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livros do thame




Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
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:: ‘Elisa Oliveira’

Estande Leia Bahia, de professoras escritoras, é um diferencial da Bienal do Livro Bahia 2026

Transformar caminhos solitários em trajetórias compartilhadas é a filosofia que move o Coletivo Leia Bahia — formado por professoras escritoras, aposentadas e da ativa, da Rede Estadual de Educação da Bahia —, que mostrará toda a força de sua união e expressão literária na Bienal do Livro Bahia 2026, de 15 a 21 de abril, no Centro de Convenções Salvador. O Estande Leia Bahia (ASA A – C52) será vitrine da produção de 17 escritoras, mostrando que é possível transformar a educação pela força da palavra e inspirar jovens a ler, escrever e publicar.

A programação inclui o lançamento de 21 novos títulos e a exposição de mais de 60 obras em diversos gêneros: da literatura infantojuvenil à poesia, passando pela literatura negra, contos, crônicas e pesquisa científica. Também haverá bate-papos com escritoras e instituições como o Conselho Estadual de Educação (CEE) e a Secretaria da Educação (SEC), rodas de conversa, contação de histórias, vivências lúdico-literárias e saraus. Além disso, sorteios, brindes e descontos especiais para professores e estudantes ampliam o acesso ao livro, criando experiências significativas com a leitura e a escrita e reafirmando o poder da cultura baiana.

“Acredito muito na força do coletivo. É um importante espaço de troca de experiências, vivências e formativo. Juntas, podemos construir possibilidades e oportunidades que seriam mais difíceis de alcançar individualmente, a exemplo do estande que, de forma colaborativa, conseguimos adquirir no maior evento literário do estado”, explica Elisa Oliveira, professora da Rede Estadual em Ilhéus.

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Elegância negra é resistência. Jóias de crioula e dandismo negro

Elisa Oliveira

 

“A estética é parte da nossa política” bell hooks

Educar é criar possibilidades para transformação é resultante de uma prática pedagógica embasada na ideia de que todos podemos sair melhores de uma vivência pedagógica, quer seja na sala de aula ou em qualquer outro espaço formativo. Este processo se dá pelo olhar e pela escuta atenta do que de fato interessa ou do que precisam os pares.

Entre lentes e olhares curiosos, nasceu o projeto de educação étnico-racial que une filosofia africana, identidade negra e saberes emancipatórios. A iniciativa promove espaços de diálogo sobre identidade, representatividade e pertencimento, promovendo momentos de estudo, rodas de conversa e produção artística.

O projeto em 2025 tem como tema o “Elegância negra é resistência: joias de crioula e dandismo negro” que remete a movimentos estéticos com expressões de resistência, identidade e afirmação estética e política do povo negro. Nossos objetivos foram investigar o dandismo negro e as joias de crioula como manifestações de resistência e afirmação identitária; estimular o protagonismo juvenil na produção de conhecimento e arte; desenvolver a autoestima e o senso de pertencimento por meio da estética negra; ampliação de repertório cultural.

O dandismo negro é uma prática estética e política em que pessoas negras — especialmente homens, historicamente — utilizam a sofisticação do vestir (ternos, alfaiataria, elegância exagerada) para afirmar sua dignidade num contexto racista e subverter estereótipos que associam a negritude à subalternidade, assim como, construir uma imagem de poder e respeito em sociedades que negavam isso aos negros.

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Fliezinho será espaço de encantos e leituras

 

A filósofa e escritora Elisa Oliveira é produtora executiva da FLIÉ || Foto Divulgação

Renata Smith

 

O I Festival Literário Estudantil do Litoral Sul (FLIÉ), nos dias 10 e 11 de julho, das 9h às 20h, no Colégio Estadual de Tempo Integral Professor Carlos Roberto Arléo Barbosa, em Ilhéus, terá em sua programação um espaço dedicado especialmente à literatura para as infâncias. Com estrutura e atividades idealizadas com muita atenção pela escritora e curadora do evento, Elisa Oliveira, o FLIÉzinho será coordenado pela escritora Kali Oliveira.

A programação inclui contação de histórias, brincadeiras, bate-papo com escritores de literatura para as infâncias, lançamento de livros, oficinas criativas e cantinho da leitura. Tudo isso em um espaço lúdico, divertido e formativo. “O objetivo é encantar crianças de todas as idades, aproximando-as dos livros, histórias e escritores. Assim, o FLIÉzinho é um convite ao mundo da imaginação, um mergulho na literatura de forma lúdica e educativa”, explica a curadora e produtora executiva, Elisa Oliveira.

PARTICIPAÇÕES

Para tornar o FLIÉzinho ainda mais atrativo, os organizadores do festival contam com a participação de integrantes do Programa Nacional de Incentivo à Leitura (PROLER/UESC), de escritores locais como Luh Oliveira, Maria Rita Prudente e Naiara Gramacho, além de escritores nacionais como Kalypsa Brito e Marcos Cajé. A contação de histórias terá a presença das educadoras Ana Fragassi, Keu Apoema e da equipe PROLER. Haverá, também, muita brincadeira e diversão com a animadora Tia Ró.

“O FLIÉzinho será um espaço prazeroso e educativo para todas as infâncias. Um momento de trocas de afetos, leituras e expressão da criatividade. Uma oportunidade incrível de democratizar o acesso ao livro e à leitura e promover o encontro com escritores com atenção especial para que crianças e adolescentes, negros e de escola pública, sejam representados e assumam espaços de protagonismo”, destaca a escritora Kali Oliveira.

Nos dois dias do evento, as atividades do FLIÉzinho começam às 9h e encerram às 17h. Os pequenos leitores podem visitar o local acompanhados por familiares ou em caravanas escolares.

