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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
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:: ‘Notícias’

EXCLUSIVO: DILMA CHUTOU A PRÓPRIA MÃE E ROUBOU MERENDA DE COLEGA DE ESCOLA

A Folha de São Paulo enviou um repórter a Porto Alegre e desencavou a denuncia de que, entre 1991 e 2003, quando Dilma foi secretaria de Minas e Energia do Rio Grande do Sul, ela teria favorecido uma empresa gaúcha.

A Folha, sempre preocupada com a ética, a lisura e imparcialidade, pediu o desarquivamento de um processo do Tribunal de Contas para trazer à luz mais uma denuncia com o claro objetivo de atingir a candidatura petista.

Tudo bem, a própria Folha do Serra, perdão de São Paulo, informa lá no final do texto que o Tribunal arquivou a denuncia, mas isso é o de menos.
Dilma já era “perigosa” quando nem sonhava em ser ministra de Lula, muito menos candidata a presidenta e muito menos ainda favoritíssima para derrotar o queridinho de Otavinho Frias, o menino-prodígio que comanda a ex-Folha.

Contribuição à mídia pistoleira: este blogueiro soube de fonte segura que quando estava fazendo o curso primário, Dilma confiscou (roubou, no linguajar golpista) a merenda de uma coleguinha. E que botou cola na cadeira de um coleguinha, que ficou com a bundinha colada até ser salvo pelo professor, um tal de Zé.

Há indícios também de que, ainda em gestação, Dilminha teria dado vários chutes na barriga da mãe, a ponto de produzir ferimentos na mulher.

Isso é grave tem que ser apurado!

Seria pra rir mesmo, não estivéssemos diante de uma nojeira sem limites, que como é de praxe numa democracia, terá a resposta no dia 3 de outubro, quando o povo colocará essa mídia golpista no lugar que lhe cabe: a lata do lixo.

VACINA ANTI-GOLPE


Passadas as eleições presidenciais -qualquer que seja o resultado- é preciso repensar o papel da mídia no Brasil.

O que está em curso, de maneira clara e inquestionável, é uma tentativa de golpe comandada pela TV Globo, com o inestimável apoio da revista Veja e do jornal Folha de São Paulo, com o objetivo de interferir naquele que parece ser o desejo da maioria da população: a eleição de Dilma Roussef.

Denuncias de corrupção, sejam elas envolvendo pessoas do PT, do PSDB, do DEM ou do partido do Tiririca, devem ser apuradas e os responsáveis punidos com rigor.

Mas o que estamos assistindo, de novo, é uma parte da grande imprensa (ô nome mais ridículo) fazendo o jogo sujo e mergulhando no lamaçal para tentar salvar o seu candidato predileto.

Isso o Brasil não pode mais.

Cem anos de solidão

Noventa e oito de prisão, quase um século atrás das grades. Essa foi a pena imposta a José Américo Reis Filho, ex-diretor da base da Petrobrás em Itabuna. Ele é acusado de ser o mandante do banho de sangue que ficou conhecido como “a chacina de Itajuipe”, quando cinco pessoas foram brutalmente assassinadas. município, numa fazenda daquele pequeno município.

Geilza Silva Santos, Ediane Duarte de Souza e Leidilaura da Paz Santos foram mortas a tiros e facadas. As crianças José Américo Junior, de 5 anos, e Pedro Henrique dos Santos Cruz, de 3 anos, foram estranguladas a jogadas num reservatório de água.

As investigações apontaram José Américo com o mandante da barbárie, executada por Anderson Gonçalves dos Reis e Alex de Paula, ambos já condenados a 100 anos de prisão cada um.

O que torna o crime ainda mais brutal é que Ediane Duarte era amante de José Américo e Junior era filho do casal. A relação estava em crise e ele resolveu optar por uma solução que, tempos depois, tornou-se nacionalmente conhecida ao ser adotada, ao que se suspeita, pelo goleiro Bruno, do Flamengo: eliminar, no sentido literal, aquilo que julgava ser um incômodo em sua vida.

