:: 22/dez/2018 . 8:54
Então é Natal
Eulina Lavigne
Quando Moisés nasceu e foi deixado por sua mãe em um cesto nas águas do rio Nilo para que por ele fosse salvo da ira do rei Egípcio Faraó, já tinha o seu destino traçado por Deus de levar a justiça, e leis disciplinares a um povo primitivo, violento e indisciplinado. E precisou atribuir-lhes origem divina para se fazer respeitar, e usar a autoridade de um Deus, que para a época, precisava ser um Deus terrível, que castigava. A linguagem do “dente por dente e olho por olho” era a linguagem possível dada ao grau de ignorância dos homens daquela época.
Quando Jesus Cristo veio a Terra, trouxe a missão de integrar e desenvolver a lei de Deus e trazer o seu verdadeiro sentido. Trouxe como missão maior a disciplina do Amor já que a evolução dos homens já permitia esse nível de compreensão. Disciplina traz o som de si ser pleno, como bem disse o empreendedor Oswaldo de Oliveira.
Uma das frases de Jesus que nos convida a uma profunda reflexão é “O céu e a terra não passarão antes que tudo seja cumprido até um único jota”. O que será que está por traz dessa metáfora? No meu entendimento é que a lei é para todos e todos precisamos cumprir. E a maior lei é o amor. Quando o amor estiver acima de todas as coisas, quando todos estiverem plenos de amor, quando ele estiver movendo as relações entre os homens e todos puderem viver com dignidade, estaremos libertos. Caso contrário, todos permaneceremos à espera de que tudo se cumpra. E isso é um atraso para a humanidade.
A família “liquida”
Debora Spagnol
A internet e as mídias sociais trouxeram a possibilidade de ampliação do conhecimento e das informações sobre todos os assuntos possíveis, propiciando a oportunidade de novas reflexões sobre o mundo e o comportamento. Dentro desse caldeirão de novos conceitos, estilos de vida e de relacionamento, as pessoas são livres para escolher como exercer seu afeto e sua sexualidade e o fazem das mais variadas formas, objetivando sempre a felicidade. (1)
Vivenciamos a “modernidade líquida” tão propalada pelo filósofo e ensaísta polonês Zygmunt Bauman, que afirma serem as identidades muito semelhantes a uma crosta vulcânica que endurece, derrete novamente e muda permanentemente de forma. O termo cunhado pelo pensador reflete a volatilidade de uma sociedade em que muitos fatores levam as pessoas a desenvolver uma identidade e personalidade flexível e versátil com a qual possa mais facilmente se adaptar às rápidas e permanentes mudanças e reviravoltas da vida moderna. É a diferença entre o sólido (rocha) e o líquido. Enquanto a rocha, independentemente do tempo e agentes externos é mantida da mesma maneira, o líquido é alterado e adaptado de acordo com os agentes de pressão.
A sociedade líquida definida por Bauman é aquela permeada por relações fluídas, frágeis, descompromissadas. É a era denominada pós-modernidade. Não se trata mais de uma sociedade em que os indivíduos sabem o seu destino desde o nascimento: agora todos estão imersos em um espaço social onde – teoricamente – escolhem seu próprio futuro, definem o seu caminho e são responsáveis pelos seus fracassos. Ninguém é, e sim está. (2)
Os meios de comunicação em massa propiciam os relacionamentos virtuais: através de mensagens, vídeos e fotos, relações começam e terminam, sem que muitas vezes haja qualquer contato físico entre os envolvidos. Um simples “clique” faz com que as pessoas entrem ou saiam da vida das outras, poupando-as de frustrações indesejadas – e também, muitas vezes, da profundidade necessária ao saudável estabelecimento dos vínculos.
Esses tempos “líquidos”, embora possam gerar em algumas pessoas certa inquietude e angústia, não deveriam ser vistos como deterministas de um futuro, mas sim como uma transição entre o que era e o que pode vir a ser. As intensas transformações vivenciadas pelos indivíduos e pela sociedade, conjugados com as constantes exigências de cumprimento de obrigações, disciplina, previsibilidade de comportamentos (nas relações sociais), contrapondo-se à espontaneidade, fluidez e imprevisibilidade (nas relações amorosas), terminam por gerar dilemas de difícil – quando não impossível – solução. (3)
Todas essas modificações na forma de se ver e tratar o amor e os relacionamentos inevitavelmente resultam em modificações nas formas de formação e constituição das famílias.
Sócias gaúchas lançam linha de espumantes premium Amitié

A amizade entre a sommelier Andreia Gentilini Milan e a enóloga Juciane Casagrande Doro foi a inspiração para a linha de espumantes Premium Amitié. As sócias gaúchas buscaram toda a sua expertise no mercado vitivinícola nacional e internacional para desenvolver um produto único, com uma identidade que remete ao sentimento de amizade e à celebração que o próprio espírito do espumante expressa. “Escolhemos esse nome [Amitié, amizade, em francês] pela nossa relação de anos no mundo do vinho, propiciando esse projeto único”, destaca Andreia, ex-presidente e atual diretora da Associação Brasileira de Sommeliers, seção Rio Grande do Sul.
Desenvolvido na Serra Gaúcha, a linha foi planejada para consumidores que buscam um produto versátil, fresco e frutado, ou seja, a melhor expressão do espumante brasileiro. “É uma bebida para celebrar os bons momentos e encontros. São produtos joviais”, observa Andreia, que trabalha há 12 anos como gestora e consultora de empresas e instituições do setor vitivinícola.
Os espumantes podem ser encontrados nas versões Amitié (Moscatel, Brut e Rosé), além da versão Amitié Cuvée – Brut e Brut Rosé. O Amitié Cuvée Brut e o Brut Rosé são elaborados com uma assemblage das clássicas uvas Chardonnay e Pinot Noir. “Buscamos desenvolver produtos dentro do perfil que o exigente consumidor brasileiro busca nas duas principais categorias de preço de mercado, com a melhor relação custo/benefício”, explica Juciane Casagrande, que tem uma trajetória de 20 anos no mundo do vinho. A categoria Amitié será comercializada na faixa dos R$ 35,00 e a Amitié Cuvée ao preço médio de R$ 55,00.
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