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Por quem choram os deuses e os anjos da bola?

Pelé, maior jogador de futebol de todos os tempos, tricampeão mundial de futebol, o primeiro título conquistado aos 17 anos, campeão de tudo pelo Santos, parou o auge, não sem antes fazer uma escala no incipiente futebol dos EUA, onde foi popularizar o esporte e reforçar a conta bancária.
Zico, craque incontestável, Rei do Maracanã, ganhou tudo pelo Flamengo e até hoje é reverenciado pela torcida, parou no auge, não sem antes fazer uma escala no árido futebol japonês, onde, a exemplo de Pelé, ajudou a popularizar o esporte e reforçou a conta bancária.
Pelé e Zico mantêm na memória de seus fãs os gols de antologia, o talento com a bola nos pés, a genialidade e a postura de ídolos exemplares.
Garrincha, o anjo torto de pernas tortas, foi bicampeão mundial de futebol (a Copa de 62 ele ganhou sozinho) e fez misérias pela ponta direita, destroçando laterais planeta afora com seus dribles de fantasia. Quando o álcool e as contusões roubaram-lhe a magia, perambulou por time marca bufa, como Olaria e Portuguesa Carioca, fantasma de si mesmo, em jornadas deprimentes. Morreu solitário num quarto de hospital, consumido pela cachaça e pelo desespero de não ser o que um dia fora.
Romário, o baixinho capaz de transformar um palmo de grama num latifúndio de dribles e de gols, encantou as torcidas do Vasco, do Flamengo e do Barcelona, onde foi eleito o melhor jogador do mundo. Foi decisivo na conquista da Copa de 94. Quando a idade chegou e o palmo de grama transformou-se num palco vazio de talento, criou a fantasia dos mil gols. Para atingir a marca milenar, contabilizou gols de pebolim, futebol de botão, futebol de areia e babas entre casados e solteiros. Quando saiu de cena, estava prestes a entrar para o folclore, quando seu lugar merecido é no panteão dos grandes craques do futebol mundial.
Ronaldo, craque do Barcelona, campeão do mundo em 2002, maior artilheiro da história das copas, goleador implacável, exemplo de superação, ressuscitou seguidas vezes para o futebol, depois de ser dado como morto. Sua ultima ressurreição, jogando pelo Corinthians naquela que parecia apenas jogada de marketing, merece entrar para a categoria milagre.
Campeão Paulista, Campeão da Copa do Brasil, celebrado por torcidas de todo o país, Ronaldo poderia ter percebido, naquela bafejada da fortuna, que era a hora de seguir a trilha dourada de Pelé e de Zico. Pendurar as chuteiras no auge.
Não parou e o Ronaldo de 2010, o Ronaldo que na noite chuvosa de quarta-feira (seriam lágrimas dos deuses e anjos da bola?) no maior palco do futebol brasileiro, o Maracanã, mais parecia um desengonçado zagueiro do Flamengo do que um cerebral atacante do Corinthians, caminha a passos (lentos, pelo peso) para seguir a trilha da melancolia final de Garrincha e de Romário.
Ele não merece nem precisa disso.
Tiroteio verbal, tiroteio real

Nesta semana, a Câmara de Vereadores de Itabuna produziu um desses episódios que revelam a diferença entra a boa intenção e a ação. É inegável que o vereador Sólon Pinheiro teve uma boa intenção ao realizar uma sessão especial com o objetivo de debater a violência em Itabuna e buscar soluções para reduzi-la.
O encontro, que poderia ser produtivo, já que contava com a participação de diversos segmentos da sociedade organizada, descambou para um tiroteio verbal entre o vereador e o comandante do 15º. Batalhão da PM em Itabuna, tenente-coronel Jorge Ubirajara Pedreira, que está deixando o cargo.
Um diálogo ríspido, que provocou tamanho mal estar entre os presentes que a sessão teve que ser suspensa. As discussões e as eventuais soluções para conter a violência ficaram para depois.
