:: ‘Indicação Geográfica (IG)’
Conexão Sebrae destaca conquista de Indicação Geográfica para o cacau do Sul da Bahia
A Revista Conexão Sebrae traz como destaque deste período a produção de cacau no sul da Bahia, que conquistou registro de Indicação Geográfica (IG). A conquista traz ótimas perspectivas para os produtores que integram a Associação Cacau Sul Bahia (ACSB). O texto mostra os planos dos produtores e como o reconhecimento pode alavancar a produção e agregar valor ao cacau produzido no território sul-baiano.
Empresários que não conseguiram aderir ao Refis, que se encerrou no dia 9 de julho, podem optar pelo parcelamento dentro do processo convencional do Simples Nacional, que é em até 60 meses, sem redução de multas e juros. Todas as informações sobre este assunto de interesse do empresário que não quer ficar inadimplente estão nesta edição da Conexão.
História de empresários que enfrentaram e superaram dificuldades para se estabelecerem no mercado também estão nesta edição.
O leitor vai conhecer os cases do Cantinho do Peixe, em Porto Seguro, que após a ameaça de falência conseguiu se reestabelecer e aumentar vendas; e da Delly Pães, em Jacobina, que atingiu a expansão com inauguração de outras lojas no mesmo ramo, após participar do Programa Negócio a Negócio.
Em 2018, a Agência Sebrae de Notícias (ASN) completa 10 anos. A reportagem especial sobre o tema vai contar a história da ferramenta de comunicação que é pautada pelo empreendedorismo baiano, desde 2008. Jornalistas baianos contam como usam o serviço da ASN para definirem pautas, acessarem números e conhecerem a trajetória de empresas baianas.
Cacau do Sul da Bahia ganha Selo de Indicação Geográfica
Foi publicada pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), a Indicação Geográfica (IG) da região no que se refere à produção da amêndoa de cacau. Com a conquista da IG, por solicitação da Associação Cacau Sul Bahia, a área passa a contar com o Selo de Origem, o que permite aos produtores valorizarem o trabalho desenvolvido, bem como a produção de cacau e chocolate.
O Selo é concedido a lugares que são conhecidos como tradicionais produtores de um determinado produto ou serviço ou cujas características do produto, quando originário do local, são únicas. No caso do Sul da Bahia, conta toda a tradição e história em torno da produção de cacau, como, por exemplo, o modo de produção cabruca, que minimiza o impacto no meio ambiente, ajudando a manter parte da flora e sem eliminar a fauna local.
Para o secretário executivo da Associação Cacau Sul da Bahia, Cristiano Santana, a Indicação Geográfica é um reconhecimento de que a região tem um produto diferenciado, uma história. “É uma narrativa que fala de desenvolvimento regional e econômico através da agregação de valor ao produto amêndoa de cacau da qualidade e da origem. Essa publicação marca o fim de uma etapa e o início de outra que é trabalhar, dentre outras coisas, a qualidade, o marketing e a comunicação em cima da região e seu produto”, ponderou.
A Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb), vinculada à Secretaria da Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), através do Instituto Federal Baiano, no Edital de Apoio a Tecnologias Sociais e Ambientais, fez parte de todo o processo para a conquista do Selo, o que envolveu, inclusive, nos últimos anos, aplicação de recursos, por parte da Fundação, no valor de R$ 151 mil. O secretário da Secti, Vivaldo Mendonça, destacou a importância do Selo para a Bahia. “É o reconhecimento que o Sul da Bahia possui características diferenciadas e que nos colocam num patamar elevado para comercialização de nossos produtos”.
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