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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘PSDB’

Porta dos Fundos, Delação

Se Lula quisesse impunidade…

lula ministro

Palavras cruzadas, Edições Sergio Moro

palavras cruzadas

“Tem agente público vestindo a camisa do PSDB”, diz líder do PT

 

afonso f(do Brasil 247) – O líder do PT na Câmara, deputado federal Afonso Florence (BA), afirmou nesta segunda-feira (22) que há agentes públicos “vestindo a camisa do PSDB” e que isso compromete a imagem das instituições de investigação e fiscalização do Estado. A avaliação foi feita durante entrevista coletiva na Câmara. “Nós queremos zelar pelas instituições, pela democracia. E a democracia é o império da Lei. Há distorção com foco no PT, nas contas da presidenta Dilma, e no ex-presidente Lula, e um diversionismo em relação a provas contundentes em relação ao PSDB. Hoje, temos a blindagem do PSDB e a condenação prévia do PT, sem provas”, declarou Florence.

O parlamentar defendeu a independência dos órgãos de controle, mas considera que há parcialidade e interesses políticos conduzindo o trabalho de alguns agentes públicos. “Certamente instituições de Estado devem investigar, mas que tem gente vestindo a camisa do PSDB, tem. Quando a pessoa passa em um concurso é para agir em defesa do Estado, mas alguns indivíduos estão agindo em nome de interesses políticos específicos, porque há acobertamento. O ataque ao presidente Lula é vil e é ilegal. Há tão somente uma busca de pistas malograda, pois não há nenhum indício em relação a participação do presidente Lula em qualquer ato ilegal. Já em relação a FHC, em relação ao Aécio, há três delações premiadas e não há investigação, na Lava Jato nenhum tucano é investigado”, argumentou o petista.

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PSDB diz que Aécio colocou um terço no bolso em Furnas porque é muito religioso

aecio terço

(do Blo Sensacionalista)- Em depoimento ao juiz Sergio Moro sobre o esquema de corrupção em Furnas, o lobista Fernando Moura disse: “É um terço São Paulo, um terço nacional e um terço Aécio”.

Em defesa do senador Aécio Neves, o PSDB emitiu uma nota explicando que Aécio colocou um terço no bolso em Furnas porque é muito religioso.

Aécio também se defendeu dizendo que mesmo ele supostamente sendo um terço corrupto, o PT é corrupto por inteiro.

Apesar do prejuízo que o depoimento causou em sua imagem, Aécio acabou ganhando popularidade entre a parcela mais conservadora e religiosa da população, que se identificou com o senador ao saber que ele teria recebido um terço.

Vereadores de cidade com toda a Câmara presa por corrupção se filiam ao PSDB e são soltos

tuca(do Blog Sensacionalista)- A pequena cidade de Centralina (MG) teve todos os seus nove vereadores presos preventivamente por suspeita de corrupção. Mas o problema não durou por muito tempo, todos os vereadores presos se filiaram ao PSDB e já foram soltos.

“O Claudinho Borracheiro que deu a ideia da gente se filiar ao PSDB. Não levou nem 24 horas para sermos soltos e as acusações serem consideradas insuficientes para uma investigação”, disse Jorge da Sapataria, vereador da cidade.

Apesar de serem de partidos diferentes e opositores, os nove vereadores saíram da prisão e foram comemorar a liberdade em um churrasco com donos de uma construtora e de uma empresa de ônibus da cidade.

Chico Buarque responde ofensas de jovens ao PT e diz “bandido é o PSDB”

O cantor Chico Buarque foi provocado na noite dessa segunda-feira por conta de seu ativismo político em favor do PT. Ele circulava pelas ruas do bairro Leblon, onde mora, quando foi abordado por um grupo que saia de um restaurante chique, gritando “Petista, vá morar em Paris. O PT é bandido”. Chico, sem alterar a voz, respondeu “Bandido é o PSDB”.

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PSDB entra de cabeça no Golpe

a tucanalhada golpista se alia a Cunha

A tucanalhada golpista se alia a Cunha

Sob o comando do senador Aécio Neves (PSDB-MG) e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, os tucanos afinaram o discurso em defesa do golpe.

FHC afirmou que o processo é “jurídico-político” e apontou como crime da presidente Dilma Rousseff as ‘pedaladas fiscais’, que ainda não foram julgadas pelo Congresso Nacional.

Aécio falou em “orquestra afinada”, enquanto Geraldo Alckmin, que vive seu momento mais baixo de popularidade, após uma crise que terminou com estudantes agredidos por policiais em São Paulo, repetiu que “impeachment não é golpe”.

