:: ‘Academia de Letras de Itabuna’
Medalha Jorge Amado à Fundação Baldoino Azevedo

Silvio Porto de Oliveira
A Academia de Letras de Itabuna abre o coração para celebrar uma obra que honra a nossa cidade com gestos diários de humanidade. Ao conceder a Medalha Jorge Amado à Fundação Dr. Baldoino Lopes de Azevêdo, a Academia reconhece um trabalho que transforma a palavra “solidariedade” em prática cotidiana — silenciosa, constante e luminosa.
Academia de Letras de Itabuna promove Sarau Entre Versos
A Academia de Letras de Itabuna-ALITA, realizará hoje, dia 6 de novembro de 2024, a terceira edição do Sarau “ALITA ENTRE VERSOS”, um evento online que promete reunir escritores, poetas e admiradores da literatura em uma noite de celebração cultural. O sarau contará com uma programação diversificada, com apresentações literárias, homenagens a figuras de destaque e exibições de vídeos.
A abertura do evento trará uma homenagem ao patrono Gil Nunes Maia, com uma exposição conduzida por Margarida Cordeiro Fahel. Na sequência, a sessão “Literatura Alitana” será dedicada às obras de membros e patronos da ALITA. Clóvis Junior apresentará a crônica “Rio Cachoeira”, de Cyro de Mattos, enquanto Lurdes Bertol lerá “Ser cidadão num lugar”, de Milton Santos. O evento contará também com textos autorais de Ruy Póvoas, que trará o conto “A floreira de Nicole”; Ceres Marylise, com o poema “Num entardecer qualquer”; Gustavo Cunha, com “Coisas da vida (ou de novo o homem nu)”; e Sérgio Habib, que compartilhará seus poemas “Amendoeira” e “Partida”.
Academia de Letras de Itabuna cria Medalha Jorge Amado

A Academia de Letras de Itabuna – ALITA aprovou em Assembleia, por unanimidade, a criação da Medalha Jorge Amado, com a finalidade de homenagear as pessoas que tenham contribuído para o desenvolvimento das Artes, Ciências e Cultura, em Itabuna, na Bahia e no Brasil.
A mais alta honraria da Academia de Letras de Itabuna será outorgada uma vez por ano, em agosto, mês de nascimento do renomado romancista. Será entregue pela Presidente da Academia de Letras de Itabuna, em sessão solene, a duas personalidades, uma na categoria individual e a outra para instituições, pessoas jurídicas e órgãos públicos.
A ideia da criação da Medalha é do escritor e poeta Cyro de Mattos, um dos membros fundadores da Academia e da qual é o Presidente de Honra. Para a acadêmica Raquel Rocha, presidente da instituição, “a criação dessa Medalha pela Academia de Letras de Itabuna é uma prova da admiração e o reconhecimento que temos por esse filho de Itabuna tão famoso, nascido em Ferradas quando era distrito de Itabuna e que se tornou cidadão do mundo ao levar nossas histórias, nossas gentes, nossos costumes, enfim, nossa paisagem grapiúna com seus caracteres próprios aos quatro cantos de nosso planeta.”
Academia de Letras de Itabuna empossa nova diretoria

por Gilvan Rodrigues
A Academia de Letras de Itabuna-ALITA, viveu momentos de grande emoção e
celebração na noite de sábado, 20 de abril de 2024, durante a cerimônia de posse de
sua nova Diretoria, realizada no Rotary Club Itabuna. O evento simbolizou o início de
um novo capítulo para a instituição que se dedica à promoção e preservação das
letras e da cultura local.
A solenidade foi acompanhada pelo lançamento da quinta edição da revista Guriatã,
editada por Charles Sá, e por uma tocante apresentação do Coral CEPLAC. Além das
festividades, a gestão do biênio 2022/2023, Wilson Caitano e Janete Ruiz, apresentou
os projetos realizados.
Durante a cerimônia foi feita uma homenagem ao escritor André Rosa, da Academia
de Letras de Ilhéus, que faleceu recentemente, reconhecendo sua contribuição à
literatura regional.
A nova presidente, Raquel Rocha, junto com os outros membros da diretoria – Lurdes
Bertol, Eliabe Izabel de Moraes, Maria Luisa Nora, Gustavo Veloso, Marcos Bandeira,
Margarida Fahel, Sérgio Sepúlveda, Clovis Junior, Heloísa Prazeres, Rafael Gama e
Gustavo Cunha – foram oficialmente empossados.
