:: ‘Comércio e Serviços”’
São João impacta positivamente setor de Comércio e Serviços, diz SDE
As festas de São João durante todo o mês de junho devem impactar positivamente toda a cadeia econômica da Bahia, principalmente o setor de Comércio e Serviços, que tem a maior participação na economia baiana. A expectativa é que a movimentação econômica nas cidades de médio porte e que realizem as celebrações juninas ultrapassem R$ 550 milhões em 2022, promovendo mais de 40 mil empregos temporários. O levantamento dos dados foi realizado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE). A chegada desses festejos traz também a alta procura por produtos típicos da culinária durante o período junino nas feiras e mercados municipais.
“O comércio baiano está esperançoso! As festas juninas são ótimas oportunidades para atraírem ainda mais clientes e aumentarem a receita do território baiano. O mês de junho impulsiona a venda de produtos diferenciados para este mês, além de contribuir para o turismo nos municípios do Estado e gerar empregos nas regiões. É um momento de valorização cultural para a Bahia”, destaca o secretário de Desenvolvimento Econômico, José Nunes.
Frente Parlamentar pretende fazer ponte entre o setor produtivo e o Executivo e Legislativo para gerar empregos na Bahia

Os 62 membros dos conselhos Parlamentar, Consultivo e Jurídico da Frente Parlamentar do Setor Produtivo: Agropecuária, Indústria, Comércio e Serviços tomaram posse na manhã desta segunda-feira (30) durante cerimônia ocorrida na Assembleia Legislativa da Bahia.
Autor da proposta e empossado como presidente da Frente Parlamentar, o deputado estadual Eduardo Salles deixou claro em seu discurso que o objetivo principal é retirar os entraves que atrapalham o crescimento dos setores da agropecuária, indústria, comércio e serviços para a criação de emprego na Bahia.
“Apoiar o setor produtivo é a receita correta para promover o crescimento e o desenvolvimento social. Não acredito em país forte sem um setor produtivo forte”, disse o parlamentar.
“Vamos estreitar a relação da Assembleia com quem gera emprego, importar experiências exitosas de outros estados, entender o que emperra o avanço das atividades produtivas e desestimula o empreendedorismo para termos uma legislação moderna, fazer uma ponte com os governos federal, estadual e municipais por meio de sugestões construídas neste Fórum, ser uma ponte entre os dois poderes e a iniciativa privada e subsidiar os deputados federais e senadores baianos para, caso seja necessário, propor modificações na legislação federal”, explica Eduardo Salles.
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