WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

livros do thame




Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
D S T Q Q S S
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
2627282930  


:: ‘bares’

Prefeitura de Itabuna promove encontro entre a Associação de Moradores da Manoel Chaves e donos de bares

A Prefeitura de Itabuna, por meio das secretarias de Segurança e Ordem Pública e de Indústria, Comércio, Emprego e Renda, se reuniram com representantes da Associação de Moradores da Avenida Manoel Chaves e proprietários de bares, restaurantes e estabelecimentos similares, visando buscar soluções para os fatos inconvenientes que estão acontecendo na localidade.

 

O encontro foi realizado com o objetivo de orientar os comerciantes a respeitarem a legislação vigente, mantendo-se sempre dentro dos princípios da legalidade na Administração Pública.

 

Quanto ao uso adequado dos aparelhos sonoros visando manter os níveis de som no volume permitido  e tolerável de modo a não causar poluição ambiental sonora e perturbar o sossego dos moradores da localidade e adjacências.  Além disso, também foram esclarecidas as implicações jurídicas nas esferas civil, administrativa e criminal.

 

:: LEIA MAIS »

Declinei da saideira, mas não me interpretem mal

Walmir Rosário

Bem que esses estudiosos dos comportamento humano afirmam que o homem (no sentido mais amplo) é um ser gregário, que prefere viver em sociedade, bandos, ou outros tipos de agrupamentos. A cada dia esse sentido se torna mais amplo, após o aparecimento das novas tecnologias da telemática, que instituiu os grupos de redes sociais, como no Facebook, Whatsapp, Telegram, dentre outros.

Dizem que se soltarem um homem no meio da floresta ou num lugar distante qualquer, um dia, menos dia, a tendência é que ele se encontre com outros homens e comece a fazer parte desse agrupamento. E digo mais, além desse agrupamento como um todo, fará parte de diversos grupos de interesse, em particular, e, ainda por cima, dos grupos de zap dos mais variados temas.

E não há mal algum nisso, pois além do chamado interesse profissional, financeiro, familiar, cresce bastante as chamadas rodas de amigos por qualquer pretexto, por mais simples e tênue que possa parecer. São os temas de pequena consistência, sutis, débil, para alguns, mas bem representativos para outros, ligados a jogos, religião, fãs de determinados artistas e por aí afora.

São coisas de foro íntimo que determinam esse grau de importância. Eu mesmo participo de alguns grupos de conversa e interesses, desde que não ultrapassem a boa e educada convivência social. E isso não é coisa da modernidade, pois desde que temos notícia em que Adão ainda habitava nesta terra, tinha lá suas pessoas mais chegadas, com as quais convivia de forma mais amiúde.

:: LEIA MAIS »

Os donos da rua

 

cebolinhaCebolinha, simpático personagem criado por Maurício de Souza, acalenta um sonho: ser o dono da rua, ou da ´lua”, já que ele tem o hábito de trocar o R pelo L.

O problema é que a rua já tem dono, no caso dona, a igualmente simpática, gorducha, dentuça e fortíssima Mônica, que com seu coelhinho chamado Sansão manda e desmanda no pedaço.

E assim, todos os ´planos infalíveis´ de Cebolinha, auxiliado por seu amigo Cascão, para se tornar dono da rua falham, terminando invariavelmente com uma bela surra dada por Mônica, usando como arma o seu inseparável Sansão.

Caso saísse das histórias em quadrinhos e resolvesse ser dono de rua de verdade, sem ter que se arriscar à fúria da Mônica, bastaria a Cebolinha aboletar-se num avião e desembarcar em Itabuna e Ilhéus.

Pois, nessas plagas grapiúnas, se existe coisa fácil de ser é dono de rua.

Não é ficção: é inacreditável a facilidade com que donos de bares se apoderam do espaço das ruas, chegando em alguns casos a bloquear o trânsito, para colocar mesas, cadeiras e equipamentos de som, fazendo das vias públicas a extensão de seus estabelecimentos comerciais.

Pior ainda: alguns esses estabelecimentos permitem aqueles carros de som que mais parecem trios elétricos, com o som da estratosfera, incomodando toda a vizinhança, privada de seu momento de tranqüilidade no pretenso aconchego do lar.

Vá lá que em determinados horários ou em feriados e/ou finais de semana, quando o movimento é menor, não haja problema em ocupar parte da calçada ou da praça (da rua, também é exagero!). O problema é quando isso se torna uma prática diária, rotineira.

Em Itabuna e Ilhéus, também é comum que calçadas e praças sejam tomadas pelos donos de bar, impedindo o fluxo normal das pessoas.

Não são apenas os bares. Nas principais artérias comerciais de Itabuna e Ilhéus, calçadas são utilizadas para expor mercadorias, como se fizessem parte da área das lojas. O pedestre que trate de fazer malabarismo, para se desviar das mercadorias, isso sem contar o risco de ser “laçado” por um vendedor mais afoito.

Cebolinha iria se deleitar por aqui, ainda mais que não há Mônica nem Sansão para colocar ordem na rua.

Fiscais, então!

Esses parecem obra de ficção mesmo…

Síndrome de Cebolinha

 

boinhaCebolinha, simpático personagem criado por Maurício de Souza, acalenta um sonho: ser o dono da rua, ou da ´lua”, já que ele tem o hábito de trocar o R pelo L.

O problema é que a rua já tem dono, no caso dona, a igualmente simpática, gorducha, dentuça e fortíssima Mônica, que com seu coelhinho chamado Sansão manda e desmanda no pedaço.

E assim, todos os ´planos infalíveis´ de Cebolinha, auxiliado por seu amigo Cascão, para se tornar dono da rua falham, terminando invariavelmente com uma bela surra dada por Mônica, usando como arma o seu inseparável Sansão.

Caso saísse das histórias em quadrinhos e resolvesse ser dono de rua de verdade, sem ter que se arriscar à fúria da Mônica, bastaria a Cebolinha aboletar-se num avião e desembarcar em Itabuna e Ilhéus.

Pois, nessas plagas grapiúnas, se existe coisa fácil de ser é dono de rua.

Não é ficção: é inacreditável a facilidade com que donos de bares se apoderam do espaço das ruas, chegando em alguns casos a bloquear o trânsito, para colocar mesas, cadeiras e equipamentos de som, fazendo das vias públicas a extensão de seus estabelecimentos comerciais.

Pior ainda: alguns esses estabelecimentos permitem aqueles carros de som que mais parecem trios elétricos, com o som da estratosfera, incomodando toda a vizinhança, privada de seu momento de tranqüilidade no pretenso aconchego do lar.

Vá lá que em determinados horários ou em feriados e/ou finais de semana, quando o movimento é menor, não haja problema em ocupar parte da calçada ou da praça (da rua, também é exagero!). O problema é quando isso se torna uma prática diária, rotineira.

Em Itabuna e Ilhéus, também é comum que calçadas e praças sejam tomadas pelos donos de bar, impedindo o fluxo normal das pessoas.

Não são apenas os bares. Nas principais artérias comerciais de Itabuna e Ilhéus, calçadas são utilizadas para expor mercadorias, como se fizessem parte da área das lojas. O pedestre que trate de fazer malabarismo, para se desviar das mercadorias, isso sem contar o risco de ser “laçado” por um vendedor mais afoito.

Cebolinha iria se deleitar por aqui, ainda mais que não há Mônica nem Sansão para colocar ordem na rua.

Fiscais, então!

Esses parecem obra de ficção mesmo…





WebtivaHOSTING // webtiva.com.br . Webdesign da Bahia