:: ‘Gilza Pacheco’
A temporada de férias chegou…

Gilza Pacheco
É dezembro, o Natal chega anunciando uma espécie de maratona rumo às compras e muita gente sofre com o aumento de stress e ansiedade, todo conforto dos Shoppings se transforma, os estacionamentos têm filas enormes, não há vagas, as lojas ficam cheias, nas ruas o trânsito lento e confuso das cidades abarrotadas de carros.
Mas sem precisar virar ermitão, é possível escapar dessa vibe urbana e encontrar lugares onde o tempo parece correr em outra velocidade. Um lugar para quem busca um respiro depois de um ano de trabalho e agitação. E se entre as montanhas o tempo parece andar mais devagar, as águas dos rios ainda correm límpidas e transparentes, regiões livres do peso da poluição causada pelo desenvolvimento urbano, com cidades que se descortinam como se fossem presépios. O ar puro, o eterno som do correr das águas e o canto dos pássaros estimulam a fazer quase tudo que é bom na vida, ou simplesmente não fazer nada, apenas descansar.
Mas Natal não é apenas uma época de troca de presentes e abraços, mas também o aniversário de Jesus e época de relembrarmos toda a nossa trajetória percorrida durante a vida, os nossos progressos e os nossos profundos sentimentos. Também a oportunidade de
revermos conceitos e pormos tudo em ordem, preparando-nos para um NOVO ANO.
Viajar te deixa sem palavras e depois te transforma em um contador de histórias
Gilza Pacheco
Poucas coisas na vida são melhores que viajar. É maravilhoso poder conhecer novos locais, outras culturas e fugir da rotina, às vezes não encontramos palavras para expressar tudo!
Compartilhar experiências, conhecer novas culturas, inspirar ideias. Estas são apenas algumas das maravilhas que recebemos ao realizar uma viagem.
Chegando de uma viagem fantástica, percebi de como são simples os ingredientes de que precisamos para sermos felizes. Não vamos ficar aqui para sempre, sabemos disso… Por essa razão, levei dias verdadeiramente como turista, tudo fiz para que a minha viagem fosse realmente agradável, e foi… Passei por locais bonitos, experimentei as novidades e carreguei o essencial. Sei que aqui estou de passagem. E quero que essa passagem seja a mais agradável possível, a mais feliz…Pois cedo ou tarde irei embora, mas depois de viver suficientemente tudo que tenho direito para ser feliz e fazer as pessoas, com meu exemplo, também felizes!
De avião saí dia 10 de dezembro de São Paulo com destino a Martinica. No Porto FORT-DE-FRANCE, embarquei a bordo do MSC Poesia. Batizado em 2008 por Sofia Loren, chegando dia 11 ao aeroporto da cidade POINTE-À-PITRE, Le Raizet que conecta a outras Ilhas Caribenhas.
Começar sempre

Gilza Pacheco
Segundo Chico Xavier:
“Tudo tem seu apogeu e seu declínio…
É natural que seja assim, todavia, quando tudo parece convergir para o que supomos o nada, eis que a vida ressurge, triunfante e bela! Novas folhas, novas flores, na infinita bênção do recomeço!”
Quando tudo parece estar perdido,
surge uma renovação, um recomeço,
uma nova chance.
Quando essas forem dadas a você,
comece de novo e faça valer a pena.
Cada amanhecer simboliza um recomeço, uma nova esperança, um começar de novo.
Mesmo que o cenário das nossas vidas continue o mesmo, tem aquela vontade dentro de nós de fazer as coisas darem certo, de nos darmos novas chances.
De acreditar que vale a pena acordar todos os dias, vestir nosso melhor sorriso e de ir à luta.
E a cada sol um novo recomeço, o fim da escuridão, uma nova oportunidade de alimentar a alma, reafirmar a fé, incentivar paz, agradecer. A cada recomeço a oportunidade de trabalhar mais, de reinventar a conquista.
Perpectivas
Gilza Pacheco

“No princípio, criou Deus os céus e a terra.”
A criação dos seres viventes
“E disse Deus: Produza a terra alma vivente conforme a sua espécie…E assim foi.
E disse Deus: Façamos o homem a nossa imagem, conforme a nossa semelhança…”
Tudo estava perfeito, aos olhos de Deus.
Escrevo aqui, não sobre religião, mas uma perspectiva de esperança de um mundo melhor, de um novo ano com mais amor e empatia, quando faço uma retrospectiva do que e de como foi criado o Universo e os seus habitantes, estes: “a imagem e semelhança de Deus”.
E ao revisarmos os eventos mais marcantes dos últimos milênios, espero não somente descobrirmos o que fez o mundo ser do jeito que é, mas também demonstrar que nenhum infortúnio é definitivo, nenhum mal é irremediável, que a vitória segue à luta e que cada dificuldade é uma oportunidade de superação. Existe um fator capaz de transformar a tragédia em triunfo e a lágrima em sorriso.
O que há por trás dos fatos?
O que, ou quem, está nos bastidores das decisões que tem mudado o mundo?
Haverá um fio condutor unindo os diversos episódios do grande drama da história humana? Existe um enredo que explica o teatro da vida?
Essas são perguntas que, talvez com outras palavras todos nós fazemos.
Grandes pensadores, ao longo da história, têm tentado responder a essas indagações e outras correlacionadas. A Filosofia, a Psicologia, a Sociologia, a Economia, a Física e as demais disciplinas do saber fornecem esquemas explicativos da realidade elaborada por eminentes teóricos. Seus modelos auxiliam na compreensão do mundo, mas estão longe de resolver satisfatoriamente as dúvidas mais profundas e básicas do coração humano.
Uma vida suportada para uma vida assumida!

