:: ‘indigenas’
Bolsa Presença beneficia famílias de estudantes indígenas, quilombolas e do campo
As famílias de estudantes indígenas, quilombolas e do campo da rede estadual de ensino já estão utilizando o benefício do Programa Bolsa Presença. Elas fazem parte das 311 mil famílias, com cadastro no CadÚnico, que receberão o crédito mensal de R$ 150, por seis meses, para que os 357 mil estudantes alcançados com a iniciativa permaneçam na escola e possam continuar fortalecendo suas aprendizagens. O Bolsa Presença faz parte do Programa Estado Solidário, do Governo da Bahia, e representa um investimento com recursos próprios do Estado em torno de R$ 280 milhões.
O vice-cacique Natan Neves, da etnia Pataxó, residente na Aldeia Tawá, localizada em Prado, já pegou o cartão de sua família, juntamente com a esposa, Luciene dos Santos, no Colégio Estadual Indígena Tawá. Ele falou sobre a importância do programa. “Sou pai de oito filhos e é muito bom, neste momento de pandemia difícil para todos nós, receber mais este benefício. Para nós, esta iniciativa é de grande valor, pois temos certeza de que não vai faltar o pão na mesa dos nossos filhos”, afirmou. Lucilene também ficou feliz com o Bolsa Presença. “Agradeço muito ao Governo do Estado por este auxílio, pois vamos poder comprar alimentos para os nossos filhos”, disse.
Indígenas recebem alevinos da Bahia Pesca em Ilhéus

Walney Magno
Na manhã desta quinta-feira (14) a unidade regional da Bahia Pesca em Ilhéus realizou a distribuição de 200 mil alevinos para indígenas e pequenos produtores da região de Ilhéus e Una.
Várias famílias já foram beneficiadas com o programa. Cada produtor recebeu uma cota de alevinos após participarem dos cursos de capacitação para iniciar o cultivo de peixe.
4 comunidades indígenas foram contempladas pela iniciativa da Bahia Pesca, a pedido do vereador Cláudio Magalhães, que acompanhou as entregas as lideranças indígenas.
John Ribeiro, chefe da unidade local, destacou a importância da distribuição gratuita de alevinos para o fomento da atividade pesqueira na Bahia. “Mesmo com a pandemia, o terminal pesqueiro de Ilhéus atingiu a marca de 300 mil toneladas de pescado desembarcado. Apoiar o pequeno psicicultor é fundamental para garantir o desenvolvimento da pesca baiana”.
Alunos indígenas das escolas estaduais de Ilhéus são testados para o Coronavírus
A Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC) continua realizando a testagem para o novo Coronavírus nas escolas estaduais dos municípios de ilhéus, Itabuna e Jequié. Nesta quinta-feira (13), em Ilhéus, o dia foi marcado por testagens de estudantes indígenas da etnia Tupinambá de quatro escolas indígenas do território.
Os estudantes indígenas Itauã Porã, 10, 5º ano, e João Gabriel dos Santos, 11, 6º ano, do Colégio Estadual Indígena Tupinambá de Acuipe de Baixo, localizado em Ilhéus, contam que ficaram satisfeitos com o atendimento realizado diretamente na aldeia onde moram. “Agradeço ao governador Rui Costa pelos testes para a gente saber como está a nossa saúde”, disse Tauã. “Essa testagem é muito importante para a gente”, reforçou João Gabriel.
Quem também já fez o teste foi a estudante Paula Sibele Santos, 16, 1º ano do Colégio Estadual Indígena Tupinambá de Acuipe de Baixo. “Esta iniciativa do Governo do Estado é muito importante, pois é uma forma de nos ajudar a proteger o nosso povo do Coronavírus”, comentou.
Indio não quer apito, índio quer cerveja…

Transito bloqueado para queria aproveitar o domingo de sol
Quem se aventurou a curtir um domingo de sol em Olivença, no litoral Sul da Ilhéus, teve que esperar horas num enorme congestionamento, por conta de um protesto de indígenas e integrantes de ONGs.
Enquanto motoristas e passageiros sofriam dentro dos carros, um dos indígenas, acompanhado por uma ´ongueira´ aproveitou para tomar a sua cervejinha, para a inveja dos que estavam impedidos de aproveitar o dia de lazer.
O protesto definitivamente não desceu redondo.

enquanto isso, o indigena tomava a sua cervejinha numa boa















