:: ‘Alckmin’
“Efeito Alckmin” preocupa aliados de ACM Neto
Não é segredo que o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), coordenador político da candidatura de Geraldo Alckmin (DEM), convocou uma reunião de emergência para tentar conter o que já se chama de “efeito Alckmin” sobre os partidos do chamado “centrão”, e até mesmo entre seus próprios correligionários.
Um democrata que prefere não se identificar explica o fenômeno. “Governa o principal estado do país, tem apoio do mercado, apoio na imprensa, estrutura para campanha e o maior tempo de televisão, só não tem voto, densidade e o povo do lado”.
Daí o que chama de “efeito Alckmin”, que nada mais seria do que o abandono, por medo de contágio, de uma candidatura com maior estrutura e o maior tempo de televisão entre todas as coligações, antes mesmo do final do primeiro turno, algo inédito na história do país.
Se a candidatura de Alckmin está neste ponto, não é preciso muito esforço para entender por que os aliados de ACM Neto estão preocupados. Uma vez confirmada a debandada, Neto terá sido o coordenador político da mais fraca campanha da história do DEM e do PSDB. E fiador de um candidato a governador que, segundo as últimas pesquisas, segue o mesmo destino.
Datafolha: Lula amplia vantagem e vence em todos os cenários

Da Folha:
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fortaleceu sua liderança e o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) está isolado em segundo lugar da corrida presidencial, segundo indica pesquisa do Datafolha.
A constatação coincide com o momento em que o PSDB tenta emplacar o nome do governador Geraldo Alckmin (SP) como o candidato das forças de centro no pleito de 2018, contrapondo-o aos extremos da esquerda e direita, personificados respectivamente em Lula e Bolsonaro.
Além disso, o apresentador Luciano Huck, alvo de especulações para a mesma tarefa, disse que não será candidato.
O instituto fez 2.765 entrevistas entre 29 e 30 de novembro, em 192 cidades. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.
Como houve alterações em cenários, só é possível comparação com levantamentos anteriores nas simulações de intenção espontânea de voto no primeiro turno e estimuladas no segundo.
O tucano, hoje, está em quarto lugar na disputa em um cenário com a maior gama de candidatos colocada, empatado numericamente com o ex-governador Ciro Gomes (PDT, 6%) e tecnicamente com o ex-ministro do Supremo Joaquim Barbosa (sem partido mas cortejado pelo PSB, 5%) e o senador Alvaro Dias (Podemos, 3%).
Aqui, Lula lidera com 34% e Bolsonaro o segue com 17%. Marina Silva (Rede) aparece numericamente acima do pelotão encabeçado por Alckmin e Ciro, mas tecnicamente empatada com ambos.
Na simulação em que o nome de Alckmin é substituído pelo do prefeito paulistano João Doria, que disputava a indicação tucana, o desempenho é semelhante.
Quando a intenção de voto é questionada sem apresentação de nomes, Lula surge com 17% das citações e Bolsonaro, com 11%. Todos os outros pontuam de 1% para baixo. O “ninguém” tem 19% e não sabem afirmar em que candidato votariam, 46%.
Lula ganha em todos os cenários de segundo turno. Ele ampliou em quatro pontos percentuais sua vantagem, em relação à pesquisa feita no fim de setembro, no confronto com Alckmin (52% a 30%), Marina (48% a 35%) e Bolsonaro (51% a 33%).
O tucano empata tecnicamente com Ciro (35% a 33%) e Marina ganharia de Bolsonaro (46% a 32%).
Apos premio a Alckmin e Richa, humoristas processam Veja por exercício ilegal da profissão

(do Blog Sensacionalista) -A revista Veja foi citada hoje em ação movida pelo Sindicato dos Humoristas do Brasil (SindiRisos) após a publicação de reportagem citando São Paulo e Paraná como exemplos em Segurança e Educação.
A revista premiou Geraldo Alckmin e Beto Richa justamente no ano em que suas administrações enfrentaram polêmicas nestes campos. Alckmin voltou atrás da decisão de fechar quase 100 escolas após milhares de crianças e jovens ocuparem as mesmas – não sem antes enviar a PM para tentar tirá-los à força e sem respaldo legal. Já Richa usou professores de uma manifestação por melhores salários como alvos para balas de borracha e bombas, além de treinar a mordida dos pitibuls da PM no corpo de docentes e jornalistas.
“Já fizemos uma ação parecida quando o Alckmin recebeu o prêmio de melhor gestão hídrica”, disse o presidente do SindiRisos, o palhaço Salarinho.
” Vamos lutar bravamente contra o que consideramos uma invasão do nosso mercado. É uma competição desleal. Como vamos inventar piadas com o noticiário se a revista pública uma piada no lugar de uma reportagem? Daqui a pouco vão falar que inventaram o híbrido do boi com o tomate, o boimate”, completou.
A redação da revista Veja ainda não se pronunciou a respeito. A assessoria de imprensa avisou que as reclamações estão guardadas na lata de lixo como todas as outras feitas contra a revista.
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