Levou junto outras quatro vidas, incluindo a do próprio filho, um menino de apenas 5 anos.

José Américo foi condenado por um placar apertado (4×3) e a defesa vai recorrer, mas a sensação que se tem é de que foi feita Justiça.

Houve crime, tem que haver castigo.

Treino é treino, jogo é jogo e Messi é a luz

Fluminense x Corinthians foi exaustivamente anunciado como o ´jogo do ano` (alguém já se deu ao trabalho de conferir quantos ´jogos do ano` temos todos os anos?), espécie de decisão antecipada do Campeonato Brasileiro.

Um confronto entre as melhores equipes do campeonato, os melhores ataques, os jogadores mais talentosos, os craques em nível de seleção.

Enfim, uma daquelas partidas de antologia, um show de futebol.

Quanta diferença entre a presunção e a realidade!

Fluminense x Corinthians, o jogo dos líderes de um dos principais campeonatos do planeta, foi uma daquelas partidas em que a emissora responsável pela transmissão tem dificuldades até de selecionar os melhores momentos.

O ´jogo do ano` foi um retrato do estágio atual do futebol brasileiro e sua síndrome de guerreiros. Marcado, disputado palmo a palmo, concentrado no meio-campo, com raríssimos lances de emoção e nenhum lance de genialidade.

O Corinthians se defendeu como pode e atacou quando deu.

O Fluminense se defendeu menos do que pode e atacou menos do que devia.

Resultado: 2×1 para o Corinthians, liderança dividida e, no frigir dos ovos, mais um joguinho insosso, sonolento.

Para quem preferiu virar a tabela de cabeça para baixo e ver o jogo entre Grêmio Prudente e Flamengo, que flertam com o rebaixamento, viu um show de horror, que só valeu para os rubro-negros por conta da virada no final, que afundou o time paulista e fez os cariocas respirarem.

Enquanto isso, lá do outro lado do Atlântico, o futebol surgiu em todo o seu esplendor, no jogo mágico do Barcelona.

O passeio em cima dos gregos no Panatinaikos, atônitos diante do baile em que foram postos para dançar involuntariamente, foi uma daquelas coisas que resgatam a beleza do jogo, que fazem valer a pena assistir e apreciar.

Era jogo, parecia treino, mas na verdade foi uma obra-prima, comandada por Leonel Messi, esse fora de série que com a camisa do Barcelona resgata a melhor tradição de um futebol jogado com talento, arte e genialidade.

Messi é a luz nas trevas do mundo da bola.

ESTRELA CADENTE E SOLITÁRIA

A campanha eleitoral entra nas semanas finais e na Bahia, a se confirmar o que apontam as pesquisas de intenção de voto, Jaques Wagner deverá reeleger-se governador já no 1º. turno.

A cada vez mais provável vitória de Wagner (em eleição, é de bom alvitre esperar a abertura das urnas) confirmará uma situação que parecia impensável até quatro anos atrás: o encolhimento impressionante de um grupo que durante parte da segunda metade do século passado e o início deste século comandou a Bahia com mão de ferro, estendendo seus tentáculos para todas as áreas do estado, da polícia à economia, passando pelo comando quase absoluto das comunicações.

A reeleição de Jaques Wagner não se constituirá numa surpresa, em função dos avanços verificados nestes quatro anos, ainda que haja um imenso caminho a ser percorrido e setores que carecem de maiores investimentos, a exemplo da segurança pública.

A surpresa é a maneira como o candidato que representa o grupo outrora poderoso, denominado de “carlismo” por conta de seu mentor, executor e mandatário, Antonio Carlos Magalhães; vem encolhendo ao longo da campanha.

Paulo Souto, o ungido pelo carlismo para retomar o poder na Bahia, chegou à estar na frente ou empatado com Wagner em pesquisas de intenção de votos realizadas em 2009.

A partir do momento em que Wagner entrou em curva ascendente, Souto fez o caminho inverso e desceu vertiginosamente a ladeira da preferência do eleitorado.

