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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
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:: ‘carros de som’

Portaria define limitações sonoras em campanhas eleitorais de Itabuna

O Juiz Eleitoral, Ulisses Maynard, expediu nesta quinta-feira, 15, a portaria ZE – 028 n. 9, de 13 de setembro de 2022 sobre os abusos sonoros em Itabuna, uma solicitação feita pelas entidades empresariais (ACI, CDL e Sindicom) e que seguirá para publicação.

A portaria proíbe o uso de mini trios, paredões e carros de som que ultrapassem o limite de 80 decibéis, medidos a 7 (sete) metros de distância do veículo. Além disso, de acordo com o Termo de Ajuste de Conduta (TAC) entre o Ministério Público e a Prefeitura de Itabuna, esses veículos devem ser cadastrados.

Trios elétricos em campanhas eleitorais podem ser utilizados, apenas para a sonorização de comícios. Os carros de som precisam do Alvará de Sonoridade, e a Secretaria de Segurança e Ordem Pública – SESOP, órgão fiscalizador local de sonoridade, terá competência para apreender o veículo e aplicar o custeio pelo depósito do bem.

“Para a classe empresarial, a medida representa um avanço, tendo em vista que todo o comércio sofre com os excessos de som emitido nas manifestações políticas no centro da cidade, dificultando as vendas”, destacou o presidente da ACI, Mauro Ribeiro.

Baterias de empresas de telefonia celular são apreendidas em festa com ´carros-trio elétrico´

carro trio 1Utilizadas apenas por empresas de telefonia, 30 baterias estacionárias, avaliadas em R$ 24 mil, foram apreendidas durante operação do Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP), da Polícia Civil, numa festa no Espaço Camaçari 2000, na Região Metropolitana. Alan Diego Gonçalves Pimentel, José Gomes da Silva, Jailton dos Santos Morais e Josué de Sá Santos Morais, donos dos veículos nos quais as baterias eram usadas foram conduzidos à Central de Flagrantes, em Salvador.

Os equipamentos, que alimentam torres de transmissão e impedem a interrupção dos serviços de comunicação, estavam sendo utilizados indevidamente em aparelhos de som automotivo para potencializar a audição das músicas durante o evento festa. As empresas de telefonia têm registrado ocorrências de furtos desse material em suas instalações. Os quatro presos, entretanto, disseram às autoridades que adquiriram o material em cidades do interior da Bahia.

carro trio 2Coordenada pela delegada Emília Blanco, diretora do DCCP, e pelo delegado Augusto Eustáquio, a operação batiza de “Paredão II”, contou com o apoio de equipes das delegacias de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) e Estelionato e Outras Fraudes (DREOF). Alan, José, Jailton e Josué foram autuados por receptação e liberados depois de pagarem, cada um, fiança no valor de R$ 3 mil. Diego da Silva Santos, que tinha em seu poder duas das baterias apreendidas, fugiu do local e é procurado.

De propriedade das empresas Vivo, Claro, OI e TIM, as baterias estacionárias foram encaminhadas para exames periciais no Departamento de Polícia Técnica (DPT). A investigação prossegue buscando identificar e prender os autores dos furtos, bem como outros receptadores. Em dezembro do ano passado, investigadores da DRFR recuperaram 23 baterias estacionárias durante o Campeonato de Som Wet’n Wild, na Avenida Paralela. A mesma delegacia apreendeu, em novembro, outras 47 baterias, no bairro do Uruguai.

Os donos da rua

 

cebolinhaCebolinha, simpático personagem criado por Maurício de Souza, acalenta um sonho: ser o dono da rua, ou da ´lua”, já que ele tem o hábito de trocar o R pelo L.

O problema é que a rua já tem dono, no caso dona, a igualmente simpática, gorducha, dentuça e fortíssima Mônica, que com seu coelhinho chamado Sansão manda e desmanda no pedaço.

E assim, todos os ´planos infalíveis´ de Cebolinha, auxiliado por seu amigo Cascão, para se tornar dono da rua falham, terminando invariavelmente com uma bela surra dada por Mônica, usando como arma o seu inseparável Sansão.

Caso saísse das histórias em quadrinhos e resolvesse ser dono de rua de verdade, sem ter que se arriscar à fúria da Mônica, bastaria a Cebolinha aboletar-se num avião e desembarcar em Itabuna e Ilhéus.

Pois, nessas plagas grapiúnas, se existe coisa fácil de ser é dono de rua.

Não é ficção: é inacreditável a facilidade com que donos de bares se apoderam do espaço das ruas, chegando em alguns casos a bloquear o trânsito, para colocar mesas, cadeiras e equipamentos de som, fazendo das vias públicas a extensão de seus estabelecimentos comerciais.

Pior ainda: alguns esses estabelecimentos permitem aqueles carros de som que mais parecem trios elétricos, com o som da estratosfera, incomodando toda a vizinhança, privada de seu momento de tranqüilidade no pretenso aconchego do lar.

Vá lá que em determinados horários ou em feriados e/ou finais de semana, quando o movimento é menor, não haja problema em ocupar parte da calçada ou da praça (da rua, também é exagero!). O problema é quando isso se torna uma prática diária, rotineira.

Em Itabuna e Ilhéus, também é comum que calçadas e praças sejam tomadas pelos donos de bar, impedindo o fluxo normal das pessoas.

Não são apenas os bares. Nas principais artérias comerciais de Itabuna e Ilhéus, calçadas são utilizadas para expor mercadorias, como se fizessem parte da área das lojas. O pedestre que trate de fazer malabarismo, para se desviar das mercadorias, isso sem contar o risco de ser “laçado” por um vendedor mais afoito.

Cebolinha iria se deleitar por aqui, ainda mais que não há Mônica nem Sansão para colocar ordem na rua.

Fiscais, então!

Esses parecem obra de ficção mesmo…

PREFEITURA DE ITABUNA USA CARROS DE SOM PARA ATACAR GOVERNO DO ESTADO

Carros de som estão circulando nos bairros de Itabuna, com uma gravação responsabilizando o Governo do Estado pelos problemas na saúde pública do município.
Além de ser algo que em nada contribui para melhorar um setor caótico, comandado por um secretário que já deu sucessivas mostras de incompetência, trata-se de uma tática que está se tornando recorrente e deverá ser utilizada à exaustão num ano eleitoral: transferir para os outros a culpa pelo descalabro administrativo.
Apesar da má qualidade das imagens, o áudio é nítido. Confira:





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