O ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, saiu em defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta quarta-feira, 27, diante da nova fase da Lava Jato. Batizada de Triplo X, foco da operação foi prédio no Guarujá no qual a família de Lula teve uma cota.
Para Wagner, há uma certa “obsessão” para tentar chegar ao ex-presidente. “Ele é uma figura evidentemente que tem uma liderança bastante sólida no País, é uma referência, um nome superconhecido, oito anos presidente da República. Então, virou objeto de desejo”, disse, após participar de evento pelo Dia Internacional em memória às vítimas do holocausto, na sede do conselho federal da OAB, em Brasília.
“Eu acho que há uma certa obsessão que acaba se difundindo como se toda operação tivesse o objetivo, e a gente tem testemunhos de pessoas, inquéritos, depoimentos que sempre se busca a tentativa de contaminar o presidente Lula”, completou.
Em nota, o Instituto Lula repudiou a tentativa de envolvê-lo na operação: “Lula foi preso, sim, mas pela ditadura, porque lutava pela democracia no Brasil e pelos direitos dos trabalhadores. Não será investigando um apartamento – que nem mesmo lhe pertence – que vão encontrar uma nódoa em sua vida”, disse.
Wagner acrescentou que Lula deveria ter um tratamento “mais respeitoso”. “Ele é uma liderança importante. Deu uma contribuição, independente da convicção de cada um, que considero inestimável à sociedade brasileira e ao Brasil.”













“Precisamos falar de paz, combater esse ódio, o povo já sofreu bastante. É hora de construir um pacto nacional de pacificação, apoiado nos pilares fé em Deus, família e trabalho.” As palavras do governador Rui Costa, candidato petista à reeleição, foram ditas na noite de hoje (19), em entrevista aos jornalistas Chico Kertész, Evilásio Júnior, Alexandre Galvão e James Martins, da Rádio Metrópole FM. A sabatina também abordou aspectos referentes a segurança pública, educação, patrimônio e infraestrutura.
(do Bahia 247) – O nome do ex-governador da Bahia e atual ministro da Defesa, Jaques Wagner, é alternativa “consensual” no PT caso o ex-presidente Lula não saia candidato a presidente da República em 2018, afirmou o vice-prefeito do Rio de Janeiro, Adilson Pires (PT), em 
“Rui Costa tem as mesmas origens humildes que eu tenho e embora isto, por si só, não qualifique ninguém para ser um bom gestor, o fato de conhecer as dificuldades da vida faz com que a pessoa tenha uma sensibilidade social maior”, afirmou, nesta quinta-feira (04), o ex-presidente Lula, ao manifestar sua confiança na vitória de Rui Costa, para o governo, e de Otto Alencar, para o Senado. Depois do grande comício em Periperi, na noite da quarta-feira, Lula passou toda a manhã desta quinta-feira (04), em Salvador, na companhia do governador Jaques Wagner e dos integrantes da chapa majoritária da coligação Pra Bahia Mudar Mais.

O presidente estadual do PT, Everaldo Anunciação, destacou, na pesquisa Babesp, o peso que a vinculação de Rui Costa aos nomes de Lula, Dilma e Jaques Wagner terá nesta eleição. “E isto é importante porque o eleitor irá votar justamente depois que, durante a campanha, ficar claro quem está por trás de cada um dos candidatos”, afirmou. De acordo com a pesquisa, divulgada nesta quarta-feira (13), o candidato do PT, que recebe 16% das indicações de votos, pula para 28% quando se diz que ele tem o apoio do ex-presidente Lula da presidente Dilma Rousseff e do governador Jaques Wagner.
A prefeita de São Francisco do Conde, Rilza Valentim, recebeu a confirmação das presenças do governador Jaques Wagner e do ex-presidente Lula, no evento de inauguração do Conjunto Habitacional João Carlos Silva Falcão e do campus da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), na próxima segunda-feira (12), às 15 horas. A universidade de caráter internacional foi uma das bandeiras da integração entre os países lusófonos do governo Lula. O evento acontecerá na sede da instituição, na Baixa Fria, bem na entrada da cidade, mesmo bairro onde a Prefeitura construiu as 60 casas que serão doadas a famílias que vivem em situação de risco habitacional, social ou moram em casas do programa de auxílio aluguel.

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