Não se trata aqui de uma queda, mas um verdadeiro tombo. Souto, que já transitou na casa dos 35% das intenções de voto, hoje patina nos 15 pontos percentuais e pode ser ultrapassado por Geddel Vieira Lima, o candidato do PMDB, que parecia ter entrado na campanha apenas para fazer um contraponto entre Wagner e Souto e acomodar-se num honroso terceiro lugar.

Chama ainda mais atenção a adesão em massa de prefeitos antes ligados a ACM (e a quem nem se atreviam a contestar) rumo ao barco seguro de Jaques Wagner, deixando Paulo Souto, governador da Bahia em duas oportunidades, como uma espécie de estrela cadente e cada vez mais solitária.

Poucos são os aliados fiéis, aqueles que vão até o final, mesmo diante da débâcle inevitável.

O ocaso de Paulo Souto e do grupo que ele ora representa é uma lição tão óbvia quanto necessária de ser repetida: todo poder é passageiro, efêmero, por mais que pareça duradouro, eterno até.

Uma lição que vale para todos.

CEM ANOS DE INDIFERENÇA


A Fundação Cultural de Ilhéus, em parceria com instituições públicas e privadas, está se mobilizando para comemorar em 2012 os 100 anos de nascimento de Jorge Amado, um dos mais importantes escritores brasileiros de todos os tempos.

O projeto inclui a realização de palestras, oficinas de leitura, seminários, peças de teatro, produção de documentários e a completa revitalização da casa onde Jorge Amado morou na infância e juventude e escreveu seu primeiro romance, “O País do Carnaval”. O local deverá ser transformado num museu multimídia, com acesso digital a fotos e obras do escritor.

A homenagem dos ilheenses faz justiça um escritor que levou Ilhéus e a Região Cacaueira para os quatro cantos do planeta, com uma obra centrada basicamente no cacau.

A cidade onde o Jorge Amado passou parte da infância e da adolescência foi cenário para obras primas como Terras do Sem Fim, Gabriela Cravo e Canela e Tocaia Grande, entre outros, que foram traduzidos para dezenas de idiomas e até hoje atraem as atenções para a Região Cacaueira, especialmente para Ilhéus.

O potencial turístico e cultural que o nome de Jorge Amado representa ainda não foi devidamente explorado, mas ao menos a cidade se esforça para manter viva a memória do escritor e promove a permanente divulgação de sua obra.

Ilhéus e Jorge Amado parecem nomes indissociáveis, tão ligados que estão entre si.

Enquanto isso, na cidade onde Jorge Amado nasceu, a memória do escritor é solenemente ignorada.

Itabuna foi o berço de Jorge Amado, mas isso parece ter pouca ou nenhuma importância. Tentativas esporádicas de resgatar a memória do escritor não têm obtido resultados práticos. Justiça se faça: o problema não é apenas das autoridades: ao contrário dos ilheenses, os itabunenses não estão nem aí para Jorge Amado.

Diz a lenda que Amado sempre se identificou mais com Ilhéus, sempre esnobou Itabuna.

Só no final da vida, quando completou 80 anos é que, numa célebre entrevista à TV Cabrália, ele assumiu, sem tergiversar, que havia nascido em Itabuna. Até então, quando perguntando sobre o assunto, respondia com evasivas do tipo “sou um menino grapiuna”.

Mas, nem isso justifica a omissão, o descaso com que Itabuna trata seu filho mais ilustre.

Jorge Amado é um patrimônio do Sul da Bahia, um ícone da literatura mundial.

Um nome a ser saudado, lembrado, venerado.

Por enquanto, esse é um mérito a ser reconhecido nos ilheenses

DONA ENEDINA É NOSSA!


O companheiro Davidson Samuel, do Pimenta na Muqueca, um dos principais sites da Bahia (e eu aqui com minha meia dúzia de quatro ou cinco leitores!!!)
alerta para o fato de que a ilheense dona Enedina é na verdade itabunense, tão centenária quanto a cidade.