Academia de Letras de Itabuna promove Concurso Literário “O Rio Cachoeira”

A Academia de Letras de Itabuna lança seu Primeiro Concurso Literário “O Rio Cachoeira” e contemplará estudantes instituições universitárias da Região Sul da Bahia, do particular entorno da Região Cacaueira Os participantes devem enviar textos no gênero crônica literária. O concurso tem como objetivos incentivar a criação literária e a revelação de novos talentos no campo da literatura, despertar para uma realidade crucial dessa região, especificamente da cidade de Itabuna e seu entorno, considerando circunstâncias geográficas, histórico-sociais e humanas e suscitar o interesse e providências devidas por parte de órgãos públicos, de natureza científica e da população em geral, itabunenses e de municípios adjacentes, quanto ao relevante tema proposto.
A crônica deverá ser redigida em prosa, obedecendo às normas da escrita padrão em Língua Portuguesa e em, no máximo, duas laudas e cada candidato só poderá concorrer com um único texto. A crônica deve ter uma só autoria, devidamente identificada, conforme moldes discriminados no regulamento do concurso.
Academia de Letras de Itabuna empossará nova diretoria
A Academia de Letras de Itabuna – ALITA vai realizar amanhã, dia 19, às 20h, na sede da Universidade Federal da Bahia – UFSB, a posse da sua nova diretoria. A atual Presidente da instituição, Silmara Santos Oliveira entregará o cargo ao novo presidente Wilson Caitano, encerrando um mandato de 2017 a 2019 (primeiro) e 2020 a 2022 (segundo). O novo gestor é professor da Escola Pio XII e autor de livros infantis.
Para a atual presidente seu mandato teve como principais realizações: o ingresso de seis novos imortais – Charles Sá (professor da UNEB), Sílvio Porto (Diretor da Sicred). Rehenigley Rehem (professora aposentada da UESC), Alessandro Santana (Reitor da UESC) e Joana Angélica Guimarães da Luz (Reitora da UFSB) além do professor Wilson Caitano; a inauguração da nova sala da ALITA; o lançamento da Revista Guriatã no 3, sob a condução do Diretor da revista, o escritor Cyro de Matos; as comemorações dos dez anos da ALITA; o Projeto Liter-Alita e a participação em inúmeras atividades literárias regionais.
“Foi um período de gestão muito produtivo, apesar da pandemia, onde tivemos que nos esforçar muito para manter viva a instituição. Agradeço a todos os confrades e confreiras pela gestão compartilhada que fizemos e quero deixar aqui minha sincera homenagem póstuma a nossa amiga Sonia Maron que muito engrandeceu a nossa Academia com sua condução competente e brilhante”, disse Silmara Oliveira. Ela também desejou muito sucesso ao novo gestor Wilson Caitano, colocando-se à disposição para a continuidade dos trabalhos institucionais.
Academia de Letras de Itabuna completa 10 anos
Efson Lima
A Academia de Letras de Itabuna alcança hoje, dia 19 de abril, 10 anos de fundação. Para alguns pode ser uma data qualquer, mas é um momento grandioso para os membros da ALITA e de mesma importância para a nação grapiúna. Triste de um povo que não tem memória, consequentemente, perde-se na sua História e não sem razão fica perdido na travessia dos acontecimentos.
As academias de letras mundo afora são ecléticas e heterogêneas. São compostas de escritores, professores, profissionais liberais e artistas. No Brasil, como o bacharelismo insiste em dar tônica, verifica-se constantemente a presença de juristas, médicos e jornalistas nesses sodalícios. O importante é que as academias são espaços que cultuam as letras, as artes, a cultura. Não por acaso são também adjetivadas como academia de letras, arte e cultura. As academias colaboram para a perpetuidade da memória de um povo. É espaço de discussão, diálogo, é lugar de se retroalimentar. E em tempos difíceis são esses recintos que nos conduzem para momentos de luz. Aliviam nossas almas e nos levam à lua quando a Terra parece estar insuportável.
