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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘Marcha do Silêncio’

Grupo Tortura Nunca Mais da Bahia realiza Marcha do Silêncio

Os integrantes do Grupo Tortura Nunca Mais da Bahia realizam no dia 1º. de abril  em Salvador a sexta edição da Marcha do Silêncio, com o tema: “1964: Ainda Estamos Aqui!”. Com saída às 17h20, da Praça da Piedade e caminhada através da Avenida Joana Angélica, até o Monumento aos Mortos e Desaparecidos Baianos, no Campo da Pólvora, a Marcha reunirá parentes, amigos e ex-companheiros dos 32 desaparecidos baianos, durante a Ditadura Cívil Militar (1964 -1985). O cortejo será formado também por representantes de partidos, sindicatos e organizações que defendem os direitos humanos.

Este ano, o movimento vem fortalecido com os bons resultados do filme “Ainda estamos aqui”, que lembrou ao povo brasileiro e mostrou ao mundo, os horrores da ditadura no Brasil. Outros estados brasileiros organizam há muitos anos a Marcha do Silêncio, sempre no dia primeiro de abril para relembrar a data real do golpe militar de 1964 e as pessoas mortas e cujos corpos nunca foram encontrados.

 

As manifestações são feitas por familiares destes ativistas brasileiros desaparecidos, após serem presos, torturados e mortos pelos agentes da repressão do governo militar, entre as décadas de 1960 e 1970.

Neste ano, a Marcha incorpora a pauta “Sem anistia: prisão para os golpistas!”, na defesa de que os responsáveis pela tentativa de golpe de 08/01/2022 sejam responsabilizados pelos seus atos, relacionando o passado com o “presente” para impedir que estes recebam o “perdão” concedido aos acusados dos crimes promovidos ao longo do golpe civil militar de 1964.

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Marcha do Silêncio lembra 60 anos do Golpe Militar

Hoje, dia 1º de abril, os 60 anos do golpe militar de 1964 vão ser lembrados em Salvador com a realização da Marcha do Silêncio, com saída às 17 horas, da Praça da Piedade, passando por toda Avenida Joana Angélica e chegando ao monumento aos mortos e desaparecidos da Ditadura Militar, no Campo da Pólvora. Num protesto sem palavras, parentes, amigos e companheiros de 38 militantes presos durante a ditadura militar vão caminhar empunhando fotos das vítimas, levando flores, tochas e cruzes. Juntamente com integrantes da sociedade organizada vão protestar contra o esquecimento destes crimes, exigindo a cada ano respostas sobre o paradeiro destas pessoa.

Os integrantes da marcha vão caminhar ao som de um surdo, distribuindo às pessoas que assistem o cortejo, panfletos explicando os motivos da manifestação e pedindo respostas ao governo. A marcha em Salvador teve sua primeira edição em em 2019, foi suspensa pela pandemia em 2020 e 2021, sendo retomada em 2022 e 2023, e completando sua quarta edição em 2024.

De acordo com o professor e sociólogo Joviniano Neto, a Marcha do Silêncio é inspirada por evento semelhante iniciado no Uruguai, que junto com Brasil, Argentina e Chile, viveram a repressão e a violência de uma ditadura militar, traduzida em prisões arbitrárias, tortura, assassinatos e desaparecimento dos corpos das vítimas da repressão a opositores da extrema direita. A marcha uruguaia é realizada há 29 anos, a cada 20 de maio, sob a liderança incansável e inflexível da Associação de Mães e Familiares de Uruguaios Detidos e Desaparecidos, entre muitas organizações, movimentos e personalidades que a apoiam.

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Marcha do Silêncio em Salvador lembra vítimas da ditadura militar

marcha silencio

Acontece no dia 1º. de abril, em Salvador, a Marcha do Silêncio, que  homenageia os mortos e desaparecidos políticos vítimas da Ditadura Militar (1964-1985).

A Marcha sairá às 14 horas,  da Piedade até o Campo da Pólvora, onde se encontra o Monumento aos Mortos e Desaparecidos  Baianos.

. Os manifestantes levarão cartazes com fotos dos desaparecidos baianos, acompanhados por um instrumento o surdo que seguirá marcando com um bumbo durante a caminhada.

Na chegada os participantes fincarão no cruzes no chão, seguido de apresentação de  poesias, performances e pronunciamentos de lideranças políticas e sindicais e familiares das vítimas da ditadura brasileira

A Marcha do Silêncio é realizada em diversos países que sofreram ditaduras sangrentas, como Brasil, Argentina, Uruguai e Chile.

Marcha do Silêncio lembra vítimas da Ditadura

Marcha do Silêncio, Uruguai

Marcha do Silêncio, Uruguai

Será realizada no dia 1º. de abril, em Salvador, a Marcha do Silêncio, que  homenageia os mortos e desaparecidos políticos vítimas da Ditadura Militar (1964-1985).

A Marcha sairá às 14 horas,  da Piedade até o Campo da Pólvora, onde se encontra o Monumento aos Mortos e Desaparecidos  Baianos.

O ato será encerrado com pronunciamentos de lideranças políticas e sindicais e familiares das vítimas da ditadura brasileira, fazendo um alerta para os tempos sombrios que assolam o país.

A Marcha do Silêncio é realizada em diversos países que sofreram ditaduras sangrentas, como Brasil, Argentina, Uruguai e Chile.

 





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