Em sendo assim, se Ilhéus já nos usurpou Jorge Amado e agora se apodera de dona Enedina, ensarilhemos as jacas e enfrentemos os caranguejos, que isso é motivo para a guerra.

Brincadeirinha sem graça: dona Enedina é de todos nós.

Alguém viu alguma propaganda subliminar aí? É pra ver mesmo.

DONA ENEDINA É DESTAQUE, DE NOVO

Depois de ganhar a capa e as páginas centrais do jornal “O Estado de São Paulo”, dona Enedina, a ilheense de 100 anos alfabetizada pelo TOPA, agora é destaque na edição de setembro da revista “Inovar.com”.

A revista é uma publicação da Fundação Mario Covas.
Para quem não sabe, Covas foi um dos maiores nomes do PSDB, um político ético e decente, que governou São Paulo e morreu vítima de um câncer.

A Inovar.com apóia projetos na área de inclusão e, através de dona Enedina, reconheceu a importância do programa de alfabetização de adultos desenvolvido pelo Governo da Bahia.




A BALA DE PRATA E A MIDIA PISTOLEIRA


Está na Wikipedia: no folclore, uma bala de prata é supostamente o único modo tipo de munição capaz de matar lobisomens, bruxas e outros monstros. A expressão bala de prata foi adaptada como uma metáfora para designar uma solução simples para um problema complexo com grande eficiência.

Não está na Wikipédia, mas está na atual campanha presidencial: bala de prata é o acontecimento devastador, capaz de impedir a vitória de Dilma Roussef no 1º. turno e jogar a eleição para o 2º. turno, de preferência contra José Serra, o ungido dos barões da mídia, Rede Globo, Veja, Folha de São Paulo e Estadão à frente.

Pois quem está atrás da “bala de prata” e disposta a puxar o gatinho é justamente essa parcela poderosa da mídia, que arrota imparcialidade mas que age como apêndice, quando não como artífice, da campanha do candidato demo-tucano.

Foi só a candidata petista disparar nas pesquisas e abrir uma vantagem confortável sobre José Serra, deixando claro que a eleição seria resolvida já no 1º. turno, para que começassem a pupular escandâlos visando atingir Dilma, como se eles brotassem do chão ou caissem do céu.

Não brotam do chão nem caem do céu, mas surgem em imagens na televisão, em páginas e mais páginas de revistas e jornais, para depois, óbvio ululante, serem repetidos à exaustão pela campanha tucana.

Uma trama bem urdida, que nada tem de original, posto que já foi usada anteriormente, sem sucesso é verdade, mas não se negue a essa gente a virtude da insistência.

Nesse faroeste eleitoral, a mídia pistoleira achou ter encontrado a tal bala de prata na quebra de sigilos que envolvem até a filha de Serra. Um crime, sim, mas daí a imputá-lo a Dilma vai uma distância do tamanho da vantagem da petista sobre o tucano nas pesquisas de intenção de voto.

Quando percebeu-se que a bala não tinha tons prateados e nem faria o efeito desejado, surgiu outro projétil candidato a tiro letal em Dilma, travestido de uma denuncia de tráfico de influência e corrupção na Casa Civil, a seara da candidata petista.

O mesmo modus operandi de sempre: a Veja dá com destaque na capa, os jornalões reverberam e o Jornal Nacional trombeteiam. Os supostos envolvidos negam, a coisa tem cheiro de jogada eleitoral, mas o que importa é testar o poder de fogo, encontrar a bala de prata infalível. Dane-se qualquer compromisso com a verdade, a ética, o respeito e a imparcialidade.

O risco é que a pretensa bala de prata, num efeito perverso para a mídia pistoleira e gospista, se converta num tiro no próprio pé.

Que é de barro.

Ou melhor, de lama.

LULA NO SUL DA BAHIA


O presidente Lula estará no Sul da Bahia no próximo dia 29 de setembro.

Em Itabuna, ele deve assinar a ordem de serviço para a duplicação da rodovia Ilhéus-Itabuna.

Em Ilhéus, Lula lança a pedra fundamental que marca o início da construção da Ferrovia Oeste-Leste.





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