional; segurança comunitária; e preservação ambiental. O título “Mangará”, que em tupi-guarani significa coração, é uma forma de nomear a conexão nascida entre a equipe BAMIN e os povos indígenas de Ilhéus.

Caroline Azevedo, Gerente Geral de Meio Ambiente e Relacionamento com Comunidades da BAMIN, explica que o objetivo do Projeto “Mangará” é estabelecer uma parceria contínua com as comunidades Tupinambás do sul de Ilhéus, visando o seu desenvolvimento territorial e fortalecimento de sua presença na área.

“Por meio de um diagnóstico do território indígena Tupinambá, identificamos as necessidades mais urgentes para essas aldeias. Então, partimos para a estruturação de um projeto que contemple essas demandas passo a passo, em uma caminhada contínua e compartilhada de aprendizados e novos saberes”, detalha Caroline.

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Embaixadora de Direitos Humanos dos Países Baixos visita comunidades indígenas

Uma delegação diplomática do Reino dos Países Baixos este em visita ao Conselho Indigenista Missionário (Cimi) Regional Leste e as comunidades indígenas da Região Metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais. A Embaixadora dos Direitos Humanos do Reino dos Países Baixos na  Bahia Tahzib-Lie, esteve no Brasil para uma série de compromissos em favor dos direitos humanos e para acompanhar in loco a execução de projetos com o apoio do Fundo de Direitos Humanos do Países Baixos.

“Na Região Metropolitana, a embaixadora e o embaixador do Reino dos Países Baixos no Brasil, André Driessen, conversaram com a equipe do Cimi e visitaram a aldeia Arapowã Kakyá do povo Xukuru Kariri, em Brumadinho”, conta o coordenador do Cimi Regional Leste, Haroldo Heleno.

O Cimi Regional Leste recebe apoio do Fundo de Direitos Humanos dos Países Baixos, desde 2021 para a realização de atividades de formação, articulação e garantia de direitos para jovens e mulheres indígenas dos povos acompanhados em Minas Gerais, Espírito Santo e parte da Bahia.

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