O imbróglio na Câmara de Vereadores é exemplar, na medida em que não é o caso de se buscar culpados pela violência e sim promover uma ampla mobilização para que o cidadão possa ter um mínimo de tranqüilidade.
Não se trata de um problema exclusivo de Itabuna ou mesmo da Bahia.
A violência é uma praga nacional, que atinge desde as mega-metrópoles até as pequenas cidades do interior.
Em Itabuna, é bom que se frise, essa violência tem atingido níveis alarmantes, com assassinatos em série e roubos/assaltos que muitas vezes as vítimas nem se dão ao trabalho de registrar queixa na polícia, de tão inútil que é.
O tráfico de drogas, responsável pela esmagadora maioria dos casos de violência, é uma instituição onipresente na cidade, que não raro conta com uma proverbial cegueira da polícia para atuar as claras.
A violência não é apenas um problema policial.
É, também, o principal subproduto de um sistema em que a exclusão social e a ausência dos serviços públicos básicos (como saúde, educação, lazer e acesso ao mercado de trabalho) acaba levando à criminalidade, embora não seja correto dizer que pobreza é pré-requisito para a criminalidade.
Para evitar que se chegasse ao clímax de violência, seriam necessárias políticas que ofereçam oportunidades às crianças, adolescentes e minorem as carências das pessoas adultas.
É algo tão óbvio, que se torna redundante ficar repetindo isso à exaustão.
Mas, se é tão óbvio assim, porque nossos governantes -e a sociedade organizada como um todo- não tomam as medidas necessárias para coíbir a violência no nascedouro, antes que ela estoure tingindo a todos, sem exceção?
Antes que todos nos transformemos não apenas em vítimas potenciais, mais em vítimas reais?
É o caso, definitivamente, de menos discussão e mais ação.
A locomotiva escolhe cada maquinista…

São Paulo é considerado, com muita propriedade, a Locomotiva do Brasil. Um estado que, se fosse um país, estaria no mesmo patamar de algumas nações européias.
Potência econômica, responsável pela maior parte do PIB do Brasil, o interior de São Paulo possui algumas cidades interioranas, como Ribeiro Preto, Araraquara, Barretos, São José do Rio Preto, Araçatuba e Presidente Prudente que mais parecem municípios do 1º. Mundo, pela pujança econômica e qualidade de vida que ostentam.
Durante décadas, São Paulo foi o “objeto de desejo” de milhões de norte/nordestinos, que fugindo da seca e da pobreza, buscaram no Eldorado Paulista uma chance de vida melhor.
Hoje, esse Eldorado não é tão dourado assim e a capital paulista, uma das maiores cidades do mundo, paga o preço da falta de planejamento urbano, da expansão desenfreada e da superpopulação.
Vez por outra, explode o caldeirão de violência e miséria nas periferias desassistidas, que ao contrário do Rio Janeiro onde praia-rica e morro-favela convivem lado a lado, estão espalhadas pelas bordas da capital e de quase três dezenas de cidades que formam a Grande São Paulo.
Uma área onde vivem/sobrevivem cerca de 15 milhões de pessoas.
A potência de desenvolvimento, que resiste a despeito da expansão econômica para outras regiões do país, é um desastre quando se entra no quesito preferência política, com escolhas que oscilam entre o mais deslavado conservadorismo e o bizarro.
A observação se dá diante da opinião de alguns cientistas políticos (?) de que São Paulo pode decidir a eleição presidencial de 2010 em favor de José Serra, compensando com uma diferença de votos esmagadora, as perdas que o candidato do PSDB terá nas regiões Norte, Nordeste, Centro Oeste e partes do Sul/Sudeste, em que o peso político e a popularidade de Lula podem favorecer Dilma Roussef.
Era exatamente isso o que pensavam os paulistas (e os tucanos) em 2006, quando jogaram o peso de São Paulo para eleger Geraldo Alckmin e derrotar Lula.
O resultado já é conhecido: Lula teve a maior votação da história e Alckmin conseguiu a proeza de ter, no segundo turno, menos votos do que no primeiro.
