Luana Piovani e Neymar concordam…

Cleber Isaac Ferraz
Quando celebridades discutem em redes sociais tudo toma contornos emocionais; ainda mais quando o tema é polêmico como acesso as praias; e ainda mais com a diva Luana Piovani e o Neymar; ambos com grande histórico de tretas e fã clube ativo.
Por acaso conheço esse tema acesso praias por ter sido gestor do projeto Villas de São José; área de 400 hectares que faz limite com duas belíssimas praias em Itacaré.
Todo o costão de Itacaré tem prainhas pequenas em grandes propriedades rurais o que dificulta muito acesso; o ministério público nos anos 2000 assinou um TAC (termo de acordo e compromisso) com os proprietários definindo as trilhas e acessos viários para o livre e franco acesso as praias; conforme reza a lei.
Em São José já tinha continua com acesso público.
Por acaso uma testemunha do que falo é Luana Piovani; que nesse época nos convidamos a vir pra Itacaré; justamente para apoiar um projeto ambiental iniciando chamado Floresta Viva.
E pelo menos uma coisa Neymar tem em comum com Luana; o amor as praias do Sul da Bahia; pois ele alugou por três réveillons seguidos uma casa em Maraú para farrear com seus “parças” e “amigas”.
Tretas a parte vou tentar ser um pouco técnico.
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) das Praias é uma iniciativa que visa modificar a Constituição Federal do Brasil para permitir a privatização de áreas litorâneas. Atualmente, a Constituição de 1988 estabelece que as praias são bens públicos de uso comum do povo, o que significa que devem ser acessíveis a todos.
A PEC das Praias propõe mudanças que permitiriam a concessão de trechos específicos do litoral a empresas privadas, que poderiam explorar economicamente essas áreas. Os defensores da PEC argumentam que a medida pode fomentar o turismo, gerar empregos e aumentar a arrecadação de impostos. Eles acreditam que a gestão privada pode trazer investimentos e melhorias na infraestrutura das praias, tornando-as mais atrativas e bem cuidadas.
Os críticos da PEC das Praias apontam para os riscos de exclusão social e ambiental. A privatização pode restringir o acesso das populações locais e de visitantes de baixa renda às praias, que são atualmente de livre acesso. Além disso, há preocupações quanto aos impactos ambientais que a exploração econômica dessas áreas pode causar, como degradação de ecossistemas costeiros.
Conclusão do colunista : “ Venha pra Bahia e cabeça de gelo ! “.













