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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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Prefeito de Itacaré, Antônio de Anízio, participa de Sessão Solene na Câmara Federal

 

A convite do deputado federal Paulo Magalhães e do senador Otto Alencar, o prefeito Antônio de Anízio participou de uma Sessão Solene no plenário Ulysses Guimarães, em Homenagem aos Cem Anos de Emancipação do Município de Ruy Barbosa, sessão de autoria do deputado federal Otto Alencar Filho. A solenidade também contou com presença do deputado estadual Eduardo Alencar; do prefeito de Ruy Barbosa, Claudio Serrada; do presidente da Câmara de Vereadores de Ruy Barbosa, Geovan de Jesus e do presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), prefeito Quinho de Belo Campo.

Em seu discurso o deputado Paulo Magalhães ressaltou o trabalho desenvolvido pela família Alencar no município de Ruy Barbosa, o destaque no Congresso Nacional do senador Otto Alencar e o exemplo de uma família unida e devotada por sua terra, da vontade de servir a Ruy Barbosa e lembrou que assim também tem sido na Chapada Diamantina. Ao presidir a Sessão Solene o deputado Paulo Magalhães registrou a presença do prefeito Antônio de Anízio de Itacaré, no plenário da Câmara Federal.

Na ocasião o prefeito de Itacaré cumprimentou os parlamentares presentes, parabenizou o deputado Otto Filho pela proposta e parabenizou o prefeito Cláudio Serrada com sua comitiva pela gestão e pelo desenvolvimento da cidade que tem uma economia pujante, ligada ao polo industrial de calçados e à agropecuária

As cores de abril

cleide

 

 

Cleide Léria Rodrigues

As cores de abril , os seres de anil

O mundo se abril em flor

E pássaros mil nas flores  – de – abril

Voando e fazendo amor

O canto gentil de quem bem vive

Num pranto desolador

Não chora , me ouviu que as cores de abril

Não querem saber da dor

Olha quanta beleza

Tudo é pura visão e a natureza

Transforma a vida em canção

Sou eu o poeta quem diz

Vai e canta , meu irmão

Ser feliz é viver morto de paixão

Ser feliz é viver morto de paixão…????

#Viniciusdemoraes#toquinho.

Um grande abraço!

—    

Cleide Léria Rodrigues é Psicóloga  – CRP03 18383.

Os cobiçados rapazes do Banco do Brasil

 

Equipes de funcionários do BB de Canavieiras em 1964

Walmir Rosário

O Banco do Brasil sempre foi considerada uma instituição singular, de prestígio em todo o país. Queiram ou não, era bem diferente dos demais estabelecimentos bancários, de acesso mais restrito a correntistas e funcionários. Estes somente ingressavam no corpo de funcionários pelo sistema de meritocracia, por meio de um concurso nacional, após anos de estudo. Valia a pena, por ser um emprego pra vida toda, até a sonhada aposentadoria.

Assinada a carteira e vencido o estágio probatório, o funcionário do BB era considerado um ser diferente, quem sabe superior, na hierarquia social, tanto pelo prestígio que gozava na sociedade. A começar pelo contracheque, apelidado de espelho, recheados de cruzeiros, cruzados ou reais, em comparação aos salários pagos pelos bancos privados, também considerados bons pelos empregados.

E somente ingressavam no quadro de funcionários rapazes e moças cujo desempenho no concurso fosse bem acima da média. Uma prova considerada “pau a pau” com os temidos vestibulares. Língua portuguesa, com questões difíceis de gramática; história, e a mais temida: a matemática. Mas não bastava, quem não fosse ágil e com um pedigree de ouro na datilografia nem se habilitasse, seria reprovado na hora.

Lembro dos meus tempos de menino, em que ficava deslumbrado ao entrar na agência Itabuna do BB e apreciar – com emoção – os lépidos funcionários datilografando contratos ou outros serviços. Mas além de “bater a máquina”, ficávamos embevecidos com o cálculo feitos na máquina Facit manual, com as teclas numéricas e manivelas girando para frente e para trás, era um espetáculo para nós garotos.

Nem precisaria comentar, mas os funcionários do BB chamavam a atenção por serem considerados moços de alto partido pelas donzelas casadoiras, que se postavam nas janelas de suas casas no horário em que eles encerravam o expediente. Era um festival de suspiros quando eles passavam, muitas das vezes marcados por troca de olhares e algumas frases galanteadoras. Melhores partidos não haviam nas cidades.

 

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