Tudo bem: Dilma não é Lula, Serra não é Alckmin. Para sermos justos, não há nem comparação.
Mas, na ferrovia da política, São Paulo também não pode se jactar de ser a locomotiva que puxa para onde quer os demais vagões de eleitores.
E de mais a mais, não custa lembrar que São Paulo já elegeu Jânio Quadros e Celso Pitta prefeitos da Capital, além de aberrações e ou excentricidades como Afanasio Jazadi, Agnaldo Timóteo, Frank Aguiar, Netinho e Biro Biro para deputado e vereador.
É melhor ficar sempre com um pé atrás, diante das opções de maquinista dessa locomotiva. O trem Brasil, que anda nos trilhos, não pode correr o risco de descarrilar.
A MÃE
Algumas mães, de tão devotadas, costumam dar a vida pelos filhos.
O instinto maternal se manifesta de forma tão intensa que eles não hesitam em submeter-se ao sacrifício para preservar aqueles a quem, numa das mais sublimes manifestações da natureza, deram a vida.
Mães, invariavelmente, sonham que seus filhos e filhas se tornarão homens e mulheres respeitáveis e levarão uma vida digna.
Mães, se pudessem, teriam seus filhos e filhas junto delas, como se fossem eternamente crianças necessitando de afeto e proteção, como se o ciclo da vida ficasse paralisado, quando na verdade segue seu curso natural.
É de se imaginar, portanto, a dor de uma mãe quando um filho se desvia do caminho que ela idealizou.
Mais do que isso, quando o filho se transforma em ameaça.
Foi isso que o aconteceu num episódio ocorrido em Itabuna, exemplar pela desagregação que a droga, especialmente o crack, vem provocando como fator de desestrutura familiar.
Primeiro, a mãe percebeu que o filho, até então um dedicado estudante de uma das mais rigorosas escolas públicas de Itabuna, estava mudando de comportamento.
O menino carinhoso se tornara ausente e até agressivo com ela.
Abandonou a escola e passou a andar naquilo que mães zelosas costumam definir vagamente como “más companhias”.
Não demorou muito para ela descobrir que o filho, de 17 anos, estava viciado em crack e, pior, acumulando dívidas com traficantes, que têm o hábito nada ortodoxo de quitar esse tipo de débito com a execução do devedor. Por “execução”, entenda-se assassinato.
A mãe fez um imenso sacrifício e pagou um débito de R$ 800,00 que o filho tinha com o tráfico, mas novas dívidas foram contraídas.
Quando os apelos para que largasse o vício se tornaram inúteis, a mãe, num gesto de desespero, avisou que iria procurar a polícia.
“Se você fizer isso, eu te dou um tiro na cara”, foi a resposta do filho.
O rapaz não estava blefando.
Ao encontrar um revólver no quarto do filho, ela constatou que ele havia subido mais um perigoso degrau na escala natural do vício: ele provavelmente estava cometendo assaltos para conseguir dinheiro ou qualquer objeto (relógios, celulares, tênis, etc.) para trocar pelas pedras de crack.
Deve ter percebido também que a expressão “eu te dou um tiro na cara” não era apenas um desabafo de quem já perdeu qualquer respeito pele mãe.
Era uma ameaça real.
Tão real que, ao dar pela falta do revólver, que a mãe havia escondido, o rapaz passou a quebrar objetos da casa e a agredi-la fisicamente.
Solução: a mãe chamou a polícia e entregou o próprio filho. Como é menor e não pode ficar preso, ela pediu que ele seja internado num centro de reabilitação, instituição de efeito duvidoso, mas que se apresenta como única alternativa.
“É melhor ver meu filho preso do que ver ele morto”, desabafou a mãe, incapaz de admitir (de novo pelo instinto maternal) de que nessa história havia grandes chances de que poderia morrer pelas mãos do filho a quem deu a vida.
Essa história da vida real, que se repete à exaustão, só terá fim quando as autoridades (in)competentes e a sociedade (dês)organizada se derem conta de que o crack é um caso de calamidade pública.