PARCEIROS DO FLIÉ

São parceiros do I Festival Literário Estudantil do Litoral Sul o Colégio Estadual de Tempo Integral Professor Carlos Roberto Arléo Barbosa, o Núcleo Territorial de Educação 05, a Universidade Estadual de Santa Cruz, a Universidade Federal do Sul da Bahia, o Instituto Federal de Educação da Bahia, a União de Negras e Negros pela Igualdade, o Movimento Negro Unificado, Povos de Terreiro, Quilombolas, Povos Originários e a Academia de Letras de Ilhéus.

Este projeto foi contemplado no Edital de Apoio às Festas, Feiras e Festivais Literários (nº 01/2024), por meio do Programa Bahia Literária, com o apoio do Governo do Estado da Bahia, por meio das secretarias estaduais de Educação e de Cultura, via Fundação Pedro Calmon.

O edital é direcionado à modalidade de fomento à execução de ações culturais, conforme o Decreto Federal nº 11.453/2023, a Política Estadual de Cultura, o Plano Estadual de Cultura, o Plano Estadual de Educação da Bahia e a Lei Federal nº 14.133/2021. O projeto conta ainda com o apoio cultural do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia, vinculado à Secretaria de Educação do Estado da Bahia, por meio da Rádio Educadora FM e da TVE Bahia.

Elisa Oliveira concorre a prêmio nacional com livro em homenagem a Mãe Elza

Elisa e Mãe Ilza: obra da escritora homenageia líder religiosa || Foto Divulgação

A escritora ilheense Elisa Oliveira é uma das indicadas ao Prêmio de Afroliteratura Infantojuvenil Erê Dendê, com o livro Mukalê – A Menina de Matamba, em homenagem a Mãe Ilza Mukalê, do Terreiro Matamba Tombenci Neto, em Ilhéus. A obra é a primeira da Série Trajetórias, que apresenta a minibiografia de personalidades ilheenses.

A escritora, que tem 24 livros infantojuvenis publicados, é professora na Rede Estadual de Educação da Bahia. “Uma minibiografia é um exemplo de singularidade, é a trajetória única, de um ser único e suas experiências. Ao mesmo tempo, a partir da intencionalidade educativa, é um elemento de inspiração, identidade, vínculo, pertencimento e importante fonte historiográfica”, explica Elisa Oliveira.

Elisa Oliveira e seu novo livro, Mukalê – A Menina de Matamba || Foto Divulgação

VOTAÇÃO

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Projeto literário celebra a trajetória de Mãe Ilza

Uma minibiografia é um exemplo de singularidade, é a trajetória única, de um ser único e suas experiências. Ao mesmo tempo, a partir da intencionalidade educativa, é um elemento de inspiração, identidade, vínculo, pertencimento e importante fonte historiográfica. Mãe Ilza tem uma história inspiradora e de grande importância social, cultural, religiosa e educativa.

*Mukalê, a menina de Matamba* tem sua primeira edição, em tiragem independente, financiada pelo Terreiro Matamba Tombeci Neto e a organização Gongombira

O livro é o primeiro da *Série Trajetórias*, projeto formado por 12 volumes, um para cada personalidade, com textos leves, lúdicos, de fácil leitura e entendimento, trazendo a minibiografia envolta em aspectos históricos, geográficos, artísticos, religiosos e políticos, narrando momentos e eventos marcantes que evidenciam o legado da(o) biografada(o) e a preservação da memória local. “O objetivo, a partir deste projeto literário, é apresentar às crianças em idade escolar do Ensino Fundamental, estas personalidades e suas contribuições na construção social, cultural e política da Bahia”, explica a escritora Elisa Oliveira.

Rafael Gama, Naquela Mesa, com Elisa Oliveira

 

 

No programa Naquela Mesa, transmitido pela TVI Itabuna e canais do youtube, Rafael Gama entrevista a escritora e agitadora cultural Elisa Oliveira.

Assista:

 

 

 

 

Escritoras de Ilhéus participam da Bienal do Livro de Pernambuco

As escritoras ilheenses Elisa Oliveira, Luh Oliveira e Fabiana Valéria estão presentes na Bienal do Livro de Pernambuco, a maior do Nordeste. O evento vai de 5 a 15 de outubro, no Centro de Convenções, em Olinda. Elisa e Luh Oliveira idealizaram e organizaram um clube de escritores, no estande Vixi Bahia Literária – 100% baiano – com o objetivo de engajar e promover a literatura baiana.

As escritoras estão participando da bienal com um acervo de mais de 50 títulos de autores baianos. “Estar numa Bienal é favorecer encontros e parcerias com escritores, editoras, gráficas, ilustradores e leitores. A troca de experiência é fundamental para o crescimento profissional”, explica Luh Oliveira.

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Educadora ilheense lança trabalho que convida a sair do senso comum e mergulhar no pensamento filosófico

filo (1)A educadora ilheense Elisa Oliveira participou do lançamento coletivo da Editus, editora da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), ontem (26), no auditório da Torre Administrativa.

filo (2)O trabalho lançando pela professora de Filosofia foi a Coleção Convenção das Corujas, oito livros com textos reflexivos e sensíveis sobre temas da filosofia e da atualidade.

“Embora classificados como infantojuvenil são livros para todas as idades. Os temas são uma provocação para sair do pensamento do senso comum para o pensamento filosófico” explica Elisa.

Amigos e profissionais da educação, colegas e ex professores estiveram presentes na tarde do lançamento.

“Participar de lançamentos de livros é entender e valorizar a importância desse bem precioso. E quando o lançamento é de uma pessoa amiga, querida, esse momento tem um sentimento memorável”, elogia Anna Lívia Rosa Ribeiro, da Agência de viagens Via Destino, especializada em viagens pedagógicas.

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