Assim, é a ALITA, que por mentes idealistas, entre elas de: Antônio Laranjeiras, Marcos Bandeira, Cyro de Mattos e Eduardo Passos fizeram surgir esse patrimônio regional. A ALITA tem a cidade de Itabuna no seu nome, mas congrega pessoas dos mais diferentes lugares do sul da Bahia. Assim como a cidade, a Academia apresenta em sua gênese a capacidade de juntar e de somar. Ela se estrutura a partir do modelo francês: 40 cadeiras, 40 patronos, quarenta fundadores e sucessores em decorrência da morte dos membros. Além dos quatro mentores iniciais, outras mentes brilhantes se somaram, entre elas: Aleilton Fonseca, Antônio Lopes, Carlos Válder Nascimento, Celina Santos, Ceres Marylise, Dinalva Melo, Gideon Rosa, Gustavo Menezes, Janete Macedo, Jorge Batista, Lurdes Bertol Rocha, Margarida Fahel, Tica Simões, Maria Luiza Nora de Andrade, Naomar Almeida Filho, Rilvan Batista de Santana, Sione Maria Porto e Sônia Maron.
A ALITA valoriza os escritores regionais e tem colaborado fortemente nas atividades da região. O Festival Literário Sul-Bahia, por exemplo, teve a participação efetiva de três alitanos na organização: Silmara Oliveira, Raquel Rocha e Ruy Póvoas. Membros da academia que se somaram a outras pessoas para fazer um festival literário de cunho regional e que constroem tantas outras atividades. A ALITA tem publicado a revista “Guriatã”, que alcançou o terceiro número. Por meio dela, poemas e os mais diferentes textos são publicados. Assim, conhecemos a produção literária do sul da Bahia. Sem dúvida, o exercício da presidência da Academia por Silmara Oliveira conferiu uma visibilidade para a instituição. A voz marcante da professora vai cativando todos por onde passa. Estudiosa da obra de Adonias Filho arrasta todos aqueles que acreditam na educação como instrumento de transformação. A ALITA teve nas suas presidências, inclusive, de Sônia Maron, a capacidade de juntar e superar os desafios.
A ALITA vai continuar viva e pulsante em Itabuna e em todo o sul da Bahia, pois, não faltam membros dispostos a oferecerem os melhores trajetos. Somam-se à imortalidade alitana, no dia de hoje: os reitores Alessandro Fernandes de Santana, da UESC e Joana Angélica Guimarães da Luz, da UFSB; o neurologista Sílvio Porto de Oliveira; e os professores Charles Nascimento Sá; Reheniglei Hehem e Wilson Caitano de Jesus Filho.
Torço para que nos próximos anos a Academia consiga ter sede própria, que continue a fomentar os festivais literários e que consiga promover prêmios literários. Certamente, todos ganham com esses espaços literários. Ganha a sociedade regional.
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Efson Lima é advogado e professor universitário. Doutor, mestre e bacharel em Direito/UFBA. Um dos organizadores do Festival Literário Sul-Bahia (FLISBA). Coordenador do Bardos Baianos – Litoral Sul.
10 anos da Academia de Letras de Itabuna – ALITA
Silmara Santos Oliveira
A Academia de Letras de Itabuna – ALITA – fará 10 anos de existência no dia 19 de abril de 2021. Às 20 horas, haverá uma solenidade no espaço virtual do zoom, com transmissão ao vivo pelo Youtube. Em homenagem à casa, o membro, escritor e fundador, Cyro de Mattos discorrerá sobre os dez anos de realização e presença na comunidade itabunense, sítio de sua criação cujo patronato recebe o nome do ficcionista Adonias Filho.
A celebração será coroada com a entrada de seis novos membros, intelectuais da área da educação na sua maioria, que serão recebidos com bastante empatia e a expectativa de realização de novos trabalhos, inaugurando uma fase promissora, com vistas à produção intelectual e cultural que dê conta de envolver com mais intensidade a comunidade extramuros.
Sempre com especial atenção ao aspecto da leitura, do livro e de outras artes, contribuindo para a extensão do saber e do prazer de ler, a ALITA receberá, o Magnífico Reitor da Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC, Prof. Alessandro Fernandes de Santana, somando-se a ele o Professor Charles Nascimento de Sá, da Universidade do Estado da Bahia – UNEB, a Magnífica Reitora da Universidade Federal do Sul da Bahia – UFSB, Profa. Joana Angélica Guimarães da Luz, a Profa. Reheniglei Rehem, aposentada pela UESC, Dr. Sílvio Porto de Oliveira, médico neurologista, e o Prof. Wilson Caitano de Jesus Filho da Escola Pio XII de Itabuna.
Este é um momento importante para Itabuna e região porque demonstra a valorização do conhecimento através das letras, o que, necessariamente, implica desenvolvimento social e aumento da sensibilização do indivíduo humano. Deixa-se que a literatura recubra temáticas que, por meio de seus escritores, trazem à reflexão questões humanas, abordagens filosóficas, sociológicas e tantas outras disciplinas responsáveis pela análise do homem e da sociedade na qual estamos inseridos.