Uma imensa, ameaçadora, e devastadora calamidade.
O CLÁSSICO DA MARMELADA

No final do Campeonato Brasileiro do ano passado, Corinthians e Flamengo protagonizaram uma das maiores marmeladas futebol. Para evitar que o São Paulo conquistasse o título pela sétima vez, o “timão” entregou o jogo para o rubro-negro.
Sem nenhuma sutileza, Ronaldo, que ainda exibia restos do maravilhoso futebol de antigamente, simulou uma contusão e saiu de campo no início da partida. Depois, disse na televisão que também se sentia campeão. O goleiro Felipe praticamente deixou a meta numa cobrança de um pênalti inventado pelo juiz e por pouco não comemora o gol com os jogadores do Flamengo.
Como o castigo vem a cavalo e às vezes vem de carro de Fórmula 1, o Corinthians pega justamente o Flamengo logo na primeira fase dos mata-matas da Libertadores.
Na fase de grupos, o time paulista foi o primeiro entre 32 equipes e os cariocas se classificaram na bacia das almas, com o último dos segundo-colocados.
E daí? E daí que vai dar Flamengo.
Só pra castigar a palhaçada bem no ano do Centenário do Corinthians.
Frases que dona Iza não vai ouvir

“Eu não queria matar”.
“Não sei como o revólver disparou”.
“Fiz uma roleta russa”.
“Na hora que eu vi, ela já estava caída”
“Estou arrependido”.
“Meu destino só é a morte”
As frases acima, gravadas pelo jornalista Emilio Gusmão e exibidas em vídeo em seu site na internet, foram ditas por João Leonardo Santos Silva, o Leo, de 20 anos.
Ele é o assassino confesso da comerciante Iza Novaes de Andrade, de 64 anos, que fornecia marmitas em Ilhéus e era uma pessoa muito querida na cidade. O crime chocou e indignou os ilheenses, demonstrando que ainda se choca e se indigna diante da brutalidade, mesmo com a rotina de assassinatos no Sul da Bahia.
Leo teve como parceiro no crime Jailton Neves, o Tom.
A dupla estava em busca de 25 mil reais, que dona Iza supostamente guardava em casa.
Para obrigar a comerciante a dizer onde estava o dinheiro, Leo e Tom resolveram “brincar” de roleta russa, em que existe um único projétil no tambor do revólver e os disparos são feitos aleatoriamente, numa espécie de loteria macabra.
A morte venceu a loteria da vida. Dona Iza está morta.
Inútil o arrependimento de Leo, admitindo-se a hipótese de que seja sincero.
Quem aponta uma arma para a cabeça de uma pessoa indefesa, ainda que com a intenção de assustar e não de matar, tem noção dos riscos que está correndo.
E quem aperta o gatilho, mesmo sem querer como alegou Leo, deixa de ser o assassino em potencial para se tornar um assassino real, que tirou a vida de uma mulher que, aos 64 anos e já aposentada, ainda trabalhava para sobreviver.
O destino de Leo corre menos risco de ser a morte, como ele alega, e mais a liberdade dentro de alguns anos, num sistema judiciário arcaico, de penas reduzidas progressivamente, em que a única condenada de verdade acaba sendo a própria vítima.
A morte de dona Iza, torna-se ainda mais dramática, posto que se Leo disparou o gatilho com a participação de Tom, foram o sobrinho da comerciante, Carlos Rogério de Andrade, e a empregada doméstica dela Neoci Barreto Silva quem repassaram a informação para os bandidos de que haviam 25 mil reais em dinheiro prontos para serem surrupiados e divididos entre os quatro.
Um crime gerado pela cobiça e pela ingratidão.
Com uma câmera ligada diante deles, é possível que o sobrinho e a empregada se declarem igualmente arrependidos, que não era para matar e sim para pegar o dinheiro da tia e da patroa.
Verborragia inútil para dona Iza, mais uma vítima de um mundo à deriva, onde a vida virou, literalmente, uma roleta russa.
