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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: 29/set/2018 . 9:13

Breves linhas sobre a corrupção

Débora Spagnol

 

Debora Spagnol“Alegria ! Alegria ! Venho a ti livre de minhas dívidas, depois de colocar à venda a metade de meus administrados”. – Carta de um governador à amante, após ser processado pelo crime de corrupção na antiga Roma. (1)

“Lei de Gerson”, “jeitinho brasileiro”, “cafezinho” são expressões e palavras comumente utilizadas pela população brasileira para justificar a existência da  “subcultura” da corrupção.

Mas a corrupção é um problema globalizado que ameaça os bons governos e a política idônea, desencorajando os investimentos e impedindo os desenvolvimentos econômico e social.

Se no passado a corrupção era acobertada pela falta de informação da população, atualmente o desenvolvimento tecnológico mundial possibilita a revelação de denúncias e escândalos de negociatas que envolvem pessoas públicas e empresários. E permite também que o povo cobre a punição dos envolvidos.

Embora o crime de corrupção só tenha sido especificado nos direitos grego e romano, há indícios de que já era previsto em codificações esparsas. A “Lei das XII Tábuas” cominava a pena de morte ao juiz corrompido e há passagens na Bíblia que aludem à corrupção no antigo direito hebreu (Gênesis, Salmos e Epístola de São Paulo aos Romanos). (2)

No direito grego, o crime de corrupção era definido como crime próprio do funcionário público contra a administração pública, dividido em três tipos: peculato, corrupção e abuso de autoridade. Mais tarde surgiu o suborno, um crime específico de corrupção de juízes, punindo-o com penas gravíssimas, como a morte.

Mas foi no direito romano que o crime de corrupção teve um tratamento pormenorizado com o objetivo de evitar a decadência moral, iniciando-se aí o desenvolvimento de leis penais de cunho preventivo contra esse crime. Foi em Roma que surgiram os livros contábeis e a obrigação do governo prestar contas de suas receitas e gastos, além dos diários oficiais cuja finalidade era controlar os gastos e as atitudes tirânicas de seus governadores. Mesmo com tanto esforço, o império romano foi totalmente infestado pela corrupção, cujos protagonistas iam do mais baixo ao mais alto escalão. (3)

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Quando se corta o fio da Vida!

Eulina Lavigne

 

eulina lavigneNão questionamos a existência da morte. Um dia ela bate em nossa porta e o máximo que pode acontecer é pedirmos a ela que aguarde mais um pouco e será do nosso merecimento ou não ter este pedido atendido.

E quando batemos na porta da morte e entramos sem aviso-prévio e deixamos sem chão os nossos entes queridos? O que pode estar por trás deste corte brutal do fio da vida?

Na visão sistêmica, sob o olhar do nosso mestre Bert Hellinger, um dos criadores da Constelação Familiar, por traz do suicídio há sempre uma dinâmica ligada aos nossos antepassados. E este entendimento contribui para olharmos com menos medo e com mais amor, para quem está nesta intenção.

fio da vida 2Segundo as suas observações, ao longo de mais de 30 anos pesquisando os sistemas familiares, quem tenta o suicídio deseja seguir, em lugar de outra pessoa, alguém que já morreu ou também já cometeu um suicídio. E por mais difícil que seja acreditar, o suicídio está ligado ao Amor. Amor a quem foi ou a quem ficou. É sempre bom observar esta dinâmica se você tem algum familiar nesta condição. Internamente a fala de quem deseja cometer o suicídio é “Eu sigo você” ou “Antes eu do que você”.

A Constelação Familiar é um bom recurso para olharmos para estas dinâmicas e ajudar a recolocar a pessoa que tenta o suicídio no lugar que lhe pertence.

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Foto: José Nazal

Bairro da Sapetinga, Baia do Pontal, Ilhéus, anos 70

Bairro da Sapetinga, Baia do Pontal, Ilhéus, anos 70

“Nos quatro cantos de Salvador, o povo reconhece nosso trabalho”, diz Rui na Boca do Rio

Boca do Rio (2)

“Entrando na última semana da campanha, é hora de agradecer o apoio e caminhar lado a lado com meu povo pra recarregar baterias e seguir adiante. Fazer muito mais.” A mensagem do governador Rui Costa, candidato petista à reeleição, foi passada hoje (28), ao abrir a 5ª Caminhada em Salvador, desta vez saindo da Paróquia São Francisco de Assis, na Boca do Rio, seguindo até o fim de linha do bairro. Com ele, a primeira-dama Aline Peixoto e as duas filhas, Marina e Malu.

Boca do Rio (1)

Entre cumprimentos e paradas para selfies, prática que marcou a campanha, Rui recebia manifestações de apoio do povo. “Andar pelas ruas da capital é ouvir a todo instante palavras de carinho e agradecimento pelo trabalho que temos feito. Nos quatro cantos de Salvador, o povo reconhece nosso trabalho e é grato pela transformação que aconteceu aqui”, diz o candidato. Para Rui, o povo sabe que foi o governo que entregou o metrô, que inaugurou três novos hospitais, construiu novos viadutos e avenidas, a exemplo da Via Barradão, e que fez o maior programa de contenção de encostas da história. “E posso assegurar que vem muito mais pela frente”, garante.

Boca do Rio (4)

O candidato petista fez das caminhadas o principal instrumento de corpo a corpo com a população, tanto na capital como no interior do estado. Até agora foram 125 cidades do interior, nas últimas seis semanas. A partir de amanhã, a Correria pela Bahia parte para mais três municípios da Região Metropolitana de Salvador (RMS). No sábado (29), a partir das 16 horas, Rui estará em Pojuca, com concentração na Praça Dalva Monte Cruz, Inocoop. Domingo (30) é dia de visitar Lauro de Freitas (9h) e Candeias (11h), fechando 128 cidades.

Datafolha: Bolsonaro tem 28% e Haddad 22%. Petista vence no 2o. turno

data 1O candidato do PT, Fernando Haddad, subiu 6 pontos e atingiu 22% das intenções de voto na corrida à presidencial, enquanto Jair Bolsonaro (PSL) manteve os 28% registrados na pesquisa Datafolha da quinta passada (20).

Os números foram divulgados pelo instituto há pouco.

A pesquisa ouviu 9.000 eleitores no período de 26 a 28 de setembro. Mostra oscilação do candidato Ciro Gomes (PDT) de 13% para 11%, enquanto Geraldo Alckmin (PSDB) saiu de 9% para 10%. Marina Silva (Rede) oscilou de 7% para 5%.

Confira quadro com a evolução dos candidatos, abaixo.

data 2

Ciro 42% x 36% Alckmin (branco/nulo: 19%; não sabe: 3%)
Alckmin 45% x 38% Bolsonaro (branco/nulo: 16%; não sabe: 2%)
Ciro 48% x 38% Bolsonaro (branco/nulo: 12%; não sabe: 2%)
Haddad 39% x 39% Alckmin (branco/nulo: 19%; não sabe: 3%)
Haddad 45% x 39% Bolsonaro (branco/nulo: 13%; não sabe: 2%)
Ciro 41% x 35% Haddad (branco/nulo: 19%; não sabe: 3%)

A pesquisa Datafolha foi feita nos dias 26 a 28 de setembro, ouviu 9 mil eleitores em 343 municípios, sob encomenda da TV Globo e da Folha de São Paulo. O levantamento tem nível de confiança de 95% e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08687/2018. Redação com G1.





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