Os dez anos de existência da ALITA tem caráter jubiloso por si mesmo e, por trazer para junto de si os novos membros acadêmicos, com igual justeza, pela honradez dos integrantes fundadores, efetivos e correspondentes, um construto que abrilhanta a instituição, dignifica seu nome, fortalece seu trabalho e aponta para um futuro promissor. São quarenta cadeiras plenamente preenchidas e prontas para dar sequência ao labor que a literatura requer para irradiar aprendizado e cultura.
A atual diretoria se compõe dos nomes de Silmara Santos Oliveira – Presidente, Lurdes Bertol Rocha – Vice Presidente, e na sequência de cargos, Janete Ruiz Macedo, Sione Maria Porto de Oliveira, João Otávio Oliveira Macedo, Marcos Antônio Santos Bandeira, Cyro Pereira de Mattos, Jorge Luís Batista dos Santos, Ruy do Carmo Póvoas, Raquel Silva Rocha, Celina Silva dos Santos e Ceres Marylise Rebouças de Souza. Em nome de todos, saudamos, especialmente, Sônia Carvalho de Almeida Maron que, por dois mandatos, geriu a ALITA edificando a instituição.
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Silmara Santos Oliveira é presidente da ALITA
Academia de Letras de Itabuna celebra 105 anos de Adonias Filho

A Academia de Letras de Itabuna – ALITA comemora o aniversário dos 105 anos de nascimento do escritor Adonias Filho – patrono da instituição. Esta será uma celebração, por meio virtual, na plataforma do Youtube academia nesta sexta-feira (27)s, às 16 horas. “É imperativo lembrar o nome do literato, saudá-lo, preservar sua memória, enriquecer horizontes para leitores iniciantes e, prover para os habilidosos e mais experientes, o prazer do reencontro com refinada obra Adoniana”, afirma Simara Oliveira, presidente da Alita.
A homenagem acontecerá no formato de mesa para falas, no mesmo dia em que se comemora o aniversário do autor, e terá como participantes: o escritor Cyro de Mattos membro das Academias de Letras da Bahia de Ilhéus e Itabuna; a jornalista Ludmila Bertié – sobrinha-neta do escritor Adonias Filho; Roberto Sávio Rosa prof. de filosofia da Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC; Marcus Mota professor de teatro da Universidade de Brasília e Silmara Oliveira presidenta da ALITA prof. e mestra graduada na UESC.
Adonias Filho é um dos grandes porta-vozes da região em termos de literatura regional e nacional, imortalizado pela Academia Brasileira de Letras, é traduzido, em várias línguas, tem um trabalho intelectual de fôlego intenso, atuando como jornalista, romancista, novelista, ensaísta, tradutor e crítico literário. Intelectual de ampla atuação no âmbito governamental, foi Diretor da Biblioteca Nacional, Diretor do Conselho Nacional de Cultura, Diretor do Serviço Nacional de Teatro, entre outros. Viajou pelo mundo, mas esteve sempre com o coração nas matas cacaueira.
Nota de Repúdio da Academia de Letras de Itabuna
Passados alguns poucos dias do assassinato de João Alberto Silveira Freitas, cidadão negro de 40 anos, por dois seguranças da rede de supermercado Carrefour, o que sentimos é a indignação crescer mais, posto que notícias de casos que se somam de violência contra negros esfacelam, constrangem e tornam menor a sociedade brasileira, e esse mesmo grupo comercial tem registro de violência desde 2009
É inevitável dizer que milhares de nós desta nação não comungam nem fazem coro com a falta de vigilância no que diz respeito aos direitos humanos, como entende que a diversidade social brasileira é o que nos deveria animar perante a vida enquanto celebração da criação divina.
Academia de Letras de Itabuna – ALITA repudia ações de racismo e se coloca, neste caso extremo de insanidade da razão, ao lado das vítimas, de seus parentes, herdeiros na dor de perder seus entes queridos, familiares na condição de pais de família, filhos, jovens, mulheres negras. Não coadunamos com atos violentos, nefastos e ceifadores da vida humana. Advogamos pela cidadania plena, direitos iguais, do mesmo modo com condições de vida e segurança em todos os lugares deste país.
Silmara Oliveira-Presidenta da ALITA
