Olha o Waldir aí, gente

Definido o nome de Otto Alencar como candidato a vice de Jaques Wagner, tem grandes chances de acertar quem apostar no nome de Waldir Pires como candidato ao Senado.
O que era apenas pleito de uma parte do PT baiano, parece ter atingido o coração de Wagner.
Waldir Pires pode não ter ser o nome dos sonhos numa composição com vários partidos, mas é uma legenda de moralidade, decência e espírito democrático na política baiana e brasileira.
Além disso, sua vitória faria um reparo histórico na injustiça de que foi vítima, quando ganhou a eleição para o Senado no voto e perdeu na bandalheira então vigente no sistema eleitoral baiano.
Maquineta rubro negra

Muita gente estranhou o significativo aumento nas vendas de calculadoras na manhã de hoje em Itabuna.
Os camelôs da avenida do Cinqüentenário quase não deram conta de tanta procura.
Descobriu-se logo que os ávidos compradores eram torcedores do Flamengo, que desde a vitória apertada de ontem à noite sobre o Caracas (quem?) danaram a fazer contas para ver se o time se classifica para a próxima fase da Taça Libertadores.
Papo de bola

Final de semana de futebol, com os campeonatos regionais, que já não empolgam tanto o torcedor, chegando ao final.
No Rio de Janeiro, o Campeonato Carioca, tido e havido como o mais badalado do Brasil, já acabou, com o Botafogo campeão dos dois turnos e sem necessidade de jogos finais. Justamente o Botafogo, que era apontado como o mais fraco entre os quatro grandes e que andou levando de 6×0 do Vasco da Gama, mas que na hora de decisão, mostrou eficiência contra times teoricamente melhores, como o próprio Vasco no primeiro turno e o Flamengo no segundo turno.
Na decisão de domingo, carregando nas costas o peso de três vice-campeonatos diante do rubro-negro, o Botafogo jogou para o gasto, tomou alguns sustos, mas venceu por 2×1, gols de pênaltis convertidos pelo argentino Herrera e pelo uruguaio Loco Abreu.
Para completar a festa, Adriano ainda perdeu um pênalti, mostrando que seus problemas extracampo começam a afetar o desempenho com a camisa do Flamengo. A exemplo de Ronaldo, Adriano está tão acima do peso que deveria optar por outro esporte, mais de acordo com sua atual silhueta: disputar lutas de sumo.
Título merecido para o Botafogo, que pode não ser a oitava maravilha do mundo mas deu para o gasto num campeonato meia-boca.
Maravilha mesmo é esse time do Santos, que nas semifinais do Campeonato Paulista, deu um baile no time do São Paulo, venceu por 3×0 e poderia ter vencido por 6×0, tantas foram as chances criadas. Pode-se dizer que o Santos jogou contra ninguém, tamanha superioridade diante de um São Paulo que parece ter entrado em campo apenas para perder de pouco.
O Santos decide o Paulistão contra o Santo André. Favoritíssimo, embora o futebol às vezes pregue peças.
Na Bahia, Vitória e Bahia decidem um campeonato insosso. A única surpresa foi a dificuldade que tiveram em passar pelo Camaçari e pelo Bahia de Feira, que não chegam a ser sumidades no mundo da bola. E pensar que num campeonato desse nível (sic), o Itabuna conseguiu a proeza de cair para Segunda Divisão.
Ainda em relação aos regionais, um registro necessário. No jogo entre Cruzeiro e Ipatinga, pelas semifinais do Campeonato Mineiro, o árbitro não deu dois pênaltis claríssimos e anulou dois gols legítimos do Ipatinga.
Um roubo, que só não virou caso de policia porque mesmo assim o Ipatinga venceu por 3×1 e está na decisão contra o Atlético Mineiro.
Atenção Dunga: se Robinho tem vaga cativa na Seleção, Neymar e Ganso não podem ficar de fora, ainda mais que Adriano se afunda nos problemas pessoais e Kaká sofre com uma contusão que o impede de jogar pelo Real Madri.
Rifa aí dois guerreiros e chama