Gilza Pacheco
O homem é uma mistura da natureza com aventura.Trata-se de aceitar a natureza tal como ela é.
Embora nossa matéria seja constituída da memória da humanidade, é pela intervenção de nossa liberdade que daremos orientação a essa memória, que levaremos nossa natureza a viver essa aventura que chamamos VIDA!
Aceitar que nossa natureza seja de mármore ou argila, pode nos levar a esculpir um vaso ou um Davi.
Na verdade, a liberdade residiria não no ato de escolher mas de aceitar?
Exatamente. No entanto, se é correto dizer que nos tornamos livres em relação à natureza ao nos submetermos a ela, é também necessário orientá-la.
Liberdade não é passividade!
Minha liberdade consiste em aderir ao que é, ou seja, a minha matéria, a minha natureza, a minha herança, mas orientando tudo isso em direção ao que para mim, em meu desejo me parece ser o belo, o melhor.
Temos a liberdade de escolher ou de recusar.
Diante das provações, sabemos que alguns seres humanos reagem com fatalismo, enquanto outros dão testemunho de uma extrema combatividade. :: LEIA MAIS »
O importante são as pessoas

Gilza Pacheco
Certo dia alguém falou: “você tem o dom das letras, elas lhe procuram e as palavras saem e chegam e mexem.”
Ao abordar assuntos diferentes, mas com um olhar atento a detalhes de gentileza, prezo por um ponto em comum: a importância das pessoas, seus vínculos, sejam eles de qualquer natureza, desde que funcionem cooperativamente para um objetivo em comum.
Também, por aqui, conjugamos diferenças que enriquecem nossos olhares e guiam o trabalho de nunca esquecermos: retratar “gente”. Nossa gente, seu entorno, suas lutas, conquistas, metas e revezes, porque ao escrever posso garantir que há sentimento e é profundamente humano.
E as pessoas são o que importam em qualquer configuração de mundo.
Também, como quem busca compreender os silêncios e excessos de um tempo marcado por situações que parecem contraditórias ou ilógicas.
“Vivemos tempos saturados de certezas.
Escrever virou também um exercício de flexibilidade como os músculos do corpo, o pensamento precisa se mover para não atrofiar.”
Viajar, sonhar e amar…
Gilza Pacheco
Ah, como são simples os ingredientes que precisamos para sermos felizes se levarmos a vida como turistas. Porque sabemos que estamos de passagem.
Assim, quem dera poder viajar pelo teu universo de sentimentos profundos e momentos intensos. Avivar as memórias afetivas. Viajar no teu corpo, enchendo-o de satisfação.
Se deixarmos a imaginação viajar, ela voltará trazendo momentos melhores!
Pois, são os momentos que vivemos do ponto de partida ao ponto de chegada que nos proporcionam a felicidade.
“…É preciso voltar. E a gente sempre volta.
A gente volta, porque voltar não é retroceder, é se reencontrar nas partidas para se descobrir em novos caminhos.
Crise? Tire o “S ” e crie

Gilza Pacheco
Hoje sinto desejo de criar, de escrever sobre fatos inesquecíveis, uma espécie de momento nostálgico. Antes, porém, mesmo hoje sendo sábado, reporto-me a uma sigla criada em 2011, “TBT” para significar “Throwback Thursday”, uma tendência popular nas redes sociais onde as pessoas compartilham fotos antigas ou memórias nostálgicas às quintas-feiras. Essa prática, que começou no Instagram e se espalhou para outras plataformas, permite que os usuários revivam momentos especiais do passado, como viagens, eventos e conquistas, conectando-se com amigos e familiares ao relembrar bons momentos juntos, além de ser uma forma divertida de observar como pessoas, modas e situações mudam ao longo do tempo. E um fato me veio a mente… Não era um dia comum.
De acordo com as crenças religiosas africanas, no dia 02 de fevereiro é comemorado o dia de Yemanjá. Odoyá, popularmente conhecida pelos brasileiros como Iemanjá, a orixá da religião Yorubá que significa “Rainha das águas, mares e oceanos”. Encontrava-me no lugar certo, Bairro Boêmio de Salvador, Rio Vermelho. Apesar de próxima à praia naquele dia não depositei flores no mar, não ofertei nenhum presente e nem pulei 7 ondas. Sentada em um bar eis que surge Damião, não o personagem da novela, se fosse, e se a minha amiga Eliana estivesse comigo, com certeza iria adorar.
Nunca havíamos nos visto antes, mas sabíamos da existência um do outro. Ele veio lindo, memória viva na minha lembrança. Ao colocar meus olhos, acompanhados, com certeza, de um largo sorriso, imaginei…é ele, o meu presente de Iemanjá. Lembro-me do seu andar elegante e ao mesmo tempo despojado e pelo seu sorriso percebi que me identificou. Iemanjá é conhecida por gostar de dar presentes.
Iemanjá