No entanto, 16 governadores já assinaram um documento em defesa da legalidade, apontando que um impeachment sem crime de responsabilidade é, sim, golpe.

Dilma já recebeu apoio de artistas, intelectuais, movimentos sociais, professores e reitores de universidades, além de 16 governadores – os tucanos têm, a seu lado, Eduardo Cunha. (do Brasil 247)

O Dia da Infâmia

Fernando Morais

fm Minha geração testemunhou o que eu acreditava ter sido o episódio mais infame da história do Congresso. Na madrugada de 2 de abril de 1964, o senador Auro de Moura Andrade declarou vaga a Presidência da República, sob o falso pretexto de que João Goulart teria deixado o país, consumando o golpe que nos levou a 21 anos de ditadura.

Indignado, o polido deputado Tancredo Neves surpreendeu o plenário aos gritos de “Canalha! Canalha!”.

No crepúsculo deste 2 de dezembro, um patético descendente dos golpistas de 64 deu início ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

A natureza do golpe é a mesma, embora os interesses, no caso os do deputado Eduardo Cunha, sejam ainda mais torpes. E no mesmo plenário onde antes o avô enfrentara o usurpador, o senador Aécio Neves celebrou com os golpistas este segundo Dia da Infâmia.

Jamais imaginei que pudéssemos chegar à lama em que o gangsterismo de uns e o oportunismo de outros mergulharam o país. O Brasil passou um ano emparedado entre a chantagem de Eduardo Cunha –que abusa do cargo para escapar ao julgamento de seus delitos– e a hipocrisia da oposição, que vem namorando o golpe desde que perdeu as eleições presidenciais para o PT, pela quarta vez consecutiva.

Pediram uma ridícula recontagem de votos; entraram com ações para anular a eleição; ocuparam os meios de comunicação para divulgar delações inexistentes; compraram pareceres no balcão de juristas de ocasião e, escondidos atrás de siglas desconhecidas, botaram seus exércitos nas ruas, sempre magnificados nas contas da imprensa.

Nada conseguiram, a não ser tumultuar a vida política e agravar irresponsavelmente a situação da economia, sabotando o país com suas pautas-bomba.

Nada conseguiram por duas singelas razões: Dilma é uma mulher honesta e o povo sabe que, mesmo com todos os problemas, a oposição foi incapaz de apresentar um projeto de país alternativo aos avanços dos governos Lula e Dilma.

Aos inconformados com as urnas restou o comparsa que eles plantaram na presidência da Câmara –como se sabe, o PSDB, o DEM e o PPS votaram em Eduardo Cunha contra o candidato do PT, Arlindo Chinaglia. Dono de “capivara” policial mais extensa que a biografia, Cunha disparou a arma colocada em suas mãos por Hélio Bicudo.

O triste de tudo isso é saber que o ódio de Bicudo ao PT não vem de divergências políticas e ideológicas, mas por ter-lhe escapado das mãos uma sinecura –ou, como ele declarou aos jornais, “um alto cargo, provavelmente fora do país”.

Dilma não será processada por ter roubado, desviado, mentido, acobertado ou ameaçado. Será processada porque tomou decisões para manter em dia pagamentos de compromissos sociais, como o Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida.

O TCU viu crimes nessas decisões, embora não os visse em atos semelhantes de outros governos. Mas é o relator das contas do governo, o ministro Augusto Nardes, e não Dilma, que é investigado na Operação Zelotes, junto com o sobrinho. E é o presidente do TCU, Aroldo Cedraz, e não Dilma, que é citado na Lava Jato, junto com o filho. Todos suspeitos de tráfico de influência. Provoca náusea, mas não surpreende.

“Claras las cosas, oscuro el chocolate”, dizem os portenhos. Agora a linha divisória está clara. Vamos ver quem está do lado da lei, do Estado democrático de Direito, da democracia e do respeito ao voto do povo.

E veremos quem se alia ao oportunismo, ao gangsterismo, ao vale-tudo pelo poder. Não tenho dúvidas: a presidente Dilma sairá maior dessa guerra, mais uma entre tantas que enfrentou, sem jamais ter se ajoelhado diante de seus algozes.

FERNANDO MORAIS, 69, é jornalista e escritor. É autor, entre outros, dos livros “Chatô, o Rei do Brasil” e “Olga”

Imagina essa polícia toda correndo atrás de bandido…

Governo tucano de São Paulo mobiliza batalhão para combater estudantes.

Mas, como cantou Vandré, dessa vezes as flores derrotaram os canhões.





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