Hoje sinto desejo de criar, de escrever sobre fatos inesquecíveis, uma espécie de momento nostálgico.
Antes, porém, mesmo hoje sendo sábado, reporto-me a uma sigla criada em 2011, “TBT” para significar “Throwback Thursday”, uma tendência popular nas redes sociais onde as pessoas compartilham fotos antigas ou memórias nostálgicas às quintas-feiras. Essa prática, que começou no Instagram e se espalhou para outras plataformas, permite que os usuários revivam momentos especiais do passado, como viagens, eventos e conquistas, conectando-se com amigos e familiares ao relembrar bons momentos juntos. Além de ser uma forma divertida de observar como pessoas, modas e situações mudam ao longo do tempo.
E um fato me veio a mente…
Não era um dia comum.
De acordo com as crenças religiosas africanas, no dia 02 de fevereiro é comemorado o dia de Yemanjá.
Odoyá, popularmente conhecida pelos brasileiros como Iemanjá, a orixá da religião Yorubá que significa “Rainha das águas, mares e oceanos”.
Encontrava-me no lugar certo, Bairro Boêmio de Salvador, Rio Vermelho.
Apesar de próxima à praia naquele dia não depositei flores no mar, não ofertei nenhum presente e nem pulei 7 ondas. Sentada em um bar eis que surge você.
Nunca havia nos visto antes, e nem sabíamos da existência um do outro.
Ele veio lindo, memória viva na minha lembrança. Ao colocar meus olhos, acompanhado, com certeza, de um largo sorriso, imaginei…é ele, o meu presente de Iemanjá. Lembro do seu andar elegante e ao mesmo tempo despojado e pelo seu sorriso percebi que me identificou.
Iemanjá é conhecida por gostar de dar presentes. Foi assim que ela acabou presenteando Ogum, Oxum, Oiá, entre outros. Porém, quanto mais ela ofertava, mais recebia de volta. Esse ensinamento da história de Iemanjá reforça a ideia de que é dando que se recebe e, por isso, ela também sabe retribuir àqueles que tanto lhe ofertam presentes em seu dia. E eu fui agraciada, com uma doce sensação da eternidade…
Ainda mais, amamos a lua e Iemanjá é uma deusa lunar, que além de ser responsável por reger os ciclos naturais ligados às águas, também gerencia as fases de “mudanças” nas mulheres, que acontecem por influência dos ciclos da lua.
E eu mudei, voltei a sorrir, e assim, a ser a mulher feliz, de sorriso fácil e de olhar brilhante, de antes!
Também é considerada a “Afrodite brasileira”. Conhecida como a deusa do amor a quem recorrem os apaixonados em suas demandas amorosas, especialmente em casos de desafetos.
Mesmo assim, não foi em vão o seu poder sobre nós!
Mas sou filha de Iemanjá e como toda boa mãe orienta, direciona, nos fala pela alma e Iemanjá falou:
-Chegou o momento de me devolver o presente, digo isso porque te amo, filha…
Tenha certeza que estarei sempre ao seu lado e não a deixarei esmorecer.
E, assim, chega ao fim uma história de forte conexão entre duas pessoas.
O dia terminou e a história também…
Descubra o caminho para mudar e vencer

Gilza Pacheco
Se você determinar seus objetivos e segui- los com tenacidade e perseverança, poderá alcançar grandes realizações.
Se deseja alcançar o sucesso, só você pode fazê-lo acontecer. Entender isso foi o momento em que comecei a me convencer de que dependeria de mim mesma o sucesso vir ou não a meu encontro.
Todos nós enfrentamos crises pessoais em determinado momento da vida. Para alguns pode ser uma situação séria, como a perda de um ente querido, o fim de um relacionamento, o fracasso de um negócio ou um grave problema de saúde. Mas o que deve importar, no entanto, não é a crise em si, mas a forma como a encaramos. Trata-se de superação, de cair e levantar, muitas vezes, de erros e atitudes equivocadas.
Em última análise, é um meio de mostrar que a vida se compõe de uma série de experiências de aprendizagem e que devemos estar prontos para termos coragem e determinação para transformar a crise em oportunidade para um novo recomeçar.
Num mundo de mudanças muito rápidas que nos bombardeia o tempo inteiro com informações, ainda existe algo sobre o qual você tem controle, seus pensamentos…Que maravilha! Ninguém pode lhe dizer como pensar: você e somente você controla sua maneira de avaliar os acontecimentos e para onde eles irão conduzi-lo. Mesmo que por muitas e muitas vezes não tenhamos controle do seu resultado.













